sexta-feira, 6 de julho de 2018

A AMEAÇA DAS GRANDES DÍVIDAS INTERNACIONAIS


Bomba da dívida mundial ameaça explodir
Posted by Thoth3126 on 18/06/2018

Você e eu estamos sentados em uma montanha de dívida pública e privada global. A cota de dívida para cada habitante do planeta é de 21.866 euros, ou 95.554 reais. Uma bola de neve gigantesca e voraz. A fatura total chega a 164 trilhões de dólares (608 trilhões de reais), quantia equivalente a 225% do PIB mundial. Viver a crédito foi a saída natural da crise financeira. 
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Um nível de endividamento (DEFICIT PÚBLICO) generalizado jamais visto desde a Segunda Guerra Mundial ameaça inocular o veneno da próxima crise
David Fernandez – Madri – Fonte: https://brasil.elpais.com/

Os empréstimos permitiram cobrir os desequilíbrios das contas públicas e reanimar o crescimento. Mas convém não ultrapassar determinadas linhas vermelhas. O atual nível de endividamento jamais visto desde a Segunda Guerra Mundial é uma bomba-relógio que pode explodir a qualquer momento. Argentina e Itália são dois exemplos recentes de como ressuscitam facilmente os fantasmas mal enterrados.

“Os altos níveis de dívida e os elevados déficits públicos são um motivo de preocupação”, adverte o Fundo Monetário Internacional (FMI) em seu último Monitor Fiscal. As nações com um grande endividamento, lembra esse organismo, são mais vulneráveis a um endurecimento das condições globais de financiamento, que poderiam dificultar o acesso aos mercados e colocar pressão sobre a economia. “A experiência demonstra que os países podem sofrer notáveis e inesperados choques em sua proporção entre dívida e PIB, o que aumenta a possibilidade de haver problemas (e uma reação) em cadeia”, concluem esses especialistas.

A China é o país que mais contribuiu para o aumento do volume total na última década. Mas não é o único. As economias desenvolvidas devem o equivalente a 105% de seu PIB em média. Para as nações emergentes, a proporção já é de 50%, uma fronteira ultrapassada pela última vez nos anos oitenta, o que causou uma grave crise em muitas delas. “Por enquanto, o crescimento global é robusto, o desemprego está diminuindo e as taxas de juros continuam baixas. Todo isso faz com que o aumento da dívida seja manejável, mas se houvesse uma desaceleração inesperada ou um rápido aumento do preço do dinheiro, esta situação agradável se apagaria instantaneamente”, afirma Pierre Bose, estrategista do Credit Suisse.

O crédito cria um vício extremo. Por isso, o maior risco é a grande velocidade com a qual se chegou ao nível atual. Mais de um terço das economias dos países mais avançados (ou mais “ricos”), por exemplo, devem no mínimo o equivalente a 85% do tamanho de sua economia, três vezes mais do que no ano 2000. Os Governos, ao pisar no acelerador do crédito, resistiram à recessão, mas poderiam estar hipotecando o futuro econômico de seus países. “Com o tempo, a dívida deixa de estimular a atividade. Cada vez se necessita de mais acúmulo de empréstimos para gerar um ponto percentual adicional no PIB. O crescimento impulsionado pela dívida pode ser divertido no início, mas simplesmente traz para o presente o consumo futuro, do qual sentiremos falta depois”, diz Alfredo Álvarez-Pickman, economista-chefe do Key Capital Investment.

Momento delicado

A bolha chega, além disso, em um momento muito delicado. A Reserva Federal dos EUA começou a reduzir seu saldo − já não compra títulos públicos e amortiza os que tem no vencimento −, medida que vem acompanhada por aumentos das taxas de juros. O Banco Central Europeu (BCE) continua comprando dívida soberana, mas planeja fechar a torneira em setembro e seguir o caminho de seu homólogo americano. O plano traçado pelos dois organismos prevê um endurecimento monetário progressivo e moderado. Para que se materialize, é preciso que se cumpra a outra parte da equação: que os preços continuem sob controle. “A inflação tem sido modesta, mas se voltasse de forma súbita colocaria os bancos centrais em uma encruzilhada. Teriam de decidir entre deixar que os preços continuassem subindo, algo que vai contra sua natureza, ou elevar os juros para combatê-la, o que encareceria a carga de juros de Estados, empresas e famílias”, ressalta Bart Hordijk, analista do Money Europe.

Este ano marca o décimo aniversário da quebra do Lehman Brothers(e da crise financeira de 2008), tiro de largada da crise financeira que foi o prelúdio da Grande Recessão. No mercado, começa a se espalhar a teoria de que já não há ciclos econômicos, e sim ciclos de crédito, e que por isso convém não perder de vista o contador da dívida. Alguns especialistas, entretanto, recomendam prudência, pondo os dados em perspectiva. “Os níveis atuais de endividamento são autofinanciados e baratos. Essa é uma diferença importante em relação à situação da dívida global e da economia uma década atrás”, aponta Stéphane Monier, diretor de investimentos do banco Lombard Odier.

A economia mundial já vive um longo período de crescimento. Embora ninguém preveja uma mudança de tendência por enquanto, a ideia de que poderíamos estar nas últimas fases do ciclo ganha força. Quando chegasse a temida desaceleração econômica, o melhor que poderia acontecer a um governo seria ter margem para aumentar os gastos públicos, reduzir impostos e baixar os juros. Essas ferramentas contracíclicas, no entanto, são agora uma quimera. Por isso, instituições como o FMI estão pedindo aos países que construam, por meio da redução do déficit, um colchão para quando os maus tempos chegarem. “Os governos têm pouca margem fiscal devido à situação atual da dívida. Além disso, do ponto de vista monetário, os bancos centrais iniciaram o caminho do endurecimento. Devido à ausência desses estabilizadores tradicionais, a próxima recessão será mais pronunciada do que em ocasiões anteriores”, alertam os especialistas da Carmignac.


Como os problemas nunca vêm sozinhos, à elevada dívida pública é preciso somar a também delicada situação do endividamento privado, que dobrou em uma década e já alcança 120% do PIB mundial. “O endividamento das famílias é um problema principalmente quando é o resultado de um boom no mercado imobiliário”, explica Stefan Hofrichter, economista-chefe da Allianz GI. “Chama a atenção o fato de que o aumento da dívida privada se deva em grande medida à evolução dessa dívida em países pouco afetados pela crise financeira, como Canadá, Suécia, Noruega, Austrália, China, Brasil, Turquia e Índia. Muitos deles são precisamente os que tiveram o maior aumento nos preços da moradia dos últimos dois anos”, acrescenta Hofrichter.

Os riscos de uma dívida alta têm tradicionalmente pairado sobre as economias mais fracas. Essa tendência não mudou, mas foi reforçada pelo maior endividamento atual e pelas mudanças em sua composição durante os últimos anos. O primeiro perigo para o bloco emergente é de refinanciamento, já que ganharam peso os empréstimos não vinculados a concessões, cujos prazos de vencimento são mais curtos. Esses países também são mais sensíveis à retirada de fluxos de financiamento porque os investidores estrangeiros são os principais compradores. Além disso, são nações muito mais expostas à variação das taxas de câmbio: um terço da dívida dos países em desenvolvimento é denominado em moeda estrangeira, peso que aumenta para dois terços no caso daqueles de menor renda. “A natureza do problema da dívida não mudou. É um problema que afeta mais o mundo emergente do que o desenvolvido, porque a confiança do mercado em sua capacidade de pagamento é menor e, além disso, a situação pode mudar bruscamente, como vimos recentemente com o título argentino com prazo de 100 anos”, explica Agnieszka Gehringer, analista do Instituto Flossbach von Storch.

Mas a dívida dos países emergentes não é a única que causa preocupação. As atenções começam a se voltar para a maior economia do mundo. O aumento dos gastos em 150 bilhões de dólares (560 bilhões de reais) − 0,7% do PIB − por ano durante os próximos dois anos e a redução de impostos aprovada pelo Governo Trump levarão o déficit orçamentário dos EUA para mais de 1 trilhão de dólares (3,7 trilhões de reais), mais de 5% do PIB. Essa situação e também as maiores necessidades de financiamento farão com que a proporção da dívida em relação ao PIB seja de 117% em 2023, segundo cálculos do FMI. “No curto prazo, essas medidas serão positivas para os investidores, já que permitirão que o mercado continue em alta enquanto os EUA continuarem puxando a economia mundial. No entanto, a dívida pode se transformar em um assunto a ser acompanhado de perto quando a atividade do país se desacelerar e a proporção de endividamento subir mais do que o previsto”, indica Susan Joho, economista do Julius Baer.

Velhos fantasmas

A crise da dívida europeia colocou o euro contra as cordas há seis anos. Desde então, os esforços orçamentários dos governos e a atitude decidida do BCE baixaram a tensão e provocaram certa convergência dos títulos públicos, que pouco a pouco recuperaram seu status de ativos quase livres de risco, permitindo aos países financiar a recuperação com dívida barata. No entanto, os riscos não desapareceram, como se pôde comprovar nas últimas semanas com a disparada do prêmio de risco italiano devido à encruzilhada política em que se encontra o país. “Se a economia se desacelerar antes que se consiga melhorar as contas públicas, não está descartada a possibilidade de aumento dos custos de financiamento para as nações europeias mais endividadas. Reviver uma situação parecida com a de 2012 é possível se o mercado puser ênfase na sustentabilidade fiscal”, ressalta Chris Iggo, responsável por renda fixa na Axa Investment Managers.

A maioria dos especialistas consultados aponta as políticas monetárias muito frouxas como o principal motor do aumento da dívida pública no mundo. “Quando os bancos centrais reduzem as taxas de juros a níveis extremos, seu único objetivo é incentivar o mundo a pedir emprestado”, recorda Álvarez-Pickman. Ao mesmo tempo, a promoção dessas medidas heterodoxas causou uma mudança na percepção que se tem sobre o crédito. “Houve mudanças estruturais e de conduta na dinâmica do endividamento. Tomar emprestado passou a ser algo mais aceito culturalmente devido às políticas governamentais orientadas a injetar mais dinheiro na economia”, assinala um especialista da Brandywine Global, filial da gestora de ativos Legg Mason.

Outro fator-chave na hora de explicar o maior endividamento é a demografia. “Os países desenvolvidos enfrentam o envelhecimento de suas populações. Cada vez há mais aposentados do que pessoas ativas, e isso significa menores receitas fiscais. Quando um governo arrecada menos, mas seus compromissos de gastos são maiores, uma solução fácil para o problema é a emissão de mais dívida”, afirma Christopher Gannatti, diretor de análise da WisdomTree. Nesse sentido, a proporção da dívida em relação ao PIB é consideravelmente mais alta quando se incluem os compromissos de gastos com aposentadorias e saúde. Nesse caso, o endividamento médio nos países avançados quase dobra, chegando a 204% do PIB, e nos emergentes ele dispara para 120%.

Soluções

O que se pode fazer para reduzir os níveis de dívida? A geração de um crescimento maior e sustentado é uma das possíveis soluções, já que ao aumentar o tamanho da economia se dilui em parte o peso dos empréstimos sobre ela. “O crescimento é o principal assassino da dívida. A melhora da atividade, isto sim, deveria vir pelo lado da oferta. Este tipo de crescimento se obtém com reformas, reformas e mais reformas. Um exemplo concreto é a melhora no acesso à educação e em sua qualidade. Ter pessoas mais bem formadas significa aumentar a produtividade no futuro”, sustenta Witold Bahrke, responsável por estratégia macroeconômica da Nordea AM.

Outra receita básica, mas difícil de levar a cabo, é não gastar mais do que se arrecada. O controle do déficit público é fundamental para livrar as economias de seu vício em dívida. “Os governos, as famílias e as empresas simplesmente têm de deixar de gastar além de suas possibilidades. Nesse sentido, temos o exemplo de Austrália e Suécia, que adotaram medidas prudenciais para evitar o superaquecimento de seus mercados imobiliários”, comenta o especialista da Brandywine. O equilíbrio orçamentário também é considerado crucial por Pierre Bose, do Credit Suisse: “No curto prazo, é improvável que haja quedas nos gastos públicos e impostos mais altos, já que o crescimento em muitas economias ainda é fraco. No entanto, há muito poucos países que estejam gerando superávit”.

Países mais endividados do MUNDO. CLIQUE PARA AMPLIAR

Tanto as reformas estruturais como as decisões que acarretam mudanças nas políticas de gastos exigem vontade política. Esse é o maior obstáculo que os especialistas veem para apostar nelas como uma receita factível para reduzir o alto endividamento. “Se os governos reduzissem seus gastos, haveria uma necessidade menor de emitir nova dívida. Levando em conta alguns resultados eleitorais (como o crescimento do populismo na Europa) recentes e o atual clima político, é cada vez mais evidente que é muito difícil pôr em prática essa abordagem do problema”, reconhece Christopher Gannatti, da WisdomTree.

Outra medida tradicional para reduzir o montante da dívida é gerando inflação. A maioria dos empréstimos é feita em termos nominais. Portanto, um aumento dos preços ajudaria a reduzir o endividamento. Neste caso, porém, há vários problemas. O primeiro é que, como se viu depois de anos de injeções multimilionárias na economia, gerar inflação já não é tão simples. Além disso, com o Índice de Preços ao Consumidor ocorre o mesmo que com o jogo do sete e meio (em que os jogadores tentam somar esse total com as cartas ou chegar o mais perto possível, mas não podem ultrapassá-lo): convém não ficar aquém nem passar da meta. Uma escalada desenfreada pode forçar aumentos das taxas de juros mais rápidos que o desejável. E, finalmente, não serve qualquer aumento de preços. “Uma inflação maior só é útil se resulta de um aumento dos salários. Se for assim, haverá maior demanda e crescerão tanto o PIB nominal como a arrecadação fiscal. Por outro lado, se essa inflação for produto apenas de fatores externos, como a energia, não ajudará muito se o que se pretende é reduzir o peso da dívida”, explica Azad Zangana, economista da Schroders.

A Matrix (o SISTEMA de CONTROLE): “A Matrix é um sistema de controle, NEO. Esse sistema é o nosso inimigo. Mas quando você está dentro dele, olha em volta, e o que você vê? Empresários, professores, advogados, políticos, carpinteiros, sacerdotes, homens e mulheres… As mesmas mentes das pessoas que estamos tentando despertar.
Mas até que nós consigamos despertá-los, essas pessoas ainda serão parte desse sistema de controle e isso as transformam em nossos inimigos. Você precisa entender, a maioria dessas pessoas não está preparada para ser desconectada da Matrix de Controle. E muitos deles estão tão habituados, tão profunda e desesperadamente dependentes do sistema, que eles vão lutar contra você para proteger o próprio sistema de controle que aprisiona suas mentes …”


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PROFECIAS E VISÕES DO PAPA JOÃO XXIII


Papa Joao XXIII, suas visões e profecias
Posted by Thoth3126 on 24/06/2018

As Profecias do Papa JOÃO XXIII (Turquia-1935).
“Emmanuel, através de Chico Xavier, respondendo a uma entrevista já publicada em livro nos diz que as profecias são reveladas aos homens para não serem cumpridas.
Que elas são na realidade um grande aviso espiritual para que nos melhoremos e afastemos de nós a hipótese do pior caminho profetizado, caso nada façamos”.
Edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

As Profecias do Papa JOÃO XXIII (Turquia-1935).

Bendito, bendito, bendito. 

Serão os jovens a aclamar-te novo Pai de uma Mãe que sorri. Os filhos de Milão. Dezesseis te contarão. Conservar-te-ão as mãos levantadas. A Virgem Maria estará próxima. A Virgem Maria que foi sacrificada. Nas suas palavras encontrarás o caminho, bendito, bendito, bendito. Serás pai de todos. Será difícil o inicio do caminho, caminhar em Roma em dias de sangue. Aclarar as brumas e os seus sepulcros. Dar Nome sagrado às coisas sagradas, dar nome profano às coisas profanas. Na tua casa receberás um santo descalço. 


Livro de Pier Carpi com as profecias de JOÃO XXIII. 

E deixarás à espera os poderosos de mãos desarmadas, rezando por ti. O Santo falará também por ti em cada região e do mundo brancas flores te envolverão. A tua será uma viagem de coragem, o grande desafio ao mundo e ao imundo príncipe do mundo. (O Anticristo) A quem te enviarem soldados tu oporás legiões e nunca voltarás com a tua palavra atrás. 

Tornar-te-ás descalço e caminharás com o santo descalço. Quando divulgares a palavra de Maria Santíssima, fechar-se-a a tua única ferida. A mãe da Igreja será Mãe do mundo. Anjo tu serás chamado, bendito. Dois irmãos e nenhum será o verdadeiro Pai. A Mãe será viúva. Os irmãos do Oriente e do Ocidente matar-se-ão e no ataque matarão os seus filhos. Então descerá do monte o santo descalço e sacudirá o reino abençoado pela Virgem Santíssima.

Escutai as suas palavras. Maria santíssima, filha e Mãe de Deus, dona do tempo futuro (a energia feminina da Deusa), manda reunir os teus filhos que estão nos campos, para que abatam as duas Babilônias. E a Mãe seja uma só, como tu és única. A terra destruirá o cimento (e o asfalto, os shoping centers, as grandes cidades, enfim o PÃO E CIRCO, tão apreciado pela maioria) e da terra serás Rainha, a tua nova Igreja. E sobre a terra trigo, para a fome dos teus povos, flor sobre o seu novo altar. Amem.

Será grande e breve o teu reinado. Pai será breve, mas conduzir-te-à longe a terra distante onde nasceste e onde serás sepultado. Em Roma não quererão dar-te. E haverá outro Pai, antes de seres sepultados, para rezar por ti, pelas feridas da Mãe. Michael e João, o discípulo amado, descerão à terra. {No evangelho de João ele próprio profetiza esse fato e uma promessa é feita por Cristo. A seguir capítulos desse evangelho. Descubra uma verdade e uma profecia nele velada!!}

“Disse-lhe Cristo: Se eu quero que ele (a alma de João) fique até que eu venha (de novo, agora através dele, João reencarnado), que te importa a ti? Segue-me tu. Divulgou-se, pois, entre os irmãos este dito, que aquele discípulo não havia de morrer. Cristo, porém, não lhe disse que não morreria, mas: Se eu quero que ele fique até que eu venha (a próxima vinda de Cristo, através de um homem com a alma de João, o discípulo bem amado reencarnado), que te importa a ti?” – João 21:22,23

As urnas abertas em lugares secretos sob o tesouro e descrobrir-se-ão os “PASSOS” do primeiro homem. O grande irmão do Oriente (O Anticristo) fará tremer o mundo com a cruz virada sem lírios. O novo pai irá ao seu encontro, mas deixará a Mãe órfã. Mas antes, com as suas palavras de verdadeira ciência o segredo da arma que destrói as armas. Tempos de paz, e sobre a pedra alto será o nome de Alberto (Nobre, ilustre). 

A longa paz fará esquecer os antigos erros. Fará esquecer o grande irmão crucificado de cabeça para baixo. Haverá guerra na Mãe e os seus rebanhos dispersar-se-ão. Então alguém gritará por sangue e será escutado. Desgraça para aquele que tiver gritado, o primeiro sangue a correr será o dele. Combaterão entre si a meia lua, a estrela e a cruz (Uma clara referência A UMA FUTURA GUERRA ENTRE o islamismo do crescente lunar, o judaísmo com a estrela de Davi e os católicos e sua cruz).

Alguém levantará a cruz negra. Do vale do Príncipe (O vale dos rios Tigre e Eufrates, no Iraque) chegarão os cavaleiros cegos. Atrás deles, os corvos da fome, da carestia, da peste. Para onde haveis de fugir, agora que destruístes as igrejas e matastes o último Pai? Esperai o sinal de João (o que foi o evangelista, hoje encarnado novamente como um guerreiro e governante, o autor do livro do Apocalipse). O cordeiro está pronto. Fazei sete vezes o sinal da cruz com a mão cansada e esperai. A luz ainda vem do Ocidente. (do BRASIL)

Antes da ultima luz, os pastores terão reconhecido o sinal. E a igreja terá muitos Pais, todos os irmãos. Da terra e das águas sairão catedrais e templos em honra de antigos santos e de santos novos, de nome eterno. Mas já chegou a hora dos santos. Todos falarão a mesma língua. E falarão para orar à Virgem (à energia da Deusa, Feminina) e ao Salvador (o Cristo coletivo). O Reino de Deus chega a terra, ergue-se a sua cidade, mesmo para aqueles que não a quiseram. O primeiro Sol ilumina a balança do universo. Abri o vosso coração ao lírio. 

A voz será poderosa, anunciada por trombetas. A Luz do Ocidente última antes da Luz Eterna, desconhecida. A verdade será mais simples do que tudo quanto se tenha visto ou escrito. Será um bom juízo. Pai nosso, que estais no céu. Venha a nós o teu reino e seja feita a tua vontade no céu e na terra. Passaram-se vinte séculos, acrescentando a idade do Salvador. Amém. (vinte séculos são 2.000 anos mais 33, a idade de Cristo = ano de 2.033)

Eis o livro maldito, escrito (Nova doutrina que será implantada pelo Anticristo) por quem se odiava a si próprio e à sua raça. Eis o livro da mentira, do ódio, dos esgotos. Devido às tuas palavras muito morrerão sem compreender, sem conhecer o verdadeiro autor. Porque ele morreu há muito tempo. E quem encontrou esconde-se. Eis o livro que invoca o ódio, que divide os homens. Quanto mal causará, quantas dores provocarão, quantas guerras. Por causa deste livro fabricar-se-ão novas armas e muitos homens se fecharão dentro de si próprios. 

Eis a verdade, ela será proclamada nos parques, nas praças. Esta é a única verdade. Transformar-se-ão a terra e os seus amores. Setenta anos triunfará este livro numa Quarta parte do mundo, formará chefes, escravizará povos. Os homens semearão ódio e carestia. O orgulho, o sonho do orgulho, o novo paraíso. Inferno na terra. Entre as guerras alguém falará de amor. Mas, mesmo vencido, falso, desmascarado, o livro terá sempre alguns adeptos, até ao fim dos tempos.

E sete, da Grécia através do mundo, depois da visão. Novas palavras conquistarão a terra. Repetidas por cristo. Repetidas pelos seus novos filhos. Será o momento do despertar e dos grandes cânticos. Rolos de papel serão encontrados nos Açores e falarão de antigas civilizações (ATLÂNTIDA) que aos homens ensinarão coisas antigas por eles desconhecidas. A morte será afastada e pequena será a dor. As coisas da terra, por intermédio dos rolos, falarão aos homens das coisas dos céus. 

Sempre mais numerosos os sinais. As luzes nos céus serão vermelhas, azuis, verdes, rápidas. Aumentarão. Alguém vem de longe, quer encontrar os homens da terra. Já houve encontros. Mas quem verdadeiramente viu calou-se. (Uma inequívoca referência a naves extraterrestres e contatos com seres alienígenas.

O PRÓPRIO PAPA JOÃO XXIII MANTEVE CONTATO COM SERES DAS PLÊIADES. 


Se uma estrela se apaga, já está morta. Mas a luz que se aproxima é alguém que morreu e que volta (uma referência à Estrela Anã Marrom, um Sol Negro que se dirige para dentro do nosso sistema solar). 

Nos papeis do subterrâneo de ferro de Werner, sempre secretos, a resposta às claras. A época não é aquela que conhecemos. Temos irmãos vivos, irmãos mortos. Nós somos nós próprios, o tempo confunde-nos. Bem vindo Artur (Nobre, generoso), rapaz do passado. Tu serás a prova. Encontrarás o Pai da Mãe. 

É o tempo dos dois imperadores. E a Mãe não tem Pai, porque muitos querem ser o Pai. Dois serão apoiados pelos adversários. Levantar-se-ão os gritos e as barreiras da contestação, mas já a Besta sai das águas. E a fome faz parar os exércitos. Os homens vão morrendo e depois da fome, a peste. Deus desencadeou a guerra da natureza (as catástrofes naturais previstas por todos os profetas de todos os tempos) para evitar a guerra dos homens. 

O primeiro imperador morre no deserto, atacado pelos animais da peste, desconhecidos (vírus ??). A filha de Caim subiu ao Norte para pregar. Luxuria na nova Babilônia durante sete anos. No sétimo ano cai o sétimo véu de Salomé, mas já não existe imperador, não existe quem saiba levantar a espada e cortar o pescoço de João. O tempo está próximo. 


A tradução da notícia acima: Por Thomas O’Toole, Washington Post, da equipe de redação – sexta-feira 30 dezembro, 1983; Página A1. “Um corpo celeste possivelmente tão grande como o gigantesco planeta Júpiter e, possivelmente, tão perto da Terra que seria parte deste sistema solar foi encontrado na direção da Constelação de Órion por um telescópio em órbita a bordo do satélite astronômico infravermelho dos EUA (Infrared Astronomical Satellite-IRAS). Tão misterioso é o objeto que os astrônomos não sabem se ele é um planeta, um cometa gigante, uma ”proto-estrela” próxima que nunca ficou quente o suficiente para se tornar uma estrela, uma galáxia distante tão jovem que ainda está em processo de formação de suas primeiras estrelas ou uma galáxia tão envolta em poeira que nenhuma das suas estrelas ainda é visível. “Tudo o que posso dizer é que não sabemos o que é”, disse em uma entrevista, o Dr. Gerry Neugebauer, o cientista chefe do IRAS para o JPL-Laboratório de Propulsão a Jato da Califórnia e diretor do Observatório Monte Palomar, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, a explicação mais fascinante deste misterioso corpo, que é tão frio que não lança luz e nunca foi visto por telescópios ópticos na Terra ou no espaço, é que ele é um planeta gigante gasoso tão grande como Júpiter e tão perto da Terra em 50 trilhões de quilômetros. Embora isso possa parecer uma grande distância em termos terrestres, é uma curta distância em termos cosmológicos, tão perto, de fato, que seria o corpo celeste mais próximo da Terra além do mais externo planeta Plutão. ”Se ele esta realmente tão perto, seria uma parte do nosso sistema solar,” disse o Dr. James Houck do Centro de Rádio Física da Universidade Cornell.

(Wikipédia) O Beato Papa João XXIII, OFS, nascido Angelo Giuseppe Roncalli (Sotto Il Monte, 25 de Novembro de 1881 — Vaticano, 3 de Junho de 1963) foi Papa e líder mundial da Igreja Católica Apostólica Romana e Soberano da Cidade do Vaticano de 28 de outubro de 1958 até à data da sua morte. Pertencia à Ordem Franciscana Secular (OFS) e escolheu como lema papal: Obediência e Paz. Sendo um sacerdote católico desde 1904, ele iniciou a sua vida sacerdotal em Itália, onde foi secretário particular do bispo de Bérgamo D. Giacomo Radini-Tedeschi (1905-1914), professor do Seminário de Bérgamo e estudioso da vida e obra de São Carlos Borromeu, capelão militar do Exército italiano durante a Primeira Guerra Mundial e presidente italiano do “Conselho das Obras Pontifícias para a Propagação da Fé” (1921-1925).

Em 1925, sendo já um arcebispo-titular, iniciou-se a sua longa carreira diplomática, onde o levou à Bulgária como visitador apostólico (1925-1935), à Grécia e Turquia como delegado apostólico (1935-1944) e à França como núncio apostólico (1944-1953). Em todos estes países, ele destacou-se pela sua enorme capacidade conciliadora, pela sua maneira simples e sincera de diálogo, pelo seu empenho ecumênico e pela sua bondade corajosa em salvar judeus durante a Segunda Guerra Mundial. Em 1953, foi nomeado cardeal e Patriarca de Veneza.

Foi eleito Papa no dia 28 de Outubro de 1958. Considerado inicialmente um Papa de transição, depois do longo pontificado de Pio XII, ele convocou, para surpresa de muitos, o Concílio Vaticano II, que visava à renovação da Igreja e à formulação de uma nova forma de explicar pastoralmente a doutrina católica ao mundo moderno. No seu curto pontificado de cinco anos escreveu oito encíclicas, sendo as principais a Mater et Magistra (Mãe e Mestra) e a Pacem in Terris (Paz na Terra).

Devido à sua bondade, simpatia, sorriso, jovialidade e simplicidade, João XXIII era aclamado e elogiado mundialmente como o “Papa bom” ou o “Papa da bondade“. Mas, mesmo assim, vários grupos minoritários de católicos tradicionalistas acusavam-no de ser maçom e radical esquerdista, um herege modernista por ter convocado o Concílio Vaticano II e promovido a liberdade religiosa e o ecumenismo. Ele foi declarado Beato pelo Papa João Paulo II no dia 3 de Setembro de 2000. Foi canonizado em 27 de abril de 2014. É considerado o patrono dos delegados pontifícios e a sua festa litúrgica é celebrada no dia 11 de Outubro.


“E houve batalha no céu; Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão, e batalhavam o dragão e os seus anjos; Mas não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou nos céus. E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele”. Apocalipse 12:7-9

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quinta-feira, 5 de julho de 2018

ESTARÍAMOS PRÓXIMOS DE UMA GUERRA ENTRE ESTADOS UNIDOS E EUROPA CONTRA A RÚSSIA?


A Elite quer a guerra EUA-Europa X Rússia
Posted by Thoth3126 on 22/06/2018

UM CHAMADO DA EUROPA PELA GUERRA CONTRA A RÚSSIA
George Soros, o famoso financista e especulador judeu húngaro-norte americano por trás da rede Open Society Institutes (Institutos Sociedade Aberta), fez um apelo às armas para os povos da Europa: para que eles peguem suas armas, militarizem as suas economias, e joguem fora as correntes da paz – pois é tempo de fazer a guerra contra a Rússia. 
Nascido na Hungria com o nome de Schwartz György (Literalmente NEGRO JORGE)- George Soros atualmente é o Presidente da Soros Fund Management, curador da International Crisis Group. e presidente da Open Society Institute, tendo pertencido à Administração do Council on Foreign Relations.
Tradução, edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch
A Elite quer a guerra EUA-Europa X Rússia
Fonte: http://en.ria.ru/ – (RIA Novosti) – MOSCOU 

A missiva, entregue na próxima edição da New York Review of Books, não deixa dúvidas sobre a extensão de seu belicismo; quando ele declara:

“É chegado o momento de os países membros da União Europeia de acordar e se comportarem como estados indiretamente em guerra.”

A troca de nome talvez tenha sido para minimizar a obviedade dos seus (NEGROS) interesses.

O NEGRO George – Schwartz György – Soros perdeu um processo judicial na França e no Tribunal Europeu de Direitos Humanos por Insider Trading. Nos Estados Unidos também é conhecido por ter doado montantes exorbitantes para eleger o presidente Barack Obama. No mesmo mês, em 2010, o investidor multimilionário doou US$ 1 milhão para a campanha de um referendo que visava legalizar a maconha na Califórnia. Ele financia o International Crisis Group e a Revenue Watch, que financiam campanhas eleitorais em vários países do mundo.

George Soros não é estranho a política ucraniana. Sua International Renaissance Foundation (Fundação Internacional Renascimento) na Ucrânia atua no país desde 1990, e já gastou US$ 49 milhões de dólares em seus primeiros 15 anos de operação. Desde então, um adicional de mais US$ 51 a 71 milhões de dólares foi gasto por Soros na Ucrânia – um dado desconhecido com exatidão na medida que a despesa total foi removida de relatórios anuais em 2012.

O financiamento de Soros também ajudou na execução da primeira Revolução Laranja, em 2004, onde o presidente Yushchenko declarou Stepan Bandera um herói (nacionalista de direita simpatizante e colaborador do nazismo) nacional, reenergizou as forças fascistas e neo-nazistas que abriram o caminho para o golpe final de fevereiro 2014.

O financiamento concedido influenciou as eleições, trazendo o espírito de Maidan para a esfera política, e fabricou um “movimento para a integração da Ucrânia com a Europa”, longe da Rússia O próprio Soros se regozijou com o anfitrião da CNN Fareed Zakaria em 14 de maio de que a sua fundação “tem funcionado desde então [1990] e que jogou uma parte importante nos eventos atuais”.


O Open Society Institute possui escritórios em 27 países asiáticos e europeus, incluindo a Polônia, Letônia, Estônia, e todas as três nações do Cáucaso. Esses grupos todos seguem uma declaração de missão exaltando suas crenças em “direitos humanos fundamentais, na dignidade e do Estado de Direito” e para ajudar “comunidades étnicas a pressionar por mudanças em seu próprio interesse.”

Usando essas crenças para promover a guerra em vez da “justiça e paz no mundo” é uma profunda perversão dos valores fundamentais da humanidade. A alegação de apoio à tomada de decisão a nível local é desnudada pela exigência e a conclamação de que as nações da Europa devem ir a guerra contra a Rússia.

Será que os 27 escritórios dos institutos de Soros agora apoiariam uma sociedade civil dedicada a trazer a paz para as pessoas na Ucrânia e em toda a Europa e Ásia? Ou eles vão seguir o grito de guerra de seu milionário fundador e começar a agitar suas redes para buscar pelo confronto violento?

Além de exigir que a Ucrânia se transforme a partir de um centro industrial para um campo de batalha devastado pela guerra, Soros também acredita que a chave para uma Ucrânia bem sucedida é um futuro pagamento de volta da dívida europeia. Ele imagina um empréstimo do Fundo Monetário Internacional, que iria “transformar a dívida de Eurobonds e divisas da Ucrânia em longo prazo, em títulos menos arriscados.


“Assim como Argentina e Grécia, os empréstimos do FMI e o consequente programa de austeridade vai ajudar a extrair de todos a riqueza da nação ucraniana e entregá-lo diretamente para os bolsos dos financiadores, como a história demonstra trazendo apenas e ruína econômica e pobreza para os povos destas nações.

Aceitar as exigências do FMI, em vez de olhar para Moscou ou talvez os fundos de reconstrução através do banco BRICS é a característica definidora da coligação de governo (controlado pelos EUA-OTAN) ucraniano pós-Maidan, que é facilmente explicado pelo grande apoio financeiro e pelas organizações de Soros, de sua fundação, e os seus parceiros no Ocidente .

Olhar toda a paisagem da Europa Oriental e considerar que a solução para a situação atual é mais guerra é, certamente, uma agenda extremamente perigosa. Para alguém com a voz, alcance e as finanças de George Soros fazer tal declaração leviana, ele mostra um profundo desgosto para as instituições do pós-guerra da Europa e uma falta de respeito pela dignidade da vida humana.

Os perdedores de todas as guerras são aqueles que são forçados a lutar no conflito, suas famílias e os moradores dos campos de batalha onde se lutou. Buscar e incentivar a guerra não é saudável; exigir que outros entrem em guerra é criminoso. 


{George Soros, Húngaro: Soros György, nascido György Schwartz (em português Jorge NEGRO), em 12 agosto de 1930, é um Investidor húngaro-americano, magnata de negócios, “filantropo” e autor. Soros é um dos investidores (especulador e manipulador de mercados) mais bem-sucedidos do mundo. George Soros (Schwartz-NEGRO) nasceu em Budapeste no Reino da Hungria em uma família de judeus khazares bem-sucedida, que, como muitos judeus húngaros da classe média alta na época, estavam desconfortáveis ​​com suas raízes.

Em 1936, a família de Soros mudou seu nome do Schwartz (NEGRO) alemão-judeu para Soros, como camuflagem protetora na Hungria cada vez mais antissemita. Seu pai Tivadar gostou do novo nome porque é um palíndromo e por causa do seu significado. No húngaro, Soros significa “next in line” ou “sucessor designado”; no esperanto, significa “vai subir”.}

A Matrix (o SISTEMA de CONTROLE): “A Matrix é um sistema de controle, NEO. Esse sistema é o nosso inimigo. Mas quando você está dentro dele, olha em volta, e o que você vê? Empresários, professores, advogados, políticos, carpinteiros, sacerdotes, homens e mulheres… As mesmas mentes das pessoas que estamos tentando despertar. Mas até que nós consigamos despertá-los, essas pessoas ainda serão parte desse sistema de controle e isso as transformam em nossos inimigos. Você precisa entender, a maioria dessas pessoas não está preparada para ser desconectada da Matrix de Controle. E muitos deles estão tão habituados, tão profunda e desesperadamente dependentes do sistema, que eles vão lutar contra você para proteger o próprio sistema de controle que aprisiona suas mentes …”

Sobre os Judeus Khazares, saiba mais acessando os links:

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MANIPULAÇÕES NO MERCADO MUNDIAL DO OURO


Manipulação e especulação também no mercado de OURO
Posted by Thoth3126 on 26/06/2018
O mundo está enfrentando uma guerra cambial e a única proteção contra o futuro crash do dólar norte americano é o metal ouro real, disse um analista de metais preciosos à RT. Com o poder geopolítico mudando do Ocidente para o Oriente, o domínio dos EUA pode estar acabando junto com o fim do domínio da sua moeda, o dólar, como moeda de reserva internacional.
Tradução, edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch
A atual guerra cambial em curso pode acabar com o domínio global do dólar americano e aqueles que possuírem ouro físico têm poder

Um desses sinais é o recente repatriamento de ouro dos Estados Unidos levado a efeito por vários países. Países como a Turquia, a Alemanha e os Países Baixos deslocaram as suas barras de ouro para casa. Uma razão é que a Guerra Fria acabou e os países não vêem mais a Rússia (a URSS) como uma ameaça, diz Claudio Grass, um consultorindependente de metais preciosos e embaixador da Mises.

“Os bancos centrais movimentaram seu ouro porque se sentiam ameaçados pela URSS e viram os EUA como seus aliados naturais. O fato de que atualmente os bancos centrais de vários países estarem repatriando seu ouro mostra que isso mudou. Isso também implica que eles não veem mais a Rússia como uma ameaça maior do que os EUA por muito mais tempo. A Europa está no centro dessa mudança de poder geopolítico e alguns países obviamente acreditam que é sábio armazenar o seu próprio ouro em seus países de origem ”, disse ele à RT.


#Russia may become world’s second biggest producer of #goldhttps://t.co/irEzcd6jMJpic.twitter.com/quOETo9fE1

— RT (@RT_com) 4 de junho de 2018

O mundo vive em crise econômica-financeira desde 2008 (criada intencionalmente pela especulação do mercado imobiliário nos EUA), enquanto uma guerra cambial começou ainda mais cedo, observa Grass. Os bancos centrais têm imprimido trilhões de dólares literalmente do nada (sem nenhuma garantia REAL), enquanto os bancos centrais estão coordenando a desvalorização das moedas e despejando dinheiro na compra de todos os tipos de ativos financeiros, imóveis e títulos.

Em 2008, a bolha imobiliária dos Estados Unidos estourou e quase destruiu o sistema bancário da maior potência mundial. Devido ao peso que os EUA exercem na economia global, a crise ultrapassou continentes e levou outros tantos países quase ao colapso dos seus sistemas financeiros. Muitos, naquele ano, se questionaram: como ninguém conseguiu prever? 

A GRANDE “APOSTA”: UM FILME PARA SE ENTENDER A CRISE DE 2008 E A BOLHA IMOBILIÁRIA AMERICANA. Para quem não assistiu, vale a pena!

O problema é que, de fato, uma minoria previu – e se aproveitou do desastre inevitável para lucrar. O filme A Grande Aposta (The Big Short, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado de 2016), conta exatamente a história REAL deste pequeno grupo de pessoas que entenderam melhor o que estava por vir antes de todo mundo. 

“No entanto, é óbvio que os problemas sistemáticos não são resolvidos, pelo contrário, os riscos se tornaram maiores e mais frágeis do que há uma década”, disse Grass. “Como você sabe, mais de 65% de todas as reservas monetárias no sistema de bancos centrais são mantidas na reserva monetária mundial, que ainda é o dólar.Portanto, manter a posse do ouro físico é, definitivamente, a melhor proteção contra uma quebra de qualquer papel moeda e, portanto, também contra uma quebra do dólar e do sistema financeiro”.

A dívida global subiu para US$ 230 trilhões, já que a economia global ficou paralisada no sistema “Monopoly-Game”, que é baseado na dívida e na alavancagem financeira, observa o analista. “A última mudança geopolítica que começou com a Primeira Guerra Mundial e terminou com a Segunda Guerra Mundial colocou os EUA nessa posição financeira dominante, porque eles possuíam e armazenavam 70% das reservas de ouro do mundo livre. Essa também foi a principal razão, por que o dólar se tornou a reserva mundial em moeda estrangeira. Nos últimos 30 anos, podemos testemunhar uma outra mudança de poder geopolítico que vai do Ocidente para o Oriente. Como você sabe, tudo funciona em ciclos ”, disse Grass. (e parece que o ciclo de domínio da moeda norte americana esta chegando ao seu final)

De acordo com Claudio Grass, da consultoria de metais preciosos da Suíça, o volume total negociado no mercado de ouro do mercado de balcão (OTC), em Londres, é estimado em 1,5 milhão de toneladas de ouro. Apenas 180.000 toneladas de ouro foram mineradas até hoje em toda a história planetária, o que significa que existem “papeis”que “garantem” a propriedade de ouro em cerca de 8,5 vezes o volume REAL de metal existente. Se todos os detentores destes papeis tentarem obter a posse física do metal precioso será necessário “produzir instantaneamente” cerca de 1.320.000 toneladas de ouro…

“Os golpes de papel em Londres e Nova York explodirão quando o preço do papel cair para zero ou se apenas uma fração dos investidores insistir em receber o ouro físico em troca dos papéis que possuem”, disse Grass à RT.

A Matrix (o SISTEMA de CONTROLE): “A Matrix é um sistema de controle, NEO. Esse sistema é o nosso inimigo. Mas quando você está dentro dele, olha em volta, e o que você vê? Empresários, professores, advogados, políticos, carpinteiros, sacerdotes, homens e mulheres… As mesmas mentes das pessoas que estamos tentando despertar.
Mas até que nós consigamos despertá-los, essas pessoas ainda serão parte desse sistema de controle e isso as transformam em nossos inimigos. Você precisa entender, a maioria dessas pessoas não está preparada para ser desconectada da Matrix de Controle. E muitos deles estão tão habituados, tão profunda e desesperadamente dependentes do sistema, que eles vão lutar contra você para proteger o próprio sistema de controle que aprisiona suas mentes …”




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MEL E SUA IMPORTÂNCIA COMO ALIMENTO E MEDICAÇÃO


O que faz o MEL ser tão saudável, ‘eterno’ e não estragar?
Posted by Thoth3126 on 05/07/2018

O que faz o mel ser ‘eterno’ e não estragar?
A imagem é de uma pintura rupestre, talvez a mais famosa, que se encontra nas paredes de cavernas de Araña em Valência, na Espanha. Ela mostra uma pessoa pendurada em uma espécie de cipó, se esticando para alcançar uma colmeia e coletar mel de uma colmeia de abelhas silvestres.
Edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

O que faz o MEL ser tão saudável, ‘eterno’ e não estragar?


Estima-se que foi pintada há cerca de 8 mil anos, prova de que, ao menos desde então, nós nos arriscamos para conseguir essa delícia que as abelhas produzem com a ajuda das flores.

O sabor do mel, a segunda coisa mais doce que se encontra na natureza depois das tâmaras, encanta o ser humano desde que ele passou a ficar na posição ereta.


E o mais assustador é que, se o autor dessa pintura oito milênios atrás tivesse deixado um pote de mel no mesmo lugar, é muito provável que ele ainda estivesse bom para comer – no caso, o professor Jaime Garí Poch, que descobriu as cavernas onde estava a pintura no início do século 20, teria sido o agraciado com o pote.

Mas o que tem no mel para que se mantenha fresco por tanto tempo?
Encontrado em toda parte

Ao longo da história, a humanidade já se alimentou, se banhou e até se tratou com mel.

Em uma tábua de argila de Nippur, o centro religioso dos sumérios no Vale do rio Eufrates, que data aproximadamente do ano 2000 a.C., há uma receita escrita para cuidar de machucados desta forma: “Moer até que a areia do rio vire pó (faltam algumas palavras) e amassar com água e mel, azeite puro e óleo de cedro e colocar quente sobre a ferida”.

No Antigo Testamento, a terra de Israel é chamada “terra que corre leite e mel”. Depois, no Novo Testamento, conta-se que João Batista comia lagostas com mel silvestre.

O grande guerreiro cartaginês Aníbal deu ao seu exército mel e vinagre quando cruzaram os Alpes em elefantes para lutar contra Roma.

Para a medicina chinesa, o mel tem uma característica equilibrada (não é yin nem yang) e atua de acordo com os princípios do elemento Terra, entrando no pulmão, no baço e nos canais intestinais, segundo textos antigos.

Durante a dinastia Zhou Oriental (770-256 a.C.), um dos manjares reservados para a realeza era uma mistura de mel com larvas de abelha. Nas Poesias de Chu, uma antologia antiga (século 11 a.C-223 a.C.), se fala de vinho e mel.

E, no antigo Egito, os faraós partiam para outro mundo carregados de mel. Arqueólogos modernos encontraram uma vez ou outra nas antigas tumbas egípcias vasilhas de mel de milhares de anos que estavam perfeitamente conservadas.

São poucos os alimentos que sobrevivem com o passar do tempo. As batatas dessecadas dos incas são um exemplo, mas, diferentemente do mel, elas foram processadas. Se você encontra sal ou arroz seco em uma tumba antiga, no meio do nada, é provavel que você consiga utilizá-los para preparar um prato sem problemas.

Desenho antigo em caverna na Espanha mostra um homem pendurado em um cipó e alcançando uma colmeia para coletar mel de abelhas selvagens.

Mas a diferença está aí: você precisará preparar algo. O mel guardado de maneira apropriada dura por um tempo indefinido, e, se você encontra um pote em uma tumba no meio do nada, supostamente pode se lambuzar com ele.
Como é possível?

A “magia” acontece por uma série de fatores que operam na mais perfeita harmonia e em equilíbrio. O mel é um açúcar, e os açúcares são higroscópicos. Isso significa que eles têm pouca água, mas podem absorver a umidade se expostos a ela.

São raros os micro organismos que podem sobreviver em um ambiente assim. Para que algo estrague, é preciso haver algo que gere esse processo – mas o mel é um “hospedeiro” ruim para eles, então, os micro organismos costumam se manter longe dele. Ao mesmo tempo, o mel é extremamente ácido. Seu pH fica entre 3 e 4,5 (7 seria neutro), e essa acidez mata micro organismos.

Quando as abelhas fazem o mel, elas coletam com o néctar das flores e, depois, o regurgitam no favo. Ao fazer isso, há uma mistura com uma enzima que elas têm no seu estômago, a glicose oxidase.

O néctar se decompõe em ácido glucônico e peróxido de hidrogênio, a famosa água oxigenada, muitas vezes usada para limpar feridas por matar bactérias e que protege o mel de coisas que queiram “crescer” nele.

Assim, esse “tesouro dourado” é eterno por ser extremamente doce e ácido, o que impede que qualquer bicho sobreviva – além disso, tem um poderoso Antisséptico natural.

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