domingo, 23 de setembro de 2018

CÓDIGO CÓSMICO - NÚMEROS MÍSTICOS


O Código Cósmico – Capítulo 8 – Códigos Ocultos, Números Místicos
Posted by Thoth3126 on 19/09/2018

Foi provavelmente inevitável que, com o advento da moderna era dos computadores, alguns mestres dirigissem suas capacidades para um objetivo novo e inédito: a procura de um “código secreto” na Bíblia. Apesar de ter sido apresentado em artigos científicos e até mesmo em livros como o auge da sofisticação moderna, a verdade é que essa busca está sendo renovada com ferramentas novas e avançadas, porém a ideia não é nova. A Bíblia Hebraica consiste em três partes: a Torá (Ensinamentos), que engloba o Pentateuco (os Cinco Livros de Moisés) e, histórica e cronologicamente, vai desde a Criação até as andanças do Êxodo e a morte de Moisés; Neviyim (Profetas), que engloba os livros de Josué e Juízes, Samuel, Provérbios e Jó – historicamente desde o acampamento israelita em Canaã através da destruição do Primeiro Templo de Jerusalém; e Ketuvim (Escritos), começando com o Cântico dos Cânticos através dos livros atribuídos aos dois líderes que chefiaram os exilados de volta à Judéia para reconstruir o Templo (Esdras e Neemias) e terminando com Crônicas I e II. 
Edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch
Livro O CÓDIGO CÓSMICO – A fantástica História dos Extraterrestres que Revelaram os Segredos Cósmicos à Humanidade (Zecharia Sitchin).

CAPÍTULO 8 – CÓDIGOS OCULTOS, NÚMEROS MÍSTICOS

Juntas, as três partes são chamadas pelo acrônimo TaNaKh; e já na época dos Profetas foram feitas referências interpretativas à primeira parte, a Torá. Discussões entre sábios judeus e líderes religiosos pretendiam “ler nas entrelinhas” as palavras da Torá, depois de Profetas, e isso se intensificou durante o exílio após a destruição (pelo rei da Babilônia, Nabucodonosor) do Primeiro Templo (586 a.C.) e mais ainda depois da destruição do Segundo Templo (pelos romanos em 70 a.D.).

O registro dessas considerações é o Talmude (O Estudo). O esoterismo hebraico, conhecido como a Cabala (Kabbalah), assumiu e intensificou essa busca por significados ocultos. Esses significados ocultos existem realmente, atesta a própria Bíblia. A chave era o alfabeto, as 22 letras do hebreu. Um dispositivo codificador simples, com o qual até crianças em idade escolar brincam, é a substituição de letras. Os sábios da Cabala na Idade Média usaram uma ferramenta de busca que consistia num sistema chamado ATBSh, no qual a última letra, Tav (“T”), é substituída pela primeira letra, Aleph (“A”); a penúltima, Shin (“Sh”), pela segunda, Beth (“B”), e assim por diante.

O cabalista Abraham ben Jechiel Hacohen ilustrou o sistema e forneceu a chave para ele num livro publicado em 1788. Porém, na verdade, tal sistema de códigos foi usado pelo profeta Jeremias (século VII a.C.), o qual, profetizando a queda do Império Babilônico, substituiu a grafia B-B-L (Babel) pelas letras Sh-Sh-Kh para evitar ser preso (Jeremias 25:26 e 51:42). O Livro das Lamentações, atribuído ao profeta Jeremias, no qual a queda e a destruição de Jerusalém são choradas, emprega outro código oculto, chamado de Acróstico, em que a primeira (algumas vezes a última) palavra de um verso forma uma palavra ou um nome, ou (no caso de Jeremias) revela a identidade das letras sagradas do alfabeto.


A primeira palavra no primeiro verso começa com um Aleph, o segundo verso começa com um Beth, e assim por diante até o vigésimo segundo verso. O mesmo acróstico é repetido pelo profeta no segundo capítulo; depois cada letra começa dois versos no terceiro capítulo, revertendo a um no quarto. O Salmo 119 é construído com acrósticos óctuplos! A autenticidade de certos versos nos Salmos pode ser verificada ao reparar que cada verso possui duas partes, cada uma delas começando em ordem alfabética (por exemplo, o Salmo 145); o mesmo recurso é usado no arranjo dos versos de Provérbios 31. No Salmo 145, além disso, os três versos (11, 12, 13) que louvam a realeza de Javé começam com as letras Kh-L-M, que, ao contrário, são lidas MeLeKh, “Rei” em hebraico.

O uso de acrósticos como código oculto, evidente em outros livros da Bíblia, é encontrado em livros pós-bíblicos também (alguns incluídos no arranjo cristão do Velho Testamento). Um exemplo famoso vem da época da revolta contra o domínio grego no século II a.C. A revolta leva o nome de seus líderes, os macabeus, nome que, na verdade, é um acrônimo baseado no verso do Cântico de Moisés (Êxodo 15:11) – “Quem dentre os heróis é semelhante a Ti, Javé?” -; as primeiras letras das quatro palavras hebraicas formam o acrônimo M-K-B-I, pronunciado Macabi. Depois da destruição do Segundo Templo pelos romanos, no ano 70 d.C. o principal esteio religioso e espiritual para os judeus foram as Escrituras Sagradas – o tesouro das palavras divinas e proféticas. Estaria tudo predeterminado? Tudo previsto? E quanto ao que viria pela frente?

As chaves para o passado e para o futuro podiam estar ocultas nas escrituras sagradas, canonizadas não apenas pelo conteúdo como por cada palavra e cada letra. Essa procura por significados ocultos obscurecidos por códigos secretos se tornou conhecida depois da destruição do Templo como “penetrar na cova proibida”, sendo a palavra para “cova” – PaRDeS – um acróstico criado com as primeiras letras de quatro métodos para extrair a mensagem das Escrituras: Peshat (significado literal), Remez (sugestão), Drash (interpretação) e Sod (segredo). Uma história do Talmude pretende ilustrar os riscos de lidar prematuramente com o que deve permanecer oculto (As pérolas que não se deve dar aos porcos), ao revelar o que ocorreu com quatro rabinos que entraram em Pardes; um deles “olhou e morreu”, outro enlouqueceu, um terceiro ficou violentoe começou a “arrancar as plantas pela raiz”; apenas um, o rabino Akiba, saiu inteiro.

Essa procura de significados ocultos foi resumida na época medieval pelos cabalistas e seus acólitos. Como seriam as escrituras examinadas pelo código ATBSh? E se fosse possível ordenar as letras de outra forma? E se uma palavra tivesse sido incluída apenas para ocultar o sentido verdadeiro, porém deveria ser retirada para transmitir o texto original? Com esse método, por exemplo, seria possível provar que o Salmo 92 (Um Cântico para o Dia de Sabat) fora composto por Moisés no Sinai, e não pelo rei Davi. Em outra instância foi afirmado que o grande sábio judeu Maimônides (Espanha e Egito, século XII), era mencionado no livro do Êxodo, onde as primeiras letras das últimas quatro palavras no verso 11:9 criavam o acrônimo R-M-B-M, combinando o acrônimo resultante do nome completo de Maimônides, Rabino Moisés Ben Maimón (explicando a referência a ele como Rambam). Contudo os sábios medievais se perguntaram se a busca precisava limitar-se apenas às primeiras ou últimas letras das palavras, ao início ou final dos versos. O que aconteceria se alguém procurasse sentidos ocultos saltando letras? Cada segunda, cada quarta, cada quadragésima segunda? Era inevitável que, com o advento dos computadores, alguém aplicasse essa tecnologia para realizar a busca metódica de um “código” baseado no espaço entre as letras.

A última centelha de interesse no assunto de fato resultou de tal aplicação das técnicas de computação por vários cientistas israelenses: foi publicado, em agosto de 1994, no prestigioso periódico Statistical Science, por Doron Witzum, Eliyahu Rips e Yoav Rosenberg, um artigo intitulado: “Seqüências de Letras Eqüidistantes no Livro do Gênesis”. Análises, revisões e livros (O Código da Bíblia, de Michael Drosnin, e A Verdade por Trás do Código da Bíblia, de Jeffrey Satinover) lidam, em essência, com uma premissa básica. Se você listar todas as 304.805 letras do Pentateuco em seqüência e arrumá-las em “blocos” que segmentem essas letras em seções consistindo em um determinado número de linhas, cada linha contendo certo número de letras, e depois escolher um método de saltar as letras, determinadas letras formarão palavras que, inacreditavelmente, mostram previsões para a nossa época e para todas as épocas, tais como a previsão do assassinato do primeiro-ministro Rabin, de Israel, ou a descoberta da Teoria da Relatividade por Albert Einstein.

Entretanto, para conseguir essas alegadas “previsões” de eventos futuros em textos escritos milhares de anos atrás, os pesquisadores tiveram de atribuir regras arbitrárias e alteráveis para ler as “palavras do código”. As letras formando as predições acabavam muitas vezes próximas umas das outras, algumas vezes espaçadas (com o espaço variando e flexível), algumas vezes se liam verticalmente, algumas vezes de forma horizontal, ou de trás para a frente, ou de baixo para cima…

Tais arbitrariedades em selecionar a extensão e número de linhas, a direção da leitura, saltar ou não algumas letras, e assim por diante prejudica um pouco a aceitação sem críticas dos não iniciados sobre basear-se unicamente nas letras da Bíblia; e fazer isso sem examinar a questão de o texto do Pentateuco ser precisamente o original, divinamente transmitido, letra a letra. Afirmamos isso por saber que desvios menores (exemplo: determinadas palavras com ou sem uma letra representando a vogal) ocorreram de fato, e também por ser nossa crença (afirmada em Encontros Divinos) de que existia uma letra a mais, um Aleph, no início do Gênesis. Colocadas à parte as implicações teológicas, a consequência imediata é a distorção da contagem das letras. Apesar disso, a decodificação de palavras ou significados ocultos nos textos bíblicos deve ser aceita como uma possibilidade séria, não apenas pelos exemplos citados acima, mas também por outras razões importantes. A primeira delas é que codificações e escritas cifradas foram descobertas em textos não hebreus na Mesopotâmia, tanto na Babilônia quanto na Assíria. Incluem textos que começam ou terminam com o alerta de que são secretos, para serem mostrados apenas aos iniciados (ou não serem expostos a olhos não-iniciados), sob pena de morte nas mãos dos deuses.

Tais textos algumas vezes empregam métodos de codificação decifráveis (tais como acrônimos), outras vezes permanecem um enigma. Entre os primeiros, existe um hino do rei assírio Assurbanipal em louvor ao “deus” Marduk e à esposa de Marduk, Zarpanit. Nele, são utilizados os sinais silábicos cuneiformes no início das linhas para passar uma mensagem ao deus Marduk. Além do método de acrônimos, o rei empregou um segundo método de codificação: as sílabas que formavam a mensagem secreta começavam na linha 1, pulavam a linha 2, continuavam na linha 3, pulavam a linha 4, e assim por diante, até a linha 9. Daí em diante a mensagem saltava duas linhas por vez, retornando a uma na linha 26, retomando o espaço duplo na linha 36, depois voltando ao esquema inicial até o final do documento (inclusive o lado de trás).

Nesse código duplo, o rei assírio passava a seguinte mensagem ao deus Marduk (fornecemos a transcrição horizontal embora a mensagem fosse lida verticalmente, de cima para baixo):

“A-na-ku Ah-shur-ba-an-ni-ap-li Eu sou Assurbanipal Sha il-shu bu-ul-li-ta- ni-shu-ma Ma-ra-du-uk Quem chamou a seu deus me deu a vida Marduk [e] Da-li-le-ka lu-ud-lu Louvo a vós”

A descoberta de uma inscrição por um tal Shaggilkinamubbib, sacerdote do templo de Marduk na Babilônia, indica não apenas a acessibilidade do sacerdócio a tais códigos mas também levanta questões em relação à sua antiguidade. Naquele acrônimo (no qual existe um salto de onze linhas entre as sílabas codificadas), o nome do autor é claramente expresso. Tanto quanto se saiba, um sacerdote com esse nome serviu no templo de Esagil na Babilônia por volta de 1400 a.C. Isso iria datar o conceito de criptografia para a época do Êxodo. Como a maior parte dos estudiosos acha essa data muito remota para digerir, prefere datá-la no VIII século a.C. Um método bastante diferente foi utilizado pelo rei assírio Esarhaddon, pai de Assurbanipal.

Numa estela (conhecida pelos estudiosos como a Pedra Negra de Esarhaddon, atualmente no Museu Britânico, que comemorava uma invasão histórica realizada por ele no Egito, afirmava que lançara uma campanha militar não apenas com a bênção dos deuses, mas também sob a égide celestial das sete constelações que “determinam as sortes” – uma referência às constelações zodiacais. Na inscrição (localizada na lateral da pedra), ele afirmava que os sinais cuneiformes que davam nome às constelações “estão na semelhança da grafia do meu nome, Asshur-Ah-Iddin” (Asarhaddon ou Esarhaddon). Como funcionava exatamente esse código não fica claro; porém, pode-se perceber o significado oculto mencionado pelo rei na mesma inscrição. Lidando com a restauração do templo de Marduk, na Babilônia, que o rei assírio assumiu como uma forma de ser também aceito como rei da Babilônia, ele lembra que Marduk, zangado com os babilônios, decretou que a cidade e seu templo deveriam permanecer em ruínas por setenta anos. Esarhaddon conta que “Marduk escreveu no Livro das Sortes”. Entretanto respondeu aos apelos de Esarhaddon. O misericordioso Marduk, em um momento em que seu coração se agradou, virou a tábua de cabeça para baixo e, no décimo primeiro ano, aprovou a restauração.

O que poderia ser deduzido ao observar esse oráculo oculto é que o ato do deus representou uma manipulação dos números – com os símbolos, também cuneiformes que representavam os números. No sistema sumério sexagesimal (de base 60), o símbolo para 1 podia significar tanto 1 como 60, dependendo da posição. O sinal para 10 era um símbolo que parecia uma divisa militar. O que Esarhaddon afirmou foi que o deus apanhou o Livro das Sortes, no qual o período do decreto era de 70 anos e o virou de cabeça para baixo, de forma que os caracteres cuneiformes representassem 11. A associação entre mensagens ocultas e significados secretos não apenas com palavras, mas com numerais e números chamava ainda mais atenção nos escritos de Sargão II, o avô de Assurbanipal. Durante seu reinado (721-705 a.C.), ele fundou uma nova capital administrativo-militar ao lado de uma vila cerca de 32 km a nordeste da antiga capital real e centro religioso, Nínive. Seu nome assírio era Sharru-kin (Rei Justo) e batizou a nova cidade de Dur Sharrukin (Forte Sargão – um sítio arqueológico agora conhecido como Khorsabad).

Na inscrição que comemora essa ocasião, escreveu que o sólido muro construído ao redor da cidade tinha o comprimento de 16.283 cúbitos, “que é o número do meu nome”. Tal uso de números para codificar palavras-sílabas aparece num texto conhecido como Exaltação a Ishtar, em que o autor assina seu nome não com letras, mas com números:

“21-35-35-26-41 filho de 21-11-20-42”

A chave para tais codificações numéricas permanece não-decifrada. Mas temos razões para crer que esses métodos de codificação mesopotâmicos eram conhecidos dos profetas hebreus. Uma das passagens mais difíceis na Bíblia é a profecia de Isaías sobre o tempo da Retribuição, quando “uma grande trombeta será assoprada, e voltarão todos os que se perderam nas terras da Assíria e aqueles que se perderam nas terras do Egito, e serão submetidos a Javé na Montanha Sagrada em Jerusalém” Nesse tempo, Isaías profetizou, a confusão reinará e as pessoas perguntarão umas para as outras “quem terá o entendimento” da mensagem que de alguma forma foi alterada para ocultar o significado:

“Porque manda e torna a mandar, manda e torna a mandar; espera e torna a esperar, espera e torna a esperar – Um pouco aí, um pouco aí; porque em outra linguagem de lábio e em língua estranha ele falará a este povo. Isaías 28:10-11″

Ninguém na verdade entendeu como “manda e torna a mandar” e “espera e torna a esperar” pode resultar em “língua estranha” e “outra linguagem”. As palavras hebraicas eram Tzav (ordem) e Kav (fila) e em mais de uma tradução moderna apareceram como “lei” e “regra” respectivamente (The New American Bible), “preceito” e “murmúrio” (Tanakh, as Escrituras Sagradas) ou mesmo” gritos agudos” e “berros primais” (!) (The New English Bible). Que linguagem pode ser confusa, ou seus sinais escritos assumirem um significado diferente, alterando a ordem e a espera, aqui e ali? É nossa sugestão que o que o profeta Isaías – contemporâneo de Sargão II e Senaqueribe – mencionava era a escrita cuneiforme dos assírios e babilônios! Naturalmente não se tratava de uma linguagem desconhecida; porém, como o verso citado sobre os estados, as mensagens que trazia não poderiam ser compreendidas porque haviam sido codificadas de Kav a Kav, alterando uma linha aqui e outra linha lá, portanto alterando a “ordem” do que a mensagem dizia. A Tzav alterada sugere métodos de codificação (como o A/T-B/Sh) usando a ordem alterada das letras. A solução sugerida para o enigma dos versos 28:10-11 pode servir para explicar as descrições subsequentes pelo profeta (29:10-12) da inabilidade de qualquer um compreender os escritos porque “as palavras do livro se tornaram para você como um livro selado”.


A última palavra, hatoom, geralmente é traduzida como “selada”, mas no uso bíblico possui a conotação de “oculto”, um segredo. Era um termo empregado no mesmo sentido em que os mesopotâmicos guardavam escritos dos olhos dos não iniciados. Assim foi empregada no profético Cântico de Moisés (Deuteronômio 32:34), em que Deus afirma que as coisas que estão por vir “estão guardadas e seladas em meus tesouros”. O termo também é usado no sentido de “oculto” ou “tornado secreto” em Isaías 8:17, e mais ainda no Livro de Daniel e no simbolismo das coisas que virão ao Final das Coisas. Isaías, cujas profecias estavam ligadas à área internacional e à codificação de mensagens reais em seu tempo, talvez tenha revelado a “pista” para a existência de um “Código Bíblico”. Três vezes ele corrigiu a palavra Ototh (sinais) para parecer Otioth – plural de Oth, que significa tanto “sinal” quanto “letra”, combinando o significado de letras em sua profecia. Já mencionamos a referência de Isaías a Javé como criador das Letras (do alfabeto). No verso 45:11 o profeta, louvando a unidade de Javé, afirma que foi Javé quem “dispôs nas letras tudo aquilo que virá a passar-se”. E que tal disposição estaria codificada parece ser a forma para entender o enigmático verso 41:23. Descrevendo como as pessoas desconcertadas na Terra irão procurar adivinhar o futuro pelo passado, Isaías as menciona quando implora a Deus: Diga-nos as letras de trás para a frente!

Em que a palavra Ototh teria significado: “Diga-nos os sinais desde o início das coisas”. Porém o profeta escolheu – três vezes – escrever Otioth, “letras”. O pedido claro é poder entender o plano divino enxergando as letras de trás para a frente, como num código, no qual as letras foram reordenadas. Mas, como os exemplos da Mesopotâmia indicam, os acrósticos são um dispositivo simples demais, e o verdadeiro código – ainda não decifrado, no caso de Sargão II – apoiava-se no valor numérico dos caracteres cuneiformes. Já mencionamos o “segredo dos deuses” em relação ao número de classificação deles – números que algumas vezes eram escritos ou evocados em lugar dos nomes. Outros tabletes nos quais a terminologia dos sumérios ficou retida, mesmo em textos acadianos (muitos permanecendo obscuros por quebra das peças), apontam para o uso claro de numerologia como código secreto, sobretudo quando os deuses estavam envolvidos.

Não é de admirar que, quando as letras do alfabeto hebraico recebessem valores numéricos, tais valores desempenhassem um valor maior na codificação e decodificação de sabedoria secreta do que como letras. Quando os gregos adotaram o alfabeto, retiveram a prática de atribuir valores numéricos às letras; e é pelos gregos que a arte e as regras para interpretação das letras, palavras ou grupos de palavras [conferindo um valor numérico convencionado a cada letra] recebem o nome de gematria. Começando na época do Segundo Templo, a gematria numerológica se torna uma ferramenta nas mãos dos estudiosos, assim como os gnósticos pesquisam os versos e palavras bíblicas buscando números e informações ocultas, ou para traçar novas regras onde as bíblicas ficavam incompletas. Assim, quando um homem jurava ser um nazirita, o período não especificado de abstenção devia ser de 30 dias, porque a palavra que o definia YiHYeH (será) em Números, no capítulo 6, tem o valor numérico de 30.

A confrontação de palavras e suas implicações com seus equivalentes numéricos abria possibilidades incontáveis de significados ocultos. Por exemplo, foi sugerido que Moisés e Jacó tiveram uma experiência divina similar, por causa de que a escada para o céu (Sulam em hebraico), que Jacó enxergou em sua visão noturna, e o monte (Sinai), no qual Moisés recebeu as Tábuas da Lei, possuíam o mesmo valor numérico, 130. O emprego da numerologia e especialmente da gematria para detectar significados secretos atingiu novos níveis com o crescimento, durante a Idade Média, do esoterismo judaico conhecido como Cabala. Naquelas buscas, uma atenção especial era dada a nomes divinos. Um dos mais importantes era o estudo do nome que o Senhor Deus forneceu a Moisés, YHWH. “Eu sou aquele que sou, YHWH é meu nome” (Êxodo 3:14-15). Se forem simplesmente adicionadas, as quatro letras do nome divino (o tetragrama) totalizam 26 (10+5+6+5), porém sob métodos mais complexos advogados pelos cabalistas, nos quais os nomes soletrados das quatro letras (Yod, Hei, Wav, Hei) foram adicionados, o total perfaz 72.

Os equivalentes numéricos desses números formam outras palavras cheias de significado. (No início da cristandade, um ramo de Alexandria sustentava que o nome do ser supremo e criador primordial era Abraxas, a soma de cujas letras perfazia 365 – o número de dias num ano solar. Os membros da seita costumavam usar camafeus feitos de pedras semi-preciosas, ostentando a imagem e o nome do deus – frequentemente IAW (abreviatura de YHWH). Existem motivos para acreditar que Abraxas derive de Abresheet, “Pai/Progenitor do Começo”, que propusemos como a primeira palavra completa, iniciando com” A”, do Gênesis, em vez da atual Bresheet que faz o Gênesis iniciar com “B”. Se o Gênesis realmente tivesse mais uma letra, a sequência de códigos agora vigente teria de ser reexaminada.)

Quanto valor se pode ligar a códigos ou significados numéricos – um código inerente às próprias letras, e não um espaçamento arbitrário entre elas? Porque essas práticas eram utilizadas no tempo dos sumérios, válidas entre os acadianos e em todas as épocas, eram consideradas um “segredo dos deuses” que não devia ser revelado aos não iniciados, e por causa da ligação ao DNA humano, acreditamos que os códigos secretos eram numéricos! 
Na verdade, uma das pistas mais óbvias (e, como numa história de detetive, a mais ignorada) é o próprio termo para “livro”, SeFeR em hebraico. Ele deriva da raiz SFR, assim como a palavra para escritor/escriba (Sofer), contar (Lesapher), e história ou narrativa (Sippur), e assim por diante. Porém a mesma raiz também se refere a tudo que se relaciona com números! Contar é Lisfor, numeral é Sifrah, número é Mispar, contagem é Sephirah. Em outras palavras, desde o instante em que a raiz hebraica de três letras surgiu, escrever com letras e contar com números foram considerados a mesma coisa. Realmente, existem momentos na Bíblia Hebraica em que os significados “livro” e “número” são intercambiáveis, como em Crônicas I, 27:24, onde, lembrando um censo conduzido pelo rei Davi, a palavra “número” foi usada duas vezes na mesma sentença, uma para mostrar o número (de pessoas contadas), outra para mencionar o livro de registros de Davi.

Tal significado duplo, talvez triplo, desafiou os tradutores do verso 15 no salmo 71. Ao procurar a ajuda de Deus, embora não conhecesse todos os milagres do Senhor, o salmista jurou contar todos os feitos de salvação e justiça, “embora eu não conheça Sefuroth”. A versão do rei James traduz a palavra como “números”; tradutores mais modernos preferem a conotação de “dizer”, – “contar”. Porém nessa forma incomum, o salmista incluiu um terceiro significado, o de “mistérios”. À medida que a época se tomava mais turbulenta na Judeia, com uma revolta (aquela dos macabeus contra o domínio grego) seguida por outra (contra a opressão dos romanos), a busca de mensagens de esperança – augúrios messiânicos – intensificou-se. A leitura de textos antigos para encontrar números codificados desenvolveu-se para o uso de números como códigos secretos. Um dos exemplos mais enigmáticos e melhores codificados passou para o Novo Testamento: o número de uma “besta” codificou-se como “666” no Apocalipse: 

“Aqui há Sabedoria; quem tem Inteligência calcule o número da besta. Porque é Número de Homem; e o número dele é 666”. – Apocalipse 13: 18

A passagem trata de expectativas messiânicas, da queda do mal, e em seguida de uma Segunda Vinda de Cristo, o retorno do Reino dos Céus para a Terra. Incontáveis tentativas foram feitas ao longo dos milênios para decifrar o código numeral de “666” e assim compreender a profecia. O número aparece claramente no manuscrito (grego) do livro cujo título completo é O Evangelho Segundo São João, que começa com a afirmação: “No início era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” e está repleto de referências numéricas. Usando os valores numéricos das letras gregas (que seguem de perto o sistema hebraico) e os métodos de gematria, foi sugerido que a ”besta” era o cruel Império Romano, porque o valor numérico da palavra LATEINOS era 666. Outros sugeriram que o código numérico era relativo ao próprio imperador (Trajano), cujo nome do meio, ULPIOS, também resultava no número 666. Outra sugestão ainda era que o código era em hebraico, para Neron Qesar (Nero, o Imperador), cuja grafia hebraica era N-R-W-N + Q-S-R, que também somava 666; e assim por diante, numa variedade de gematrias que usavam adição direta ou métodos de triangulação.

O Tetragramaton, de valor vinte e seis

A possibilidade de que o segredo codificado de “666” seja relacionado com o hebraico em vez do grego ou romano pode ser a chave para resolver finalmente o enigma. Descobrimos que 660, em hebraico, é o equivalente numérico de SeTeR – uma coisa escondida, um mistério oculto; foi empregado na Bíblia em ligação com os divinos Sabedoria e Entendimento, ocultos do homem. Para torná-la 666, a letra Wav (6) precisa ser adicionada, trocando o significado de “segredo” para “seu segredo” SiTRO, “sua coisa escondida”. Alguns acham que essa conotação de “seu segredo” descreve uma “escuridão aquosa” onde a Batalha Celestial com Tiamat é recordada:

“A Terra balançou e tremeu, os alicerces das colinas se abalaram… Saiu fumaça das narinas dele, um fogo devorador de sua boca… Ele tornou a escuridão seu segredo, com uma escuridão molhada e nuvens celestiais cobertas”. – Salmos 18:8-12

Existem referências repetidas na Bíblia àquela Batalha Celestial, que na Epopeia da Criação mesopotâmica ocorreu entre Nibiru/Marduk e Tiamat, e na Bíblia foi entre YHWH, como Criador Primitivo, e Tehom, uma “profundeza molhada”. Tehom/Tiamat era algumas vezes referido como Rahab, o “apressado”, ou escrito com uma inversão das letras: RaBaH (“O grande”) em vez de RaHaB. As palavras no salmo 18 ecoam uma afirmação bastante anterior no Deuteronômio 29:19, no qual os julgamentos de YHWH “na última geração” são profetizados e descritos numa época em que “sairá fumaça das narinas” de Deus. Essa época de narração final muitas vezes é referida na Bíblia pelo advérbio Az – “então”, naquele futuro em particular. Se o autor do Apocalipse, como fica evidente, também tinha em mente aquele Az, aquele “então” na época da Última Geração, quando o Senhor há de aparecer como fez quando o Céu e a Terra foram criados, na época da batalha com Tehom Rabah (um termo usado em combinação em Amós 7:4, Salmos 36:7, Isaías 5:10), depois uma aproximação numérica ao enigma do “666” iria sugerir que o Apocalipse falava da Volta do Senhor Celestial num renascimento da Batalha Celestial: pois a soma total do valor numérico de Az + Tehom + Rabah é 666. Tal tentativa, feita por nós para decodificar o número “666”, reconvertendo-o em letras e depois procurando palavras contendo essas letras no Velho Testamento, não cobre todas as possibilidades.

A transmutação de Abresheet em Abraxas (com um valor numérico de 365) como uma divindade suave, as referências bíblicas (citadas anteriormente) a códigos em escrita cuneiforme ao alterar as linhas dos sinais, assim como a referência à leitura de trás para a frente, assim como o emprego do A-T-B-Sh para esconder identidades de deuses estrangeiros, levantam a questão: até que ponto, sobretudo quando o destino dos hebreus misturou-se tanto ao de outros povos e seus deuses, as informações bíblicas codificadas escondiam mesmo dados secretos de escritos estrangeiros e seus panteões? Se as histórias da criação no Gênesis eram mesmo versões mais curtas dos segredos da criação no Enuma elish, e quanto àquelas partes secretas, reveladas a Enmeduranki, Adapa (e Enoch)? Lemos no Gênesis que, quando o faraó promoveu José, que interpretava sonhos, a ministro, deu a ele um nome apropriado para um egípcio ocupando aquele alto cargo: Zofnat-Pa’aneach. Enquanto os estudiosos tentaram reconstruir a escrita hieroglífica e o significado egípcio do nome epíteto, o que se torna óbvio é que na realidade aquele era um nome codificado em hebraico, pois nessa língua significava claramente “O que resolve” (Pa’aneach) “coisas secretas/escondidas” (Zofnot). Tais transfigurações de linguagem/letra/número reforçam a questão (e a possibilidade) – não apenas em relação ao motivo para o “666” – dos códigos incluírem alusões a outras divindades e panteões conhecidos na Antiguidade.

Um dos aspectos inexplicados do alfabeto hebraico é que cinco letras são escritas de forma diferente quando colocadas ao final da palavra. Se formos nos aventurar em Pardes, a “alcova proibida”, e adotar a premissa de um código combinando números e letras, diríamos que, lendo ao contrário (da esquerda para a direita), a razão codificada para essas cinco letras é um “código secreto” (Zofen) de “60” (M+Kh), que é o número secreto de Anu! Se for assim, é apenas uma coincidência que a primeira letra da palavra hebraica para “segredo” – SOD – (“S”) possua o valor numérico “60”, e ainda mais que o valor numérico da palavra inteira seja “70” – o número secreto da desolação decretada por Marduk (depois revertida por ele mesmo) para a cidade de Babilônia? Sobre o mesmo assunto, a afirmação (em Jeremias e outros lugares) de que a desolação de Jerusalém e seu Templo duraria os mesmos setenta anos – uma profecia – foi apresentada como revelação de um segredo, um Sod, de Deus? É uma abordagem que aceita a possibilidade de que o Velho Testamento, assim como o Novo Testamento foram aproveitados para conter antigos segredos mesopotâmicos, que poderiam levar a uma nova solução possível para o enigma “666”.

Uma das raras circunstâncias em que o número “6” foi revelado como classificação divina foi num tablete reconstruído por Alasdair Lvingstone em Mystical and Mythological Explanatory Works of Assyrian and Babylonian Scholars (“Trabalhos de Explicação Mística e Mitológica de Eruditos Assírios e Babilônicos”). O tablete reconstruído – que apresenta o aviso em relação aos segredos que contém – começa com 60 como o número do “deus preeminente, pai dos deuses” e depois, numa coluna separada, revela sua identidade: Anu. Seguido por Enlil (50), Ea/Enki (40), Sin (30) e Shamash (20). Nessa lista, Adad, “deus dos raios e trovões”, corresponde a “6”. À medida que a lista continua, encontramos o “600” como número secreto dos anunnaki. O que emerge do tablete mesopotâmico em relação aos números secretos dos deuses pode muito bem ser a chave para resolver por fim o mistério do “666”, examinando-o como um número codificado à moda suméria:

600 = Os anunnaki, “Aqueles que Vieram do Céu para a Terra”.

60 = Anu, o governante supremo.

6 = Adad, um dos deuses que ensinam técnicas. ____

666 = “Aqui está a Sabedoria”, “Contada por ele, que possui Entendimento”.

(A proximidade de Anu e Adad começou no II milênio a.C. e não encontrou apenas expressões textuais, mas também expressou-se no fato de possuírem templos em conjunto. Por incrível que pareça, a Bíblia também lista Anu e Adad um junto ao outro numa lista de deuses de “outras nações” – Reis II, 17:31). Os números secretos dos deuses servem como pistas para decifrar o significado oculto em outros nomes divinos. Assim, quando o alfabeto foi concebido, a letra “M” – Mem, de Ma’yim, água (Mar, Mare, Mere, Maria, Maya, ou seja ILUSÃO) igualava-se aos pictogramas egípcio e acadiano da água (um pictograma de ondas), assim como a pronúncia nessas linguagens para “água”. Teria sido apenas coincidência que o valor numérico para o “M” no alfabeto hebraico seja “40” – o número secreto de Ea/Enki, “cujo lar é a água”, o protótipo de Aquário?

Havia um código numérico igualmente secreto que se originou na Suméria para YaHU – a forma abreviada para o tetragrama YHWH? Havia um iniciado sumério que procurava aplicar o código secreto de números ao seu nome “teofórico” (como aqueles usados em prefixos e sufixos em nomes pessoais). Poder-se-ia dizer que YHU é um código secreto para “50” (IA = 10, U = 5, IA.U = 10×5 = 50), com todas as implicações teológicas. Enquanto a atenção se focalizou no “significado” do “666”, achamos no verso críptico do Apocalipse uma afirmação da maior importância. O código secreto se refere à Sabedoria, e só pode ser decifrado pelos que possuem Entendimento.

Esses são precisamente os dois termos usados pelos sumérios, e pelos que vieram depois deles, para indicar o conhecimento secreto que os anunnaki ensinavam apenas aos iniciados privilegiados. Na base do conhecimento incrível e abrangente dos sumérios, está uma quantidade comparável de números. Como o assiriologista-matemático Herman V. Hilprecht observava no início do século XX, após a descoberta de numerosos tabletes mesopotâmicos sobre matemática – The Babylonian Expedition of the University of Pennsylvania (“A Expedição Babilônica da Universidade da Pensilvânia”) -, “todas as tabelas de multiplicação e divisão das bibliotecas do templo em Nippur e Sippar, e da biblioteca de Assurbanipal em Nínive, são baseadas no número 12.960.000” – um número virtualmente astronômico, um número que requeria uma espantosa sofisticação para ser compreendido, e cuja utilidade para os humanos no IV milênio a.C. parece completamente questionável. Porém ao analisar esse número – com o qual começavam alguns tabletes matemáticos -, o prof. Hilprecht concluiu que só podia ser relacionado ao fenômeno da precessão – o retardamento da Terra em sua órbita ao redor do Sol, que leva 25.920 anos para completar-se (até que a Terra retorne exatamente ao mesmo lugar).

Esse círculo completo das doze casas do Zodíaco foi chamado de Grande Ano. O número astronômico 12.960.000 representa 500 Grandes Anos. Mas quem, a não ser um anunnaki, poderia entender isso? Ou para quem, também a não ser um anunnaki, poderia ser útil um período tão grande de tempo? Ao considerar sistemas numéricos e de contagem, o sistema decimal (base dez) é obviamente agradável ao homem, resultado da contagem dos dedos das mãos. Mesmo o intrigante sistema do calendário maia, que divide o ano em 18 meses de 20 dias cada (mais 5 dias especiais no final do ano), pode ser relacionado com o número de dedos dos pés e das mãos, 20. Porém onde os sumérios foram buscar o sistema sexagesimal (base 60), utilizado na contagem do tempo (60 minutos, 60 segundos), em astronomia (o círculo celeste de 360 graus) e na geometria?

Em nosso livro When Times Began (“O Começo do Tempo”), sugerimos que os anunnaki, vindos de um planeta cujo período orbital (um ano em Nibiru) equivalia a 3.600 órbitas do planeta Terra, precisavam de algum tipo de fator determinante para períodos tão diversos – e encontramos um no fenômeno da precessão (que apenas eles, e não seres humanos, homens com períodos curtos de vida, determinados pela órbita terrestre, poderiam ter descoberto). Quando dividiram o círculo celestial em doze partes, o retardo precessional – que poderia ser facilmente observado por eles – era de 2.160 anos por “casa”. Sugerimos que isso levava à razão de 3.600:2.160, ou 10:6 (a proporção áurea dos gregos) e o sistema sexagesimal que progride segundo 6 x 10 x 6 x 10, e assim por diante (resultando em 60, 360, 3.600, e assim por diante até o imenso número de 12.960.000).

Nesse sistema, vários números de importância celeste ou sagrada parecem deslocados. Um é o número sete, cujo significado na história da criação é tão facilmente reconhecido, como o sétimo dia da Criação ou o nome da casa de Abraão Beer-Sheba (“O Poço dos Sete”). Na Mesopotâmia era aplicado aos Sete Que Julgam, Os Sete Sábios, os sete portões do Mundo Inferior, os sete tabletes do Enuma elish. Era um epíteto de Enlil (Enlil é sete, afirmavam os sumérios); e, sem dúvida, o que deu origem ao significado: era o número planetário da Terra. “A Terra (KI) é o sétimo” [planeta] afirmam todos os textos sumérios. Isso, como já explicamos, faz sentido apenas para alguém vindo do espaço exterior em direção ao centro do Sistema Solar. Para quem vem, por exemplo, do distante Nibiru, Plutão seria o primeiro planeta; Netuno e Urano, o segundo e terceiro; Saturno e Júpiter, o quarto e quinto; Marte seria o sexto, a Terra seria o sétimo; Vênus o oitavo – como, de fato, esses planetas foram representados nos monumentos e nos cilindros e tabletes. (Em hinos sumérios para Enlil “o Todo-Benemérito”, ele era invocado para prover comida e bem-estar à terra, e também para garantir tratados e acordos. Não é de espantar, então, que, em hebraico, a raiz de onde deriva o numeral sete – Sh-V-A – seja a mesma de onde derivam as palavras para “estar saciado” e para “jurar, fazer uma promessa”.)

O número 7 é um número-chave em Apocalipse (7 anjos, 7 selos, e assim por diante). Da mesma forma, outro número extraordinário: o 12 e seus múltiplos, como 144.000 em Apocalipse 7:3-5, 14:1 etc.). Já mencionamos suas aplicações e seu significado como número de membros de nosso Sistema Solar (o Sol, a Lua e 10 planetas – os 9 que conhecemos mais Nibiru). Então vem o número peculiar 72. Dizer, como já foi feito, que ele é simplesmente o resultado da multiplicação de 12 por 6, ou que, quando multiplicado por 5 resulta em 360 (como o número de graus num círculo), é afirmar o óbvio. Mas por que 72? Já observamos que a Cabala chegou, por meio da gematria, ao número 72 como o número secreto de YHWH. Embora obscurecido pela passagem do tempo, quando Deus instruiu Moisés e Aarão a se aproximarem do Monte Sagrado levando 70 dos anciãos de Israel, o fato é que Moisés e Aarão possuíam 72 companheiros: além dos 70 anciãos, Deus disse que convidassem dois dos filhos de Aarão (embora Aarão tivesse quatro), perfazendo um total de 72.


Entre outros lugares, encontramos esse número na história egípcia que narra a contenda entre Hórus e Seth. Ao relatar a história a partir de textos em hieróglifos, Plutarco (em De Iside et Osiride, em que compara Seth com Tifon dos mitos gregos) afirma que Seth enganou Osíris para entrar no baú na presença de 72 “camaradas divinos”. 
Por que então 72 nessas várias situações? A única resposta plausível, acreditamos, pode ser encontrada no fenômeno da precessão, pois o número 72 representa a quantidade de anos necessária para retardar a Terra em um grau. 
Até hoje não é certo como surgiu o conceito de Jubileu, o período de 50 anos decretado na Bíblia e usado como unidade de tempo no Livro dos Jubileus. Aqui está a resposta: para os anunnaki, cuja órbita ao redor do Sol durava 3.600 anos terrestres, a órbita passava por 50 graus precessionais (50 x 72 = 3.600)! Talvez fosse mais do que uma coincidência que o número secreto de Enlil – e o número buscado por Marduk – também era 50, já que era um dos números que expressavam o relacionamento entre o Tempo Divino (derivado dos movimentos de Nibiru), Tempo Terrestre (relativo aos movimentos da Terra e sua Lua), e o Tempo Celestial (ou zodiacal, resultado da precessão).

Os números 3.600, 2.160, 72 e 50 eram números que pertenciam às Tabelas dos Destinos no coração de DUR.AN.KI, em Nippur. Eram números que expressavam a verdadeira “Ligação Céu-Terra”. A Lista de Reis Sumérios afirma que 432.000 anos (120 órbitas de Nibiru) se passaram desde a chegada dos anunnaki à Terra até o Dilúvio. O número 432.000 também é mencionado no conceito hindu de passagem das Eras e catástrofes periódicas que se abateram sobre a Terra (Período de duração da Era do Ferro, o Kali Yuga). O número 432.000 também representa 72 x 6000. E talvez seja interessante lembrar que, de acordo com os sábios judeus, a contagem de anos no calendário hebreu – 5763 em 2003 chegará a um término quando alcançar 6.000; completará então seu ciclo.

Parece evidente, dos antigos registros relacionados aos iniciados – Adapa, Enmeduranna, Enoch -, que o cerne da sabedoria e da compreensão revelado a eles, não importando o resto, era astronomia, calendário e matemática (o “segredo dos números”). De fato, como ficou demonstrado pelas práticas de codificação na Antiguidade, o elo comum entre eles, não importa qual a linguagem usada, eram os números. Se houve algum dia uma linguagem universal na Terra (como afirmam os textos sumérios e a Bíblia), teria de possuir uma base matemática; e se – ou melhor, quando – nos comunicamos com extraterrestres, como já foi feito com os anunnaki em suas visitas, e como faremos quando nos lançarmos ao espaço exterior, a linguagem cósmica será a dos números SAGRADOS.

Na verdade, os sistemas atuais de computação já adotaram uma linguagem de números universal. Quando, numa máquina de escrever, a tecla para a letra “A” é pressionada, uma alavanca se move e atinge o papel com o tipo “A”. Nos computadores, quando a tecla “A” é pressionada, um sinal eletrônico é ativado, usando “zeros” (0) e “uns” (1) para expressar o “A”: a letra foi digitalizada. Os computadores modernos possuem, em outras palavras, letras convertidas em números; pode-se afirmar que eles apresentam uma escrita “gematriada”. E, se levarmos a sério as afirmações bíblicas e sumérias sobre a inclusão de conhecimento médico na Sabedoria e no Entendimento passado a nós – em algum lugar dos textos meticulosamente copiados ou “canonizados”, estará ali a chave para lidar com toda a sabedoria genética embutida em nossa criação, que ainda nos acompanha na saúde, na doença e na morte?

Atingimos o ponto em que nossos cientistas identificaram um gene específico – chamando-o, vamos dizer, P51 – num local específico no cromossomo 1 ou 13 ou 22, relacionando-o com uma doença específica. Esse gene e essa localização podem ser expressos em computadores – agora em números, ou em letras, ou em combinações entre ambos. Já existe, naqueles textos antigos, especialmente na Bíblia Hebraica, essa informação genética codificada? Se apenas pudéssemos decifrar tal código, nos tornaríamos seres como o “Modelo Perfeito” que Enki e Ninharsag pretenderam criar. 

A Matrix (o SISTEMA de CONTROLE): “A Matrix é um sistema de controle, NEO. Esse sistema é o nosso inimigo. Mas quando você está dentro dele, olha em volta, e o que você vê? Empresários, professores, advogados, políticos, carpinteiros, sacerdotes, homens e mulheres… As mesmas mentes das pessoas que estamos tentando despertar. 


Mas até que nós consigamos despertá-los, essas pessoas ainda serão parte desse sistema de controle e isso as transformam em nossos inimigos. Você precisa entender, a maioria dessas pessoas não está preparada para ser desconectada da Matrix de Controle. E muitos deles estão tão habituados, tão profunda e desesperadamente dependentes do sistema, que eles vão lutar contra você para proteger o próprio sistema de controle que aprisiona suas mentes …” 

Para saber mais, leitura adicional: 

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CRIANÇAS NECESSITAM DE AR LIVRE


Garotada precisa brincar ao ar livre, segundo a neurociência
Posted by Thoth3126 on 19/09/2018

Por que a garotada precisa brincar ao ar livre, segundo a neurociência. Tempo dedicado às brincadeiras em ambientes naturais diminuiu nas últimas décadas, enquanto aumentou o número de crianças com ansiedade e depressão. Por mais paradoxal que pareça, muitos detentos passam mais tempo ao ar livre do que algumas crianças das nossas cidades. O tempo ao ar livre em contato com a natureza, especificamente, vem diminuindo enormemente, a tal ponto que muitos meninos e meninas passam mais de 90% do seu tempo em espaços fechados.

Edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

Por que a garotada precisa brincar ao ar livre, segundo a neurociência.


O correto desenvolvimento infantil exige movimento desde o nascimento, e a forma mais fácil e interessante de se movimentar é brincando, se possível ao ar livre. O sistema nervoso serve para a locomoção, e as demais milhares de páginas de um manual de neurociência estão subordinadas a esse fato natural tão relevante. 

Trata-se de algo extraordinário, tão belo como complexo. A função primordial de um ser vivo é se reproduzir, e para isso ele precisa se aproximar de certos estímulos, como um possível parceiro sexual, e se afastar de outros, como os predadores.

Os subsistemas sensoriais e emocionais estão a serviço do subsistema motor, que por sua vez está relacionado com uma conduta de aproximação ou afastamento. Podemos comprovar isso na vida cotidiana. Se pisamos em algo cortante na piscina, levantamos o pé instintivamente. Se alguém ou algo nos atrai, nos aproximamos pouco a pouco. Do mesmo modo, nos afastamos se não gostamos de uma situação ou detectamos um perigo. Tudo é movimento, portanto. E o nosso cérebro dedica muitos neurônios à realização dessa função.

Uma grande superfície dos nossos hemisférios cerebrais – especificamente o córtex motor primário e secundário – é dedicada ao controle motor. Existem núcleos neuronais (um complexo chamado estriado, situado nas profundezas do cérebro) dedicados, entre outras coisas, ao movimento planejado. Do mesmo modo, o cerebelo, que se encontra na parte posterior do encéfalo, é outra estrutura fundamental para o movimento. Também existe um subsistema completo, chamado vestibular, para garantir o equilíbrio em todos os nossos movimentos. São muitíssimos recursos, e nossa vida depende deles.

Durante as primeiras etapas do desenvolvimento, nossa espécie aprende paulatinamente a se movimentar de maneira cada vez mais sofisticada, o que significa que aprende a comandar os subsistemas envolvidos nesse movimento: o sensorial, o vestibular, o cognitivo e, obviamente, o emocional. E essa aprendizagem se realiza na infância graças às brincadeiras.

Muitas funções do sistema nervoso têm janelas temporais de neuroplasticidade, nas quais a sensibilidade é crítica e sua formação é a ideal. Por exemplo, andar e falar são tarefas aprendidas nos três primeiros anos. A alteração da plasticidade durante períodos críticos de desenvolvimento está ligada a muitos transtornos neurológicos pediátricos.

Essas janelas têm como fundamento de aprendizagem a brincadeira em todas as suas variantes. Algumas funções são fisiológicas, como o sistema nervoso vestibular, que, como explicamos, realiza dentro do cérebro a função do equilíbrio e necessita de estímulos para seu desenvolvimento, já que do contrário a mobilidade da criança não será otimizada e ela terá medo perante qualquer desafio que envolva deslocamentos em altura, velocidade, giros ou mudança posturais bruscas. Os hematomas, cortes e arranhões são, portanto, um direito das crianças na hora de aprender. E não só isso: pretender evitá-los a todo custo pode causar déficits cognitivos e emocionais para toda a vida.

Modular a agressividade e a empatia

A brincadeira deve ser a principal atividade de uma criança. É o que seu cérebro espera: brincadeiras e mais brincadeiras, sobretudo relacionadas com a atividade física, e preferivelmente ao ar livre. Pode-se brincar sozinho – e o cérebro também precisa aprender a se entediar – e, sobretudo, em companhia. Quanto mais heterogêneas forem as idades das crianças que brincam, melhor será para o desenvolvimento das relações pessoais e para a modulação da agressividade e da empatia.

Qualquer pessoa que já tenha lidado com crianças terá observado quais são suas preferências e como se divertem quando vão a um playground, para não falar dos parques de diversões. A velocidade, as voltas, a sensação de perigo causada pela altura, os desafios do equilíbrio… Tudo isso é muito atrativo para a criança, porque o que estamos fazendo é levar seu cérebro ao ambiente onde evoluímos durante milhões de anos e ao qual estamos adaptados. Faz poucos séculos que passamos a habitar as cidades, e a evolução não foi capaz de adaptar nosso organismo a viver nelas. Quando uma criança brinca ao ar livre, preferivelmente em um ambiente natural, o cérebro agradece com uma injeção de felicidade. Há riscos? Claro, isso é viver.

Por natureza, as crianças não têm excessiva consciência do passado e do futuro – vivem o momento. Sua atividade principal é brincar. E a brincadeira permitirá que nossa prole aprenda a se movimentar com destreza, a não se machucar, a avaliar as situações de maneira adequada e, quando não houver outro remédio, a ser agressivo e sobretudo a sê-lo na medida certa, respeitando dentro do possível os valores aprendidos. Nisso o ambiente familiar tem um papel fundamental.

Se for para escolher, é melhor brincar na natureza do que na praça do bairro, porque o cérebro precisa de novidade, curiosidade e investigação. A brincadeira permite que as crianças, depois de examinar seu entorno, gerem de maneira bastante eficaz um repertório de comportamentos inovadores que podem se adaptar a um nicho específico. A exploração do desconhecido, felizmente, está nos nossos genes.

Crianças com ansiedade e depressão

Durante as últimas décadas, ocorreu nas sociedades modernas – sobretudo as ocidentais – um declínio na liberdade das crianças para brincar, especialmente em brincadeiras sociais e em grupos de idade heterogênea, longe dos olhares vigilantes dos adultos. Ao mesmo tempo, ocorreu um aumento considerável dos casos de ansiedade, depressão, sentimentos de tristeza, impulsividade e narcisismo entre as crianças.


Todos nós já fomos crianças e nos divertimos com o frio na barriga quando estávamos no topo do escorregador ou subíamos pela estrutura de ferro dos balanços. Girar nos carrosséis ou se pendurar por qualquer lado, feito um macaco – afinal de conta, é isso que nós somos –, é uma evidente fonte de prazer. Qualquer conduta que teste nosso senso de equilíbrio nos atrai como um desafio. Tanto é que, durante seu desenvolvimento, as crianças experimentam os limites para se superarem pouco a pouco. Um passo a mais, um degrau a mais, uma volta a mais… O perigo lhes atrai, pois marca esses limites.

Assim, a teoria da regulação emocional através da brincadeira propõe que uma das principais funções da brincadeira entre jovens mamíferos é a aprendizagem de como regular o medo e a raiva. Em uma brincadeira com certo risco, os pequenos aprendem a enfrentar pequenas doses manejáveis de medo, sem cair em emoções negativas por muito tempo. Assim, aprendem que é possível superar a situação e posteriormente recuperar um estado emocional normal de alegria.

As análises revelam que, ao mesmo tempo em que se limita a liberdade na brincadeira, entre cinco e oito vezes mais jovens sofrem níveis clinicamente significativos de ansiedade e depressão, segundo os padrões atuais, muito maiores que nos anos cinquenta. Assim como a diminuição na liberdade de brincar com certo risco foi contínua e gradual, também foi contínuo e gradual o aumento da psicopatologia infantil. São necessários mais estudos para corroborar isto. Por exemplo, Peter Schober, da Universidade de Medicina de Graz (Áustria), afirma que crianças sedentárias, que não assumem nenhum risco, adoecem cinco vezes mais de depressão que as que se mantêm ativas.

Eles sabem quando assumir riscos

Temos uma tendência inata a subestimar as capacidades cognitivas das crianças, mas o fato é que elas sabem melhor do que nós quando estão preparadas para assumir certos riscos. Na praia, minha filha pequena sabe perfeitamente até que altura podem chegar as ondas antes que ela saia correndo para a areia. Há pouquíssimas possibilidades de que uma onda a pegue de surpresa, pois seu cérebro ativa os mecanismos para saber onde estão os limites.

É fato que as crianças podem se enganar – se enganam mesmo, e assim aprendem –, mas não costuma ser frequente. Se não, não teríamos sobrevivido como espécie. Como as crianças enfrentam desafios e riscos manejáveis, um resultado negativo leve é aceitável. E, se não, os pais podem ficar de olho, como aliás sempre devemos fazer em praias e piscinas.



Porque é muito importante saber que nem todas as crianças são iguais. O que para uma pode ser estimulante para outra pode ser traumático. Nesta diferença os pais desempenham um papel fundamental. As crianças devem escolher o risco que podem administrar. Não devemos forçá-las a lidar com riscos maiores, mesmo se soubermos que não são prejudiciais. O ponto de vista da criança é diferente. Se ela tiver medo que uma onda lhe cubra o rosto, não se deve forçá-la, por mais que saibamos que não há problema. A melhor forma de superar desafios é a que a criança escolher. E a brincadeira é o caminho que guia essas condutas.

Vale a pena dar uma olhada neste documentário que mostra como algumas comunidades promovem a brincadeira ao ar livre, a partir da aventura, para fomentar o correto desenvolvimento físico e cognitivo da criança. O documentário está em inglês.


A Matrix (o SISTEMA de CONTROLE)

“A Matrix é um sistema de controle, NEO. Esse sistema é o nosso inimigo. Mas quando você está dentro dele, olha em volta, e o que você vê? Empresários, professores, advogados, políticos, carpinteiros, sacerdotes, homens e mulheres… As mesmas mentes das pessoas que estamos tentando despertar. 


Mas até que nós consigamos despertá-los, essas pessoas ainda serão parte desse sistema de controle e isso as transformam em nossos inimigos. Você precisa entender, a maioria dessas pessoas não está preparada para ser desconectada da Matrix de Controle. E muitos deles estão tão habituados, tão profunda e desesperadamente dependentes do sistema, que eles vão lutar contra você para proteger o próprio sistema de controle que aprisiona suas mentes …” 

Mais informações, leitura adicional:

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

sábado, 22 de setembro de 2018

O BRILHO DA GRANDE LUZ


Deixem brilhar a sua LUZ !
Posted by Thoth3126 on 22/09/2018

Amados mestres, durante esses tempos de transformação acelerada e mudanças caóticas, formaram-se entre as raças, religiões e culturas do mundo dois grupos principais bem definidos. São muito perceptíveis sob nosso ponto de vista nos reinos superiores. 
Aqueles que têm fé em si mesmos e no futuro, e estão se esforçando de todas as formas possíveis para fazer um mundo melhor para si mesmos e para os demais, possuem campos áuricos resplandecendo com a Luz, que se prolonga na direção exterior em círculos cada vez maiores, influenciando tudo e todos ao seu redor. Muitos de vocês tornaram-se transformadores e sentinelas de poder para a afluência da LUZ Divina que está buscando uma fonte para se ancorar na Terra …
Edição e imagens: Thoth3126@protonmail.chMensagem Canalizada por Ronna Herman – Fonte: http://www.ronnastar.com/

COMPARTILHEM A SUA VISÃO


… Conforme já dissemos muitas vezes, o amplo espectro de Luz poderoso e transformador é a energia do Fogo Sagrado necessário à Terra e à humanidade para fazer a transição, de maneira bem sucedida, do amplo espectro, denso, da dualidade das dimensões inferiores para a liberdade expandida e Luminosa da quarta superior e da quinta dimensões.

Milagrosamente para vocês, as Almas fiéis, que têm os olhos e corações concentrados em um novo futuro brilhante, suas visões e sonhos estão se realizando de forma mais rápida do que jamais poderiam imaginar. Suas capacidades intuitivas estão se tornando mais fortes e mais precisas, e vocês estão tornando-se rapidamente exímios na comunicação mental com os seus guias e professores nos reinos superiores. Suas habilidades de manifestação estão melhorando, porque vocês sabem que devem ater-se às leis universais da oferta:

Primeiro, devem ter um pensamento semente conciso e claro daquilo que vocês desejam manifestar (isso se faz ao utilizar os atributos da Vontade Divina, o Primeiro Raio de Deus, o Raio Azul, o Pai);

Segundo, devem solicitar a ajuda do seu Eu Superior e dos assistentes angélicos, afirmando: “Eu peço isso ou algo melhor para o meu bem maior e o resultado mais benéfico para todos”. 

Os atributos da Vontade Divina, o Primeiro Raio de Deus, o Raio Azul, o Pai. Vocês devem também acrescentar o combustível emocional, sincero, aos seus pensamentos sementes (essa atividade utiliza os atributos do Segundo Raio, amor, sabedoria de nosso Deus Mãe).

Terceiro, devem tomar as medidas necessárias para trazer os seus sonhos à realização (isso por aplicar os atributos dinâmicos do Terceiro Raio), aproveitando-se de todas as qualidades, atributos e virtudes da Consciência Divina do Terceiro completo ao Sétimo Raio.

O medo é a emoção predominante das massas que ainda estão presas no turbilhão da negatividade da estrutura de crença da consciência de massa do paradigma atual. Medo do futuro, medo da escassez, do governo, das empresas, de outras crenças religiosas, das raças e culturas diferentes, e até mesmo medo da ira divina. Há aversão e medo daqueles que olham, pensam ou agem de modo diferente, e acima de tudo, existe medo de mudar e da mudança. 

Eles temem, portanto, criticam, julgam e censuram severamente, com raiva e frustração, criando formas pensamentos de negatividade e medo ainda maiores e mais poderosas em torno de si. Essas Almas pobres e desiludidas estão criando um vórtice maior de negatividade sempre crescente ao redor delas e dos seus entes queridos, assim atraindo aquelas coisas que mais temem. Estão presos em uma teia de profecias de auto-cumprimento que reforçam suas crenças e mantêm-nos acorrentados ao mundo ilusório de sofrimento, escassez e caos.

Algum dia, eles também elevarão os seus olhos e corações para os céus, e responderão aos sussurros do Espírito, quando se voltarem para dentro, para o conforto, segurança e a orientação do seu próprio Eu Superior. Todavia, conforme vocês estão cientes, um ciclo cósmico grandioso está rapidamente chegando ao fim; e a Terra está avançando em espiral para uma nova posição no sistema solar independentemente de quem esteja pronto para ascender com ela ou não. E assim, meus amados Portadores da Luz, é aí onde vocês entram. Esta é a grande oportunidade para DEIXAR BRILHAR A SUA LUZ E COMPARTILHEM A SUA VISÃO. 




Deixem brilhar a sua LUZ, transformem-se em um diamante a partir da transmutação do escuro carbono do corpo humano.


Sim, nós ouvimos e compreendemos os seus protestos. Vocês acham que não são bons ou sábios o suficiente para ensinar. Isso assusta tanto a alguns de vocês que vocês querem afastar-se e não fazer mais esforços para expandir sua consciência e reivindicar sua mestria. Esta mensagem é para assegurá-los, amados, que vocês já são professores para aqueles ao seu redor. Estão ensinando pelo exemplo. Estão ensinando por meio das palavras e das ações. Estão ensinando a cada palavra que falam e a cada forma pensamento que enviam em direção aos éteres. Seu campo áurico influencia as pessoas ao seu redor de modo positivo ou negativo. 

Vocês estão irradiando amor, fé, esperança e liberdade? Talvez vocês não estejam contribuindo para o medo e a negatividade; no entanto, deixem-nos garantir que vocês não podem permanecer em um status quo de inércia. A lei universal exige que, a fim de manter um fluxo constante de Amor/Luz do Criador, isso deve fluir em vocês e então irradiar-se de vocês, após tomarem a parte de que precisam. Esta é uma lei imutável, infalível. 

Em mensagens anteriores, explicamos-lhes como os Avatares, os Mestres Ascensos, o Reino Angélico e os grandes Seres de Luz, juntamente com um número de terráqueos Iniciados no Caminho, estarão trabalhando juntos sob a direção do Conselho Cósmico de Luz para produzir os ensinamentos de sabedoria avançada para estes tempos, sem precedentes, de transformação e ascensão. Não se enganem, todos vocês que estão no Caminho são professores, quer de maneira formal, quer apenas pelo exemplo, e o que é necessário acima de tudo é o seu brilho. 

Lembrem-se, vocês atraem a energia e irradiam-na a partir do seu Centro de Poder Solar (na frente e atrás). À medida que a sua Assinatura Energética se tornar mais refinada e for sintonizada com as frequências superiores de Luz, vocês ainda atrairão uma parte do meio espectro da substância da Força de Vida Primordial, enquanto ainda estiverem em um ambiente de terceira/quarta dimensões.

Contudo, ela vai misturar-se e fundir-se com as Partículas Adamantinas de Luz de frequência superior e serão automaticamente transformadas, por sua intenção amorosa, em energia de frequência superior à medida que vocês alinham seu livre arbítrio com a Vontade de nosso Deus Pai/Mãe.

Todos nós somos feitos (a Alma, uma Centelha da Luz Divina) à imagem e semelhança do nosso criador que é pura LUZ.

Vocês são aqueles que precisam ser os recipientes e os transformadores da Luz Divina do Criador Supremo, que é filtrada para vocês a partir do nosso Deus Pai/Mãe. Assim como nossos amados pais universais reduzem e filtram a Luz do Criador em direção aos sóis galácticos, e então a converte através dos sóis do seu sistema solar, vocês são necessários para filtrar a Luz através de vocês. Devem, então, ativá-la com o seu amor incondicional e irradiá-la em direção ao mundo. 

A única maneira que vocês podem tornar-se recipientes puros de Luz é tornando-se Mestres de Si Mesmos, e a única maneira que vocês podem fazer isso é transformar-se em “Iluminados”, por meio dos ensinamentos de sabedoria que vocês receberam. Isso exige que integrem esses princípios cósmicos em suas vidas de modo que se tornem exemplos vivos e Luzes-guias.

A fim de tornar-se afluentes vivos do Rio da Vida, vocês devem preparar-se para permitir que a Essência da Vida flua para dentro e através de vocês. Devem utilizar o que precisarem e deixar que o restante flua adiante, pronto e disponível para ser moldado em novas e maravilhosas criações. Desta forma, vocês se tornarão Portadores e Servidores da Luz. Esta é a mensagem definitiva de todos os ensinamentos que lhes demos durante esses últimos anos. Este é o objetivo da Automestria. Este é o caminho da ascensão.

Permitam-nos dar-lhes algumas reflexões para ponderarem até que nos reunamos novamente no próximo mês:

* O processo de iluminação começa quando vocês trocam sua personalidade humana egoica e consciência do hemisfério esquerdo, voltada para o exterior, para incluir a consciência intuitiva, voltada para o interior, do seu hemisfério direito, e começam a ouvir o Eu-Alma, o SER REAL.

* Novas trilhas são abertas no cérebro à medida que vocês começam a liberar os pacotes de luz da sabedoria e da sua história armazenados nos níveis dimensionais superiores da sua Mente Sagrada. As antigas trilhas e memórias dolorosas do passado da terceira e quarta dimensões começam a desvanecer-se, e vocês descobrirão que se torna cada vez mais difícil lembrar-se dos fracassos e sofrimentos das suas vidas passadas. Não lhes dissemos que vocês estão curando o passado, enquanto se movem em espiral para o futuro? Vocês vão se lembrar de quem são e da sua história, mas apenas dos eventos positivos e harmoniosos.


Símbolo do Sétimo Chakra, da Coroa, de cor Violeta, no topo da cabeça. 

* O momento do despertar é quando o fogo da Kundalini acende-se no chackra raiz e eleva-se pela coluna vertebral através do sistema de chackras, abrindo os Sete Selos da Consciência Superior. A medula oblonga (bulbo) ou Chackra da Ascensão, que algumas vezes é chamado de Boca de Deus, é ativado e a glândula pineal começa a pulsar e a funcionar conforme foi concebida originalmente a fazer. 

Isso, por sua vez, abre o chackra da coroa ou lótus da Iluminação, no topo da cabeça, conectando-se assim, com a coluna de Luz brilhante, que finalmente conduz ao Eu Divino ou Presença Eu Sou. Uma vez que vocês fizerem tal conexão, estarão mudados para sempre. A concessão do poder ao Espírito começa a fluir através de vocês à medida que começarem a reivindicar a mestria do Eu juntamente com os dons da sua herança divina. 

* Vocês estão retornando ao seu estado natural de Ser, e estão reivindicando sua consciência cósmica enquanto se purificam e se preparam para ser os novos protótipos “Adão e Eva” da nova Galáxia Dourada do futuro.

* Vocês devem procurar alinhar-se com as muitas facetas do Eu Superior e sempre se empenhar para o bem maior. Vocês não são mais indivíduos centrados apenas no seu próprio bem estar à medida que mergulham mais profundamente na Unicidade do Espírito. Conforme entram em um estado de pureza, acessam também um estado de graça, e é aí que a magia começa. Haverá a reestruturação neurobiológica do cérebro, e vocês atingirão finalmente um estado irreversível de Consciência Cósmica.

* Estejam certos de que a iluminação das massas é possível nesta existência, e cada um de vocês tem um papel essencial a representar neste grandioso drama.

O EU SUPERIOR

* A Era do Sétimo Raio e da Chama Violeta é um ponto fundamental no processo da evolução, em que a Chama Trina da Consciência de Deus acelera de forma dramática sua influência direta sobre a Terra e a humanidade. À medida que acelera, gira ou move-se em espirais descendentes, através do Sétimo Raio, para cima, desde os grandes e eternos Fogos Violeta dentro da Terra, e para fora, na frequência de dentro dos centros cardíacos de vocês, os iluminados Portadores da Luz ao redor do mundo.

Esse Elixir Divino de Fogo Cósmico é criado pela fusão dentro da unicidade da Chama Azul da Vontade Divina do Pai com a Chama Rosa do Amor Divino da Deusa, juntamente com a radiante Chama Dourada da Sabedoria Divina. 

Tal ação em espiral traz uma combinação das Chamas Rosa e Azul com um núcleo da Chama Dourada, assim criando a Chama Violeta Sagrada. Isso cria uma alquimia divina através da qual todas as energias discordantes ou desarmônicas podem ser transmutadas ou transformadas na substância positiva da Força Divina. Ela contém todos os dons e bênçãos do nosso Deus Pai/Mãe, que os disponibiliza para vocês, seus filhos e filhas Solares ou “Sóis Iluminados”, que nasceram da sua união sagrada.

Amados, no futuro será normal viver dentro do campo áurico de um mestre, de um Ser de Luz distinto, ou em raras ocasiões, de um arcanjo. Vocês, os candidatos no Caminho, estão construindo uma ponte entre o mundo material e o mundo do Espírito.


A CHAMA TRINA

A Luz do intelecto e a Luz da razão trazem a sabedoria e a compreensão, porque elas abastecem a natureza mental com o combustível que os capacita a compreender e dominar o mundo da forma. Antes de encarnar, vocês concordaram em iluminar a senda e mostrar o caminho para aqueles que os seguem. 

Vocês devem ser diligentes em sua busca pela verdade e devem ter um desejo intenso e disposição para servir, se quiserem se juntar às fileiras dos mestres. Vocês estão agora no processo de ajustar-se às frequências superiores das correntes eletromagnéticas de Luz. O Eu-Alma encoraja-os a tornar-se conscientes das leis universais de modo que possam aproveitar plenamente suas capacidades criativas concedidas por Deus. Corações valentes, nós os envolvemos em nosso campo áurico de proteção e irradiamos-lhes o eterno amor e gratidão do Conselho Cósmico de Luz. Estamos com vocês, sempre.

EU SOU o Arcanjo Miguel. 

Tradução de Ivete Brito – adavai@me.com/

“Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; e porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem”. – Mateus 7:13,14

Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores. Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons. Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo. Mateus 7:15-19



Saiba mais, leitura adicional:

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A GIGANTESCA DÍVIDA DOS ESTADOS UNIDOS PÕE EM RISCO A ESTABILIDADE DO MUNDO


Dívida dos EUA estabelece recorde absoluto, dívida global ameaça provocar ‘fim do mundo’
Posted by Thoth3126 on 22/09/2018

A dívida pública dos EUA bateu mais um recorde, superando a casa dos US$ 21 trilhões de dólares (R$ 67,2 trilhões), segundo os dados divulgados pelo Departamento do Tesouro dos EUA. A parte interna da dívida é de 5,6 trilhões de dólares (R$ 18 trilhões). O resto provém de investidores privados – pessoas físicas e jurídicas – que cobrem mais de US$ 15,3 trilhões de dólares (R$ 49,2 trilhões).
Edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch
Dívida nacional dos EUA estabelece recorde absoluto. Viver a crédito: dívida global ameaça provocar ‘fim do mundo’ financeiro

Uma das promessas eleitorais do atual presidente, Donald Trump, foi a eliminação da dívida pública norte-americana. O presidente insistia que suas medidas econômicas ajudariam a resolver este problema. Entretanto, durante apenas um ano de Trump como presidente, a dívida pública aumentou mais de um trilhão de dólares (R$ 3,2 trilhões).


O ex-presidente dos EUA Barack Obama também foi criticado por aumentar a dívida pública durante seus dois mandatos. Naquela época, a dívida cresceu de US$ 10,6 trilhões de dólares para US$ 19,9 trilhões. Paralelamente, aumentou o déficit orçamentário dos EUA, que em fevereiro também atingiu um novo recorde – 215 bilhões de dólares (R$ 688 bilhões).

A dívida pública é a dívida do Estado perante as entidades do próprio país e as dos países estrangeiros. Constitui uma forma de obter recursos financeiros através de emissão de títulos públicos. 



A economia global está à beira de desembocar em uma nova crise (talvez a definitiva e última) devido ao alto endividamento dos governos, das empresas e da população, de forma generalizada. Os problemas do setor bancário de certos países criam riscos para o sistema financeiro global, cuja dívida já superou a casa dos US$ 233 trilhões de dólares (R$ 756 trilhões), escreve o colunista da Sputnik Igor Naumov.


A catástrofe se aproxima

Países como a China, Hong Kong e Canadá são os mais afetados pelos riscos de endividamento. Segundo o estudo da agência de crédito Equifax, os cidadãos canadenses devem mais de 1,8 trilhões de dólares (R$ 5,9 trilhões) aos bancos, excluindo os empréstimos hipotecários. Ou seja, 22.800 dólares (R$ 75.000) de dívida por pessoa. 

Endividados até o pescoço

O cenário pessimista não parece ser assim tão improvável, explica o autor do artigo. A dívida global, que agrupa todas as dívidas dos governos, bancos, empresas e agregados familiares do planeta já superou 233 trilhões de dólares (R$ 756 trilhões).

Em 2000, este índice era de 87 trilhões de dólares (R$ 286 trilhões). Isso significa que, nos últimos 17 anos, este valor triplicou.

As crises financeiras nascem, tradicionalmente, nos EUA. As decisões da Reserva Federal (banco central dos EUA) não são o único culpado. A iniciativa do presidente dos EUA, Donald Trump, de reduzir a carga fiscal sobre as empresas contribuirá para o aumento do déficit orçamental dos EUA, sublinhou Naumov.

“Já neste ano o déficit alcançará níveis recorde, superando um trilhão de dólares [R$ 3,3 trilhões] e continuará crescendo entre US$ 150 e 200 bilhões de dólares [R$ 494-657 bilhões] por ano”, enfatizou Konstantin Korischenko, ex-vice-presidente do Banco da Rússia.

Segundo Naumov, a Rússia também será afetada pela turbulência econômica, embora em menor escala. A dívida externa da Federação da Rússia é de 529,1 bilhões de dólares [R$ 1.741 trilhões]. A maior parte da dívida corresponde aos setores empresarial e bancário. De acordo com os especialistas, essa dívida não exercerá pressão crítica sobre o sistema financeiro russo. 


A Matrix (o SISTEMA de CONTROLE)

“A Matrix é um sistema de controle, NEO. Esse sistema é o nosso inimigo. Mas quando você está dentro dele, olha em volta, e o que você vê? Empresários, professores, advogados, políticos, carpinteiros, sacerdotes, homens e mulheres… As mesmas mentes das pessoas que estamos tentando despertar. 


Mas até que nós consigamos despertá-los, essas pessoas ainda serão parte desse sistema de controle e isso as transformam em nossos inimigos. Você precisa entender, a maioria dessas pessoas não está preparada para ser desconectada da Matrix de Controle. E muitos deles estão tão habituados, tão profunda e desesperadamente dependentes do sistema, que eles vão lutar contra você para proteger o próprio sistema de controle que aprisiona suas mentes …” 

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