segunda-feira, 1 de julho de 2019

ATLÂNTIDA - UM HABITANTE DE DOIS PLANETAS (17 E 18) AS CINZAS ÀS CINZAS RETPRNAM


Atlântida: Um Habitante de Dois Planetas (17 e 18) – As cinzas às cinzas retornam
Posted by Thoth3126 on 01/07/2019


ATLÂNTIDA, A RAINHA das ONDAS dos OCEANOS

“O propósito desta história é relatar o que conheci pela experiência, e não me cabe expor ideias teóricas. Se levares alguns pontos pequenos deixados sem explicação para o santuário interior de tua alma, e ali neles meditares , verás que se tornarão claros para ti, como a água que mitiga a tua sede. . . 

“Este é o espírito com que o autor (Philos, o Tibetano) propõe que seja lido este livro. E chama de história o relato que faz de sua experiência. Que é história?. . . Ao leitor a decisão.

“Nunca pronuncies estas palavras: “isto eu desconheço, portanto é falso“. Devemos estudar para conhecer; conhecer para compreender; compreender para julgar“. – Aforismo de Narada.
Edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch
ATLÂNTIDA, A RAINHA das ONDAS dos OCEANOS

Livro: “Um Habitante de Dois Planetas”, de Philos, o Tibetano – Livro Primeiro. 

CAPÍTULO XVII – “RAI NI INCAL” – AS CINZAS ÀS CINZAS RETORNAM

Num esquife em frente ao Ponto Sagrado, na face oriental da Pedra- Maxin no Incalithlon, jazia o que restara da forma terrena de Ernon, o rei de Suern (hoje a Índia). No triângulo estavam reunidas umas poucas testemunhas convidadas pelo Rai Gwauxln e sobre todos se irradiava a misteriosa luz que não requeria ser alimentada nem mantida por qualquer ser humano.

Bem acima estava o teto branco de estalactites, refletindo de suas muitas pontas a radiância das luzes que não podiam ser vistas do piso. “Fecha seus olhos, seu dever foi cumprido.” Ao lado da forma imóvel estava Mainin o Incaliz, com a mão no ombro do rei falecido. Depois que o grandioso órgão fez soar um lutuoso réquiem, Mainin fez a oração fúnebre, dizendo:

“Uma vez mais, uma nobre alma conheceu a terra. Como tratou ela esse que deu a vida para servir seus filhos? Em verdade, Suerna, cometeste uma ação que vos vestirá de juta e cinzas para sempre! Ernon, meu irmão, Filho da Solitude, nós te damos adeus com grande tristeza em nossa alma; tristeza não por ti, pois estás em repouso, mas por nós que ficamos para trás. Muitos anos se passarão antes que encarnes outra vez. Quanto ao pobre barro que é teu corpo, junto a ele diremos nossas palavras finais, pois ele já fez seu trabalho e o Navazzimin o aguarda. Ernon, nosso irmão, que a paz esteja sempre contigo.”


Novamente o órgão soou com solene tristeza e, quando os atendentes ergueram o catafalco por sobre o cubo do Maxin, o Incaliz levantou os braços para o céu e disse: “Para Incal foi esta alma e para a terra este barro.” O corpo, preso por faixas finas ao esquife, foi colocado em posição vertical, tremeu um pouco e caiu no Maxin. Não subiu nenhuma chama, nenhuma fumaça e nem sequer cinzas sobraram após o instantâneo desaparecimento do corpo e do esquife que o continha. O funeral estava terminado. Quando nós, cidadãos de Caiphul, nos preparamos para partir, vimos o que nenhum homem vivente daquele tempo havia visto no Incalithlon.

Atrás de nós, no auditório, estavam grupos de pessoas vestidas de hábito cinzento, encapuzadas como os monges da igreja de Roma. Havia muitas destas pessoas, reunidas em grupos de sete ou oito entre as estalagmites que suportavam o teto. Enquanto olhávamos, foram desaparecendo lentamente, até as oitenta testemunhas de Caiphul ali presentes passarem a parecer um exíguo número naquele vasto salão onde até pouco antes houvera centenas de Incaleni, os “Filhos da Solitude”, em forma astral, reunidos para o funeral de seu irmão. Sim, os Filhos tinham realmente vindo testemunhar a impressionante cerimônia onde a parte mortal de seu companheiro morto fora devolvida à guarda dos elementos da natureza.

“Mas homem algum conhece aquele sepulcro e nenhum deles jamais o viu, pois os anjos de Deus cavaram o solo e ali puseram o homem que morrera.”

CAPITULO XVIII – A GRANDE VIAGEM

O Rai Gwauxln me convocou a ir ao palácio Agacoe antes de retomar minha viagem de férias, embora tivesse confirmado antes do funeral de Ernon que minhas ações em Suern tinham sido aprovadas por ele. Obedeci quase que imediatamente, pois estávamos todos prontos para recomeçar a viagem. Gwauxln, na presença de seus ministros de estado, nomeou-me Suzerano da terra de Suern, o que me deixou enormemente surpreso, embora eu sentisse que poderia aceitar o cargo e prestar bons serviços na condução dos assuntos daquele país; mas o fato de eu ainda não ter me formado no Xioquithlon me fez hesitar, e respondi: “Zo Rai, estou feliz por conferires tão grande honra a este teu servidor. Não obstante, meu soberano, sentindo que ainda não adquiri todo o conhecimento que desejo, pois sou ainda um simples xioqene (estudante), peço tua permissão para recusar.”

O Rai Gwauxln sorriu e disse. “Pois bem. O governador que indicaste cumprirá tua função nos três anos que te faltam – os quatro anos, eu diria, já que não voltarás aos estudos neste período. Depois disso assumirás legalmente esses deveres. Tenho um objetivo ao te nomear, que está além da mera forma; acredito que o homem que tem um propósito direto em vista tem mais possibilidade de sucesso do que outro que não tem propósito. É uma boa motivação. Portanto eu te nomeio Suzerano dos Suernis e te libero para fazeres a viagem de recreação com teus amigos, assim que assinares este documento. Está muito bem escrito, embora tua mão trema um pouco devido ao nervosismo. Acalma-te!” Estas últimas palavras foram ditas enquanto eu assinava tremulamente o documento de nomeação.

Mais uma vez estávamos viajando. Anzimee, o “elfo”, persistia em me chamar “meu senhor Zailm” desde que ouvira a história de minha transformação em Suzerano. Nosso curso novamente nos levou para o leste, mas com um desvio para o sul, pois não pretendíamos visitar Suern desta vez, e sim nossas colônias americanas, obedecendo o itinerário original (no atual sentido oeste/leste) que tínhamos planejado para depois da momentosa visita a Suern.

Voamos por sobre Necropan (o norte da África) equatorial, depois o Oceano Índico e as atuais índias Ocidentais, que na época eram colônias suernis chamadas de Uz, para em seguida voarmos por sobre o vasto Pacífico, sempre na direção leste. “Umaur”, a costa oeste de Umaur!” – foi a exclamação que atraiu todos para as janelas, a fim de olharem para uma linha denteada e escura que surgira no horizonte oriental. Era a distante Cordilheira dos Andes, que aparecera quase ao nível do vailx, pois as montanhas então se elevavam duas milhas (em torno de 3.200 metros de altitude) acima do oceano. Abaixo, estava o imenso espelho azul do Pacífico, aparentemente sem ondas devido à distância.


Umaur, seria a terra dos Incas num distante futuro. Umaur, (hoje a América do Sul) onde depois de se passarem oito séculos encontrariam refúgio os que teriam a felicidade de escapar de Poseid antes que a “Rainha do Mundo” afundasse nas águas do Atlântico (n.t. No dilúvio em 10.986 a.C.). Oito séculos que viram os orgulhosos atlantes se tornarem corruptos a tal ponto que sua alma não mais refletia a sabedoria do Lado-Noite, pois, com o desaparecimento da moralidade, a chave para o segredo da natureza (poder feminino) tinha se perdido e com ela o domínio atlante sobre o ar e as profundezas do mar. Oh, pobre Atlântida!

Umaur estava à nossa frente e nós, ignorando a futura insensatez de nossos descendentes atlantes, ficamos olhando para a cosia de que nos aproximávamos rapidamente, fazendo comentários sobre as majestosas cordilheiras que observávamos pelos telescópios. *Ali vimos uma terra onde milhares de anos depois chegariam os conquistadores espanhóis liderados por Pizarro e encontrariam uma raça liderada pelos Incas, um nome preservado por muitos séculos desde o tempo em que seus remotos ancestrais haviam fugido da obliterada Poseid em Atlântida, e que se diziam “Filhos do Sol (de Incal)”.

* Nota – Quando tua ciência abordar a natureza por seu lado divino, como o fizeram os poseidanos; quando, ao invés de ascenderes até a força-chave de toda a Natureza, a energia ódica, pela síntese dos fenômenos ambientais, aprenderes a olhar a partir da Odicidade para o rio da Energia, então terás tudo que Poseid teve (pois és Poseid rediviva, oh América), inclusive seus vailx, naims e telescópios. Os telescópios atlantes não eram os grosseiros instrumentos que hoje possui tua ciência. Mesmo a mais remota estrela emitindo sua fraca luz das profundezas do espaço podia ser trazida para perto e, se houvesse um organismo diminuto como uma folha no “solo” de algum planeta em órbita daquela estrela, ficava visível aos nossos olhos. Não consegues acreditar? Ouve esta proposição: a luz não é apenas um reflexo ou refração de força de uma substância, mas um prolongamento de toda forma substancial, pois embora só exista uma Substância com muitas variações dinâmicas, essas variações são confundidas por ti como substâncias diferentes. Só existe UMA SUBSTÂNCIA! A Luz de Arcturus, por exemplo, é o prolongamento da substância daquela estrela. A eletricidade obtida por máquinas é, em comparação, uma força sem forma. É possível fazer com que uma reforce a outra e que o Sem Forma adquira a imagem do que é Forma. Entendes agora o princípio de nossos telescópios? Tua mente salta para a frente e te ouço perguntar: “Marte será habitado? E Júpiter? Saturno? Vênus?” Ah, meu amigo, não responderei sim nem não, pois quando a visão poseidana da natureza ressurgir na Terra, SABERÁS. Busca e encontrarás, mas busca corretamente. Caminha pela Via cruciforme.

Umaur (América do Sul) era a região das pedreiras e de muitas das ricas minas de Poseid. Havia também ali vastas plantações; a leste das montanhas havia bosques regulares de seringueiras, da genuína espécie Siphonia Elástica da tua botânica. Também existiam viçosas Cin-chonas e outras árvores nativas da América do Sul, mas originárias de Poseid-Atlântida. Antes de serem plantadas no estrangeiro pelos atlan-tes, esses tesouros vegetais nunca haviam crescido em outra parte a não ser em Poseid; as grandes selvas com peculiares árvores e arbustos sulamericanos são descendentes diretas das fazendas e bosques que estabelecemos em Umaur.

Naquele tempo o Rio Amazonas corria por dentro de diques e atravessava o continente, e as cerradas selvas do Brasil eram áreas drenadas e cultivadas, assim como o território adjacente ao Mississippi o é atualmente. Um dia, esse rio, o “Pai das águas” no Norte, correrá sem resistência e sem diques por essas terras. Assim será, porque tais coisas com certeza farão parte das mutações que ocorrerão nos próximos séculos, e também porque a história se repete.

Não imagineis que sereis herdeiros das glórias reencarnadas da Atlântida sem as suas sombras. Todas as coisas se movem em círculos, mas o círculo é como o que vemos na rosca dos parafusos, sempre subindo para um plano mais elevado a cada volta que dá. Devo dizer entretanto que o tempo em que essas coisas ocorrerão, e que nenhum homem pode negar, ainda está muito longe ( o livro foi publicado em 1.894), no horizonte do futuro; tão distante quanto está a recessão do Amazonas no horizonte do passado. Seguimos nossa rota, começando nas grandes hortas, plantações e casas de Umaur, que ficavam no Norte daquele continente, e nos dirigimos para os selvagens ermos do Sul, onde uma grande dificuldade me assolaria no futuro; e de lá para o norte, ao longo das costas orientais, deixando os afazeres de nossos milhões de colonos à imaginação do leitor.

Grand Canyon, com cerca de 300 quilômetros de extensão, com o rio colorado em azul.

Sucessivamente, chegamos ao Istmo do Panamá, que naquela época tinha quatrocentas (n.t. 643 quilômetros, muito mais largo do que nos dias atuais) milhas de largura; ao México (Incalia do Sul) e às imensas planícies do Mississippi. Estas últimas formavam as grandes pastagens de onde Poseid recebia a maior parte de seus suprimentos de carne e onde, quando o homem moderno as descobriu, encontrou enormes rebanhos de bovídeos descendentes de nosso gado, que ali vagavam livremente: búfalos, ursos, veados, alces e carneiros montanheses, todos representando a progenie de remotas eras.

Angustia-me vê-los sendo dizimados de forma tão insensata quanto agora – raças tão antigas deviam ser preservadas. Séculos mais tarde, chegaram a esse largo vale e ao distante istmo ao norte onde agora só restam vestígios (as ilhas Aleutas) hordas invasoras em canoas e outros tipos de embarcações. Esses invasores vieram da Ásia, que em grande parte era o lar de povos da raça amarela e semibárbaros, a não ser onde os Suernis haviam exercido uma influência civilizadora através de tribos que, num período bem posterior, ocupariam um lugar tão importante na história, com o nome de raças semíticas.

Mas os bárbaros que penetraram na Incalia, ocupando as planícies americanas e regiões dos lagos, esses no futuro desapareceriam da terra para sempre; mais tarde ainda, arqueólogos curiosos diriam ao analisarem certas escavações: “Aqui viveram os construtores de túmulos em forma de montes”. Mais adiante na direção norte, na atual “região dos grandes lagos”(Michigam), havia grandes minas de cobre que nos forneciam a maior parte desse material, além de certa quantidade de prata e outros metais. Era uma região fria, muito mais do que é hoje, já que se encontrava próxima dos limites das forças de retração da era glacial, uma época que terminou muito mais recentemente do que os geólogos imaginaram – e ainda acreditam. . .

A oeste se encontravam as chamadas “grandes planícies” dos primeiros tempos da América do Norte. Nos dias de Poseid tinham uma aparência muito diferente da de hoje. Não eram tão áridas nem tão esparsamente habitadas, embora fossem muito mais frias no inverno devido à proximidade das vastas geleiras ao norte. Os lagos de Nevada não eram, então, meros leitos ressequidos de bórax e soda, nem o Grande Lago Salgado de Utah era a massa comparativamente pequena de água salobra e amarga que é hoje. Todos os lagos eram grandes massas de água fresca e o “Grande Lago Salgado” era uma ilha interior de água doce onde flutuavam icebergs vindos das geleiras existentes em sua margem norte.

O Arizona, esse tesouro geológico, tinha o seu atual deserto coberto pelas águas do “Miti”, como chamávamos o grande mar interior daquela região. Havia vegetação abundante nas centenas de milhas quadradas não cobertas pela água. Uma população considerável de colonos da Atlântida vivia nas margens do Miti e numa cidade de bom tamanho. Caro Leitor, lembras a promessa que te fiz em páginas anteriores ‘ de que te brindaria com uma descrição primorosa, dizendo que provinha de outra pena que não a minha?

Cumpro-a agora, pois existe um geólogo me perseguindo por eu ter declarado que o Arizona já teve um lago ou mar interior tão vasto quanto o Miti, há apenas treze mil anos. Lembro que ele concluiu, pelas evidências da erosão e do desgaste das rochas naquela notável região, que embora o hoje deserto do Arizona tivesse realmente sido um lago , ou mar de pouca profundidade desde a era paleozóica, aquele lago era “mais antigo que o Plioceno, sendo provavelmente da época do cretáceo”.

Não, meu amigo. As estupendas gargantas e desfiladeiros não são meramente o produto da “erosão” pelo tempo, da água e do clima. Ao contrário, provieram de uma formação súbita, pelo rachar e rasgar de extratos numa escala semelhante, embora muito maior, à da explosão do vulcão em Pitach Rhok em Atlântida, descrita no primeiro capítulo deste relato. As maravilhas do Arizona e a formação do “Grande Canyon do Colorado” foram o resultado de uma terrível dança da crosta sólida do globo. Mesmo hoje os leitos de lava no retângulo entre os paralelos 32 e 34, latitude norte, e 107 graus longitude oeste de Greenwich, na região dos Montes Taylor e São Francisco, têm poucos paralelos na terra, em questão de tamanho. Nesse terrificante trabalho de destruição, depois que o mar Miti se escoou para o Ixal (Golfo da Califórnia), as chuvas e torrentes de treze mil invernos e os poderes pulverizantes e dessecantes de muitos verões tórridos alisaram, esculpiram e cinzelaram as superfícies rompidas e recortadas, dando-lhes formas ainda mais fantásticas, e reclamaram para si a autoria da obra, negando a participação de Plutão como principal artista. O geólogo parece ter aceito essa reivindicação e admitiu a existência do lago num tempo muito anterior, para justificar o tempo necessário para a execução da descomunal obra. Mas não foi assim, pois vi o lago faz apenas doze mil anos.

Mas vamos à dádiva literária prometida; ela foi extraída de um escrito bem moderno, mas que faz uma descrição tão fiel da aparência atual da região que desejo compartilhá-la com meu leitor. As palavras que se seguem são do Major J. W. Powell, do Exército dos Estados Unidos:

“As paredes do canyon têm grandes contrafortes nos quais há profundas cavidades; fendas rochosas coroam os penhascos e o rio corre lá embaixo. O Sol brilha com esplendor nas paredes avermelhadas e sombreia-se com tons verdes e cinzentos ao bater em rochas cobertas de líquens; o rio ocupa todo o canal de um paredão a outro e o canyon se abre como um lindo portal para a glória. Mas ao anoitecer, quando o Sol baixa e as sombras se põem no canyon, os matizes avermelhados e róseos, misturados com pinceladas de verde e cinza, lentamente mudam para o castanho em cima e se fazem sombras negras mais no fundo – e então o canyon parece o obscuro portal para uma região de trevas.

Deitados, olhamos diretamente para cima pela fenda do canyon e só vimos uma nesga azul de céu – um crescente de Armamento quase azul-marinho, com duas ou três constelações nos espiando. Não consegui adormecer logo, pois a excitação do dia não tinha amainado ainda. Vi uma estrela brilhante que parecia descansar na beira do penhasco. Parecia flutuar lentamente e se dirigir de seu ponto de repouso nas rochas para o canyon. De início, pareceu uma pedra preciosa engastada na beira do despenhadeiro, mas ao deslocar-se me fez imaginar que logo despencaria. Na realidade, ela dava a impressão de estar descendo numa curva suave, como se o céu no qual as estrelas se encontravam estivesse esticado por cima do canyon, preso nos dois lados do mesmo, curvando-se para baixo sob seu próprio peso.


A estrela parecia estar realmente no canyon, tão altas eram as escarpas. O Sol da manhã brilhou com esplendor em suas coloridas faces. Os ângulos salientes pareciam estar em fogo e os ângulos retraídos mergulhados na sombra -, as rochas, vermelhas e castanhas, brilhavam como um fogo vermelho, em contraste com seus engastes de trevas, embaixo. A luz lá de cima, que se fazia mais brilhante por causa das rochas de vivas cores, e as sombras lá embaixo, tornadas mais densas pelos tons obscuros intocados pelo Sol, aumentavam a profundidade aparente das portentosas gargantas, fazendo parecer muito longo o caminho para o mundo do Sol, lá no alto – o caminho mede, na realidade, uma milha!”

Nem as extensas águas do Miti, pontilhadas de elevados picos no passado, lindos como um sonho, eram mais impressionantes e gloriosas do que as esmagadoras gargantas que vieram tomar o seu lugar. Da cidade de Tolta, nas praias do Miti, nosso vailx subiu e voou para o norte, por sobre o lago UI (Grande Salgado), para alcançar sua praia noroeste, a centenas de milhas de distância.

Naquela praia tão distante erguiam-se três majestosos picos cobertos de neve, os Pitachi UI, que davam seu nome ao lago. No mais elevado desses picos havia existido talvez por cinco séculos uma edificação de pesadas lajes de granito. Tinha sido inicialmente erigida com o duplo propósito de culto a Incal e cálculos de astronomia, mas no meu tempo era um mosteiro. Não havia trilhas que levassem ao pico e o único meio de acesso era o vailx. Faz uns vinte anos, contados deste ano de 1886, um intrépido explorador americano descobriu a famosa região de Yellowstone, e no decorrer da mesma expedição chegou até Three Tetons, em Idaho.

*Essa tripla montanha era o conjunto dos Pitachi Ui dos atlantes. O Professor Hayden, depois de chegar à base desses majestosos gigantes, conseguiu após ingentes esforços chegar ao topo do pico mais alto, fazendo a primeira escalada dos tempos modernos. Em seu topo encontrou a estrutura de granito, já sem telhado, dentro da qual, segundo ele, “os restos de granito formavam uma camada muito espessa, indicando que não tinham sido perturbados por onze mil anos”.

Sua inferência foi a de que esse período de tempo tinha decorrido desde a construção daquelas paredes de granito. O professor estava certo, como bem o sei. Ele encontrou uma estrutura construída por mãos poseidanas cento e vinte séculos e meio antes, e foi pelo fato de o Professor Hayden ter sido um poseidano com um cargo no governo atlante, o de adido governamental de cientistas destacados para estudar os Pitachi Ui, que ele foi carmicamente atraído ao local de seu antigo trabalho. Creio que o conhecimento desse fato emprestou maior ênfase ao interesse que ele sentiu pelos Three Tetons.

* Os Three Tetons (Três Tetons) estão situados na parte noroeste do estado do Wyoming que, como território, não existia naquele tempo, tendo sido formado em 1868 com partes de Idaho, Dakota e Utah. Uma pequena parte do Parque de Yellowstonefica em Idaho. – Guia King dos Estados Unidos.

Nosso vailx desceu numa saliência de rocha diante do templo de Ui, ao cair da noite. Fazia muito frio, não só por causa da altitude, mas também porque estávamos bem ao norte. Quanto aos monges que viviam no sólido e bem construído edifício nunca passavam frio, pois eram adantes e tinham as forças do Lado-Noi-te à sua disposição. O principal motivo de nossa visita foi o desejo de prestar culto a Incal quando seu símbolo surgisse no céu, na manhã seguinte. Por toda a noite os brilhantes raios de luz de nossas lanternas de rubi emitiram o aviso de que uma nave real estava na região, para qualquer poseidano que por acaso nos visse.

Os atuais Três Tetons, situados no Grand Teton National Park, conhecidos como as montanhas Pitach Ui nos tempos de Atlântida

No dia seguinte, ao amanhecer, nossa nave decolou para o leste, para uma visita às minas de cobre localizadas na atual região do Lago Superior. Fomos conduzidos em troles elétricos pelos labirintos de galerias e túneis. Quando nos preparávamos para partir, o capataz oficial presenteou cada membro da comitiva com variados artigos de cobre temperado. Eu ganhei um instrumento parecido com o moderno canivete, que guardei comigo até o dia de minha morte, valorizando-o muito pela refinada têmpera que dava ao instrumento um corte afiado que raramente requeria cuidados e inclusive permitia que eu me barbeasse com ele.

Os poseidanos eram aficcionados da hoje perdida arte da tempera do *cobre. Em retribuição, dei ao capataz uma pepita de ouro em estado natural e ele me perguntou de onde provinha; ouvindo minha resposta, comentou: “Qualquer amostra da famosa mina de Pitach Rhok será muito apreciada por um velho mineiro como eu, especialmente sendo um presente do próprio descobridor da mina.” Dessa forma, a mina por mim encontrada quando eu ainda era um jovenzinho obscuro, havia retribuído com seu tesouro o trabalho das pás e picaretas que a tinham tornado famosa em todo o mundo civilizado de então.

Após confabularmos, decidimos não penetrar mais no Norte, pois todos nós já tínhamos visto as geleiras árticas pelo menos uma vez e alguns de nós várias vezes. Resolvemos permanecer em Incalia mais uma semana, passando onze dias visitando com mais vagar o imenso território onde, embora obviamente o ignorássemos, os anglo-saxões um dia fundariam a gloriosa União Americana, os Estados Unidos da América. Dizem que a história se repete e acredito que seja mesmo assim. É inegável que as raças seguem os passos de outras raças e, assim como a mais importante e populosa parte das colônias americanas de Poseid ficava a oeste da grande cordilheira hoje chamada por Montanhas Rochosas, a grandeza da América moderna será levada ao auge pelos estados do oeste e sudoeste da União Americana.

O homem prefere viver em locais aprazíveis, nas terras onde a Mãe Natureza é amigável e dá abundantes colheitas. Aprecia viver numa terra que dê muitos frutos – e onde encontraria coisa melhor que o Oeste e Sudoeste da Incalia de outrora? Ao longo da costa oceânica até as montanhas da Sierra Nevada havia uma província que não ficava atrás, em beleza, da região dos lagos ao longo das praias do Miti. Essa terra manteve seu encanto, mas a beleza da outra cedeu lugar às areias móveis, cactos e mesquitas onde vivem lagartos, cascavéis e cães selvagens. Não é mais a “União de lagos e união de terras” do longínquo passado.

Quando finalmente partimos da Incalia para retornarmos a Caiphul, a última parte da colônia que avistamos foi a costa do Maine, pois tomamos o rumo leste, dirigindo-nos mais tarde para o sul. Para variarmos um pouco, trocamos os domínios do ar pelo das profundezas do oceano onde o tubarão é rei. Como todos os vailx da mesma classe, o nosso tinha sido construído para funcionar no ar e no mar, e as placas do convés deslizante e outras partes móveis da fuselagem se fechavam hermeticamente por meio de parafusos especiais e vedações de borracha.

Mergulhar diretamente no oceano seria muito parecido com um pouso em terra firme. Estávamos a uma altitude de duas milhas, mais ou menos, e o piloto recebeu ordem de reduzir a corrente de repulsão, diminuindo dessa forma nosso poder de flutuação, levando-nos a penetrar na água dez milhas após o ponto em que iniciássemos a inclinação para a descida. Ele também foi instruído para descer a uma velocidade bastante alta naquela espécie de manobra, embora fosse lenta para um vailx; ou seja, ele teria de cobrir dez milhas em poucos minutos.

Quando impactamos a água a essa velocidade, o choque sofrido pela agulha metálica foi grande o bastante para fazer os passageiros perderem o equilíbrio e as mulheres presentes soltarem exclamações de susto. Logo que entramos na água a repulsão foi anulada e seu oposto, um grau de atração maior que o da água pelo centro terrestre da gravidade, foi acionado, permitindo-nos mergulhar a uma profundidade considerável, a despeito do ar contido na nave. As luzes exteriores às janelas foram acesas, nosso movimento ajustado ao novo elemento, e nos reunimos todos no salão perto das janelas, as luzes de dentro apagadas e as de fora acesas, e pudemos ver as curiosas tribos de Netuno que se aglomeravam em torno da iluminação que era estranha ao seu meio.

Ocupado nessa observação, ouvindo ao mesmo tempo as explicações entusiasmadas de um ictiólogo amador, ouvi uma voz familiar que reconheci como sendo a do meu pai Menax e me dirigi para o naim. Ele não podia me ver porque estava escuro no vailx, mas eu podia vê-lo no espelho, já que a casa dele estava iluminada – não só o via mas também o ambiente próximo a ele, da mesma forma que alguém do lado de fora de uma janela, à noite, vê as pessoas e coisas no interior, sem ser vista.

Vailx mergulha no oceano

“Meu filho” -disse o príncipe -“não deveria permitir que teu amor pelas novidades te fizesse agir com tanta imprudência, mergulhando no oceano daquela forma, mesmo a uma velocidade pequena de um ven (milha) por minuto. Temo que tenhas uma tendência estouvada em tua natureza, que um dia poderá causar uma infelicidade. Incal pune os temerários permitindo que Suas leis, quando violadas, apliquem sua própria penalidade. Toma cuidado, Zailm, age com prudência!” Quando as experiências submarinas se tornaram tediosas, o curso contrário, de aumento rápido mas gradual de repulsão, foi aplicado ao vailx – não foi um procedimento perigoso como o do mergulho – logo a nave saiu da água e subiu à altitude indicada pelo raz -mostrador de repulsão – altitude essa de algumas centenas de pés acima da superfície do mar.

Aberto o convés, senta-mo-nos para tomar Sol e apreciar a agradável brisa marinha que soprava na mesma direção sul seguida pela aeronave. Como desejávamos chegar a Caiphul no dia seguinte, fechamos o convés quando a tarde caiu e começou a fazer frio e, elevando-nos bem alto no céu para diminuir a resistência atmosférica, aumentamos a velocidade. Devo observar que nosso curso era menos longo do que seria se tomássemos a direção leste ou oeste, quando então percorreríamos uma longitude a cada quatro minutos. Tomando a direção norte ou sul, cortávamos as correntes terrestres, enquanto que na mesma proporção a velocidade diminuiria, se o vailx desviasse a rota do leste para oeste, para depois virar para o sul ou o norte, o que daria uma média de apenas algumas centenas de milhas por hora.

Calculamos que, tomando a rota direta, só chegaríamos a Caiphul dentro de dois dias; como nosso desejo era chegar na manhã seguinte, decidimo-nos pela rota em ângulo. Isto quer dizer que o vailx iria para sudeste na direção da costa de Necropan, de lá para sudoeste para Caiphul, e a velocidade maior dessa rota nos levaria ao destino a tempo de tomarmos o desjejum em casa.


“Bela Caiphul nenhuma é como tu; Rainha da Atlântida e Rainha do mar.”

Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

EXTRATERRESTRES, OS ALIENÍGENAS JÁ VIVEM ENTRE NÓS



Extraterrestres, os alienígenas já vivem entre nós
Posted by Thoth3126 on 01/07/2019

Extraterrestres: Eles já estão entre nós, um depoimento de John Lear (JL), um excepcional piloto e comandante de grande Companhia Aérea dos EUA (LEARJET), já voou com mais de 160 tipos de aeronaves diferentes, sobre mais de 50 países. Ele possui 17 recordes mundiais em velocidade com um jato Lear Jet, e é o único piloto comercial a possuir o certificado de piloto cedido pela Administração Federal de Aviação dos EUA-FAA. 

Ele testemunhou pessoalmente o pouso de uma espaçonave alienígena em Bentwaters Air Force Base, próxima a Londres, Inglaterra, quando três pequenos ALF’s (Alien Life Forms, Greys extraterrestres) andaram até o comandante da base e cumprimentaram-no.
Tradução, edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch


John Lear. Ele já voou pelo mundo em várias missões para a CIA e outras agências do governo americano, foi o designer do jato Lear Jet. JL começou a interessar-se pelo fenômeno UFO, 13 meses após falar com o Pessoal da USAF.

Foi testemunha pessoal do pouso de uma nave em Bentwaters Air Force Base, próximo a Londres, Inglaterra, quando três pequenos ALF’s (Alien Life Forms, Greys extraterrestres) andaram até o comandante da base e cumprimentaram-no.

Esta é uma reprodução, transcrição de uma carta e entrevista de vídeo de John Lear (1414 Hollywood Blvd Las Vegas, Nevada-EUA 89110) apresentado no final.

Caro Steven:

Foi bom conversar com você na noite passada. Eu estou lhe enviando os “DULCE PAPERS” (documentos sobre a Base Subterrânea alienígena existente em DULCE, estado do Novo México, EUA) para sua informação (Ver mais em: http://www.thewatcherfiles.com/dulce_book.htm). Também está incluída uma transcrição da conversação McCampbell com Paul Bennewitz e o Projeto Beta.


Também a declaração de Gary Stollman. O que se segue é a minha atual hipótese formada depois desta viagem de duas semanas por Colorado, Novo México e Arizona falando com várias pessoas, algumas da força aérea, algumas dos Laboratórios Sandia e muitas outras.

O Grupo MJ-12,(Majestic-12) representando o governo norte americano, fez um trato com os EBEs (EXTRA-TERRESTRIAL BIOLOGICAL ENTITIES) ou “Greys” no período de 1969- 1970-1971. O “acordo” foi que em troca de tecnologia: os extraterrestres no-la forneceriam e nós ignoraríamos as abduções que estavam acontecendo(e muitos outros fatos). Os EBEs nos asseguraram que estas abduções tinham o único propósito de monitoramento do desenvolvimento de civilizações: (na verdade estas abduções ocorriam visando o atendimento de três propósitos:


(1) inserção de um pequeno aparelho de mais ou menos 3 milímetros de tamanho via nasal no cérebro (implantes) para propósitos de monitoramento e programação do indivíduo abduzido;

2) sugestão pós hipnótica relativa a um evento que ocorreria num prazo de entre dois a cinco anos e que indicaria ao indivíduo algum lugar aonde ir ou alguma coisa a ser feita; mesmo com as nossas melhores técnicas hipnóticas, nós ainda não somos capazes de descobrir o que ou aonde se refere este evento, e

(3) intercruzamento genético (criar uma nova RAÇA HÍBRIDA Alienígena/HUMANA ) entre eles, os EBEs e humanos.

Acima, memorando assinado p/Presidente Harry Truman para o Secretário de Defesa americano à época, James Forrestal (que se “suicidou” – foi assassinado – mais tarde) em 24/11/1947, criando o projeto Majestic Twelve (MJ-12), para análise do assunto vida Extraterrestre (TOP SECRET).

Durante muitas sessões de regressões hipnóticas de mulheres abduzidas com gravidez de término anormal estas mulheres tinham visto estes “cross-breads” (cruzamento de seres humanos híbridos), que geralmente são frágeis seres com cabeças comparativamente grandes, pele fina, braços e pernas muitos finos.

Já que nós não estávamos prevenidos sobre estes fatos, eles levaram a diante o acordo mas insistiram em que uma lista dos indivíduos abduzidos fosse periodicamente submetida ao Conselho de Segurança Nacional e ao MJ-12.

Manual Especial de Operações do Grupo MAJESTIC 12 de 1954.

Os EBEs tem uma desordem genética em seu sistema digestivo, o qual é atrofiado e não funcional. Muitas pessoas especulam que eles podem ter estado envolvidos em algum tipo de guerra nuclear ou então, estarem no final evolutivo descendente de uma curva genética (eles não são mais capazes de se reproduzirem e usam a clonagem para a reprodução da espécie). Para se manterem, eles usam enzima e secreção hormonal obtida das glândulas, línguas e gargantas de gado ou de humanos. (Nota: gado e humanos são geneticamente similares.

Em caso de um desastre em escala nacional, o sangue do gado poderia ser usado em humanos) Esta secreção é misturada com H2O2 (peróxido de hidrogênio]- a chamada água oxigenada -, e uma outra substância. A mistura é então aplicada na pele ou nas mãos, que são mergulhadas nesta solução. O corpo absorve desta forma a mistura e excreta os resíduos também pela pele, pois esses seres não possuem aparelho digestivo e órgãos de reprodução sexual (se reproduzem pela clonagem).

As mutilações de gado tiveram sua ocorrência predominante entre 1973 e 1983 e foram publicamente noticiadas por revistas e jornais e até em um documentário produzido para a televisão por Linda Howe da rede afiliada da CBS em Denver, Colorado e eram motivadas para a coleta destas secreções e de outros itens. As mutilações incluíam a retirada dos genitais, do reto, olhos, língua e garganta; todos cortados com extrema precisão cirúrgica. As incisões eram feitas entre as células, separando as estruturas moleculares. Esta é a razão porque não havia sangue nos locais e porque não ocorria colapso vascular.

Os integrantes do Grupo Majestic 12 quando o projeto foi implantado. Todos, sem exceção, foram enganados em seus contatos e acordos com seres extraterrestres (conhecidos como Greys).

Isto também tem sido realmente aplicável nos casos de mutilação humana, tendo sido um dos primeiros casos o do Sargento Jonathan P. Louette na área de testes de mísseis de White Sands em 1956, que foi achado três dias depois que um major da Força Aérea tinha testemunhado a sua abdução por um objeto voador em forma de disco, mais ou menos as duas horas da manhã.

Um Grey Zeta

Um dos seres Greys de zeta Reticuli 1 e 2, que fizeram acordos com o governo dos EUA e com quem o Grupo MaJestic-12 mantinha contatos regulares e acordos de transferência de tecnologia.

Os genitais dele tinham sido removidos, o reto retirado com uma precisão cirúrgica acima do cólon, os olhos removidos, estava sem sangue e sem colapso vascular. Por algumas destas evidências parece que a “cirurgia” é realizada, na maioria dos casos, com a vítima viva.

Estas partes são levadas para alguns laboratórios DE BASES subterrâneas, uma das quais é conhecida a sua localização a 2,5 milhas a noroeste da pequena cidade de DULCE, no Estado do Novo México, a um quilômetro de profundidade abaixo de Archuletta Mesa. Esta instalação subterrânea é ocupada por uma coligação de humanos e extraterrestres (CIA-Alien); tendo sido descrita como enorme, com corredores que parecem não ter fim.

Vários desenhos a tinta de fotos tiradas dentro destas instalações foram recentemente liberados com os “Dulce Papers”. As fotos mostram grandes tanques com carne pálida sendo agitada dentro deles. Um ser humano abduzido durante uma sessão de regressão hipnótica recordou de grandes tubos com humanos dentro. “Eu vi um bebê dentro de um deles”.

Uma aparente figura de um ET Grey esculpida em uma tumba Egípcia.

Depois do acordo inicial estabelecido entre o MaJestic-12 e os aliens, Groom Lake (Base hoje conhecida como ÁREA 51 em Nevada-USA), um dos mais secretos centros de teste nacionais, localizado em Nevada foi fechado por um período de dois anos (1972-1973); é uma enorme instalação subterrânea para e com a ajuda dos EBEs. A “barganha por tecnologia” ocorreu, mas só podia ser operada pelos próprios ETs. É desnecessário dizer que esta tecnologia não pode ser usada contra os extraterrestres em caso de nossa necessidade.

Durante o período de 1979 a 1983 cada vez foi ficando mais óbvio para o MJ-12 que as coisas não estavam saindo como haviam sido planejadas. Logo se tornou conhecido que muito mais pessoas (contadas em milhares) que estavam sendo abduzidas não constavam das listas de abduções oficialmente fornecidas ao Conselho de Segurança Nacional (National Security Council_NSC) e ao MJ-12 e que as abduções incluíam outras atividades ao invés de se restringirem ao “simples monitoramento realizado por uma civilização avançada”. Adicionalmente, se tornou óbvio que muitas, mas não todas, (mas a maioria) das crianças americanas desaparecidas também tinham sido usadas para obtenção dos materiais requeridos pelos EBEs.

Acima: “Durante uma limpeza da casa de seu falecido pai, Alan Lewis encontrou essa foto do mesmo ao lado de um container com um corpo de um ET Grey morto e mumificado (provavelmente de Vega/Lyra ou SERPO), constando em baixo à direita um badge com o logotipo da base de Groom Lake/Área 51!!!!

Em 1979, ocorreu uma altercação entre as partes no laboratório de Archuletta, na Base subterrânea de DULCE. As Forças Especiais Delta foram chamadas para tentar libertar um grupo de pessoas que estavam aprisionadas na instalação e que tinham tomado conhecimento do que estava acontecendo. 66 soldados morreram nesta tentativa de resgate e os humanos não foram libertados.

Em 1984, o MJ-12 deve ter visto, paralisado de horror, o terrível engano que foi cometido quando fizeram acordos com estes alienígenas EBEs (do planeta SERPO, sistema solar de Zeta Reticuli 1 e 2 ). Eles haviam sub-repticiamente (o MJ-12) promovido a produção dos filmes “Contatos de Terceiro Grau (“CLOSE ENCOUNTERS OF THE THIRD KIND”) de Spielberg e “E.T.” para começar a familiarizar o público da existência destes aliens de “aparência estranha” que seriam compassivos, benevolentes, e verdadeiros irmãos espaciais. Eles “venderam ” ao público esta imagem dos EBEs e agora estavam diante do horripilante fato de que a verdade era justamente o oposto.

Além disso, um plano havia começado em 1968-1969 para fazer com que o público de nosso planeta soubesse da realidade ET nos próximos 20 anos, que culminaria com muitos documentos sendo liberados durante o período compreendido entre 1985-1987. Estes documentos explicariam a história e as intenções dos EBEs. A descoberta desta “Grande Mentira” fez com que as esperanças, planos, desejos e sonhos do MJ-12 entrassem em completa confusão e se instalasse o pânico.

Localização da principal Base Subterrânea americana Groom Lake/Área 51 – dentro do retângulo amarelo no centro – que desenvolve projetos secretos com base em tecnologia ET recuperada de naves que se acidentaram nos EUA junto à Nellis Air Force Range e do Nevada Test Site.

Encontros no “Country Club”, uma hospedagem afastada que possui um campo de golfe particular e apropriadas instalações para descanso e trabalho que foram construídas para uso exclusivo dos membros do MJ-12, agora se dão em meio ao clima da divisão em facções quanto à decisão que deva ser tomada. Parte do MaJestic-12 deseja confessar todo o esquema e debate de que forma isto deve vir a público, de que forma apresentar suas desculpas, e pedir apoio.

A outra metade do MJ-12 rebate com a afirmação de que não há maneira de se fazer isto, a situação seria insustentável e não é de qualquer utilidade excitar o público com o conhecimento da “horrível verdade” e assim, o melhor plano seria continuar o desenvolvimento de um arsenal que pudesse ser usado contra os EBEs sob a cobertura do “SDI”, a Iniciativa de Defesa Estratégica (STRATEGIC DEFENSE INITIATIVE), que nunca teve nada a ver com a defesa contra mísseis nucleares soviéticos.

Enquanto estas palavras estão sendo escritas, o Dr. Teller “pai da bomba H”, está nos túneis de teste da Área de Teste de Nevada (ÁREA 51) dirigindo seus trabalhadores e associados conforme um deles diz, “como um homem possuído”. Ele também conta que o Dr. Teller foi um dos membros do MJ-12, juntamente com o Dr. Kissinger, Bobby Inman e possivelmente o Almirante Poindexter, para citar alguns dos atuais membros do MaJestic-12.


Antes da “Grande Mentira” ter sido descoberta e de acordo com os planos meticulosos de controle da liberação de informação para o público, alguns documentários e videoteipes foram feitos. William Moore, um pesquisador ufológico de Burbank, Califórnia recebeu um videoteipe por meio de seus contatos com membros do MJ-12 que tiveram um grande interesse no livro de Mr. Moore, “The Roswell Incident”, publicado em 1980.

O livro detalha a queda, resgate, e subsequente história da cobertura sobre um UFO com quatro corpos de aliens mortos. Eles (o MJ-12) decidiram usar Moore como um entre alguns condutores que iriam ajudar na gradual tentativa de liberação da informação sobre a existência de aliens.

O vídeo que Mr. Moore recebeu era o de uma entrevista de dois muito conhecidos homens de notícias com um agente militar associado ao MJ-12. Na entrevista o oficial militar responde perguntas relacionadas à história do MJ-12 e o acobertamento, o resgate de alguns discos voadores, a existência de vida alienígena (um entre três EBEs ainda estava vivo, entre os designados EBE1, EBE2, e EBE3) e sendo mantido em uma instalação denominada YY-II em Los Alamos, Novo México. A única outra instalação deste tipo é localizada na base aérea de Edwards Air Force Base em Mojave, Califórnia. O oficial citou nomes anteriormente mencionados e alguns outros até então não conhecidos: Harold Brown, Richard Helms, Gen. Vernon Walters, e Von Karmon.

O oficial também citou o fato de que os EBEs afirmavam terem sido os criadores de Cristo. Os EBEs teriam algum tipo de aparelho de gravação que teria gravado toda a história do planeta Terra e esta história poderia ser apresentada na forma de hologramas. Este holograma pode ser filmado da forma em que ele funciona mas as coisas não aparecem então nitidamente. A crucificação de Cristo no Monte das Oliveiras aparentemente teria sido filmada para ser mostrada ao público. Os EBEs afirmaram que criaram Cristo tendo em vista a “Grande Mentira”, que pode ser um esforço para romper com os valores tradicionais; a razão para isto é desconhecida.

Parte do interior das instalações da Base Área 51 em Nevada.

Um outro videoteipe que se diz existir é o de uma entrevista com um EBE. Como os EBEs se comunicam por meios telepáticos, um Coronel da Força Aérea serve como intérprete. Exatamente antes da recente queda do mercado de ações, alguns homens de notícias, inclusive Bill Moore tinham sido convidados a Los Alamos para pessoalmente filmarem e distribuírem ao público um tipo similar de entrevista. Aparentemente, por causa da queda do mercado, houve o sentimento de que o tempo não era propício.

Moore também possui outros documentos do Projeto Aquarius, do qual as primeiras poucas páginas apareceram alguns anos atrás e detalhavam um projeto super secreto da NSA (National Security Agency) que tem sido negado por eles até bem recentemente. O Projeto Aquarius trata da comunicação com aliens, especificamente os EBEs (de SERPO). Dentro do projeto Aquarius estava o Projeto Snowbird, que se refere ao teste de uma espaçonave alienígena recuperada em Groom Lake, Nevada.

Moore sentiu que o MJ-12 tinha jogado com ele, prometendo ir a público com muitas das informações sobre os extraterrestres durante um longo tempo. Então, ele tomou a decisão de que se o MJ-12 não levasse em frente a informação e a liberasse publicamente até o final de 1987 então ele, Moore, iria liberar/trabalhar com o material, “com o que ele tinha obtido”, i.e. os videoteipes, os documentos remanescentes do Projeto Aquarius e outros materiais que ele possuía.

Algumas das afirmações de Moore levam alguns a acreditar que ele é um agente do governo trabalhando para o MJ-12, não se estendendo muito, mas se estendendo o suficiente para fazer com que muitos ufologistas esperançosos acreditem que a verdade está somente na periferia. Considere o seguinte:


1.. Moore afirma enfaticamente que ele não é um agente do governo, entretanto quando Les Graham (um ufologista do sul da California) foi investigado pelo DIS em razão de documentos que ele havia recebido de Moore, Moore negou ter estes documentos.

2.. Moore afirma enfaticamente que as mutilações de gado eram uma farsa para que Linda Howe criasse publicidade para si própria. Ele cita o livro “Mute Evidence” como a linha inferior da farsa.

3.. Moore afirma que o livro de física da academia da força aérea americana “Introductory Space Science” Volume II Capítulo 13 intitulado Unidentified Flying Objects e que descreve os quatro tipos dos aliens mais vistos (um dos quais era um EBE) foi escrito por um Tenente Coronel e um Major que não sabiam do que estavam falando e estavam meramente citando “excentricidades”. Ele disse que o livro foi recolhido para a eliminação deste capítulo.


Foto de um suposto encontro no dia do acordo do Presidente Eisenhower com ETs Greys de Serpo, da Constelação de Zeta Reticuli 1 e 2 http://www.exopolitics.org/.

Se o governo sentiu que eles estavam sendo forçados a reconhecer a existência de aliens na Terra em virtude da esmagadora e progressiva quantidade de evidências e levando em consideração a “Grande Mentira” e as intenções obviamente hostis dos EBEs, poderia ser manobra do MJ-12 admitir os EBEs mas esconder a informação sobre as abduções e as mutilações. Se o MJ-12 e Moore estavam em algum tipo de acordo seria benéfico para ambas as partes estabelecer uma linha de separação. Por exemplo “…aqui estão muitos outros documentos genuínos, mas não discuta sobre as mutilações ou as abduções”. Se Moore ainda estivesse trabalhando para o MJ-12 ele seguiria esta linha pré estabelecida de qualquer forma …negando as mutilações e as abduções.

O tempo dirá. É possível que Moore vá em frente e apresente o vídeo da entrevista com o oficial militar por volta do ano novo. Do ponto de vista do MJ-12 o público receberá a informação sem realmente nela acreditar por que Moore não é uma fonte que goze de credibilidade, disse, o Presidente dos Estados Unidos. Após alguns meses de digestão e de discussão uma fonte muito mais acreditada pode emergir com uma informação que é, de fato, a de que a entrevista é de fato verdadeira.


Um aviso muito objetivo para a humanidade, deixado em um Crop Circle em uma plantação na Inglaterra, com a imagem de uma raça (greys) alienígena e um claro aviso em código binário contido no círculo com essa mensagem: “cuidado COM OS PORTADORES DE FALSOS PRESENTES (tecnologia) E SUAS PROMESAS QUEBRADAS. MUITA DOR MAS AINDA HÁ TEMPO. EELrijue. EXISTE BONDADE LÁ FORA. NÓS NOS OPOMOS AO ENGANO. CONDUTO FECHANDO” [som de sino]“ Ao que parece ainda temos “Amigos lá fora”


Se, por outro lado, Moore não liberar o vídeo até, digamos, 01 de fevereiro, e vir com uma história parecida com: “MJ-12 me informou que eles estão definitivamente planejando uma liberação total de toda informação para outubro de 1988. Eu vi o planejamento e vi garantias que isto acontecerá. Assim, decidi que a liberação no momento presente do meu videoteipe poderia causar “, isto seria, na verdade, ganhar mais tempo para o MJ-12, e tempo é o que eles precisam desesperadamente.

O restante de nós tem apenas que supor que a grande imagem está em qualquer lugar. Será que os EBEs, após terem feito centenas de milhares de abduções e construído um desconhecido número de bases subterrâneas, (Groom Lake (Área 51), Dulce, Sunspot, Datil, Pietown, Northern Nevada, Roswell (e outras em países da Europa, África e Austrália), só para nomear algumas) estarão prontos para voltarem para onde eles vieram? Ou analisando a óbvia preparação, nós podemos pensar que de fato eles estão se preparando para algo maior? Ou ainda, uma situação mais sinistra e mais provável, a de que a invasão já está essencialmente completada e tudo mais é em vão.

Uma invasão bem planejada da Terra para obtenção de recursos e benefícios não começaria com aterrissagens em massa e um monte de armas de raios. Uma invasão bem planejada e executada por uma civilização milhares, ou provavelmente, centenas de milhares de anos de avanço (TECNOLÓGICO) sobre nós, estaria antes completa e apenas uns poucos, talvez 12 pessoas, dela teriam conhecimento. Sem distúrbios, tranquilamente efetuada.

Aqui está uma lista de alguns dos prováveis visitantes da Terra. O único lar conhecido (e visitado por uma equipe de intercâmbio de 12 militares dos EUA que lá permaneceram, no planeta SERPO, durante treze anos) destes visitantes é o dos EBEs que se encontra na estrela/sol , na constelação de Zeta Reticuli 1 e 2, um sistema estelar binário visível no hemisfério sul, a aproximadamente 38 anos luz da Terra e com uma classe espectral G2, idêntica ao nosso sol.


Três tipos de EBEs (Greys):
Grey-1: 1,25 a 1,32 metros de altura, grande cabeça com grandes olhos oblíquos (se reproduzem por clonagem). Reverenciam a tecnologia. Não se importam com a Humanidade.
Grey-2: O mesmo tipo, diferente arranjo de dedos, face ligeiramente diferente. Mais sofisticados do que os de tipo 1, usam o senso comum e são passivos. Parecem não precisar de secreções.
Grey-3: O mesmo tipo básico. Lábios mais finos. Mais subservientes aos outros dois tipos.

Também existem os tipos Louros, Suecos, Nórdicos -Tall Whites (Pleiâdes, Sirius e Órion)

Similares aos Humanos. Cabelos louros, olhos azuis. Não quebrarão a lei universal (1ª diretriz universal, respeito ao livre arbítrio) da “não interferência” para nos ajudar. Só poderão interferir se a atividade Grey causar um efeito adverso em outra parte do Universo.

Constelação de RETICULUM, próxima de SÍRIUS, cujos sóis duplos Zeta 1 e 2 é a origem de um tipo de ETs Greys (Planeta SERPO) que manteve contado/acordos com o governo americano.
Interdimensionais: Entidades que podem assumir formas humanas variáveis. São de natureza pacífica.
Anões Cabeludos: 1,32 metro de altura, aproximadamente 20 quilos de peso. Extremamente fortes, cabeludos e neutros. Não são nocivos à vida inteligente.
Raças brancas muito Altas: Se parecem com os humanos e tem mais de dois metros de altura. São unidos aos Nórdicos Louros.
Humanos de aparência similar aos louros, vistos com os Greys: São criados pelos Greys. Tem mentalidade infantil.
MIBs (Men In Black- Homens de Preto): Os homens de preto. Todos se vestem totalmente de preto. Usam óculos escuros. A pele é muito pálida. Não agem de acordo com os padrões comuns. São extremamente sensíveis à luz. Podem ser uma imagem holográfica.

As Estrelas/sóis duplos Zeta Reticuli 1 e 2, onde esta localizado o planeta SERPO.

Isto é tudo o que tenho para você agora exceto que ainda tenho que dizer para você que Moore mostrou o videoteipe para ver as reações das pessoas. Uma destas pessoas foi Paul Harvey, um comentarista de notícias muito conhecido e amigo pessoal. Paul disse que viu a evidência mas rejeita o conteúdo. Eu falei com ele outro dia brevemente pelo telefone para dizer a ele que o vídeo era verdade e que teria de fato informação importante e que ele devia estar atento para o que se conhece como “a Grande Mentira” [são tantas…].

Eu contei a ele que ao menos uma coisa não era verdade, a história que os EBEs inventaram Cristo. Ele disse que, de qualquer forma, não tinha acreditado nesta parte. Eu falei a ele que seria importante conhecer “o resto da história” e que eu estarei em Chicago em poucas semanas para falar com ele. Ele disse que eu serei bem vindo.

Uma palavra sobre “canalizações e canais”. Pura e sem adulterações ilusões. Os Greys tem criado estes “Irmãos Espaciais” para apelar para um certo segmento da população que poderia estar procurando por informação real. (Em parte esse fato é real, a maioria das canalizações são forjadas, devemos ter critério e sensibilidade ao tomarmos contato com esse material, e sermos “muito intuitivos” a respeito deles).


“Conhece-te a ti mesmo e conheceras todo o universo e os deuses, porque se o que tu procuras não encontrares primeiro dentro de ti mesmo, tu não encontrarás em lugar nenhum” 

Frase escrita no pórtico do Templo do Oráculo de Delphos, na antiga Grécia.

“A exposição à verdade muda a tua vida, ponto final – seja essa verdade uma revelação sobre a honestidade e integridade pessoal ou se for uma revelação divina que reestrutura o teu lugar no Universo. Por esse motivo é que a maioria (a massa ignorante do Pão e Circo) das pessoas foge da verdade, em vez de se aproximar dela”. {Caroline Myss}


Saiba mais, leitura adicional:

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CLIMA - TEMPESTADE INÉDITA DE GRANIZO SOTERRA CIDADE DO MÉXICO


Clima: Tempestade inédita de granizo soterra cidade do México
Posted by Thoth3126 on 01/07/2019

Seis subúrbios da cidade de Guadalajara, no México, foram cobertos por uma espessa camada de gelo após uma forte tempestade de granizo no domingo. O gelo, que chegou a 1,5m de espessura em alguns lugares, deixou alguns veículos praticamente soterrados. As autoridades afirmam que cerca de 200 casas foram danificadas e dezenas de veículos foram soterrados pela cidade e distritos vizinhos. O governador do Estado de Jalisco, Enrique Alfaro, descreveu o acontecimento como “inacreditável”, segundo a agência de notícias AFP. “E nos perguntamos se a mudança climática é real. São fenômenos naturais nunca vistos antes”, declarou.
Edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch
Cidade de Guadalajara, no México, é atingida por inédita e incrível tempestade de granizo. O fenômeno ocorreu em pleno verão, quando as temperaturas na cidade superam os 30ºC.
A cidade de Guadalajara, no oeste do México, foi atingida neste domingo (30) por uma tempestade de granizo que deixou carros soterrados e danificou casas. O fenômeno ocorreu em pleno verão, quando as temperaturas na cidade superam os 30ºC.

Cidade de Guadalajara, no México, foi atingida por uma tempestade de granizo, em pleno verão, neste domingo (30). — Foto: Fernando Carranza/Reuters

Enrique Alfaro Ramirez, governador do estado de Jalisco, do qual a cidade é a capital, afirmou no Twitter que nunca havia visto cenas daquele tipo. “Granizo a mais de um metro de altura, e ainda nos perguntamos se as mudanças climática estão acontecendo”, ele escreveu, no Twitter.

Ainda segundo o governador, o exército mexicano e outras autoridades trabalham para fazer a limpeza e remoção do gelo do granizo das ruas. Ele também afirmou que, até a tarde de domingo, não havia registro de pessoas feridas ou mortas.

A cidade estava desfrutando de temperaturas de verão de mais de 30ºC. E já havia sido atingida por tempestades de granizo antes, mas nunca de forma tão violenta.

De acordo com Michael Guy, meteorologista da CNN, havia a previsão de que o sistema de baixa pressão que se estende ao sul da fronteira entre os EUA e o México estimularia a formação de tempestades, separando diferentes massas de ar.

“Uma vez que essas tempestades se formaram, reuniram todos os ingredientes para que houvesse esta estranha tempestade de granizo sobre Guadalajara”, afirmou Guy em reportagem publicada no site da CNN.

Seis subúrbios da cidade de Guadalajara, no México, foram cobertos por uma espessa camada de gelo após uma forte tempestade de granizo no domingo. O gelo, que chegou a 1,5m de espessura em alguns lugares, deixou alguns veículos praticamente soterrados.

Segundo ele, o verão (de junho a setembro) é frequentemente chuvoso – e condições meteorológicas adversas não são novidade na região, devido à elevação da cidade, localizada a quase 1.500 metros acima do nível do mar.

“No entanto, este foi um caso em que ingredientes atmosféricos e topográficos entraram em ação para causar uma tempestade de granizo bizarra”, acrescentou.

Isto é tudo pessoal, o Tempo acabou!

“Haverá muitas mudanças dramáticas no clima do planeta, muitas mudanças nas condições meteorológicas na medida em que o tempo da grande colheita se aproxima muito rapidamente ao longo dos próximos anos. Você vai ver a velocidade do vento em tempestades ultrapassando 300 milhas (480 quilômetros) por hora, às vezes. Deverão acontecer fortes tsunamis e devastação generalizada NAS REGIÕES COSTEIRAS, e emissão de energia solar (CME-Ejeção de Massa Coronal do Sol) que fará importante fusão e derretimento das calotas de gelo nos polos, e subseqüente aumento drástico no nível do mar, deixando muitas áreas metropolitanas submersas em todo o planeta“. SAIBA MAIS no LINK

Muito mais informações, LEITURA ADICIONAL:

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