domingo, 1 de setembro de 2019

BRASIL, EGITO, JK, AKHENATON E BRASÍLIA



Brasil, Egito, J.K., Akhenaton e Brasilia …
Posted by Thoth3126 on 31/08/2019

BRASIL, o EGITO, Juscelino Kubitscheck, Akhenaton e BRASÍLIA 
A fundação de Brasília, no inicio dos anos sessenta, no século passado, após duas grandes guerras mundiais, trouxe uma mensagem positiva e pacífica para a Humanidade. 
A mensagem de Brasília é tão forte e atual que, em data de 7 de Dezembro de 1987, a Unesco a reconheceu como Patrimônio Cultural da Humanidade, é a primeira cidade moderna do mundo a receber tal título! Inaugurada em 21 de abril de 1960, pelo então presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, Brasília é a terceira capital do Brasil, após Salvador e o Rio de Janeiro.


BRASIL, o EGITO, Juscelino Kubitscheck, Akhenaton e BRASILIA 

O Olho “direito” de Hórus

A transferência dos principais órgãos da administração federal para a nova capital foi progressiva, com a mudança das sedes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário federal. O surgimento de Brasília marcou o princípio do período final de nossa civilização e o começo de uma nova era, quando uma nova raça humana, mais evoluída, surgirá no Planalto Central do pais… mas esta é outra história.

No século XIV a.C., na XVIII Dinastia, no reinado do Faraó Akhenaton, anteriormente conhecido por Amenhotep IV (Amenóphis IV, em grego), o primeiro monoteísmo da história foi implantado no Egito, o culto a Aton (representado pelo Disco Solar) para, depois de cumprir com seu propósito, poucos anos mais tarde desaparecer nas névoas do tempo.

Akhenaton, o Faraó que foi um verdadeiro Príncipe da Paz, deixou-nos um importante legado espiritual, plenamente válido e precioso para a Humanidade no século XXI, que já enfrenta sérios problemas de ordem planetária. Talvez os seus ensinamentos possibilitem aos seres humanos o resgate das suas Raízes Solares, espirituais e físicas, auxiliando cada um de nós a encontrar o seu verdadeiro lugar no Universo, objetivo principal de nossa existência neste planeta. 

O Olho “direito” de Hórus, (Filho de ÍSIS e OSÍRIS) símbolo da escola iniciática FEMININA no antigo Egito, também é uma representação da Glândula Pineal, que quando ativada proporciona a “visão” espiritual, através do 6º chakra, o Ajna.

O Olho de Hórus é uma representação da Glândula PINEAL (direita) que quando ativada e aberta proporciona a “visão” espiritual e o contato com outros níveis de realidade

E este é um personagem que merece um esforço maior de nossa parte no sentido de estudarmos com mais profundidade quem “realmente” foi o Faraó Akhenaton/Amenhotep IV. Seja curioso (a) e pesquise a respeito… Akhenaton criou um hino dedicado ao único deus em que ele acreditava, chamado de
O Hino a ATON: Tu és belíssimo sobre o horizonte, Ó radioso Aton, fonte de Vida!Quando te ergues no oriente do céu, teu esplendor abraça todas as terras.Tu és belo, tu és grande, radiante és tu.Teus raios envolvem todas as terras que criaste,Todas as terras se unem pelos raios de teu amor.Tão longe estás, mas seus raios tocam o chão;Tão alto estás, mas teus pés se movem sobre o pó.Tu és vida, por ti é que vivemos, 

Acima: O Disco solar representando ATON, segurando a cruz Ansata (o Sagrado ANKH dos egípcios) nas mãos de Aton, o DOADOR DA VIDA.
Os olhos voltados para tua glória, até a hora em que, imenso, te recolhes…Criaste as estações para renascer todas as tuas obras.Criaste o distante céu, para nele ascender.A Terra está nas tuas mãos, como aos homens criaste.Se tu nasceres eles vivem, se te pões eles morrem.Tu és propriamente a duração da vida, e vive-se unicamente através de ti! 


Esquerda: Um busto de Akhenaton, Amenhotep IV, o patrocinador, entre outras coisas, da Ordem RosaCruz. 

Akhenaton declarou-se o seu único sacerdote e profeta, escrevendo um hino no qual proclamava a grandeza do SOL como criador de todas as coisas, e a igualdade entre todos os homens. A semelhança desse hino com o Salmo 104, do Antigo Testamento, faz pensar que ambas as religiões compartilharam as suas idéias sobre o monoteísmo em um momento de sincretismo.

O Hino a Aton foi encontrado escrito nas paredes de vários túmulos de funcionários de Akhenaton, na nova capital fundada pelo faraó na atual Tell el-Amarna, antiga Akhetaton. A cópia mais completa foi descoberta no túmulo de Ay, funcionário de Akhenaton e sucessor de Tutankhamon como rei. Assim como o disco solar, o templo dedicado a ATON era aberto, com um grande pátio onde recebia os raios solares.

A fundação de Brasília, no dia 21 de abril de 1960, não significou apenas a construção de mais uma cidade planejada. Todo o projeto do plano-piloto continha um significado profundamente místico e cuja origem era claramente egípcia. 

O Presidente Juscelino Kubitschek é considerado por alguns místicos, esotéricos e ocultistas como um “faraó do século XX”, que projetou seu sonho grandioso na construção de Brasília, atendendo a um anseio profundamente enraizado em sua alma. Para esses místicos, ele seria a reencarnação do próprio Faraó Akhenaton…

Direita: A bela Nefertite, a esposa ( e “irmã”) de Akhenaton. Quanto à hipotética reencarnação, o mais correto seria imaginarmos que Juscelino Kubitschek foi “impregnado” pela atmosfera mística de Akhetaton. Isso, anos mais tarde, foi determinante para a fundação de Brasília. Inegável que Brasília é, portanto, uma nova Akhetaton, a cidade sagrada de Aton, o deus Sol. A “Cidade do ( significado do nome Akhetaton) Horizonte de Aton”, ou seja, do nascer e pôr-do-sol, do Deus vivo e presente na vida de todas as pessoas.

Tell el-Amarna é o nome atual em árabe de uma antiga cidade construída por Akhenaton para funcionar como a nova capital do Antigo Egito durante o reinado do faraó Akhenaton (também conhecido como Amenhotep IV ou Amenófis IV), que naqueles tempos era chamada de Akhetaton (“O Horizonte de Aton”) em homenagem a ATON, a principal divindade adorada pelo faraó. Está situada na margem oriental (Leste) do rio Nilo na província egípcia de Al Minya, a cerca de 312 quilómetros a sul da cidade do Cairo.

As ruínas da cidade de Akhetaton, hoje Tell el Amarna, o projeto de um pássaro com as asas abertas, voltado para o Leste, para o local do nascimento da LUZ, do SOL, de ATON exatamente como Brasilia, também voltada para o Leste, onde surge o Sol e com traçado semelhante a um pássaro de asas abertas, como o traçado de Akhetaton.

Abaixo e à esquerda: O projeto/desenho de Brasilia (desenho de um pássaro voltado para o leste, para o nascer do sol, como a cidade de Akhenaton.) também reproduz o símbolo máximo que representa a Alma humana, um pássaro, como a Fênix mitológica que renasce das cinzas.

Os brasileiros, em geral, desconhecem o verdadeiro significado (inclusive da sua própria existência pessoal) místico que envolve a construção de nossa Capital Federal, Brasilia. Existiriam mistérios e segredos, véus a serem desvelados? Quais teriam sido os fatores determinantes para a construção de Brasília?

O “pássaro de Brasilia”, voltado para o nascer do Sol, o Leste, projeto semelhante ao de Akhetaton.

Brasília, através de sua bela arquitetura, é um livro aberto para todos nós. Mas somente aqueles que conseguirem entender o que existe oculto nas entrelinhas, onde estão as mensagens ocultas, encontrarão um grande e inestimável tesouro. 

Descobrirão, também, que um dos mais significativos acontecimentos históricos do século XX, embora nem todos pensem dessa forma, foi a construção, em pleno Planalto Central, da nova Capital do Brasil: Brasília.

A fundação de Brasília, na década de 1960, após duas grandes guerras mundiais, trouxe uma mensagem positiva e pacífica para a Humanidade. A mensagem de Brasília é tão forte que, em data de 7 de Dezembro de 1987, a Unesco a reconheceu como Patrimônio Cultural da Humanidade, é a primeira cidade moderna do mundo a receber tal título!

Por volta de 1930, Juscelino, quando ainda era um jovem estudante, viajou pelo Mediterrâneo e visitou a cidade deTell El-Amarna, a Akhetaton. Essa visita definiria parte da história de nosso País. Ali, em meio às areias quentes do deserto, surgiu a semente da cidade que, um dia, seria chamada de Brasília.

“Levado pela admiração que tinha por esse autocrata visionário, Akhenaton, cuja existência quase lendária eu surpreendera através das minhas leituras em Diamantina, aproveitei minha estada no Egito para fazer uma excursão até o local, onde existira Tell El-Amarna/Akhetaton.” 


À direita: J.K. em capa da revista norte americana TIME, significativamente COM UM SOL, no canto superior direito, sendo saudado por um indígena (raça vermelha), de fevereiro de 1956.

“…vi os alicerces da que havia sido a capital do Médio Império do Egito. A cidade media oito quilômetros de comprimento por dois de largura. À margem leste do Nilo, jardins verdejantes haviam sido plantados e, atrás deles, subindo a encosta da rocha, erguera-se o palácio do Faraó, ladeado pelo grande templo”. 

“…tudo ruínas! O grande sonho do Faraó-Herege convertido num imenso montão de pedras, semi-enterrado na areia!” (Palavras de Juscelino em Meu Caminho para Brasília, JK, p.111)

São explicações que poucos compreenderam até agora, pois, para entendê-las, é necessário conhecer a fascinante história do próprio Faraó Akhenaton. Conhecer os fatos ocorridos no Egito há mais de três milênios. Da história da XVIII Dinastia!… Sem entendermos a história e a mensagem de Akhenaton, certas decisões de Juscelino Kubitschek ficarão envolvidas em profundo mistério.

O livro “Brasília Secreta” da egiptóloga Iara Kerns e do empresário Ernani Figueras Pimentel, publicado pela Editora Pórtico, mostra claramente essas intrigantes relações entre Akhenaton e Juscelino, bem como entre Akhetaton (a cidade sagrada) e Brasília.

“Segundo especialistas esotéricos, Juscelino e Brasília vieram nos dias atuais para iniciar um período final de consolidação da história humana, o final de um grande ciclo, ao que Akhenaton e a cidade de Akhetaton deram o início. Tanto Juscelino quanto Akhenaton construíram para o futuro, apesar de os outros faraós terem construído para os mortos, na própria visão de Juscelino.” Mas Brasilia hoje é o nosso presente e em breve assumira o seu papel no final do ciclo dessa civilização, que foi aberto por Akhenaton, há quase quatro mil anos.


Livro Brasilia Secreta

São João Melchior Bosco, em italiano Giovanni Melchior Bosco, mais conhecido como “Dom Bosco”, nasceu em 1815, na Itália, e faleceu em 1888. Ordenado pela Igreja Católica, foi canonizado em 1934.

Em 30 de agosto de 1883, Dom Bosco teve uma visão profética a respeito de uma cidade que seria construída entre os paralelos 15º e 20º, que muitos entendem como sendo Brasília: “…entre os paralelos 15º e 20º graus, havia uma enseada bastante extensa e bastante larga, partindo de um ponto onde se formava um lago…”

Nessa terra, conforme a visão de Dom Bosco, surgiria uma grande civilização, na qual jorraria leite e mel. Essas palavras proféticas influenciaram a decisão final quanto ao local onde seria instalada a nova Capital Federal do Brasil. Mas há quem diga que a proposta de construir Brasília no interior do País teria partido de José Bonifácio de Andrada e Silva, que, em carta à Corte, em Lisboa, sugere: “Criar uma cidade central no interior do Brasil, para assento da Regência que poderá ser em 15° de latitude, em sítio sadio, ameno, fértil, e junto a algum rio navegável…” Em 1822, a idéia de José Bonifácio de Andrada e Silva é aprovada pelos deputados brasileiros e o nome “Brasília” é sugerido por ele próprio, anonimamente um ano mais tarde.


Imagem dos dois eixos (reprodução da letra grega Chi=X equivalente ao CH, a letra inicial da palavra Cristo) de Brasilia tirada pelo fotógrafo Mário Fontenelle a bordo de um monomotor. Brasília, 1957. (Foto de Mario Fontenelle, Arquivo Público do Distrito Federal).

Juscelino decidiu realizar, no dia 4 de abril de 1955, o seu primeiro comício como candidato à Presidência da República, na ainda pequena cidade goiana de Jataí. Nessa ocasião, foi inquirido por um popular.

Uma pergunta que entrou para a História… A pergunta foi direta: era sua intenção cumprir a Constituição de 1891 e transferir a Capital do Brasil para o interior do País? Sua resposta foi dada de imediato. Em poucas palavras, o destino do Brasil e de Brasilia foi traçado…

“Cumprirei em toda a sua profundidade a Constituição e as leis. A Constituição consagra a transferência. É necessário que alguém ouse iniciar o empreendimento – e eu o farei!”

Esse foi um momento histórico para o País, pois a promessa foi cumprida à risca e no curtíssimo prazo de quatro anos. O autor da pergunta, que também passou a fazer parte da história de Brasília, foi um jovem, Antônio Soares Neto, que ficou conhecido como “Toniquinho JK”. Antônio Soares Neto, o “Toniquinho JK”, advogado. Foi agraciado com o título de “Cidadão Honorário de Brasília”.

Em diferentes ângulos, a cidade de Brasilia.

A homenagem a “Toniquinho JK” foi justa, pois a sua pergunta teve o dom de despertar Juscelino Kubitschek para aquela que seria a grande obra de sua vida. Coincidência ou não, também quatro anos foram necessários para que Akhenaton mudasse o governo da cidade de Tebas para Akhetaton, que também foi planejada e construída em tempo recorde.

Hoje existe, em uma praça na cidade de Jataí, um memorial a Juscelino, em homenagem a esse fato histórico e decisivo para o surgimento de Brasília. Para alguns, se Juscelino é o “pai” de Brasília, Jataí, como resultado da pergunta de “Toniquinho JK”, seria a sua “mãe”.

O que Juscelino não contou para quem aplaudiu as suas palavras, naquele memorável comício em Jataí, realizado numa oficina mecânica e cuja platéia não passava de 500 pessoas, … é que ele tentaria ressuscitar a milenar Tell El-Amarna, a Cidade Sagrada do Faraó Akhenaton, e implantá-la em pleno coração do Brasil! Brasília, a nova “Capital do Sol, de ATON”, teria a Luz brilhando no firmamento e no coração das pessoas. A “Mensagem Solar” seria transmitida através de sua ousada arquitetura. Sua posse, no cargo de Presidente da República, ocorreu em data de 31/01/1956. Começava a “era de Akhenaton” em solo brasileiro.

Prédio da CEB em Brasilia, uma pirâmide truncada (sem o topo) perfeita.

Com o início da “era de Akhenaton”, estariam à disposição dos brasileiros os fundamentos e princípios da religião Solar, que teve o seu apogeu na Cidade Sagrada de Akhetaton. Um chamamento para os “Filhos do Sol”! A construção de Brasília, fruto da visita de Juscelino às ruínas de Tell El-Amarna, marcou, de forma consciente ou não, o início desse notável período de nossa história.

Juscelino, com certeza, foi o instrumento adequado para dar início a um projeto que começa a se tornar mais e mais compreensível nos dias atuais. Com a eleição de Juscelino Kubitschek à Presidência da República, o arquiteto Oscar Niemeyer foi convidado para projetar a nova Capital do País. Niemeyer aceitou desenhar os edifícios governamentais, mas sugeriu um concurso nacional para traçar os planos urbanísticos de Brasília, que foi vencido por Lúcio Costa.

Outra Pirâmide em Brasilia, esta com sete lados, na sede da Legião da Boa Vontade-LBV.

Entre os edifícios de Brasília desenhados por Niemeyer estão: o Congresso Nacional, os Palácios da Alvorada, da Justiça e do Planalto, a Catedral, a Universidade de Brasília, o Teatro Nacional e o Memorial JK. O arquiteto Lúcio Costa nasceu em Toulon, França, em 27 de fevereiro de 1902, filho de brasileiros em serviço no exterior. Após retornar ao Brasil, em 1917, estudou pintura e arquitetura na Escola Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro, diplomando-se em 1924.

Cristal do topo e do centro da Pirâmide da LBV em Brasilia.

Em 1957, venceu o concurso nacional para a elaboração do Plano Piloto de Brasília, tendo em mente uma cidade que seria, intencionalmente, uma obra de arte. Os primeiros esboços de Lúcio Costa. O Plano Piloto de Brasília deveria partir de uma cruz – o “sinal da Cruz”. Segundo historiadores, essa cruz deveria corresponder a um ato de posse da terra.

Conforme havia prometido, Juscelino Kubitschek diz à Nação em data de 21 de abril de 1960: “Neste dia – 21 de abril – consagrado ao alferes Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, ao centésimo trigésimo oitavo ano da independência e septuagésimo primeiro da República, declaro, sob a proteção de Deus, inaugurada a cidade de Brasília, Capital dos Estados Unidos do Brasil”.

A simplicidade dos esboços de Brasilia feitos por Lucio Costa e que venceu o concurso do projeto.

Todas essas pessoas, Juscelino Kubitschek, Dom Bosco, José Bonifácio, Tiradentes, Lúcio Costa, Oscar Niemeyer e aquele jovem de Jataí, Antônio Soares Neto (Toniquinho JK), foram instrumentos para a realização do grandioso sonho: a criação de uma Capital do Sol, Brasília.

Uma Capital dedicada ao Sol, solar… É isto que, na verdade, a Capital do Brasil representa. Tudo nela foi projetado em função das Tradições Solares do Antigo Egito. A primeira fonte a ser examinada é Ísis, esposa do deus Osíris. Ísis foi a mais amada de todas as divindades femininas do Egito.

Além disso, no plano arquetipal, é de um simbolismo poderoso. Das asas de Ísis poderia ter surgido a inspiração para as duas asas de Brasília, cujo eixo está alinhado com o nascer (leste) e pôr-do-sol (oeste). O eixo central de Brasília é uma linha que divide a América do Sul em duas partes iguais.

Carlos Alves denominou o desenho de Brasília como o “Grande Pássaro da Paz”. O eixo de Brasília seria a “Linha de força para o rumo no vôo do Grande Pássaro”. “A figura do ‘Grande Pássaro‘ ou mesmo Nave, como muitos mencionam, é moldada pela geometria do Lago Paranoá. A silhueta do lago é o forno, uma espécie de útero que cria e dá forma à Nave. O ninho criador.”

Abaixo à esquerda, imagem da Grande (Padroeira) e Mãe do Egito, a ÍSIS NEGRA, a Grande Mãe (da Luz e de todos os sóis) Cósmica e Mãe de Hórus (ÍSIS, é o principio gerador– o Santo Graal – feminino da divindade e também era adorada pelos Cavaleiros Templários). 



Ao seu lado imagem de uma estátua de UMA MULHER também NEGRA, da Padroeira e Protetora do Brasil, N. Senhora Aparecida.

Notar em ÍSIS a figura do triângulo com base para cima e o vértice para baixo formado pelas mãos de ÍSIS: o Símbolo do Triângulo equilátero feminino da energia da Deusa, com o ponto central de LUZ (energia que vela pelas terras brasileiras) E DA GERAÇÃO DA LUX, A ENERGIA QUE É A MATRIX da luz, do universo e do nosso planeta Terra. 

ÍSIS (em egípcio: Auset): foi uma deusa da mitologia egípcia, cuja adoração se estendeu por todas as partes do mundo greco-romano. Foi cultuada como modelo da mãe e da esposa ideais, protetora da natureza e da magia e a FONTE REAL DO PODER DO FARAÓ. Era a amiga dos escravos, pescadores, dos artesãos, dos oprimidos, assim como a que escutava as preces dos opulentos, das donzelas, aristocratas e governantes. Ísis é a deusa da maternidade e da fertilidade.

Brasilia, a Fênix, o pássaro de asas abertas em voo que simboliza a Alma imortal em evolução dos seres humanos.

Carlos Alves. O “Grande Pássaro da Paz”, “ÍSIS Alada, a Grande Mãe” ou o seu filho, Hórus, o “Deus-Falcão”, são diferentes denominações para um mesmo desenho no coração do Brasil.

Esta seria uma poderosa mensagem de paz e esperança não só para os brasileiros, mas para toda a Humanidade, pois o “Grande Pássaro da Paz” circunda, com seu vôo, a Terra.

O simbolismo de Brasília revela muitas facetas enigmáticas. Mas uma é clara e evidente: o Solstício de Verão do hemisfério Sul, a grande Festa Solar.“O Solstício de Verão (SV) ocorre nas proximidades do Natal, entre os dias 21 e 22 de dezembro. O hemisfério sul recebe uma grande insolação (dia mais longo do ano) nesse dia do ano e é o começo da estação do verão.”

No Solstício de Verão, no Hemisfério Sul, o Sol posiciona-se exatamente sobre o trópico de Capricórnio. A arquitetura do Congresso Nacional com seus dois pratos mostra em um a captação da energia telúrica da mãe Terra/Gaia e no outro a captação da energia cósmica e SOLAR de Aton (VER FOTO DO CONGRESSO E SEUS DOIS “PRATOS” abaixo). A rampa é uma forte herança dos palácios egípcios. O que vemos aqui é uma simbologia esotérica, claramente reconhecível por qualquer pesquisador.

O Templo de Deir Al-Bahari.

O Templo mortuário de Deir Al-Bahari, da Rainha Hatshepsut, em Tebas, a cidade de Amon, hoje conhecida como Luxor. As suas rampas e colunas frontais teriam servido de modelo para a fachada do Congresso Nacional?

O Sol nasce entre os dois edifícios a cada aniversário da cidade, em 21 de abril, mostrando um exato alinhamento astronômico no sentido Leste/Oeste do Eixo Monumental que foi calculado minuciosamente. Mas o Sol se põe, diariamente, no lado oposto, atrás do Memorial de Juscelino. O alinhamento com o Sol e estrelas era essencial na construção das pirâmides e catedrais da Idade Média, assim como é encontrado em todas as construções sagradas do mundo antigo, em todas as culturas. Não foi diferente em Brasília.

O Congresso Nacional em Brasília e suas duas torres que lembram o formato da “letra H” (símbolo do elemento Hidrogênio…), os dois “pratos”, um captando a energia cósmica e o outro a energia telúrica, duas forças que em breve atuarão com muito maior intensidade no país.

Outra fonte de inspiração: o Templo de Luxor, Karnak. Os dois obeliscos teriam inspirado os arquitetos para construir as duas torres do Congresso Nacional? Alameda no Templo de Luxor. As estátuas guardiãs (pequenas esfinges) teriam servido de modelo para o posicionamento dos ministérios ao longo do Eixo Monumental e com o Congresso Nacional, com o “Templo do Sol e da Lua”, ao fundo? 

As Esfinges de Luxor 

A arquitetura do Teatro Nacional, idealizado por Oscar Niemeyer, mostra, com clareza, as formas de uma pirâmide truncada. 

Teatro Nacional de Brasília, uma Pirâmide Truncada

O Palácio da Alvorada, que poderia ser chamado de “Palácio do Sol Nascente”, é a residência oficial do Presidente da República. 

A residência do presidente do Brasil o Palácio da Alvorada

Tantos significados de natureza mística e esotérica só podem nos levar à uma outra conclusão: Lúcio Costa e Oscar Niemeyer teriam de saber perfeitamente a verdadeira motivação de Juscelino. Foi, em realidade, um sonho compartilhado entre as Almas desses três personagens da história de Brasília.

Hoje, podemos perceber que o sonho faraônico de Juscelino Kubitschek concretizou-se. Até mesmo uma pirâmide mortuária foi construída para acolher seus restos mortais – a sua “múmia”. Seu túmulo, na mais pura tradição faraônica, fica acima do solo, inteiramente talhado em pedra.

Praça dos TRÊS PODERES, no começo do Eixo Monumental, sentido Leste/Oeste, bem ao fundo a Torre de TV

Para concluir, a seguir vê-se um segmento de uma espiral do ADN humano, a base da vida material. Um dos mais recentes símbolos de Brasília é uma nova ponte, a Ponte J.K. que inclusive já foi eleita como a mais bela ponte do planeta e que também é carregada de simbolismo de uma nova era, de um renascimento da raça humana, do surgimento de uma RAÇA DOURADA, dos Filhos do Sol, da LUZ, solar por natureza, por tantos profetizada nos últimos milênios e que deverá surgir justamente no planalto Central do Brasil cuja cidade principal é Brasília.


Segmento da hélice do DNA humano,

Esse novo símbolo de Brasília, essa ponte nada mais é do que uma cópia de um segmento do ADN humano, “com suas fundações dentro da água”, e no útero da Mãe Terra/Gaia que vai gerar esta nova raça.

Se olharmos esta ponte utilizando imagens do Google Earth veremos que ela esta posicionada exatamente no bico de um pássaro gigantesco desenhado pelo solo da cidade às margens do Lago Paranoá, mais um outro simbolismo…

A seguir, a Ponte J.K. e seus Três segmentos de ADN, imersos na “ÁGUA”. O último símbolo do surgimento de uma nova raça humana, a sétima raça raiz, a raça dourada, solar, dos Filhos da Luz, da Grande Mãe Cósmica ÍSIS, que surge no Brasil, centrada no Planalto Central e região Centro Oeste, sendo Brasília uma cidade predestinada a ser um farol para a humanidade, assim que estiver liberta de um bando de corruptos que teimam em resistir à evolução e em breve serão “removidos”. 


ALGUMAS PROFECIAS SOBRE A PREDESTINAÇÃO do BRASIL:

Uma Profecia Tibetana feita à +/- 1200 anos

“Quando o pássaro de ferro voar e os cavalos correrem sobre rodas, os tibetanos serão espalhados como formigas através do mundo e o Dharma (A Lei Divina) chegará à terra do Homem Vermelho.”(os índios sul-americanos e do Brasil, a raça vermelha)

Padma Sambhava, mestre indiano do Século VIII, que levou o budismo ao Tibet, fundador do primeiro mosteiro tibetano.

A visão de João Belchior Bosco (DOM BOSCO) que nasceu ao norte da Itália, em 1815. Em 1841 é ordenado sacerdote, iniciando-se uma bela careira, tendo sido ele o fundador da Ordem dos Salesianos. Faleceu em Turim aos 72 anos de idade. Em 1934 é canonizado pelo Papa Pio XI. Vários foram os sonhos proféticos de Dom Bosco, que por diversas vezes previu a morte de personalidades. Em 1883 Dom Bosco teve um sonho profético, devidamente registrado em suas anotações. Neste, ele viajava por toda a América do Sul. Mas o principal desta profecia é o que seria referente ao planalto central brasileiro:

… “Eu enxergava nas vísceras das montanhas e nas profundas da planície. Tinha, sob os olhos, as riquezas incomparáveis dessas regiões, as quais, um dia, serão descobertas. Eu via numerosos minérios de metais preciosos, jazidas inesgotáveis de carvão de pedra, de depósitos de petróleo tão abundantes, como jamais se acharam noutros lugares. Mas não era tudo. Entre os graus 15° e 20°, existia um seio de terra bastante largo e longo, que partia de um ponto onde se formava um lago (Lago Paranoá em BRASÍLIA). E então uma voz me disse, repetidamente: ‘Quando vierem escavar os minerais ocultos no meio destes montes, surgirá aqui a Terra da Promissão, fluente de leite e mel. Será uma riqueza inconcebível’.”

Observa-se que entre os graus 15° e 20°, na América do Sul, há pequenos trechos de terra do Peru e do Chile, algo da Bolívia e grande extensão de terra brasileira, onde se encontra Brasília e o LAGO PARANOÁ. A tradução acima desta profecia foi de Monteiro Lobato.

Profecia do Maha Chohan do RAIO AZUL, El Morya Khan (um Mestre Ascencionado)

“Os peregrinos que buscam o caminho e a iluminação espiritual serão doravante conduzidos para a América do Sul, como foram anteriormente para o Oriente.“

Profecia proferida em 1957 por El Moria Khan, um dos Mestres Espirituais da Grande Fraternidade Branca, que orientou H.P.Blavatski, Fundadora do moderno Movimento Teosófico.

Profecia do 13º Dalai Lama Tibetano:

“No Ano do Tigre e da Terra (1950) a religião e a administração secular do Tibete serão atacadas pelas forças da Fênix Vermelha (O Tibet foi invadido pela China comunista em 1950). O 14º Dalai Lama e o Panchen Lama serão vencidos pelos invasores. As terras e as propriedades dos mosteiros lamaístas serão distribuídas. Os nobres e as altas personalidades do estado terão suas terras e seus bens confiscados e serão obrigados a servir às forças invasoras. Contudo a grande luz espiritual que há séculos brilha sobre o Tibete não se apagará. Ela aumentará, difundir-se-á e resplandecerá nas Terras da América do Sul e principalmente nas Terras de O Fu Sang ( o BRASIL), onde será iniciado um novo ciclo de progresso com a nova sétima raça dourada.” 

A profecia foi feita e registrada antes de 1924, ano do falecimento do Dalai Lama.

SOBRE O ATUAL SISTEMA POLÍTICO EXISTENTE:

“Estes líderes corruptos cairão. Vocês terão uma liderança polícia nova se desenvolvendo lentamente, chegando até vocês por toda a Terra, onde há uma nova energia de consideração com o público. “Isto é muito para pedir na política, Kryon.” 

Mas observem isto. Este é apenas o início desta última fase. Assim muitas coisas estão chegando. O próximo está relacionado a isto, pois um país enfermo não pode sustentar uma liderança de elevada consciência. Há muita oportunidade para o poder e a ganância”- KRYON. – Cavaleiros da Cruz Solar até os portões do inferno lutará este homem para do universo conservar a ordem ?– Certamente. É um Cavaleiro da Cruz Solar !– Pode ele usar um emblema sobre o coração a nos contar a todos que venceu a provação ?– Ele tem o direito. É um Cavaleiro da Cruz Solar !– Será seu cálculo preciso para pilotar sua nave rumo ao paraíso ?– Um anjo escoltará seu voo. É um Cavaleiro da Cruz Solar ! (O que vivifica o Espírito não tem homem como autor.) 

Saiba mais, leitura adicional:

Permitida a reprodução desde que mantida na formatação original e mencione as fontes.

A DECADÊNCIA DA CIVILIZAÇÃO EUROPEIA E SUA DÍVIDA COM OS POVOS ALIENÍGENAS


A decadência da “civilização europeia” e sua dívida com os povos indígenas
Posted by Thoth3126 on 31/08/2019

Um discurso feito pelo cacique Guaicaipuro Cuautémoc, de ascendência indígena, sobre o pagamento da dívida externa do seu país, o México, embasbacou os principais chefes de Estado da Comunidade Europeia. 
A Conferência dos Chefes de Estado da União Europeia, Mercosul e Caribe, em Madrid, viveu um momento revelador e surpreendente: os Chefes de Estado europeus ouviram perplexos e calados um discurso irônico, cáustico e historicamente muitíssimo exato.
Thoth3126@protomail.ch
Reproduzido da Renacer Indianista No 7, e da conversão em Resurgence n º 184. Consulte o site da Resurgence em: http://newint.org/ e http://www.gn.apc.org/

Guaicaipuro Cuautémoc , um indígena do México, que visitou a Europa em 1992 para a comemoração dos 500 anos do “descobrimento” da América por Cristovão Colombo em 1492…

· A Conferência dos Chefes de Estado da União Europeia, Mercosul e Caribe, em Madrid, viveu um momento revelador e surpreendente: os Chefes de Estado europeus ouviram perplexos e calados um discurso irônico, cáustico e historicamente muitíssimo exato e correto.

· Eis o discurso:

· “Aqui estou eu, descendente dos que povoaram a América há 40 mil anos, para encontrar os que a “descobriram” há 500… O irmão europeu da alfândega pediu-me um papel escrito, um visto, para poder descobrir os que me descobriram. O irmão financeiro europeu pede ao meu país o pagamento, com juros, de uma dívida contraída por Judas, a quem nunca autorizei que me vendesse. Outro irmão europeu explica-me que toda a dívida se paga com juros, mesmo que para isso sejam vendidos seres humanos e países inteiros, sem lhes pedir consentimento. Eu também posso reclamar pagamento e juros.

Consta no “Arquivo da Companhia das Índias Ocidentais” que, somente entre os anos de 1503 a 1660, chegaram a São Lucas de Barrameda 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata provenientes das Américas.

· Teria aquilo sido um saque? Não acredito, porque seria pensar que os irmãos cristãos faltaram ao sétimo mandamento!

· Teria sido espoliação? Guarda-me Tanatzin de me convencer que os europeus, como Caim, matam e negam o sangue do irmão.

· Teria sido genocídio? Isso seria dar crédito aos caluniadores, como Bartolomeu de Las Casas ou Arturo Uslar Pietri, que afirmam que a arrancada do capitalismo e a atual civilização europeia se devem à inundação dos metais preciosos tirados das Américas.

· Não, esses 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata foram o primeiro de tantos empréstimos amigáveis da América destinados ao desenvolvimento da Europa. O contrário disso seria presumir a existência de crimes de guerra, o que daria direito a exigir não apenas a devolução, mas uma indenização por perdas e danos.

· Prefiro pensar na hipótese menos ofensiva.

· Tão fabulosa exportação de capitais não foi mais do que o início de um plano “MARSHALL MONTEZUMA”, para garantir a reconstrução da Europa arruinada por suas deploráveis guerras contra os muçulmanos, criadores da álgebra e de outras conquistas da civilização.


· Para celebrar o quinto centenário desse empréstimo, podemos perguntar: Os irmãos europeus fizeram uso racional responsável ou pelo menos produtivo desses fundos?

· Não. No aspecto estratégico, dilapidaram-nos nas batalhas de Lepanto, em navios invencíveis, em terceiros reichs e várias outras formas de extermínio mútuo.

· No aspecto financeiro, foram incapazes – depois de uma moratória de 500 anos – tanto de amortizar capital e juros, como de se tornarem independentes das rendas líquidas, das matérias-primas e da energia barata que lhes exporta e provê todo o Terceiro Mundo.

· Este quadro corrobora a afirmação de Milton Friedman, segundo a qual uma economia subsidiada jamais pode funcionar, o que nos obriga a reclamar-lhes, para seu próprio bem, o pagamento do capital e dos juros que, tão generosamente, temos demorado todos estes séculos para cobrar. Ao dizer isto, esclarecemos que não nos rebaixaremos a cobrar de nossos irmãos europeus, as mesmas vis e sanguinárias taxas de 20% e até 30% de juros ao ano que os irmãos europeus cobram dos povos do Terceiro Mundo.

· Limitar-nos-emos a exigir a devolução dos metais preciosos, acrescida de um módico juro de 10%, acumulado apenas durante os últimos 300 anos, concedendo-lhes 200 anos de bônus. Feitas as contas a partir desta base e aplicando a fórmula europeia de juros compostos, concluímos, e disso informamos os nossos descobridores, que nos devem não os 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata, mas aqueles valores elevados à potência de 300, número para cuja expressão total será necessário expandir o planeta Terra. 


· Muito peso em ouro e prata… quanto pesariam se calculados em sangue?

· Admitir que a Europa, em meio milênio não conseguiu gerar riquezas suficientes para estes módicos juros, seria admitir o seu absoluto fracasso financeiro e a demência e irracionalidade dos conceitos capitalistas.

· Tais questões metafísicas, desde já, não nos inquietam a nós, índios da América. Porém, exigimos a assinatura de uma carta de intenções que enquadre os povos devedores do Velho Continente na obrigação do pagamento da dívida, sob pena de privatização ou conversão da Europa, de forma tal, que seja possível um processo de entrega de terras, como primeira prestação da dívida histórica…”

Quando terminou seu discurso diante dos chefes de Estado da Comunidade Europeia, o Cacique Guaicaípuro Guatemoc não sabia que estava expondo uma tese de Direito Internacional para determinar a Verdadeira Dívida Externa.

Um exemplo da relação dos espanhóis com os indígenas que corrobora o discurso anterior vem da história da maior mina de prata das Américas jamais superada, o Cerro Rico, em Potosi. Foi aos pés desse enorme cone de pedra que, em 1545, o pastor de lhamas Diego Huallpa viu aflorar, à luz da fogueira, uma pequena quantidade de terra prateada. Não demorou para que os espanhóis, na condição de colonizadores, começassem a ordenar diversas escavações. 


A extensão das reservas argentíferas (pura prata) que eles encontraram pode ser medida pela quantidade de prata que extraíram. Segundo documentos da Casa da Moeda de Potosi, entre 1545 e 1825 – ano em que a Bolívia conquistou sua independência-, tirou-se da montanha aproximadamente 35 mil toneladas do nobre metal da prata.

Potosi tornou-se, ainda no século 16, uma das urbes mais ricas e cobiçadas da colônia de Espanha; em 1640, época em que metade da prata comercializada no mundo saía do Cerro Rico (Potosi), sua população de 160 mil almas rivalizava com a de capitais como Paris e Madri. Paróquias, havia 14. Conventos, cinco. Prostitutas, mais de 120. E, reza a lenda, até as ruas da cidade estavam banhadas com argento. A Coroa Espanhola e seus credores exultavam. Mas a opulência – e a perspectiva de uma riqueza sem fim -, trouxe também a degradação da vida dos indígenas. 

Coube ao vice-rei Francisco de Toledo instaurar em Potosi, em 1575, o sistema de “mitas”, que obrigava boa parte dos nativos locais a labutar dentro das minas, em situação análoga à da escravidão. A eles juntaram-se punhados de negros, trazidos de Angola e Cabo Verde.

A cidade de Potosi no sopé do Cerro Rico.

E o trabalho, como se pode imaginar, era árduo: equipados com picaretas, velas de sebo e quase nenhum acessório de segurança, homens adultos, adolescentes e crianças se embrenhavam nos túneis do Cerro Rico para, durante horas a fio, remover e transportar o minério de prata rumo à cidade; dali ele seguiria para o porto de Arica, no Pacífico – de onde seria, finalmente, exportado para a Europa.

Desmoronamentos e doenças pulmonares causadas pela poeira de sílica – composto venenoso que flutuava no ar viciado das minas – abriam ao destino dessas pessoas duas vias: a de uma morte súbita, ou a de um definhamento longo e doloroso. E ninguém podia se rebelar: a recusa ao trabalho mineiro era punida com a pena capital.

Em seu livro “As Veias Abertas da América Latina”, o historiador uruguaio Eduardo Galeano calcula que, entre os séculos 16 e 19, cerca de oito milhões de pessoas tenham morrido em decorrência do trabalho no Cerro Rico, em Potosi. A prata praticamente acabou. Mas, longe de assustar a cultura mineira, a exploração da combalida montanha ainda segue viva – e letal.

Gravura do interior das minas de Potosi, onde milhares de índios eram submetidos a intermináveis horas de trabalho escravo e perderam suas vidas de forma miserável para enviar toda a prata para a coroa espanhola….

Embora tenha sido, entre os séculos 16 e 18, uma das principais fontes de riqueza da Coroa Espanhola na América, Potosi é hoje a capital do Estado mais miserável da Bolívia – que, por sua vez, é o país mais pobre da América do Sul. Com a prata exaurida, carente de indústrias e situado a quatro mil metros acima do nível do mar, a única coisa que o lugar ostenta atualmente são dados estatísticos alarmantes.

Agora resta que algum Governo Latino-Americano tenha a dignidade e coragem suficiente para impor seus direitos perante os Tribunais Internacionais. Os europeus teriam que pagar por toda a espoliação que aplicaram (e que ainda esta em curso) aos povos que aqui habitavam, com juros civilizados.

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

MÚMIA COM CRÂNIO GIGANTE ENCONTRADA NO PERU


Múmia com crânio gigante encontrada no Peru
Posted by Thoth3126 on 01/09/2019

Uma múmia alienígena? Mistério de múmia com cabeça gigante encontrada no Peru.
Renato Davila Riquelme um antropólogo que trabalha no Museu Privado Ritos Andinos em Cuzco disse que três antropólogos, da Espanha e da Rússia, chegaram ao museu para investigar as descobertas e concordaram que os restos “não eram de um ser humano” e que iriam conduzir mais estudos. Foi um dos dois conjuntos de restos mortais encontrados na cidade de Andahuaylillas no sul da província de Quispicanchi, no Peru.
Tradução, edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch
Múmia com crânio gigante encontrada no Peru
Por PAUL MILLIGAN 

O Crânio tem um ponto fraco, encontrado em crianças, mas também tem dois molares grandes, encontrados somente em seres humanos adultos. Três antropólogos concordam: “Não é um crânio de um ser humano“. 

Os restos mortais foram encontrados na cidade de Andahuaylillas no sul da província de Quispicanchi, nos Andes do Peru. 

Um crânio alongado mumificado encontrado no Peru poderia finalmente provar a existência de aliens, dos seres extraterrestres e suas visitas à Terra. 

A cabeça de formas estranhas e desproporcional ao corpo – quase tão grande quanto o mesmo (20 polegadas) de 50 cm de altura apenas – tem confundido os antropólogos. 

Foi um dos dois conjuntos de restos mortais encontrados na cidade de Andahuaylillas no sul da província de Quispicanchi, no Peru.

Renato Davila Riquelme um antropólogo que trabalha no Museu Privado Ritos Andinos em Cuzco disse que três antropólogos, da Espanha e da Rússia, chegaram ao museu na semana passada para investigar as descobertas e concordaram que os restos “não eram de um ser humano” e que iriam conduzir mais estudos. 

A criatura ainda não identificada tem um crânio de formas estranhas e tamanho quase tão grande quanto o seu corpo de cerca de 50 centímetros (20 polegadas) de altura

Ele acrescentou: “Embora a primeira avaliação tenha sido superficial, é óbvio que suas características não correspondem a qualquer grupo étnico do mundo.”

Os restos de um globo ocular no soquete direito ajudará a determinar o seu DNA genético – e esclarecer a controvérsia se ele é humano ou não.

A segunda múmia encontrada está incompleta e tem apenas 30cm (12 inches). Falta-lhe um rosto e parece estar envolto em uma camada como placenta e em uma posição fetal. 


O Filme Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal apresentava um crânio alienígena cônico muito semelhante ao encontrado no Peru

Os restos têm uma notável semelhança com a caveira de cristal triangular do filme Indiana Jones, O Reino da Caveira de Cristal, de 2008 – que no filme era de origem alienígena e teria poderes sobrenaturais.

A explicação alternativa para a descoberta bizarra é que o crânio era deformado artificialmente como parte de um ritual tribal. A prática do alongamento do crânio – para significar a afiliação a um grupo ou status social – remonta a 9.000 anos.

Comum em várias culturas tribais de todo o mundo (como os maias, os nativos norte-americanos e aborígenes australianos), os estilos de moldagem da cabeça criava três grupos: plano, redondo ou cônico. Para atingir a forma desejada, a cabeça era envolta em um pedaço de tecido bem apertado.

Crânios alongados no Museu Ica, em Paracas, no Peru.

No caso de achatamento do crânio, a cabeça era colocada entre dois pedaços de madeira. A técnica normalmente seria realizada em uma criança, quando o crânio ainda esta em formação e é mais flexível.

O tecido seria aplicado a partir de um mês após o nascimento e seria mantido no lugar por cerca de seis meses.

Vídeo da múmia com entrevista do antropólogo Renato D’avila Riquelme abaixo:



Vídeo do misterioso esqueleto de múmia alienígena com cabeça gigante e desproporcional ao resto do corpo que foi encontrado no Peru pelo antropólogo Renato Davila Riquelme na região de Andahuaylas, entre Cuzco e Ayacucho, na região dos Andes e relativamente próximo à Machu Pichu. 

Saiba mais em:

Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

NATUREZA MÁGICA - AS DOZE FLORESTAS NAIS EXÓTICAS DO MUNDO


Natureza Mágica: As doze florestas mais exóticas do mundo
Posted by Thoth3126 on 01/09/2019

Bigar Waterfall, Romênia
Em 21 de março, é comemorado o Dia Internacional das Florestas no mundo, fundado pela Assembleia Geral da ONU em 21 de dezembro de 2012, tendo por objetivo informar as pessoas de como as florestas e árvores nos protegem e o que nos fornecem. Uma Floresta é uma área com alta densidade de árvores. Segundo alguns dados, as florestas ocupam cerca de 30% da superfície terrestre. As florestas são vitais para a vida do ser humano, devido a muitos fatores principalmente de ordem climática.
Edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch
Natureza Mágica e Bela: As doze florestas mais exóticas do mundo
Desde tempos remotos, as florestas estão no centro de lendas e contos de fadas, atraindo pessoas com sua beleza misteriosa. Por ocasião da data, a Sputnik selecionou as fotos de florestas mais incomuns do mundo.

Uma Floresta é uma área com alta densidade de árvores. Segundo alguns dados, as florestas ocupam cerca de 30% da superfície terrestre. As florestas são vitais para a vida do ser humano, devido a muitos fatores principalmente de ordem climática. As florestas podem ser de formação natural ou artificial.

Floresta Torta é um bosque de pinheiros curvados que se encontram nos arredores da povoação de Nowe Czarnowo, no oeste da Polônia. No bosque há mais de 400 árvores, com curvas de 90° na base. Todos os pinheiros crescem na direção norte e são rodeados de árvores comuns. Até hoje, não se sabe o que causou a deformação dos pinheiros.

Floresta Sagano de Bamboo fica na cidade japonesa de Quioto. Visitantes afirmam que o som que a floresta emite é um pouco parecido com música, produzindo um efeito calmante e envolvendo com uma sensação de harmonia.

Floresta na Reserva Natural Integral do Tsingy de Bemaraha, na ilha de Madagascar. O nome da reserva vem do topônimo Bemaraha (cadeia montanhosa) e do nome malgaxe (língua indígena de Madagascar) que supostamente simula o som que produzem os picos das montanhas se bater nelas. A floresta, assim como alguns animais da reserva, faz parte do Patrimônio Mundial da UNESCO.

Uma floresta de formação natural é o habitat de muitas espécies de animais e plantas, e a sua biomassa por unidade de área é muito superior se comparado com outros biomas. Além disso, a floresta é uma fonte de riquezas para o homem: fornece madeira, resina, celulose, cortiça, frutos, bagas, é abrigo de caça, protege o solo da erosão, acumula substâncias orgânicas, favorece a piscicultura, cria postos de trabalho, fornece materiais para exportação, melhora a qualidade de vida.

Floresta Otzarreta está localizada no País Basco, Espanha. Na floresta Otzarreta ficam as árvores com galhos mais “surreais” do mundo.

Floresta Equatorial da Amazônia, Floresta Pluvial ou Hileia Amazônica é uma floresta latifoliada úmida que cobre a maior parte da Bacia Amazônica da América do Sul. Esta bacia abrange 7 milhões de quilômetros quadrados, dos quais 5 milhões e meio de quilômetros quadrados são cobertos pela floresta tropical. Esta região inclui territórios pertencentes a nove nações. A maioria das florestas está contida dentro do Brasil, com 60% da floresta.

Perto da cidade romena de Cluj-Napoca se encontra a floresta de Hoia-Baciu. Moradores locais chamam este lugar de “Triângulo das Bermudas”. Muitos dos habitantes, que visitaram a floresta, queixam-se de dor física, náuseas, enxaqueca, queimaduras, arranhões, entre outros problemas.

As florestas plantadas são aquelas implantadas com objetivos específicos, e tanto podem ser formadas por espécies nativas como exóticas. Este é o tipo de florestas preferido para o uso em processos que se beneficiem da uniformidade da madeira produzida, como a produção de celulose ou chapas de fibra, também chamadas de placas de fibra, por exemplo.

Floresta de Hallerbos, na Bélgica, também conhecida como floresta azul, parece um lugar de conto de fadas. É que toda primavera, a floresta se cobre com um tapete de jacintos selvagens azuis (Hyacinthoides non-scripta), atraindo muitos visitantes.

Na Nova Zelândia, conhecida por suas paisagens pitorescas, fica a chamada floresta de Goblins. Os troncos e ramos das árvores na floresta são cobertos por musgo e líquen.

Nas águas da Califórnia pode-se encontrar a floresta de Kelp, formada por algas que podem crescer até 60 centímetros por dia.

Semelhante às culturas agrícolas, o cultivo de florestas passa pela implantação; um período de crescimento onde são necessários tratos silviculturas e um período de colheita. Apesar do recente progresso no setor de reflorestamento para a produção de celulose, desde a Revolução Industrial, 50% das florestas da época foram destruídas.

Floresta Nublada de Monteverde, na Costa Rica; montanhas gigantescas cobertas pela selva, nuvens baixas ao redor e chuvas constantes.

O bosque de Aokigahara, também conhecido como Mar de Árvores, localiza-se na base noroeste do monte Fuji, no Japão. As árvores no bosque crescem tão densamente que nele não pode entrar luz solar, enchendo a floresta com escuridão e silêncio assustadores. Há décadas, o lugar misterioso tem a triste fama de atrair suicidas.

Madagascar é também conhecido por sua avenida dos Baobás. Estas árvores incomuns crescem ao longo do caminho entre as cidades de Morondava e Belon’i Tsiribihina, na região de Menabe.

A mais conhecida floresta é a floresta Amazônica, maior que muitos países. Erroneamente considerada o Pulmão do Mundo, não é, pois foi comprovado cientificamente que a floresta Amazônica consome cerca de 65% do oxigênio que produz (com a fotossíntese) com a respiração e transpiração das plantas.

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.


FALSOS ATAQUES TERRORISTAS


Falsos ataques terroristas (False-Flag Attack)
Posted by Thoth3126 on 01/09/2019

Falsos Ataques Terroristas (False Flag Attacks-Ataques de Bandeira Falsa). Se aprendermos com a nossa história (deixarmos a ignorância de lado), não estaremos condenados a repeti-la.
Operações de falsa bandeira são operações secretas conduzidas por governos, empresas e outras organizações (mercenários, serviços de inteligência como a CIA/Mossad/MI-6), que são projetados e executados para aparecer como se eles fossem realizados por outras entidades. 

O nome é derivado do conceito militar de navegar/voar com cores falsas, isto é, que usem a Bandeira (de quem se quer culpar) de um país que não o seu próprio. Operações clandestinas não estão limitadas a operações de guerra e contra-insurgência, e têm sido largamente utilizadas em tempo de paz.
Tradução, edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch
Falsos Ataques Terroristas (False Flag Attacks-Ataques de Bandeira Falsa). 
O que é um falso ataque terrorista de Falsa-Bandeira (False Flag Attack)? (n.t. Como o ataque –absolutamente FORJADO E FALSO – às duas torres gêmeas em N.York, em 11 de setembro de 2001 planejado e orquestrado pela equipe de George Bush com a ajuda de agentes israelenses, com o fim específico de culpar “terroristas muçulmanos” e assim possibilitar a invasão do Afeganistão e do Iraque e criar a GUERRA AO TERRORISMO, e o mundo inteiro acreditou…)

“Um ataque terrorista (ou terrorismo) de bandeira falsa” é definido como um governo atacando o seu próprio povo, dentro de seu próprio país para em seguida, culpar os outros, a fim de justificar a entrada na guerra contra as pessoas/país para o qual é alegada a culpa pelo falso ataque. Ou como a Wikipedia define :

“Operações de ataques de falsa bandeira são operações secretas conduzidas por governos, empresas e outras organizações (mercenários, serviços de inteligência como a CIA/Mossad/MI-6 e ultimamente os “terroristas”), que são projetados e executados para aparecer como se eles estão sendo realizadas por outras entidades. O nome é derivado do conceito militar de voar com cores falsas, isto é, que usem a bandeira de um país que não o seu próprio. Operações clandestinas não estão limitados a operações de guerra e contra-insurgência, e têm sido utilizadas em tempo de paz, por exemplo, como durante a estratégia de Tensão na Itália na década de 1950″. 


O termo vem desde os velhos tempos de uso de navios de guerra de madeira, quando um navio da marinha de um país usava e pendurava a bandeira de seu inimigo em seu próprio navio antes de atacar outro navio com a mesma bandeira do país em sua própria marinha. Porque a bandeira do inimigo, em vez da bandeira do país real do navio de ataque, foi escondida, este tipo de subterfúgio foi chamado de ataque de “bandeira falsa”.

Na verdade, este conceito é tão bem aceito que as regras para a participação em combate em guerras naval, pelo ar e por terra, todos os tratados proíbem ataques de falsa bandeira.

Líderes políticos ao longo da história reconheceram o uso do ataque do tipo “Falsa-Bandeira”

Líderes ao longo da história têm reconhecido o perigo de ataques do tipo Falsa-Bandeira: 

“Este não é outro modo, senão é a raiz da qual brota um tirano; quando ele aparece pela primeira vez e que ele é um protetor” – Platão 

“Se a Tirania e a Opressão vierem a esta terra, será sob a forma (a desculpa) de uma luta contra um inimigo estrangeiro.” – O presidente dos EUA, James Madison 

“O terrorismo é a melhor arma política para se usar com as pessoas, e colocá-las nada mais do que com medo de morte súbita”. – Adolph Hitler

“Naturalmente, as pessoas não querem guerras. Nem na Rússia, na Inglaterra ou nos EUA, nem mesmo na Alemanha. Mas, afinal, são os líderes do país que determinam a política, e é sempre uma simples questão de arrastar o povo junto, seja em uma democracia ou uma ditadura fascista, ou um parlamento ou uma ditadura comunista … com voz ou sem voz, o povo sempre pode ser levado à fazer e seguir à vontade dos seus “líderes”. O que é fácil. Tudo que você tem a fazer é dizer-lhes que eles estão sendo atacados, e denunciar os pacifistas por falta de patriotismo ao expor o país ao perigo. Esse método funciona da mesma maneira em qualquer país “. – Hermann Goering, outro líder nazista.


“A maneira mais fácil de ganhar o controle de uma população é através da realização de atos de terror contra ela. [O público] vai clamar por tais leis (e MAIS controle) se a sua segurança pessoal (parecer) estiver ameaçada”. – Do “açougueiro” Josef Stalin 

Governos de todo o Mundo já admitiram que eles realizaram ataques de Falsa-Bandeira do tipo terrorista

Mas não tome apenas a nossa palavra sobre o assunto:

Governos de todo o mundo admitiram que realizaram ataques terroristas de falsa bandeira:
Um grande nazista das tropas SS admitiu no julgamento de Nuremberg que – sob ordens do chefe da Gestapo – ele e alguns outros agentes nazistas falsificaram ataques contra seu próprio povo e os usaram pois que foram atribuídos aos poloneses, para justificar a invasão da Polônia (exatamente em 01 de setembro de 1939, há 80 anos). O General nazista Franz Halder também testemunhou no julgamento de Nuremberg que o líder nazista Hermann Goering admitiu que mandou atear fogo ao edifício do parlamento alemão, e depois falsamente acusou os comunistas pelo incêndio;
A CIA admite que contratou agentes iranianos em 1950 para se passarem por comunistas e praticarem atentados dentro do IRÃ, culpando os comunistas a fim de colocar o povo do país contra seu primeiro-ministro democraticamente eleito;
Israel admitiu que uma operação de célula terrorista de seus agentes no Egito, plantou bombas em vários edifícios, incluindo instalações diplomáticas norte-americanas (ataque contra seu principal aliado, os EUA), para em seguida, deixando “evidências” para trás implicando os árabes como os culpados (uma das bombas detonou prematuramente, permitindo que os egípcios identificassem os atacantes, e vários dos agentes israelenses confessaram mais tarde a sua participação) (veja aqui e aqui )
O ex-primeiro-ministro italiano, um juiz italiano, e o ex-chefe da contra-espionagem italiana admitiram que a OTAN, com a ajuda do Pentágono e da CIA, realizou atentados terroristas na Itália e outros países europeus na década de 1950 e culpou os comunistas, a fim de conseguir o apoio das pessoas para os seus governos na Europa em sua luta contra o comunismo . Como um participante neste programa anteriormente secreto declarou: “Você tinha que atacar civis, pessoas, mulheres, crianças, pessoas inocentes, pessoas desconhecidas que viviam muito longe de qualquer jogo político. A razão era muito simples. Eles deveriam forçar essas pessoas, o público italiano, e europeu para que recorressem ao Estado para pedir maior segurança “ (ver mais aqui ) (a Itália e outros países europeus sujeitos à falsa campanha de terror se juntou a OTAN antes que os falsos atentados ocorressem). E assista este especial da BBC sobre o assunto;
Como foi admitido pelo governo dos EUA recentemente, em documentos desclassificados (não mais secretos) que mostram que em 1960, o Chefe do Estado-Maior americano assinou um plano para explodir aviões norte americanos (usando um elaborado plano que envolvesse a troca de aviões), e também para cometer atos terroristas em solo norte americano, e depois colocar a culpa sobre os cubanos, a fim de justificar uma invasão de Cuba. Veja o seguinte material da ABC notícia ; documentos oficiais , e assista a entrevista com o ex-produtor Investigativo em Washington para a rede ABC News Mundial Tonight com Peter Jennings;
Dois anos antes, senador americano George Smathers havia sugerido que os EUA fizessem “um falso ataque em Guantanamo Bay (Base Militar dos EUA em Cuba), que nos daria a desculpa de realmente fomentar uma luta que, seria a desculpa para invadir Cuba e derrubar Fidel Castro”;
E documentos do Departamento de Funcionários Oficiais de Estado mostram que – apenas nove meses antes do plano do Joint Chiefs of Staff ser proposto – o chefe do Estado-Maior Conjunto e outros funcionários de alto nível discutiram sobre explodir um consulado (dos EUA) na República Dominicana, a fim de justificar uma invasão do país. Os três planos não foram realizados, mas todos eles foram discutidas como propostas sérias;
O Conselho Sul-Africano da Verdade e Reconciliação encontrou que, em 1989, o Gabinete de Cooperação Civil (um ramo secreto da Força de Defesa do país Sul Africano) se aproximou de um especialista em explosivos e pediu-lhe “para participar de uma operação destinada a desacreditar o ANC [o Congresso Nacional Africano] bombardeando o veículo policial do oficial de investigação sobre um incidente de assassinato “, e assim, acusar o ANC pelo bombardeio;
Um diplomata argelino e vários oficiais do exército argelino admitiram que, na década de 1990, o exército argelino freqüentemente massacrou civis argelinos para em seguida, culpar militantes islâmicos pelos assassinatos ( ver este vídeo , e Agencia France-Presse, 2002/09/27, Autor Tribunal francês provimento processo de difamação contra a Argélia);

De acordo com o Washington Post , a polícia da indonésia admitiu que os militares indonésios mataram professores norte americanos em Papua Nova Guiné, em 2002, e culpou os assassinatos sobre um grupo separatista de Papua, a fim de conseguir que o grupo fosse listado como uma “organização terrorista”;
O respeitado ex-presidente indonésio também admite que o governo provavelmente teve um papel nos atentados de Bali
Conforme relatado pela BBC , o The New York Times e a Associated Press , funcionários da Macedônia admitiram que o seu governo assassinou sete imigrantes inocentes a sangue frio e fingiram que eles eram soldados da Al Qaeda que tentaram assassinar membros da polícia da Macedônia, a fim do seu país se juntar a “guerra contra o terror “;
Embora o FBI já admita que os ataques com antraz em 2001 foram realizadas por um ou mais cientistas do próprio governo dos EUA, um oficial sênior do FBI diz que o FBI estava realmente jogando a culpa dos ataques de antraz contra funcionários da Casa Branca sobre a Al-Qaeda (lembre-se do que as cartas com antraz se pareciam ). Funcionários do governo também confirmam que a Casa Branca tentou vincular o antraz com o Iraque como uma justificativa para a mudança de regime naquele país;
O antigo advogado do Departamento de Justiça John Yoo sugeriu em 2005 que os EUA deveriam ir para a ofensiva contra a Al-Qaeda, tendo “nossas agências de inteligência criado uma organização terrorista falsa. Esta falsa organização poderia ter seus próprios sites, centros de recrutamento, campos de treinamento e operações de captação de recursos. Ela poderia lançar falsas operações terroristas e reivindicar o crédito por ataques terroristas reais, ajudando a semear a confusão dentro das fileiras da Al-Qaeda, causando dúvida em agentes sobre as identidades dos outros e questionar a validade das comunicações. “

A UPI-United Press International informou em junho de 2005:

Oficiais de inteligência dos Estados Unidos estão relatando que alguns dos insurgentes no Iraque estão usando um recente modelo das pistolas Beretta 92, mas as pistolas parecem ter tido os seus números de série apagados. Os números não parecem ter sido fisicamente removidos, as pistolas parecem ter saído de uma linha de produção, já sem quaisquer números de série. Analistas sugerem que a falta de números de série indica que as armas estavam destinados para operações de inteligência ou de células terroristas com apoio substancial do próprio governo. Analistas especulam que essas armas tem, provavelmente, origem partir de qualquer agente do Mossad (Israel) ou da CIA. Analistas especulam que agentes provocadores possam estar usando as armas não rastreáveis, mesmo quando as autoridades dos EUA usam ataques de insurgentes contra civis como evidência da ilegitimidade da resistência.
A polícia de Quebec (Canadá) admitiu que, em 2007, bandidos carregando pedras para um protesto pacífico eram realmente policiais de Quebec disfarçados ;
Nos protestos durante a reunião dos países do G-20 em Londres, em 2009, um membro do Parlamento britânico viu policiais oficiais usando roupas simples tentando incitar a multidão à violência;
Um coronel do exército colombiano admitiu que sua unidade matou 57 civis, em seguida, os vestiu com uniformes e afirmou que eles eram rebeldes mortos em combate na selva;
Soldados dos EUA admitiram que, se eles matam inocentes iraquianos e afegãos, eles então “liberam” armas automáticas perto de seu corpo para que eles possam fingir que os civis mortos eram “militantes terroristas”.

Uma importante e ATUAL AMEAÇA:

Se não aprendermos com a nossa própria história, estaremos condenados a repeti-la mais e mais. Mas se as pessoas aprenderem sobre ataques terroristas do tipo bandeiras falsas, eles vão perder a sua eficácia. Isto não é “notícia velha”.


Ataques terroristas de Falsa Bandeira para iniciar novas guerras são uma corrente de ameaça atualissíma, tanto na Síria bem como no IRÃ:
O ex-conselheiro de Segurança Nacional Zbigniew Brzezinski (que ajudou a criar a Al-Qaeda para combater os soviéticos no Afeganistão) disse ao Senado dos EUA que um ato terrorista pode ser realizada dentro dos EUA e falsamente se acusar o IRÃ pelo ataque para justificar ama guerra contra aquela nação .
Daniel Ellsberg – o famoso denunciante dos Pentágono Papers – disse “se houver outro ataque terrorista,” Eu acredito que o presidente (ou quem controla o presidente) vai conseguir o que quer “ , o que inclui ir a guerra com o IRÃ.
Robert David Steele – um agente com mais de 20 anos de serviço na infantaria dos Marine Corps e inteligência policial, um funcionário civil de alto escalão na Inteligência do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, e também um ex-funcionário de serviços de casos clandestinos da CIA – diz que elementos dentro do governo dos EUA estão tentando levar a cabo uma operação de bandeira falsa e culpar o IRÃ
O ex- agente de alto nível da CIA, Michael Scheuer – que era o chefe da unidade da CIA encarregada de capturar Bin Laden – diz que Israel ou a Arábia Saudita poderiam ser usados para atacar o IRÃ , como forma de fomentar a guerra dos EUA contra esse país.
Ron Paul tem alertado de um “incidente do tipo Golfo de Tonkin” no IRÃ
O premiado (com um Pulitzer) repórter investigativo Seymour Hersh diz que muitas idéias têm sido propostas para provocar uma guerra, incluindo a construção de barcos que se parecem com barcos iranianos, e depois colocando Navy Seals neles para “iniciar um tiroteio falso contra o IRÔ
O influente Brookings Institution escreveu um relatório em 2009 chamado ” Qual o caminho para a Pérsia/IRÃ? que afirma (páginas 84-85) “:

Seria muito mais preferível que os Estados Unidos pudessem citar uma provocação iraniana como justificativa para os ataques aéreos antes de lança-los. Claramente, o mais escandaloso, o mais mortal, e quanto mais não provocado a ação iraniana, o melhor seria para os Estados Unidos. Claro, seria muito difícil para os Estados Unidos para incitar o IRÃ a tal provocação sem o resto do mundo reconhecer este jogo, o que então iria miná-lo. (Um método que teria alguma possibilidade de sucesso seria a patrocinar secretamente os esforços de mudança de regime interno na esperança de que Teerã iria retaliar abertamente os EUA, ou mesmo semi-abertamente, o que poderia ser descrito como um ato de agressão (não provocado pelos EUA) iraniano.)
Um número de ex-oficiais de inteligência de alto nível – incluindo vários que pessoalmente informavam os presidentes todos os dias sobre questões de segurança nacional – afirmou que uma melhor comunicação entre os EUA e o IRÃ seriam necessárias para “reduzir o risco de … ataque encoberta do tipo falsa-bandeira acontecer”.

“Existem três coisas que não podem ser escondidas por muito tempo: a Lua, o Sol e a VERDADE” – Sidhartha Gautama (Budha)

“Tudo o que somos é o resultado do que pensamos. Se um homem-mulher fala ou age com um pensamento maligno, a dor o acompanhará como uma sombra. Se um homem-mulher fala ou age com um pensamento puro, a felicidade o segue, como uma luz que nunca o deixa”. – Budha (Sidharta Gautama)

Mais informações, leitura adicional:

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.