quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

AS ABELHAS CONTRIBUEM PARA O AUMENTO DA PRODUÇÃO AGRÍCOLA

Abelhas podem aumentar a produtividade na agricultura, dizem especialistas

Posted by on 21/12/2015
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Abelhas podem aumentar a produtividade na agricultura, dizem especialistas
Segundo analistas e estudiosos no assunto, os apicultores recebem pólen e mel das abelhas. Ao mesmo tempo, a polinização poderia render colheitas lucrativas para os agricultores. A prestação de serviço com abelhas para polinização ainda é incipiente na Europa.
Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch
Aa abelhas podem aumentar a produtividade na agricultura, dizem especialistas no assunto.
Fontehttp://www.dw.de/
As reclamações de apicultores, ambientalistas e pesquisadores sobre o sumiço em massa das abelhas e o temor pela perda de espécies de frutas e legumes que não seriam mais polinizados parece, inicialmente, paradoxal. Pois, ao mesmo tempo, no mundo inteiro, a população de abelhas produtoras de mel cresceu cerca de 7% nos últimos anos.
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Segundo o biólogo Peter Rosenkranz, da Universidade de Hohenheim (sul da Alemanha), a razão desse crescimento é o aumento do número de apicultores. Em “95% das colmeias pertence à apicultura”, conta. Dessa maneira, os apicultores podem determinar quantas abelhas estão livres para voar sobre gramados e campos.
Em contrapartida, eles precisam conviver com grandes perdas todos os anos, pois muitos desses insetos voltam debilitados devido a produtos químicos e ao parasita conhecido como Varroa Destructor. E, no inverno, uma grande quantidade desses insetos morre. Em determinados anos, essa taxa chega a 30% da população total. Na primavera, ela precisa der substituída.
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Apicultores alertam sobre o sumiço de abelhas
A quantidade populacional nas espécies selvagens também é um grande problema. Somente na Alemanha, existem mais de 500 espécies selvagens, entre elas estão também os zangões (conhecidos também como mamangabas em países como Brasil e Portugal). Principalmente em regiões de atividade agrícola intensa, onde são usadas grandes quantidades de pesticidas, quase não há mais abelhas.
Lucro para todos
Com a polinização das plantas pelas abelhas, os apicultores recebem pólen e mel. Ao mesmo tempo, o processo rende colheitas lucrativas para os agricultores.  Segundo Rosekranz, essa é uma situação onde todos lucram, mas ainda há “um potencial inexplorado para aumentar a produtividade” sem o uso de pesticidas ou adubo, ou seja, “sem poluir o meio ambiente.” Para isso, são necessárias mais abelhas.
E justamente esse é o objeto de pesquisadores que publicaram recentemente um artigo na revista científica Plos One. Eles reivindicam mais desses insetos nas plantações destinadas à produção de biocombustíveis, ou seja, de milho, de girassol e de colza.
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Para Rosenkranz, essa medida seria bastante útil. A produtividade de colza pode ser incrementada entre 30 e 40 %, “quando colmeias são formadas seguindo um plano determinado.” Ou seja, os agricultores deveriam comprar de apicultores a quantidade de abelhas que necessitam para polinizar o campo.
Os insetos ficam encarregados do resto. A polinização como prestação de serviço é uma tendência que está começando na Europa, afirma o biólogo. Em outros países, como Estados Unidos ou China, essa prática já é conhecida há vários anos.
Mel e biocombustível
Nesse processo, a principal questão é o tipo de plantação onde se deve usar as populações de abelhas para polinização. Um bom mel é produzido a partir de colza ou girassol. Mas milho “não é uma planta particularmente desejada pelas abelhas”, conta Rosenkranz. Assim, os apicultores também não ganham dinheiro com esse cereal.
Abelhas são ótimas “prestadoras de serviço”
Por isso, eles defendem que as plantas escolhidas para a produção de biocombustíveis sejam também “uma fonte de alimento para insetos polinizadores e interessantes para a apicultura”.
Segundo o especialista, existem alternativas. Teoricamente, é possível plantar flores entre as plantações de cereais destinadas à produção de combustível. Mas essa opção diminuiria entre 30 e 40% a produtividade. Porém, em vez da monocultura, o campo teria mais variedade de espécies e por isso ficaria mais saudável para as abelhas.
Entretanto, para Rosenkranz, os agricultores não veem a variação de espécies como algo positivo. Segundo ele, é difícil convencê-los a desistir de 5 até 10% dos seus lucros em favor de um campo ecológico florido.
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Pesquisadores do Centro Tecnológico Agrícola Augustenberg, em Karlsruhe (LTZ, da sigla em alemão), testam diversas combinações de flores. Por um lado, para ter um significado ecológico, elas precisam ser atraentes para as abelhas. Por outro, para uma maior produtividade, devem poder ser utilizadas na produção de energia.  DW.DE
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SOLSTÍCIO DE VERÃO - ORIGEM DO NATAL CRISTÃO

Posted by Thoth3126 on22/12/2015
O Solstício é um fenômeno astronômico usado para marcar o início do inverno e do verão. Ocorre normalmente por volta do dia 21 de Junho (Solstício de inverno no sul e verão no norte) e 21 e 22 de Dezembro (Solstício de inverno no norte e de VERÃO no sul).
Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com
SOLSTÍCIO DE VERÃO de 2015 NO HEMISFÉRIO SUL EM 22 DE DEZEMBRO, ÀS 02:48 HORAS DE BRASILIA


Na astronomia, solstício (do latim sol + sistere, que não se mexe) é o momento em que o Sol, durante seu movimento aparente na esfera celeste, atinge a maior declinação em latitude, medida a partir da linha do equador. Os solstícios ocorrem duas vezes por ano: em dezembro e em junho. O dia e hora exatos variam de um ano para outro. Quando ocorre no verão significa que a duração do dia é a mais longa do ano. Analogamente, quando ocorre no inverno, significa que a duração da noite é a mais longa do ano.
No hemisfério norte o solstício de verão ocorre por volta do dia 21 de junho e o solstício de inverno por volta do dia 21 de dezembro. Estas datas marcam o início das respectivas estações do ano neste hemisfério. Já no hemisfério sul, o fenômeno é simétrico: o solstício de verão ocorre em dezembro, em 2015 no dia 22, às 02:48 horas (Brasilia) e o solstício de inverno ocorre em junho. Os momentos exatos dos solstícios, que também marcam as mudanças de estação, são obtidos por cálculos de astronomia.

Acima: Stonehenge, um monumento de pedra, um calendário que marcava o início dos solstícios e equinócios no hemisfério norte.

Devido à órbita elíptica da Terra, as datas nas quais ocorrem os solstícios não dividem o ano em um número igual de dias. Isto ocorre porque quando a Terra está mais próxima do Sol (periélio) viaja mais velozmente do que quando está mais longe (afélio), em conformidade com a segunda lei de Kepler.
Os trópicos de Câncer e Capricórnio são definidos em função dos solstícios. No solstício de verão do hemisfério sul, os raios solares incidem perpendicularmente à superfície da Terra no Trópico de Capricórnio. No solstício de verão do hemisfério norte, ocorre o mesmo fenômeno no Trópico de Câncer.

Os dois Trópicos que marcam a inclinação máxima do sol nos solstícios

Em várias culturas ancestrais em toda a história da humanidade na Terra, o solstício de inverno era festejado com comemorações que deram origem a vários costumes hoje relacionados com o Natal das religiões pagãs. O solstício de inverno (hemisfério norte), é o menor dia do ano, a partir de quando a duração do dia começa a crescer, simbolizava o início da vitória da luz sobre a escuridão. Festas das mitologias persa e hindu referenciavam as divindades de Mitra como um símbolo do “Sol Invictus”, marcada pelo solstício de inverno no hemisfério norte (verão no sul).
A cultura do Império Romano incorporou a comemoração dessa divindade através do Sol Invictus. Com o enfraquecimento das religiões pagãs, a data em que se comemoravam as festas do “Sol Invictus” passaram a referenciar o Natal, numa apropriação destinada a incorporar as festividades de inúmeras comunidades recém-convertidas ao catolicismo romano criado pelo imperador Constantino em 325 d.C.

Deus Sol Invicto. Disco de prata romano do século III d.C., encontrado em Pessino, atual Turquia (exposto no museu britânico). O imperador Aureliano introduziu um culto oficial do Sol Invicto em 270 d.C., fazendo do Deus Sol a primeira divindade do império e era comemorado no dia 25 de dezembro.. Contudo, não oficialmente identificado com Mitra, o Sol de Aureliano tem muitas características próprias do mitraísmo, incluindo a representação iconográfica do jovem deus imberbe. O culto do Sol Invicto continuou a ser base do paganismo oficial até a adesão do império ao catolicismo romano em 325 d.C.

Na linha do equador a duração dos dias é fixa ao longo das estações do ano com 12 horas de luz e 12 horas de noite (ver cálculo da duração do dia para latitude de 0°).
Desse modo os solstícios nessa linha não podem ser obtidos através de dias ou noites mais longas e somente podem ser observados através do dia em que o Sol atinge a menor elevação no meio-dia local, podendo o azimute dessa elevação do Sol estar orientado para o norte (solstício de verão no hemisfério norte) ou para o sul (solstício de verão no hemisfério sul).
Na linha do equador não há como dizer se um solstício é de verão ou de inverno uma vez que demarcam a separação dos hemisférios norte e sul da Terra.


Complexo de Baalbak, no Líbano. Os principais templos de todas as culturas antigas estavam alinhados com os movimentos do sol e outros corpos celestes, marcando os equinócios e solstícios.

Nas linhas dos trópicos de Câncer e Capricórnio, os solstícios de verão respectivos a cada hemisfério da Terra coincidem com o único dia do ano em que os raios solares incidem perpendicularmente (ver ilustração anterior). 
Nas linhas dos círculos polares Ártico e Antártico, os solstícios marcam o único dia do ano em que o dia ou a noite duram 24 horas ininterruptas considerando a estação do ano: verão ou inverno, respectivamente. Fonte: Wikipédia

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BANQUEIROS GANGSTERS SERIAM DEMASIADAMENTE PODEROSOS PARA SEREM PRESOS?

 Não seria esta espécie de vazamento o indício de outros gangster banqueiros tentando eliminar gangster concorrentes?

Banqueiros (HSBC) Gangsters: muito grandes para serem presos, (Parte I)

Posted by on 16/12/2015
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Banqueiros Gangsters (banksters): eles são muito grandes (ou eles sabem muito também) para serem presos?
Como o banco HSBC fez negócios e lucrou com dinheiro de terroristas, traficantes de drogas, negociou com países com sanções da ONU e EUA, como IRÃ, Sudão e Coreia do Norte e seus dirigentes conseguiram escapar da cadeia, ilesos, e sem nenhuma condenação. Eles violaram todas as malditas leis  que constam no livro, Eles fizeram todas as formas imagináveis e possíveis de negócios ilegais e ilícitos“. disse Jack Blum, advogado e ex-investigador do Senado dos EUA.

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch
Gangsters como banqueiros: ou eles são muito grandes (ou eles sabem muito também) para serem presos? Parte 1 de 2.
Fonte: http://www.rollingstone.com/
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Por Matt Taibbi, Revista Rolling Stone 
O acordo foi anunciado em silêncio, um pouco antes do período das férias, quase como se o governo estivesse esperando uma oportunidade para que as pessoas estivessem muito ocupadas pendurando as meias na lareira para notar algo (era natal). Políticos, advogados e investigadores de todo o mundo, o Departamento de Justiça dos EUA concedeu um passeio completo aos executivos do banco britânico HSBC  para o maior caso de lavagem de dinheiro do tráfico de drogas internacional e do terrorismo mundial que jamais acontecera antes.
Sim, eles emitiram uma multa contra o HSBC – de US$ 1,9 bilhões de dólares, o equivalente ao lucro de cerca de cinco semanas do banco – mas não conseguiram mais nada, nem um dólar ou um dia na cadeia para qualquer executivo do banco, apesar de uma década fazendo lavagem ilegal de dinheiro para narcotraficantes e terroristas (??) e de abusos estonteantes e constantes das leis.
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As pessoas podem ter se cansado de indignar-se sobre (a podridão de) Wall Street, e mais histórias sobre banqueiros bilionários gananciosos fugindo com mais dinheiro roubado, na maioria da vezes já deixaram de surpreender alguém. Mas o caso do HSBC passou milhas além do habitual empurrar a venda de papel e seguros aos clientes em operações casadas, e demais tipos de crimes financeiros, cometido por banksters nerds com fortes laços normalmente associados com Wall Street. Neste caso, o banco literalmente se envolveu com assassinato – assim como com cumplicidade, de qualquer maneira.
Por pelo menos meia década, o poder bancário colonial britânico ajudou a lavar centenas de milhões de dólares para traficantes de drogas, incluindo o cartel de drogas Sinaloa do México, suspeito de milhares de assassinatos apenas nos últimos 10 anos – são pessoas completamente más, declarou o ex procurador-geral de New York Eliot Spitzer, que fazem os caras em Wall Street parecerem bonzinhos.” O banco também lavou dinheiro para organizações terroristas ligadas à Al-Qaeda e ao grupo Hezbollah, e para gângsteres russos; lavou dinheiro para países como o Irã, Sudão e a Coréia do Norte que sofrem sanções da ONU, e também foram ajudados e, além de ajudar assassinos, traficantes de drogas, terroristas e estados desonestos, auxiliando em inúmeras fraudes fiscais comuns para esconder o seu dinheiro.
“Eles violaram todas as malditas leis que constam no livro”, diz Jack Blum, advogado e ex-investigador do Senado dos EUA que chefiou uma investigação de suborno importante contra a empresa Lockheed em 1970 que levaram à aprovação pelo congresso da Lei de Práticas de Corrupção no Exterior.  “Eles fizeram todas as formas imagináveis e possíveis de negócios ilegais e ilícitos.”
Que ninguém, que nenhum executivo do banco foi para a cadeia ou pagou um dólar sequer em multas individuais não é nada de novo nesta época de crise financeira. O que é diferente sobre este acordo é que o Departamento de Justiça dos EUA, pela primeira vez, admitiu que decidiu ir mais suave sobre esse tipo específico de criminoso. O departamento estava preocupado que uma punição do tipo algo mais do que um “tapa no pulso” para o HSBC pudesse contaminar a economia mundial. “Se as autoridades americanas decidissem fazer acusações criminais contra o banco HSBC”, disse o procurador-geral adjunto Lanny Breuer em uma conferência de imprensa para anunciar o acordo,
“O HSBC quase certamente teria perdido a sua licença bancária nos EUA, e o futuro da instituição teria ficado sob ameaça e todo o sistema bancário teria sido desestabilizado “.
Esse caso foi o início de uma nova era. Nos anos pós ataque de 11 de setembro ao W.T.C em N. York, mesmo voce sendo apenas um suspeito de terrorismo poderia ser trancafiado em detenção extralegal para o resto de sua vida. Mas agora, quando você é grande demais para ir para a cadeia, você pode ser pego por lavagem de dinheiro terrorista e do tráfico de drogas e violar todas as leis do Trading With the Enemy Act fazendo negociações com o inimigo dos EUA (ou com foras da Lei), e não apenas você não vai ser processado por isso, mas o (des)governo dos EUA vai sair do seu caminho para voce ter certeza de que não vai perder a sua licença caso seja um grande banco. Alguns no congresso colocaram a questão para mim desta maneira:
OK, tudo bem, não há tempo para prisões, mas eles podem mesmo perder a sua carta de licença? Você está brincando?
Mas o Departamento de Justiça não terminou o caso distribuindo guloseimas de Natal. Um pouco mais de uma semana depois, Breuer estava de volta na frente da imprensa, dando um acordo confortável para outra empresa internacional enorme, desta vez foi o banco suíço UBS, que acabara de admitir um papel fundamental no, talvez, o maior antitrust/caso de fixação de preços da história, o chamado escândalo da taxa LIBOR, uma conspiração de manipulação maciça das taxas de juros LIBOR envolvendo centenas de $ trilhões (“trilhões”, com um “t”) de dólares em produtos financeiros. Enquanto dois jogadores menores (HSBC e UBS) enfrentaram as acusações, Breuer e o Departamento de Justiça dos EUA estão preocupados sobre a estabilidade mundial e o dizem em voz alta, dado que explicaram por que nenhuma acusação criminal estava sendo movida contra a empresa-mãe do banco no exterior.
“Nosso objetivo aqui”, disse Breuer candidamente, “não é destruir uma grande instituição financeira”.
Um repórter presente à entrevista sobre o UBS apontou a Breuer que o UBS já havia sido preso em 2009, em um caso de evasão fiscal maior, e fez uma pergunta sensata. “Este é um banco que já quebrou a lei antes”, disse o repórter. “Então, por que não ser mais duro com eles?”
“Eu não sei o que seria ser mais duro”, respondeu o procurador-geral assistente.
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Também conhecido como o Hong Kong and Shanghai Banking Corporation, o HSBC sempre esteve associada com tráfico de drogas. Fundado em 1865, o HSBC tornou-se o grande banco comercial na colonial China após a conclusão da Segunda Guerra do Ópio. Se você estiver enferrujado sobre a história das várias guerras estilo estupro imperial da Inglaterra, a Segunda Guerra do Ópio foi aquele conflito onde a Grã-Bretanha e “outras potências” europeias basicamente abateram lotes de chineses até que a China concordasse em legalizar o comércio da droga, o ópio (tal como tinham feito em Primeira Guerra do Ópio, que terminou em 1842).
Um século e meio depois, parece que não mudou muita coisa, se alguma coisa mudou. Com a sua presença on-the-ground forte em muitos dos vários  territórios ex-coloniais na Ásia e na África, e a sua rica história de flexibilidade moral intercultural, o HSBC tem uma pegada ( e “expertise”) internacional muito diferente do que outros  bancos Too Big to Fail como Wells Fargo ou Bank of America. Enquanto os gigantes bancários norte americanos, principalmente se fartaram (como se estivessem em um cassino) no comércio residencial hipotecário tóxico que causou a bolha financeira de 2008, o HSBC tomou um caminho um pouco diferente, transformando-se no banco de destino para canalhas nacionais e internacionais de todos os níveis e interesses possível.
Os perdedores que levam a vida nas prisões da Califórnia por crimes de rua podem se surpreender ao saber que o acordo de não-cárcere que Lanny Breuer trabalhou para o HSBC já era a terceira condenação do banco. Na verdade, com um humilhante relatório de 334 páginas, emitido pela Subcomissão Permanente de Investigações do Senado no último verão deixou claro, o HSBC simplesmente ignorou uma quantidade verdadeiramente impressionante de advertências oficiais.
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Esta fotografia mostra dois fumantes viciados em ópio na ilha de Java em 1857, uma fonte de renda para a fundação do HSBC e a família imperial britânica
Em abril de 2003, com o atentado de 11 de setembro ainda está fresco na mente dos reguladores americanos, a Reserva Federal enviou à subsidiária norte americana do HSBC uma carta para que cessasse e desistisse, ordenando-lhe que limpasse seu comportamento e fizesse um maior esforço para manter criminosos e terroristas longe da possibilidade de abertura de contas em seu banco. Um dos maiores clientes do banco, por exemplo, era da Arábia Saudita, o banco Al Rajhi, que havia sido ligado pela CIA e outras agências do governo com o terrorismo. 
De acordo com um documento citado em um relatório do Senado, um dos fundadores do banco, Sulaiman bin Abdul Aziz Al Rajhi, estava entre os 20 primeiros financiadores da Al Qaeda, um membro daquilo que Osama bin Laden aparentemente chamava de “corrente de ouro.” Em 2003, a CIA escreveu um relatório confidencial sobre o banco, descrevendo o Al Rajhi como um “canal de financiamento extremista”. No relatório, cujos detalhes vazaram para o público em 2007, a agência observou que Sulaiman Al Rajhi conscientemente trabalhou para ajudar  “instituições de caridade” islâmicas para esconder a sua verdadeira natureza, ordenando que a diretoria do banco “explorasse todos os instrumentos financeiros que permitissm contribuições de caridade do banco para evitar o escrutínio oficial” (O banco negou qualquer papel de financiamento a extremistas).     
Em janeiro de 2005, quando sob a nuvem de seu acordo de duplo segredo de liberdade condicional de primeira com os EUA, o HSBC decidiu parcialmente cortar os laços com Al Rajhi. Note a palavra “parcialmente”: A decisão só se aplicaria ao ramo bancário da Al Rajhi e não à sua empresa de comércio (Trading Company) associada, uma distinção que fez cócegas aos executivos dentro do banco. Em março de 2005, Alan Ketley, um responsável da subsidiária americana do HSBC, alegremente disse a Paul Plesser, o chefe de seu banco no Departamento Global de Câmbio, que era legal fazer negócio com Al Rajhi Trading. “Parece que você está bem para continuar a lidar com a Al Rajhi”, escreveu ele. “É melhor você estar fazendo muito dinheiro!”
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Mas esse arranjo tipo “porta dos fundos” com suspeita do banqueiro de participar na “Golden Chain” de Bin Laden, não era direta o suficiente para que os muitos executivos do HSBC ainda quizessem que a coisa toda fosse restaurada. Em um notável e-mail enviado em maio de 2005, Christopher Lok, chefe do HSBC da área de global bank notes, perguntava a um colega se poderiam talvez voltar para a plena realização de negócios com o Banco Al Rajhi apesar de um dos principais reguladores do sistema bancário da América, o Office of the Comptroller of the Currency-OCC (Escritório de Controladoria da Moeda), levantasse o fim da ordem cessar-e-desistir de 2003: “Após o fechamento desse capítulo pela OCC, que espero esteja terminando, nós poderíamos visitar o Banco Al Rajhi novamente? A complacência de Londres tomou uma visão mais suave?”.
Depois de ser golpeado com a ordem em 2003, o HSBC começou desdenhando seus requisitos, tanto na letra assim como no espírito – e em grande escala, também. Em vez de punir o banco, no entanto, a resposta do governo dos EUA foi a de enviar cartas mais irritadas. Normalmente, daquele tipo sob a forma da chamada “MRA” (Matters Requiring Attention – assuntos que requeiram atenção) em cartas enviadas pelo OCC. 
A maioria destas cartas abordavam o mesmo tema, ou seja, o HSBC não fazer a devida diligência sobre os personagens obscuros que podiam estar depositando dinheiro nas suas contas ou através das suas filiais. O HSBC acumulou essas comunicações “Vocês ainda estão fazendo e nós sabemos disto” ordens às dezenas da OCC, que em apenas um breve período, entre 2005 e 2006, o HSBC recebeu 30 diferentes avisos formais.
No entanto, em fevereiro de 2006, a OCC sob George W. Bush, de repente decidiu liberar o HSBC da ordem de 2.003 de cessar-e-desistir. Em outras palavras, o HSBC basicamente violou suas condicional 30 vezes em pouco mais de um ano e saiu limpo de qualquer maneira. O banco foi, para usar o termo da rua, “à margem da lei” – e ficou livre para deixar os Al Rajhis do mundo virem correndo de volta.
Após o HSBC ter restaurado completamente a sua relação com o aparente e completamente amigável Rajhi Bank na Arábia Saudita, que forneceu ao banco HSBC com quase $ 1 bilhão de dólares. Quando perguntado pelo HSBC para o que precisava de todo esse dinheiro norte americano para a sua conta, o banco Al Rajhi explicou que as pessoas na Arábia Saudita precisavam de dólares por todos os tipos de razões. “Durante o tempo de verão”, escreveu o banco, “temos uma alta demanda de turistas que viajam para desfrutar as suas férias.”
O Departamento do Tesouro mantém uma lista elaborada pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros, ou OFAC, e os bancos americanos não deveriam fazer negócios com qualquer pessoa constando na lista OFAC. Mas o banco HSBC contribuiu conscientemente para que indivíduos proibidos iludissem o processo de sanções. Uma dessas pessoas era o poderoso empresário sírio Rami Makhlouf, um confidente próximo da família do ditador sírio Assad.
Quando Makhlouf apareceu na lista OFAC, em 2008, o HSBC não respondeu cortando os laços com ele, mas, tentando descobrir o que fazer com as contas do corretor do poder sírio tinha em seus escritórios de Genebra e nas Ilhas Cayman.”Nós determinamos que as contas mantidas nas Ilhas Cayman não estão na jurisdição dos EUA, e não estão registradas em qualquer sistema nos Estados Unidos”, escreveu um responsável pela conformidade. “Portanto, não estaremos relatando esta relação à OFAC”.
Tradução: Nós sabemos que o cara está em uma lista de terroristas, mas as suas contas estão em um lugar seguro em que os americanos não podem procurar, para nos pressionar.
Lembre-se, isso foi em 2008 – cinco anos após o HSBC já ter sido primeiro pego fazendo esse tipo de coisa. E mesmo quatro anos depois, ao ser interrogado pelo senador do Michigan, Carl Levin em julho de 2012, um executivo do HSBC se recusou a dizer absolutamente que o banco iria informar o governo se Makhlouf ou outro nome listado pela OFAC apareceu em seu sistema – dizendo apenas que iria “fazer tudo o que pudesse.”
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A lavagem do dinheiro sujo das drogas não parece causar nenhum remorso aos dirigentes do banco HSBC.
A audiência no Senado destacou um ponto extremamente frustrante que os investigadores do governo tiveram que enfrentar com os mega bancos “Too Big to Jail” (muito grandes para serem presos): A mesma coisa que os torna tão atraentes para os clientes obscuros – a sua capacidade de movimentar dinheiro instantaneamente ao redor do mundo para lugares como as Ilhas Cayman e a Suíça – isso torna mais fácil para eles fazerem de bobo os reguladores de qualquer estado, escondendo-se atrás de brechas nas leis sobre sigilo.
Quando não foram pegos operando com e para obscuros personagens do Terceiro Mundo, o HSBC estava treinando seu poder de fogo mental sobre o problema de encontrar formas criativas que lhe permitissem fazer negócios com países sob a sanção dos EUA e da ONU, particularmente o Irã. Em um memorando da subsidiária do HSBC no Oriente Médio (HBME), o banco nota que poderia fazer um monte de dinheiro com negócios com o IRÃ, desde que fossem tratados com o que ele chamou de “dificuldades” – você sabe, essas leis idiotas …
“Prevê-se que o Irã se torne uma fonte de renda cada vez maior para o grupo (HSBC) daqui para frente”, diz o memorando, “e, se quisermos alcançar este objetivo, devemos adotar uma postura positiva quando nos depararmos com dificuldades.”
A “postura positiva” incluiu uma técnica chamada de “stripping”, em que as subsidiárias estrangeiras como a HSBC Oriente Médio ou  HSBC Europa iria remover as referências ao Irã, em operações de cabo de e para os Estados Unidos, muitas vezes colocando-se (a sigla HSBC) no lugar do nome do cliente (cliente do IRÃ) real para evitar desencadear alertas junto ao OFAC. (Por outras palavras, a operação citaria o nome HBME, em vez de um cliente iraniano.)
Por mais de meia década, um gritante volume de US$ 19 bilhões em transações envolvendo o IRÃ foi feito através do sistema financeiro norte-americano, com a conexão iraniana mantida escondida em 75 a 90 por cento dessas operações. O HSBC esta sediado na Inglaterra por mais de duas décadas – é o maior banco da Europa, na verdade – mas tem grandes operações subsidiárias em todos os cantos do mundo. O que sai nesta investigação é que os chefes na empresa-mãe em Londres, muitas vezes sabiam sobre as transações obscuras quando a subsidiária regional não tinha conhecimento. No caso das operações iranianas proibidas, por exemplo, existem vários e-mails do chefe do HSBC, David Bagley, em que ele admite que a subsidiária norte americana do HSBC provavelmente não tem nenhum indício que o HSBC Europa estava lhe enviando recursos de dinheiro iraniano banido pelo governo dos EUA .
“Eu não estou certo de que o HSBC-USA estão cientes do fato de que o HSBC-EU já estão fornecendo sistemas de compensação para quatro bancos iranianos”, escreveu ele em 2003. No ano seguinte, ele fez a mesma observação. “Eu suspeito que o HSBC-USA não estão cientes de que os [iranianos]  pagamentos podem estar passando por eles”, escreveu ele.
Qual é a vantagem para um banco como o HSBC para fazer negócios com indivíduos proibidos, bandidos e assim por diante? A resposta é simples: “Se você tem clientes que estão interessados em “serviços especiais” – que é o eufemismo para as coisas ruins e fora da lei – você pode cobrar-lhes o que você quiser”, diz Blum, um ex-investigador do Senado. “A margem de lucro em dinheiro sujo lavado por anos tem sido de cerca de (exorbitantes) 20 por cento.”
Esses custos podem ser cobrados de várias formas, a partir de taxas iniciais de promessas de manter depósitos no banco por determinados períodos de tempo. No entanto, você vai estruturá-la, e as possibilidades de lucro são enormes, desde que você esteja disposto a aceitar o dinheiro de quase qualquer lugar e de qualquer um. O HSBC, com suas raízes (sem ética) no capitalismo de campo de batalha (por um mercado vendedor de drogas, o ópio) das antigas colônias britânicas e sua forte presença na Ásia, África e Oriente Médio, teve mais acesso a clientes que necessitavam desses “serviços especiais” do que talvez qualquer outro banco.
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O HSBC (Hong Kong & Shanghai Banking Corporation).foi fundado com o dinheiro do tráfico de ópio na Ásia, (Hong Kong e China). A trajetória dessa empresa de compradores [comerciantes] na China, com sede em Londres, Inglaterra, com vista para o Rio Tâmisa, começa com uma história de TRÁFICO DE ÓPIO.
Sobre o envolvimento do HSBC com o tráfico de ÓPIO SAIBA MAIS EM
  1. http://thoth3126.com.br/h-s-b-c-opio-e-drogas-a-origem-do-banco-ingles/
E trabalharam duro para satisfazer os seus clientes. No talvez o que foi o auge da “inovação” na história das práticas bancárias vulgares e ilegais, o HSBC funcionou com uma operação absurda offshore no México, que permitia a qualquer um entrar em qualquer agência do HSBC no México e abrir uma conta em dólares norte americanos (contas correntes no HSBC do México legalmente tinham que ser em pesos) por meio de uma chamada “agência nas Ilhas Cayman” do HSBC México. As evidências sugerem mesmo que os clientes sequer precisavam apresentar um nome e endereço real, e muito menos explicar as origens legítimas de seus depósitos.
Se você puder imaginar um drive-thru de comida fast food instalado em uma clínica de transplante de coração, uma companhia aérea que mantenha um mini-bar totalmente abastecido na cabine do comandante em cada avião, você está no estágio de compreender o absurdo regulamentar do HSBC “agência nas Ilhas Cayman” do México. A coisa toda era uma empresa de fachada pura, dirigida por mexicanos em agências bancárias mexicanas.
Em um ponto, este “produto” da imaginação corporativa do banco tinha 50.000 clientes, mantendo um total de US$ 2,1 bilhões em ativos. Em 2002, uma auditoria interna descobriu que 41 por cento das contas do banco tinha informações do cliente incompletas. Seis anos depois, um e-mail de um funcionário de alto escalão do HSBC observou que 15 por cento dos clientes (no México) não tinha sequer um arquivo. “Como você localizará clientes quando você não tem sequer um arquivo sobre ele?” reclamou o executivo.
Não houve mudança até que se descobriu que estas contas (sem registros) estavam sendo usadas para pagar uma empresa dos EUA, alegadamente fornecendo aviões para traficantes de drogas mexicanos que o HSBC tomou medidas, e até então fechando apenas algumas contas daquelas da “Filial das Ilhas Cayman”. Ainda em 2012, quando os executivos do HSBC estavam sendo arrastados perante o Senado dos EUA, o banco ainda tinha 20.000 dessas contas no valor de cerca US$ 670 milhões de dólares – e, sob juramento, disseram apenas que o banco estava “em processo” de fechá-las.
Enquanto isso, ao longo de todo este tempo, os agentes reguladores do mercado financeiro dos EUA mantiveram uma lupa examinando o HSBC. Em um padrão absurdo que continuaria através da primeira década dos anos 2000, os fiscais examinadores da OCC iriam realizar revisões anuais, encontrando sempre a mesma merda perturbadora das irregularidades que tinham encontrado durante anos anteriores, e depois anotariam sobre os problemas do banco como se eles estivessem sendo descobertos pela primeira vez. 
A partir de 2006 o comentário anual da OCC foi: “Durante o ano, identificamos uma série de áreas sem aderência, sem uma consistente vigilância para políticas do BSA/AML…. A Gestão do banco respondeu positivamente que tomarão medidas para corrigir as deficiências apontadas e melhorar a conformidade legal com a política para o setor bancário. Nós vamos validar a ação corretiva  no próximo ciclo de fiscalização. “
Tradução: Esses caras são uns idiotas (quebram as regras), mas eles admitiram isso, por isso esta tudo ok e não vamos fazer nada.
Um ano depois, em 24 de julho de 2007, a OCC tinha que dizer isto: “Durante o ano passado, os fiscais examinadores identificaram uma série de temas comuns, em que as empresas não tinham (novamente) aderência consistente e vigilantes para BSA / AML políticas de práticas bancárias aceitáveis ….. Administração continua a responder positivamente e iniciou medidas para melhorar a conformidade com a política das práticas bancárias dos EUA. “
Tradução: Eles ainda são uns idiotas, mas nós temos alertado para o problema e tudo vai ficar legal.
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Parece que existe uma classe de pessoas, as “comuns” que vivem sujeitas às leis e à prisão e uma classe INTOCÁVEL (os banqueiros nos EUA e no mundo). Nós sempre suspeitávamos sobre isto, mas agora isto foi claramente admitido. Então, o que vamos fazer?
Continua…
Mais informações sobre “grandes bancos”, drogas e corrupção:
  1. http://thoth3126.com.br/o-trafico-de-opio-em-hong-kong-illuminatis/ 
  2. http://thoth3126.com.br/hsbc-bancolavanderia-do-dinheiro-das-drogas/
  3. http://thoth3126.com.br/a-verdade-sobre-os-grandes-bancos-ocidentais/
  4. http://thoth3126.com.br/grupo-bilderberg-entrevista-com-banqueiro-suico/
  5. http://thoth3126.com.br/a-situacao-global-uma-atualizacao/
  6. http://thoth3126.com.br/category/reptilianos/
  7. http://thoth3126.com.br/h-s-b-c-opio-e-drogas-a-origem-do-banco-ingles/
  8. http://thoth3126.com.br/barclays-eua-uk-multam-banco-em-us-453-milhoes-por-fraude/
  9. http://thoth3126.com.br/manipulacoes-do-mercado-financeiro-e-ouro/
Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e a citação das fontes.

O VATICANO SEMPRE É UM TEMA PALPITANTE

Os ‘lobos’ retornam ao Vaticano

Posted by on 17/12/2015
LoboempeledecordeiroOS ‘LOBOS’ RETORNAM AO VATICANO
Poderosos setores da Cúria que pressionaram Bento XVI até obter sua renúncia, em fevereiro de 2013 – estão de volta. Eles permaneciam escondidos desde então, contemplando com certo desgosto as tentativas de abertura feitas pelo papa Francisco às novas formas de família e os pronunciamentos sociais dele, distantes do estilo acadêmico, que fazem muitos católicos recuperarem a fé na Igreja e muitos líderes mundiais voltarem seus olhos para Roma.
Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch
Setores da Cúria romana que atacaram Bento XVI no passado agora buscam impedir que o papa Francisco ceda às pressões da Itália para que a Santa Sé deixe de ser um paraíso fiscal 
PABLO ORDAZ – Roma – http://brasil.elpais.com
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Papa Francisco em breve SERÁ ELIMINADO (ASSASSINADO) pelos “LOBOS” do Vaticano
Os lobos do Vaticano –  Mas agora, justamente quando o papa Jorge Mario Bergoglio pretende de uma vez por todas tornar menos opacas as finanças do Vaticano – aprovando severas leis internas de transparência e negociando com o Governo italiano para que a Santa Sé deixe de ser um paraíso fiscal –, esses lobos do poder e do dinheiro estão tentando evitar esse processo de regularização com as mesmas armas que usaram contra o alemão Joseph Ratzinger: o vazamento de documentos envenenados, de modo a semear a dúvida e a divisão entre o Papa e seus colaboradores.
Se, como já denunciou jornal L’Osservatore Romano, Bento XVI era “um pastor rodeado por lobos”, Francisco é simplesmente um homem sozinho, talvez agora mais do que nunca. Os milhares de fiéis que todas as quartas e domingos lotam a praça de São Pedro – nos tempos de Bento XVI, o movimento se limitava a ônibus fretados para aposentados, com um sanduíche incluído – não imaginam até que ponto Bergoglio permanece isolado e solitário perante a resistência de poderosos setores da Cúria.
Não se trata mais da oposição manifesta dos conservadores contra a abertura do Pontífice aos divorciados que voltam a se casar ou aos casais homossexuais, nem do desconforto dos puristas por sua maneira de se expressar. Agora se trata de evitar a todo custo que Bergoglio e o homem que ele trouxe de longe para acabar com o bacanal financeiro, o cardeal australiano George Pell, alcancem seu objetivo de transformar o IOR (Instituto para as Obras da Religião, nome oficial do banco do Vaticano) em algo que nunca foi: uma instituição financeira transparente.
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Os vazamentos buscam debilitar Pell, revelando supostos gastos com voos, alfaiates e salários de colaboradores, justamente no momento em que tanto o primeiro-ministro italiano, Matteo Renzi, como o porta-voz da Santa Sé, Federico Lombardi, admitiram que as negociações para acabar com o sigilo bancário no Vaticano estão muito avançadas.
Renzi, que nos últimos dias chegou a acordos fiscais com a Suíça, Liechtenstein e Mônaco para eliminar o sigilo bancário, declarou que “a Santa Sé está interessada em fazer uma limpeza” no IOR e que a Itália, habituada nos últimos anos a esbarrar nas grossas muralhas do Vaticano, deseja recuperar “um pouco de dinheiro” das contas de italianos depositadas no menor país do mundo.
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Os vazamentos de documentos internos da igreja buscam debilitar o Papa
Também Lombardi admitiu que as negociações com a Itália buscam “a transparência mediante a troca de informação com fins fiscais”. Em outras palavras, ainda falta terminar a grande operação de limpeza que foi iniciada timidamente por Bento XVI em 2011 e que Francisco prosseguiu, fechando 3.000 contas suspeitas e congelando outras 2.000. E, embora seja possível que o dinheiro mais sujo já tenha fugido como uma alma levada pelo diabo, certos setores da Cúria relutam em perder essa opacidade que tornava tão atraente um paraíso fiscal no coração de Roma, mas ao mesmo tempo tão distante da Itália.
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Cardeal George Pell
O método de semear a discórdia entre Francisco e o cardeal Pell é calcado nas manobras que conseguiram isolar e depois derrubar Bento XVI: o vazamento de documentos sigilosos. “Se você observar”, confidencia um alto funcionário da Secretaria de Estado do Vaticano, “o vazamento dos documentos por parte de Paolo Gabriele [o então mordomo de Ratzinger] começou em 2012, justamente quando o papa Bento tentava reformar o IOR, e os vazamentos interessados de agora coincidem com a aprovação dos estatutos da nova Secretaria de Economia.
Tanto Ratzinger na época como Bergoglio agora perseguiam o mesmo objetivo: reformar as finanças vaticanas. E os vazamentos – tanto os de então como os de agora – buscam, pelo contrário, impedi-lo de fazer isso. Aquele escândalo provocou um grande sofrimento para Bento XVI e contribuiu para sua abdicação; não acredito que possam fazer o mesmo com Francisco”.
Conta-se que Jorge Mario Bergoglio, depois de ler no semanárioL’Espresso a transcrição de reuniões internas onde altos prelados se queixavam do grande poder de George Pell e da “sovietização” do Vaticano, pediu explicações ao cardeal australiano, a quem pelo menos até agora descrevia como o seu ranger (patrulheiro). Pell pediu ao papa Francisco que, apesar dos ataques, continue confiando nele.
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“Ai do mundo, por causa dos escândalos; porque é mister que venham escândalos, mas ai daquele homem por quem o escândalo vem!”  –  Mateus 18:7
Saiba (informe-se) mais sobre a “santa” igreja romana em:
  1. http://thoth3126.com.br/bispos-no-vaticano-ligados-ao-demonio/
  2. http://thoth3126.com.br/lavagem-de-dinheiro-tambem-no-banco-do-vaticano/
  3. http://thoth3126.com.br/vaticano-telescopio-lucifer-em-busca-de-alienigenas/
  4. http://thoth3126.com.br/as-profecias-do-papa-joao-xxiii/
  5. http://thoth3126.com.br/o-vaticano-e-o-regresso-do-planeta-x-parte-ii/;
  6. http://thoth3126.com.br/o-vaticano-e-o-regresso-do-planeta-x-parte-final/
  7. http://thoth3126.com.br/o-vaticano-e-o-regresso-do-planeta-x/
  8. http://thoth3126.com.br/por-que-a-renuncia-do-papa-bento-xvi/
  9. http://thoth3126.com.br/rede-de-sexo-chantagem-corrupcao-e-homossexualismo-dentro-da-igreja-de-roma/
  10. http://thoth3126.com.br/giordano-bruno-17021600-queimado-pela-igreja/
  11. http://thoth3126.com.br/vaticano-inedito-papa-ordena-1a-prisao-dentro-da-igreja/
  12. http://thoth3126.com.br/sata-reside-no-vaticano-declarou-exorcista-chefe-da-igreja/
Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

DAS TEORIAS DA CONSPIRAÇÃO

Comitê dos 300, a Hierarquia dos Conspiradores (2) final

Posted by on 16/12/2015
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O comitê dos 300, a Hierarquia dos conspiradores  Illuminati  (Draconianos e Reptilianos)
Pelo Dr. John Coleman:
O Comitê dos 300 é uma sociedade altamente secreta, composta da classe governante global intocável, que inclui a rainha da Inglaterra (Elisabeth), a rainha da Holanda (Beatrix) e as famílias reais da Europa. Esses “aristocratas” (“nobreza NEGRA”) decidiram, quando a Rainha Vitória faleceu, que, de modo a adquirirem controle de mundo, seria necessário que os seus aristocratas “fizessem negócios” com os que não são aristocratas, mas que são líderes extremamente poderosos de empresas a nível global. E desta forma as portas para o poder total se abririam para os comuns, como a rainha da Inglaterra (uma reptiliana) gosta de chamá-los.
Edição e imagens:  Thoth3126@protonmail.ch
Ver 1ª parte emhttp://thoth3126.com.br/illuminati-hierarquia-dos-conspiradores-o-comite-dos-300/
Trechos do livro “Conspirators’ Hierarchy: The Story of the Committee of 300“, pelo Dr. John Coleman (America West Publishers, Carson City, Nevada: 1992 – 4ª edição). Leia também “Diplomacy by Deception” e “One World Order: Socialist Dictatorship”, do mesmo autor. 

Programado para mudar, pronto para a destruição 
É este Comitê dos 300 que montou redes de controle e mecanismos muito mais interligados do que qualquer coisa que já se viu neste mundo. Não é necessário o uso de correntes e cordas para nos restringir. O medo que temos do que está por vir faz isso de uma forma muito mais eficiente do que qualquer restrição física. Temos sofrido lavagem cerebral sistemática ao ponto de abrirmos mão do nosso direito constitucional de porte de armas; de abrirmos mão da nossa própria constituição; permitimos que as Nações Unidas exercitem controle sobre nossa política exterior e que o FMI controle nossa política fiscal e monetária; permitirmos que o presidente (Bush e agora Obama) viole a lei dos Estados Unidos, permaneça impune, invada um país e seqüestre o seu Chefe de Estado. Em outras palavras, sofremos tal lavagem cerebral que, como nação, aceitamos todo e qualquer ato fora da lei da parte do nosso governo quase sem o questionar.
Graças ao Clube de Roma o nosso potencial tecnológico caiu, e é inferior ao do Japão e da Alemanha, países que nós supostamente derrotamos na Segunda Guerra Mundial. Como é que isso aconteceu? Isso aconteceu por causa de homens como o Dr. Alexander King e por causa da venda que usamos em nossos olhos da mente: não reconhecemos a destruição dos nossos estabelecimentos de ensino e do nosso sistema de ensino. Devido à nossa cegueira, não estamos mais formando engenheiros e cientistas em quantidade suficiente para nos manter entre as nações industrializadas do mundo. Graças ao Dr. King, um homem que pouquíssimas pessoas nos Estados Unidos conhecem, a educação nos Estados Unidos atingiu o seu nível mais baixo desde 1786. Estatísticas do Instituto para o Ensino Superior mostram que a capacidade de ler e escrever dos jovens na escola secundária nos Estados Unidos são mais baixas do que as dos jovens da mesma faixa etária em 1786.
A nação foi condicionada de tal forma a mudar e se tornou tão acostumada a mudanças planejadas que mal se nota quando ocorrem grandes transformações. Nós sofremos uma decadência tão rápida nos últimos anos que hoje em dia o divórcio não é mais razão de estigma, o suicídio está na moda e pouquíssimas pessoas se surpreendem com ele; depravações sociais e aberrações sexuais, algo que antigamente nem se mencionava entre pessoas decentes, agora se tomaram lugar comum e não geram nenhum protesto em especial. Será que a nossa nação (e o planeta) reconhece que está indo por água abaixo?
Não, não percebemos. As pessoas cujo trabalho é revelar a verdade ao povo americano descobriram que um governinho particular e bem organizado dentro da Casa Branca estava atarefadíssimo cometendo crime após crime, crimes que atacavam o âmago desta nação e as instituições republicanas sobre as quais ela se baseia, nos disseram para não preocuparmos, nós o público, com estas coisas. “Nós não queremos nos envolver com esse tipo de especulação” se tornou uma reação padrão entre as pessoas.
Quando a autoridade de mais alto nível neste país, eleita pelo povo, colocou descaradamente uma lei da ONU acima da constituição dos Estados Unidos da América – uma ofensa digna de impeachment – a maioria aceitou isso como algo “normal”. Quando a pessoa que ocupa o cargo mais alto neste país e que foi eleita pelo povo, iniciou uma guerra sem uma declaração de guerra por parte do congresso, o fato foi censurado pela imprensa e, mais uma vez, nós o aceitamos em vez de encararmos a verdade.
Quando começou a Guerra do Golfo, planejada e tramada pelo nosso presidente (Bush), nós não só não nos importamos com essa censura descarada, mas até achamos que era uma boa idéia, acreditando que era “para o bem da guerra”. O nosso presidente mentiu, April Glaspie mentiu, o Departamento de Relações Exteriores mentiu. Eles disseram que a guerra era justificável porque Saddam Hussein tinha sido advertido para deixar o Kuwait em paz. Quando telegramas de Glaspie para o Departamento das Relações Exteriores finalmente chegaram ao conhecimento do público, diversos senadores americanos começaram a defender Glaspie. Não importava se vinha dos democratas ou dos republicanos. Nós, o povo, os deixamos passar impunes com as suas mentiras vis.
O presidente Jefferson uma vez disse que tinha dó das pessoas que achavam que sabiam o que estava acontecendo só porque liam o jornal. Disraeli, o primeiro-ministro britânico, disse praticamente a mesma coisa. É verdade que em todas as eras, governantes se deleitaram em dirigir as coisas dos bastidores.
Nos disseram que ganhamos a Guerra do Golfo. O que a grande maioria do povo americano não percebe é que, ao ganharmos a guerra perdemos o auto-respeito e a honra da nossa nação, as quais apodrecem nas areias no deserto do Kuwait e do Iraque, junto aos cadáveres dos soldados iraquianos que foram massacrados depois de terem concordado em se retirar do Kuwait e de Basra. Não mantivemos a nossa promessa de que seguiríamos as Convenções de Genebra e não os atacaríamos. As pessoas que nos controlam nos perguntaram: “O que é que vocês querem? Vitória ou auto-respeito? Não dá para ter as duas coisas.” Há cem anos, isto não poderia ter acontecido, mas agora aconteceu e ninguém diz nada.
Vivemos numa sociedade “descartável” programada para não durar. Nós nem piscamos ao tomarmos conhecimento dos 4 milhões de pessoas sem teto, nem dos 30 milhões de pessoas desempregadas, nem dos 15 milhões de bebês que foram assassinados até agora. São coisas “descartáveis” de uma conspiração tão maldita que a maioria negará existir ao ser confrontada com elas, justificando esses eventos com as palavras “os tempos mudaram”. 

Foi assim que o Instituto Tavistock nos condicionou a reagir, eles desmantelam os nossos ideais e ninguém protesta. A garra espiritual e intelectual do nosso povo foi destruída!
O Instituto de Pesquisa Stanford (Stantord Research Institute – SRI) exerceu ainda mais pressão sobre esta nação para mudanças no princípio da década de 60. A ofensiva do SRI reuniu poder e momentum.
Ligue a sua televisão e você verá a vitória do Instituto Stanford diante dos seus olhos; debates sobre detalhes grosseiros da sexualidade, canais de vídeo especiais onde a supremacia está nas mãos da perversão, pornografia, rock, violência, e drogas. Antigamente, John Wayne era o astro, hoje em dia tínhamos um arremedo de homem (se é que é homem?) chamado Michael Jackson, uma imitação burlesca de ser humano considerado herói por ficar ali girando, rebolando, balbuciando e gritando diante das telas de televisão de milhares de lares americanos..
Uma mulher que já foi casada diversas vezes se toma notícia nacional. Bandas e mais bandas de rock de drogados sujos e imundos ganham horas e horas no ar para apresentar os seus grunhidos, seus rebolados sem nexo, sua moda e linguagem obscena. Novelas com cenas quase pornográficas não despertam comentários de ninguém, sendo que no princípio da década de 80 isso jamais teria sido aceito. Hoje em dia, porém, é considerado normal. Nós fomos vítimas e sucumbimos ao que o Instituto Tavistock denomina “choques futuros”, só que o futuro é agora, é hoje e estamos tão insensíveis devido a ondas sucessivas de “choques culturais” (lixo puro e absoluto) que parece inútil protestar, e portanto, segundo a nossa lógica, não adianta protestar.
Os Estados Unidos hoje em dia podem ser comparados com um soldado que cai no sono no auge da batalha. Nós, americanos, caímos no sono, demos lugar à apatia por sermos confrontados com uma multiplicidade de escolhas que só nos deixaram confusos. Essas são as mudanças que alteram o nosso ambiente, acabam com a nossa resistência à mudança, de modo que ficamos zonzos, apáticos, e acabamos caindo no sono no grosso da batalha.
Existe um termo técnico para esta condição. Chama-se “cansaço de discernimento a longo alcance”. É a arte de sujeitar continuamente um grupo grande de pessoas a um cansaço de discernimento a longo alcance que foi desenvolvido por cientistas que trabalhavam no Instituto Tavistock de Relações Humanas e suas subsidiárias americanas, o instituto de Pesquisa de Stanford e a Rand Corporation, e no mínimo mais 150 instituições de pesquisa aqui nos Estados Unidos.
Livro de John Colemam, sobre o Instituto Tavistock.
Quem pode negar que, com o imenso aumento no uso de drogas, o crack obtendo milhares de novos viciados instantaneamente a cada dia; com o aumento chocante do número de bebês assassinados por dia (aborticídio), que agora vai muito além das mortes que nosso exército sofreu nas duas Guerras Mundiais, na Guerra da Coréia e do Vietnã; com a aceitação aberta da homossexualidade e do lesbianismo, cujos “direitos” a cada ano são protegidos por mais leis; com a praga terrível que nós denominamos AIDS, que assola nossas cidades grandes e pequenas; com o fracasso total do nosso sistema de educação; o aumento surpreendente do nível de divórcio; o nível inacreditável de homicídios que choca o resto do mundo, assassinatos satânicos em série, o desaparecimento de milhares de crianças que são roubadas nas ruas por pervertidos; um maremoto de pornografia acompanhada de um “vale tudo” nas nossas telas de televisão – quem pode negar que esta nação está em crise? uma crise que não estamos confrontando mas antes fechando os olhos para ela.
Pessoas bem intencionadas que se especializam nessas coisas colocam a culpa de grande parte do problema na educação, ou no que os Estados Unidos consideram educação escolar. Agora há uma abundância de criminosos na faixa etária de 9 e 15 anos. Já é comum ver estupradores com 10 anos de idade. Nossos especialistas em ciências sociais, nossos sindicatos de professores, nossas Igrejas dizem que tudo isso é devido a um sistema educacional inadequado. Veja como as notas dos alunos continuam baixando. Especialistas lamentam o fato de que os Estados Unidos agora se encontram no 39º lugar em nível de educação no mundo.
Por que nos lastimamos com algo que é tão óbvio? O nosso sistema de educação foi programado para a autodestruição.
A década de 60 e a Imprensa
O papel da imprensa na nossa sociedade é de importância vital para o êxito da lavagem cerebral em grandes grupos da população. As guerras entre gangues em Los Angeles terminaram em 1966 quando a imprensa parou de dar cobertura ao assunto. A mesma coisa acontecerá com a recente onda de guerras entre gangues novamente em Los Angeles. Gangues de rua vão desaparecer depois que a cobertura por parte da imprensa diminuir e parar completamente. Assim como ocorreu em 1966, o assunto vai se tomar “ultrapassado”. Gangues de rua terão cumprido o seu propósito de criar turbulência e insegurança na nação.
Sem toda aquela histeria por parte da imprensa, e se não tivesse havido cobertura quase que 24 horas por dia, o culto ao rock hippy-beatnik e as drogas jamais teria chegado a lugar algum. Teria permanecido sendo uma esquisitice local. Os Beatles, com suas guitarras estridentes, expressões tolas, linguagem de drogados e roupas esquisitas também não teriam chegado a lugar algum. Ao invés disso, como os Beatles receberam uma cobertura imensa da imprensa, os Estados Unidos sofreram ondas sucessivas de choques culturais.
Os homens ali enterrados em estudos teóricos e Institutos de pesquisas, cujos nomes e rostos apenas algumas pessoas conhecem, asseguraram-se de que a imprensa desempenhasse o seu papel. Por sua vez, o papel tão importante da imprensa em não desmascarar a força por trás de futuros choques culturais assegurou-se de que a fonte da crise jamais fosse identificada. Sendo assim, a nossa sociedade enlouqueceu com tantas choques psicológicos e estresse. O termo “enlouqueceu” consta no manual de treinamento do Instituto Tavistock. Desde o seu modesto começo em 1921, quando chegou a 1966, o Instituto Tavistock estava pronto para lançar uma revolução cultural irreversível de grande Porte nos Estados Unidos. que ainda não terminou. A Conspiração Aquariana faz parte disso.
E assim a nossa nação enfraquecida ficou madura para a introdução das drogas no seu seio e o início de urna época que rivalizaria a da Lei Seca tanto no seu âmbito de operação como nas altas somas de dinheiro que renderia. Isso também fazia parte integral da Conspiração Aquariana. A proliferação do uso de drogas foi um dos assuntos estudados no Science Policy Research Unit (SPRU) no prédio do Instituto Tavistock na Universidade de Sussex.  A imprensa sempre serviu como catalisadora e sempre promoveu “novas causas”, e agora virou sua atenção para o uso das drogas e os que a apóiam, a “geração beatnick”, uma outra frase originada no Instituto Tavistock no seu empenho de causar mudanças sociais nos Estados Unidos.
O uso de drogas agora faz parte do cotidiano nos Estados Unidos (e do resto do planeta). Este programa planejado pelo Instituto Tavistock capturou milhões de jovens americanos e a geração mais velha começou a acreditar que os Estados Unidos estavam passando por uma revolução social natural, sem perceber que o que estava ocorrendo com os seus filhos não era um movimento espontâneo, mas sim uma criação altamente artificial tramada para forçar transformações na vida social e política do povo americano.
Hoje em dia se fala muito em meio-ambiente e, apesar de referiram mais ao meio-ambiente verde, rios puros e ar fresco, existe um outro meio-ambiente igualmente importante, principalmente o meio-ambiente das drogas. O meio-ambiente do nosso estilo de vida ficou poluído, o nosso modo de pensar se poluiu. Nossa capacidade de controlar nosso destino se poluiu. Nos deparamos com alterações que poluem o nosso modo de pensar a tal ponto que não sabemos mais o que dizer e pensar. A “transformação do meio-ambiente” está aleijando a nação; nós demonstramos ter tão pouco controle sobre isso que tal situação tem causado ansiedade e confusão nas pessoas.
Agora procuramos soluções em grupo em vez de soluções individuais para os nossos problemas. Não utilizamos nossos recursos para resolver problemas. Nestas circunstâncias o uso crescente de drogas desempenha um papel importante. Trata-se de uma estratégia deliberada, planejada por cientistas da Nova Ciência, os engenheiros sociais e os especuladores, tendo como alvo a parte mais vulnerável de todas: a imagem que temos de nós próprios e o conceito que temos de nós mesmos, e acabamos por ser nada mais que ovelhas a caminho do matadouro. Nós nos tornamos confusos devido às muitas decisões que temos que tomar, e nos tornamos apáticos.

O tráfico de drogas
Da Colômbia a Miami, do Triângulo Dourado na Ásia ao Portão Dourado (Golden Gate-São Francisco), de Hong Kong a Nova Iorque, de Bogotá a Frankfurt, o tráfico de entorpecentes, e em especial o tráfico de Ópio e heroína, é um alto comércio e é dirigido de cima para baixo por algumas das famílias mais “intocáveis” do mundo; e cada uma dessas famílias têm no mínimo um membro que faz parte do Comitê dos 300. Não é um negocinho qualquer de camelôs, e requer bastante gerenciamento, dinheiro e conhecimento para mantê-lo dando lucro sem problemas. O maquinário sob o controle do Comitê dos 300 garante esse desempenho.
Talentos assim não se encontram nas esquinas nem nos metrôs de Nova Iorque. Com toda certeza, os traficantes fazem parte integral do comércio, mas apenas como pequenos vendedores temporários. Digo temporários porque alguns são pegos pela polícia e outros são mortos por rivais. Mas o que importa? Não falta gente para tomar o seu lugar.
Não, não é nada em que o Sindicato das Micro Empresas estaria interessado. É alto negócio, um vasto império, esse negócio sujo de entorpecentes. Ele é dirigido de cima para baixo por necessidade, em cada país no mundo. Na verdade, é o maior empreendimento que existe no mundo atualmente e transcende todos os outros. Sabe-se que é protegido do alto pelo simples fato de que, assim como acontece com terrorismo internacional, não se consegue acabar com ele, o que, para uma pessoa de raciocínio normal, deveria indicar que algumas das pessoas mais importantes nos círculos reais, a oligarquia, a plutocracia, estão dirigindo o negócio, mesmo que seja feito através de intermediários.
Não existe um governo individual que não saiba exatamente o que acontece em relação ao tráfico de entorpecentes, mas o Comitê dos 300, através da sua rede internacional de subsidiários, cuida dos membros individuais em cargos de influência. Se o membro de algum governo “dá muito trabalho” ele é retirado, como no caso de Ali Bhutto no Paquistão e Aldo Moro na Itália. Ninguém está fora do alcance do Comitê onipotente, apesar de que a Malásia tem conseguido agüentar firme fora das suas garras até agora. A Malásia tem as leis antidrogas mais rígidas do mundo. A Possessão nem que seja de uma pequena quantidade de drogas é punida com a pena de morte.
Como acontece com a Empresa Kintex da Bulgária, a maioria dos pequenos países se envolvem diretamente nessas empresas criminosas. Os caminhões da Kintex transportavam regularmente heroína pela Europa Ocidental, usando caminhões da sua própria frota com o logotipo EEC do Triangle lntemationale Routier (TIR). Caminhões com esse logotipo com número de reconhecimento do Mercado Comum Europeu não devem ser parados na alfândega nos postos de fronteira. Caminhões do TIR podem transportar apenas produtos perecíveis. Deveriam ser inspecionados no país de origem, e o motorista de cada caminhão leva consigo documentação  comprovando supostamente isso.
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De acordo com as obrigações do tratado internacional é isso que acontece, então os caminhões da Kintex podiam carregar heroína até o teto e registrar tudo como “frutas e legumes frescos” e depois circularem por toda a Europa Ocidental, entrando até mesmo nas bases de alta-segurança da OTAN no norte da Itália. Dessa forma, a Bulgária se tornou um dos principais países na rota da heroína.
Lembre-se disso da próxima vez que você ler nos jornais que encontraram uma grande quantidade de heroína num fundo falso de uma mala no Aeroporto Kennedy, e alguma pobre “mula” paga o preço pela sua atividade criminosa. Isso é uma “ninharia”, um zé-ninguém qualquer é pego e a imprensa faz a maior estória disso para dar a impressão que o nosso governo está realmente cuidando da ameaça das drogas.
Pausemos aqui por um momento. Será que dá para acreditar que com todas as técnicas modernas grandemente aprimoradas de fiscalização, inclusive reconhecimento por satélite que a maior parte dos órgãos da polícia na maioria dos países têm não se conseguiria detectar esse tráfico de entorpecentes nem acabar com ele? Como é que a polícia não consegue ir lá e destruir os laboratórios depois que os descobrem? Se for esse o caso, e se ainda não conseguimos interditar o tráfico da heroína, então os serviços antidrogas deveriam ser conhecidos como “Serviços Geriátricos” e não órgãos de controle às drogas.
Até mesmo uma criança saberia dizer aos supostos “vigilantes da droga” o que devem fazer. Fique só de olho em todas as fábricas de anidrido acético, o elemento químico mais essencial para os laboratórios poderem refinar o ópio bruto e transformarem em heroína. Depois, siga a pista! Às vezes cargas de cocaína são interditadas e confiscadas. Eles só fazem isso como uma demonstração para promover a idéia falsa de que estão fazendo algo. Muitas vezes a carga confiscada pertence a uma nova empresa que está tentando entrar no tráfico. Essa competição é aniquilada, pois eles informam as autoridades exatamente em que ponto dos Estados Unidos a carga vai entrar e quem são os donos dela. Mas as cargas realmente grandes nunca são tocadas; heroína é cara demais.

Para os oligarcas e plutocratas do Comitê dos 300, as drogas têm dois propósitos. Primeiro elas geram um grande lucro, e segundo vão mais dia menos dia tornar a maior parte da população em mortos vivos, drogados que será mais fácil controlar do que pessoas que não precisam de drogas, pois, no caso de rebeldia, o castigo será reter o suprimento de heroína, cocaína e outras drogas. Para isso é necessário legalizar as drogas para que o sistema de monopólio possa causar a proliferação do uso de drogas, pois centenas de mimares de trabalhadores permanentemente desempregados vão recorrer às drogas em busca de consolo..
Em um documento ultra-secreto do , monta-se o cenário da seguinte maneira (em parte): “… Pessoas desempregadas há cinco anos ou mais, a quem o Cristianismo falhou e sem perspectivas de emprego no futuro, vão se afastar da igreja e voltar para as drogas em busca de consolo. É então que se deve consolidar o controle total do tráfico de drogas para que os governos de todos os países sob a nossa jurisdição tenham um monopólio que nós controlaremos através do suprimento… Bares de drogas vão cuidar dos desordeiros e descontentes, dos possíveis revolucionários que se tornarão viciados inofensivos sem vontade própria…”
O mundo do futuro? 
Em suma, a intenção e o propósito do Comitê dos 300 é causar as seguintes condições:
Um governo mundial e um sistema monetário único sob oligarcas hereditários não eleitos pelo povo mas selecionados entre o seu próprio grupo como que num sistema feudal na época da Idade Média. Sob este governo mundial, a população será limitada por meio de restrições contra o número de filhos por família, doenças, guerras, fome, até que um bilhão de pessoas que sejam úteis para os governantes em áreas que serão definidas estrita e claramente, se tornarão a população total do mundo.
Não haverá classe média, apenas governantes e servos. Todas as leis serão uniformes sob um sistema de tribunais mundiais obedecendo a um único código penal, apoiado pela força policial de um único Governo e um poderio militar de um Governo Mundial único para executar leis em todos os ex-países onde não existirá mais limites nacionais. O sistema será baseado num só programa de assistência social; pessoas que são obedientes e subservientes ao Governo Mundial serão recompensadas com meios de subsistência; as pessoas rebeldes simplesmente morrerão de fome ou serão declaradas marginais, tornando-se assim alvo para qualquer pessoa que queira matá-las. Será proibido o porte de armas de qualquer tipo que seja.
Só se permitirá uma única religião que será na forma da igreja do Governo Mundial. Satanismo, luciferianismo e feitiçaria serão reconhecidos como legítimos dentro do governo mundial, deixando de existir escolas particulares ou igrejas. As igrejas cristãs já foram subvertidas e o cristianismo será coisa do passado quando o Governo Mundial subir ao poder.
Cada pessoa será totalmente doutrinada a acreditar que é uma criatura do Governo Mundial com um número de identificação claramente marcada em si mesma para ser de fácil acesso, sendo que este número de identificação ficará num arquivo matriz no computador da OTAN em Bruxelas, na Bélgica, podendo ser lido a qualquer momento por qualquer agência do Governo Mundial quando quiserem. Os arquivos matrizes da CIA, FBI, e órgãos da polícia estadual e municipal, do imposto de Renda, da FEMA e do programa de Seguridade Social se expandirão vastamente e formarão a base dos registros pessoais de todos os indivíduos nos Estados Unidos.
O matrimônio será contra a lei e não haverá vida familiar como nós a conhecemos agora. As crianças serão retiradas dos seus pais desde pequenas e criadas em institutos como propriedade do estado. Tal experiência foi feita na Alemanha Oriental sobre o governo de Erich Honecker quando crianças eram tiradas dos pais considerados cidadãos desleais ao estado.
Será promovida a pornografia e a apresentação obrigatória de filmes pornográficos em todo teatro ou cinema, inclusive pornografia de homossexuais e lésbicas. Será compulsório o uso de drogas “recreativas” e cada pessoa terá uma quota que poderá adquirir em lojas do Governo Mundial no mundo todo. Expandir-se-á o uso de drogas de controle mental e o uso das mesmas se tornará compulsório. Essas drogas de controle mental serão administradas no suprimento de alimentos e/ou de água sem o conhecimento e/ou consentimento das pessoas. Serão criados bares de drogas, dirigidos por funcionários do Governo Mundial, onde a classe escrava poderá passar o seu tempo livre. Desta maneira, as massas – todos os que não pertencerem à elite – serão reduzidas ao nível de comportamento de animais controlados sem vontade própria e facilmente arrebanhadas e manipuladas.
O sistema econômico se baseará na decisão da classe governante de só permitir que haja alimentos e serviços suficientes para manter os campos de trabalho da massa em funcionamento. Toda a riqueza estará acumulada nas mãos dos membros de elite do Comitê dos 300. Cada indivíduo será doutrinado para entender que depende totalmente do governo para sobreviver. O mundo será governado pelos Decretos Executivos do Comitê dos 300 que se tornarão lei instantaneamente. Boris Yeltsin está usando decretos do Comitê dos 300 para impor a vontade do Comitê na Rússia num projeto experimental. Existirão tribunais de punição e não tribunais de justiça.

A indústria será totalmente destruída, junto com os sistemas de energia nuclear. Apenas membros do Comitê dos 300 e a sua elite terá direito de usar os recursos da terra. A agricultura estará apenas nas mãos dos membros do Comitê dos 300, sendo a produção de alimentos estritamente controlada. Quando isto começar a ser colocado em prática, massas de população nas cidades serão forçadas a se mudarem para regiões remotas, e os que se recusarem serão exterminados como naquele projeto experimental do Governo Mundial no Cambodja sob a direção de Pol Pot.
A eutanásia será compulsória para os doentes terminais e idosos. Pelo menos 3 bilhões de “bocas inúteis” serão eliminadas até o ano 2050 através de guerras limitadas, epidemias organizadas de doenças fatais que evoluem rapidamente e fome. Energia, alimentos e água serão distribuídos em quantidades mínimas apenas para assegurar a subsistência dos que não são elite.
Todos os produtos farmacêuticos essenciais ou não, médicos, dentistas e trabalhadores do campo da saúde serão registrados na central de dados, e nenhum remédio ou assistência médica serão administrados sem permissão direta dos controladores regionais responsáveis por cada cidade, vila ou povoação. Não haverá papel moeda nem moedas nas mãos de quem não pertencer à elite. Todos as transações serão feitas através de um cartão de débito que terá o número de identificação do proprietário. Qualquer pessoa que de alguma forma infringir as regras e regulamentos do Comitê dos 300 terá o seu cartão suspenso por tempo predeterminado segundo a natureza e severidade da infração a ele imposta.
Essas pessoas descobrirão, quando forem adquirir alguma coisa, que seu cartão está suspenso e que não poderão obter nenhum tipo de serviço. A tentativa de trocar moedas “velhas”, isso quer dizer moedas de prata das ex-nações agora já inexistentes, será considerada crime gravíssimo sujeito a pena de morte. Todas estas moedas terão que ser entregues dentro de um prazo, junto com revólveres, armas, explosivos e automóveis. Apenas a elite e funcionários com altos cargos no Governo Mundial poderão ter um meio de transporte particular, armas, dinheiro e automóveis.
Caso a ofensa seja séria, o cartão será confiscado ao ser apresentado no ponto de verificação. Depois disso essa pessoa não poderá obter alimentos, água, assistência médica, abrigo e emprego, e será registrada oficialmente como marginal. Desse modo os marginais se agruparão em regiões onde terão que subsistir por seus próprios meios, sujeitos a serem perseguidos e mortos a tiros quando vistos. As pessoas que de alguma forma auxiliarem os marginais também serão mortas a tiros. Se algum marginal não se entregar à polícia ou aos militares depois de um determinado período de tempo, um membro da sua ex-família será se lecionado ao acaso para pagar a sentença na prisão em seu lugar.
Todos os serviços de informação e a imprensa escrita estarão sob o controle do Governo Mundial.. Medidas regulares de lavagem cerebral serão consideradas “entretenimento” da mesma maneira que foi praticada e se tornou uma arte nos Estados Unidos. Jovens tirados de seus “pais desleais” receberão educação especial com a finalidade de embrutecê-los. Jovens de ambos os sexos serão treinados para serem carcereiros no sistema de campos de concentração do Governo Mundial.
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É óbvio, ao se analisar o que está para acontecer, que ainda precisa ser feita muita coisa antes de poder ser instituída a Nova Ordem Mundial.. O Comitê dos 300 há muito que aperfeiçoou seus planos para desestabilizar a civilização como nós a conhecemos. Na Europa Ocidental as nações estão trabalhando para formar uma federação de estados dentro da estrutura de um governo com só uma moeda. De lá o sistema do Mercado Comum Europeu será transferido aos poucos para os Estados Unidos e o Canadá. As Nações Unidas estão se transformando metodicamente num carimbo de aprovação para o governo mundial, sendo as suas políticas ditadas pelos Estados Unidos como vimos no caso da Guerra do Golfo.
Está ocorrendo exatamente a mesma coisa com o Parlamento Britânico. Discutiu-se o mínimo possível a participação da Inglaterra na Guerra do Golfo e só depois de muito tempo durante uma moção para a reunião do Parlamento. Isso nunca tinha acontecido em toda a história do Parlamento, onde uma decisão tão importante teve que ser tomada com tão pouco tempo para discutir o assunto. Um dos acontecimentos mais dignos de nota na história do Parlamento passou praticamente despercebido.
Países sob um regime de assistência social existem em abundância na Europa, e os Estados Unidos estão se tornando rapidamente no país onde o povo mais vive com base na assistência social. Uma vez que as pessoas passem a depender do governo para a sua subsistência, será muito difícil desligá-las disso.
A proibição do porte de armas particulares já está em vigor em três quartos do mundo. Somente nos Estados Unidos a população ainda pode possuir as armas de fogo que quiser, mas este direito está sendo violado a nível alarmante através de leis municipais e estaduais que infringem o direito constitucional que todos os cidadãos têm de porte de armas. Até chegarmos ao ano 2010, porte de armas particulares terá se tornado algo obsoleto nos Estados Unidos.
Semelhantemente, a educação está sendo minada a um ritmo alarmante. Escolas particulares estão sendo forçadas a fechar devido a uma série de estratagemas legais e falta de condições financeiras para funcionarem. O padrão de educação nos Estados Unidos já afundou a um nível tão deplorável que hoje mal pode ser chamado de educação. Isto está de acordo com o plano; como eu descrevi anteriormente, o Governo Mundial não quer que os nossos jovens recebam uma educação adequada.
O desejo de ser livre
Entretenimento popular, principalmente a indústria cinematográfica, foi usada para fazer cair no descrédito aqueles que fizeram advertências sobre esta ameaça tão perigosa à liberdade individual e à liberdade do ser humano.  Liberdade é uma lei dada por Deus que o homem constantemente buscou subverter e minar, mesmo assim o anseio que cada indivíduo tem por liberdade é tão grande que até agora nenhum sistema conseguiu arrancar esse sentimento do coração humano. As experiências conduzidas na URSS, Grã-Bretanha e nos EUA, para sufocar a ânsia pela liberdade, até agora não obtiveram êxito.
Mas, com a ascensão da Nova Ordem Mundial/Governo Mundial, vão ser agilizadas amplas experiências para extirpar da mente, corpo e alma do homem aquele anseio por liberdade que Deus lhe deu. O que já está ocorrendo não é nada, é algo insignificante em comparação com o que está por vir. O ataque direto à alma é a essência de uma multidão de experiências que estão sendo maquinadas.

A Manipulação (controle total) da opinião pública
O que toma o Comitê incrível é o sigilo também incrível que prevalece a respeito dele. Nenhum órgão noticioso jamais mencionou essa hierarquia de conspiração, portanto, como seria de se esperar, as pessoas duvidam da sua existência. Grande parte do Comitê dos 300 está sob o controle da monarquia britânica, neste caso Elizabeth II.
Não existe uma entidade que o Comitê não possa influenciar e controlar, e é óbvio que o campo da comunicação é rigorosamente controlado. Se olharmos para a RCA, veremos que a sua diretoria é composta de personalidades proeminentes na Grã Bretanha e nos Estados Unidos que também têm altos cargos em outras organizações, como por exemplo no Conselho das Relações Exteriores, OTAN, no Clube de Roma, na Comissão Trilateral, nos Maçons, no Skull and Bones, Bilderbergers, Round Table, Sociedade Milner e na Sociedade Jesuíta-Aristotles. Entre estas pessoas se encontrava David Sarnoff, que se mudou para Londres ao mesmo tempo que Sir William Stephenson se mudou para o prédio da RCA em Nova Iorque.
As três maiores redes de televisão vieram da RCA, principalmente a National Broadcasting Company (NBC), que foi a primeira, e logo depois surgiu a American Broadcasting Company (ABC) em 1951. A terceira grande rede de televisão foi a Columbia Broadcasting System (CBS) que, como as duas outras companhias, era e continua sendo dominada pelos serviços secretos britânicos. William Paley recebeu instrução técnica de lavagem cerebral em massa no Instituto Tavistock antes de ser considerado qualificado para dirigir a rede CBS.
Daniel Yankelovich é o rei da estrutura das corporações de pesquisa de opinião pública nos Estados Unidos, um vasto aparato que provê “opinião pública sobre assuntos sociais, econômicos e políticos de relevo”, segundo disse Edward Bernays. Foi este grande aparato que fez a maioria dos americanos, que nunca tinham ouvido falar de Saddam Hussein e que mal sabiam que o Iraque era um país em algum lugar no oriente Médio, ficarem bradando pelo sangue dele e o extermínio da nação iraquiana.
Yankelovich utilizou ao máximo todo o conhecimento adquirido durante a Segunda Guerra Mundial. Yankelovich, como guerreiro de segunda geração, é incomparável; é por isso que as pesquisas da ABC conduzidas pela empresa dele sempre são as que definem a “opinião pública”. A população dos Estados Unidos estava sendo alvo de um ataque ao seu senso de realidade. Logicamente esta técnica é um treina-mento padrão para certos grupos de serviço secreto, inclusive a CIA.
A tarefa de Yankelovich era destruir os valores tradicionais americanos e substituí-los pelos valores da Nova Era e da Era de Aquário. Como o mais antigo manipulador da opinião pública no Comitê dos 300, ninguém duvida que Yankelovich fez um trabalho incomparável.
Manipuladores de opinião desempenharam um papel importante nesta guerra nos Estados Unidos; precisamos examinar o papel do Comitê dos 300 em causar essas alterações tão amplas e como os engenheiros sociais usaram análises centrais de sistemas para evitar que o público expressasse alguma outra opinião além das políticas do governo invisível. Como e onde tudo isso começou?
De acordo com documentos que falam da Primeira Guerra Mundial que consegui recolher e examinar no Escritório de Guerra em Whitehall Londres, parece que o Royal Institute for International Affairs foi incumbido pelo Comitê dos 300 de fazer um estudo sobre manipulação de informação de guerra. Esta tarefa foi dada ao Lord Northcliffe e ao Lord Rothmere e Arnold Toynbee, que era agente M16 no RIIA. A família de Lord Rothmere era dona de um jornal que estava acostumado a apoiar diversas posturas do governo, por isso considerou-se que o jornal poderia alterar a percepção do público, principalmente entre o número cada vez maior de pessoas que eram contra a guerra.
O projeto foi sediado na Wellington House. Especialistas americanos convocados para ajudar Lord Rothmere e Northcliffe foram Edward Bemays e Walter Lippman. O grupo teve sessões “quebrando a cabeça” para desenvolverem técnicas de mobilização de apoio em massa para a guerra, principalmente entre a classe operária cujos filhos, esperavam-se, seriam mandados em massa para os campos de chacina de Flanders.
Através do jornal de Lord Rothmere, experimentaram-se novas técnicas de manipulação e, depois de um período de seis meses, ficou óbvio que tinham obtido êxito. Os pesquisadores descobriram que apenas um pequeno grupo de pessoas conseguia raciocinar e tinha a capacidade de analisar o problema, ao passo que o resto apenas expressava a sua opinião. Segundo Lord Rothmere, foi assim que 87% do povo britânico reagiu à guerra, simplesmente expressando suas opiniões sem entenderem a realidade subjacente. Ele teorizou que o mesmo princípio se aplicava não só à guerra, mas a todo problema possível e imaginário na sociedade. Sendo assim, se a opinião do povo pode ser moldada e manipulada, então se pode controlar o povo (à vontade).
Desta forma, a irracionalidade foi levada a um nível alto na consciência do povo. Os manipuladores então usaram isto para minar e distrair a idéia de realidade em relação a qualquer situação e, quanto mais complexo se tornaram os problemas de uma sociedade moderna industrial, mais fácil se tomou causar distrações cada vez maiores para o povo, de modo que no final, opiniões absolutamente inconseqüentes da massa do povo, criadas por peritos em manipulação, assumiram a posição de um fato científico.
Quando os manipuladores depararam com essa conclusão tão significativa, eles experimentaram isso vez após vez durante a guerra, de modo que, apesar de centenas de milhares de jovens britânicos estarem sendo chacinados nos campos de batalha da França, não se levantava praticamente nenhuma oposição àquela guerra sangrenta. Os registros daquela época mostram que até o ano de 1917, logo antes dos Estados Unidos começarem a participar da guerra, 94% da classe operária britânica que estava agüentando todo o sofrimento e as conseqüências da guerra, não tinha a mínima ideia do objetivo da guerra, a não ser aquela imagem criada pelos manipuladores da imprensa de que os alemães eram urna raça horrível que queria destruir a monarquia e o país deles e que por isso tinham que ser aniquilados da face da terra.

Capa dos escritos originais em Alemão dos Illuminati publicados em 1786 e que nunca foram totalmente traduzidos para o Inglês. 
Logicamente nada mudou, porque em 1991 aconteceu a mesmíssima situação criada pelos órgãos noticiosos, que permitiu que o presidente Bush violasse flagrantemente a Constituição travando uma guerra de genocídio contra a nação do Iraque com o consentimento de 87% do (apalermado) povo americano.
Em 1928, o Compatriota de Lippman, Edward Bernay, escreveu um livro intitulado “Como Cristalizar a Opinião Pública” (Crystallizing Public Opinion), e em 1928 um segundo livro dele, intitulado simplesmente Propaganda, foi publicado. Nesse livro Bernay descreveu suas experiências em Wellington House:
“Agora que a civilização está ficando mais complexa e que fica mais óbvia a necessidade de um governo invisível, inventaram-se técnicas e foram também criados meios através dos quais a opinião pública pode ser moldada à vontade. Com a existência da máquina impressora e do jornal, telefone, telégrafo, rádio e aviões, pode-se disseminar conceitos rapidamente, e até instantaneamente em todos os Estados Unidos.” (Bernay ainda não tinha visto como é que a televisão, que veio depois, faria esse trabalho muitíssimo melhor.)
“A manipulação consciente e inteligente de hábitos organizados e opiniões das massas é um elemento importante numa sociedade democrática. As pessoas que manipulam esse mecanismo invisível da sociedade são um governo invisível, que é o verdadeiro poder governante no nosso país.”
E para apoiar a sua posição, Bernay citou o artigo de H. G. Wells publicado no New York Times. Wells apoiou entusiasticamente a idéia de meios modernos de comunicação que “abririam um novo mundo de processos políticos que permitiriam que o desígnio comum fosse documentado e apoiado contra a perversão e a traição” (ao governo invisível.)
Continuando com as revelações no livro Propaganda:
“Nós somos governados, nossas ideias são moldadas, nossos gostos são formados, nossos conceitos são sugeridos, principalmente por homens dos quais nunca ouvimos falar. Qualquer que seja a atitude que alguém decida tomar contra esta condição, mesmo assim é um fato que em praticamente cada ação que tomamos na nossa vida cotidiana, quer seja no campo político ou dos negócios, na nossa conduta social ou na nossa ética, somos dominados por um número relativamente pequeno de pessoas, uma fração mínima dos nossos 120 milhões que entendem os processos mentais e os padrões sociais das massas. Essas pessoas que mexem os pauzinhos são as que controlam a mente do povo, as que controlam as velhas forças sociais e inventam novas maneiras de restringir e guiar o mundo.”
Bernay não teve coragem de revelar ao mundo quem eram os “eles” que “mexem os pauzinhos que controlam a mente do povo…”, mas neste livro nós estamos compensando esse lapso intencional da parte dele revelando a existência desse “grupo relativamente pequeno de pessoas”, o Comitê dos 300.
O governo (global) invisível do Comitê dos 300 exerceu uma tremenda pressão nos Estados Unidos para mudar o seu modo de agir – para pior. Os Estados Unidos são (eram) o último reduto da liberdade, e a menos que nos tirem essa liberdade o progresso para o Governo Mundial será consideravelmente retardado. Tal trabalho para implantação de um Governo Único Global é algo de proporções imensas, exige muita habilidade de organização, controle de governos e suas políticas. A única organização que poderia ter assumido esta tarefa monumental com alguma esperança de êxito é o Comitê dos 300, e acabamos de ver até que ponto ele chegou, quase obtendo o êxito total.
Acima de tudo, a batalha para superar isto vai ser uma batalha espiritual. 
Fonte: http://www.whale.to/b/coleman_b1.html
Primeira parte emhttp://thoth3126.com.br/illuminati-hierarquia-dos-conspiradores-o-comite-dos-300/
Para saber mais sobre os ILLUMINATI e ROTHSCHILD
  1. http://thoth3126.com.br/o-maior-dos-segredos/
  2. http://thoth3126.com.br/historia-dos-illuminati-e-da-nova-ordem-mundial-nwo/
  3. http://thoth3126.com.br/historia-dos-illuminati-e-da-nova-ordem-mundial-nwo/
  4. http://thoth3126.com.br/illuminati-hierarquia-dos-conspiradores-o-comite-dos-300/
  5. http://thoth3126.com.br/china-base-illuminati-para-implantar-uma-nova-ordem-mundial/
  6. http://thoth3126.com.br/china-elite-governa-o-pais-de-acordo-com-objetivos-illuminati-nwo/
  7. http://thoth3126.com.br/beyonce-sasha-fierce-illuminati/
  8. http://thoth3126.com.br/tecnologia-de-orion-e-outros-projetos-secretos/
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