terça-feira, 22 de abril de 2014

AS GRANDES NAVEGAÇÕES - PORTUGAL - BRASIL - ORIENTE -TECNOLOGIA DOS JUDEUS ESPANHÓIS




         Até 1385, reinava em Portugal a família de Borgonha, de origem francesa. O décimo rei do país funda a Dinastia de Avis. O que propiciou uma era de progresso no reino foi a mudança na família regente, no século XIV.
         D. Fernando I, último rei da dinastia de Borgonha, era casado com D. Leonor Teles de Mendonça. A única filha do casal, D. Beatriz, casara-se com D. João I de Castela. Com a morte do rei Fernando, o país ficaria sob o domínio estrangeiro.
         D. Pedro I de Portugal, pai de Fernando, tivera com uma amante, D. Teresa (Tareija, segundo o cronista Fernão Lopes), um filho, João, que, portanto, seria meio irmão de D. Fernando.
         D. João, aos 6 anos, é nomeado Mestre da Ordem de Avis, uma antiga ordem de cavalaria de Portugal. Com a possibilidade da anexação de Portugal, ao reino de Castela, o bastardo é lembrado e forma-se a dinastia de Avis, de homens cultos que vai dar início, através do Infante D. Henrique, filho de D. João I e irmão do rei D. Duarte, aos estudos técnicos de navegação.
         Esses reis dedicavam-se, eles próprios, aos estudos e incentivaram a cultura no país. O primeiro grande processo de recuperação da cultura regional iniciou com o patrocínio dos primeiros grandes cronistas. Fernão Lopes foi o primeiro deles, seguido Gomes Eanes de Azurara. Em seguida veio a Escola de Sagres, que propiciou conhecimentos para que se fizessem as navegações de grande curso.
         As grandes navegações portuguesas têm uma forte relação com alguns sábios judeus. É preciso retornar à Roma antiga e ao ano 70 d. C., quando o general romano Tito, filho do imperador Vespasiano Flávio, destruiu a cidade e o templo de Jerusalém, levou uma multidão de judeus como escravos para Roma e dispersou os demais pelo mundo, proibindo-os de permanecerem em seu país.
         Na maior parte dos países para os quais emigraram, foram perseguidos e maltratados, de modo especial no Império Franco e no poderoso Sacro Império Romano Germânico, porém, na Espanha eles não eram molestados e por 1400 anos criaram uma comunidade rica e progressista. Durante os setecentos anos de dominação árabe na Península Ibérica, do século VIII à primeira metade do século XV, como povos do Oriente Médio, conviveram muito bem com os invasores.
         Porém, com a progressiva implantação do cristianismo, que culminou com a poderosa corte dos reis católicos Isabel de Castela e Fernando de Aragão, a riqueza dos judeus atraiu a cobiça dos poderosos. Foram-se criando restrições aos empreendimentos judaicos e acabaram pela expulsão deles.
         Em 31 de março de 1492, em Alhambra (Por isso Decreto de Alhambra), uma fortaleza na comunidade da Andaluzia, próxima a Granada, foi assinado um decreto condenando à morte todos os judeus da Espanha. As alternativas eram a conversão ao cristianismo ou a fuga do país. Milhares foram executados e seus bens confiscados. Os vizinhos já invadiam suas propriedades e as pilhavam mesmo antes das execuções.
         Pois, nessa ocasião, alguns sábios judeus refugiaram-se em Portugal. O Infante Dom Henrique, filho do rei D. João I e irmão de D. Duarte, já por volta de 1417, havia fundado o povoado de Sagres, onde fomenta e desenvolve um centro de estudos das ciências da navegação, que daria origem à Escola de Sagres. Essa escola vai colher seus melhores frutos com D. Manuel, conhecido como o venturoso, que reina em Portugal na segunda metade do século XV e início do século XVI.
         Voltando aos judeus, Judá Cresques, fugido de Barcelona, auxiliou os portugueses no desenvolvimento da ciência cartográfica. Tornou-se chefe do Observatório Náutico de Sagres. Trouxe para essa escola um grupo de sábios na área da astronomia e tecnologia. Ensinou também aos portugueses o emprego da bússola.
         A bússola e o quadrante são muito úteis às navegações, mas a grande novidade a bordo dos nossos navios neste começo de século é o astrolábio. É um disco, metálico ou de madeira, de 360 graus no qual estão representados todos os astros do zodíaco. Desde a Antiguidade era usado em terra firme, para calcular a posição e o movimento dos astros no céu. O que os portugueses fizeram com a ajuda dos sábios estrangeiros foi simplificá-lo e adaptá-lo para uso em alto-mar. O astrolábio permite calcular a latitude pela passagem meridiana do Sol, ou seja, ao meio-dia, quando o astro se encontra no seu ponto mais elevado no céu. Para isso, é necessário enquadrar o raio solar em dois orifícios existentes no aparelho e, em seguida, fazer alguns cálculos matemáticos.
         Uma contribuição decisiva para a aventura portuguesa nos mares foi dada, nos últimos anos, por um sábio judeu de origem espanhola. Abraham-ben-Samuel Zacuto, chamado Abraão Zacuto, é o autor de Almanaque Perpétuo, obra de astrologia (como se chamava a astronomia nessa época) que, adaptada ao uso náutico, se tornou fundamental nas expedições do descobrimento. Com 316 páginas e 56 tabelas, o almanaque de Zacuto fornece todas as informações necessárias para a determinação da latitude, incluindo as chamadas declinações, que são as diferentes posições do Sol no zodíaco a cada dia do ano. Redigido originalmente em hebraico, o almanaque foi traduzido para o latim por outro estudioso judeu, José Vizinho, médico do rei dom João II. 
         Natural de Salamanca, a cidade do saber na Espanha, Zacuto teve de partir depois da expulsão dos judeus pelos reis católicos, em 1492. Imediatamente foi convidado a trabalhar em Portugal como conselheiro de dom João II e, depois, de dom Manuel. Deu instruções pessoais a Vasco da Gama antes da partida da expedição que descobriu o caminho das Índias.
          Pedro Álvares Cabral, que ao descobrir o Brasil chamava-se Pedro Álvares Gouvêa, notável sobrenome de sua mãe judia o que pode explicar a razão de ter ele selecionado para a viagem ao Brasil uma tripulação constituída basicamente de cristãos-novos (judeus convertidos ao cristianismo) também conhecidos como marranos, ou seja, convertidos à força.
         Seu sobrenome era Gouvêa, o da mãe, porque havia, em sua pátria, a lei do morgado. Assim eram chamados os primogênitos de cada família. O morgado herdava os bens da família para que não houvesse partilha e o consequente empobrecimento. Como não havia previdência estatal, o morgado responsabilizava-se pela manutenção dos pais.
         Ora, Pedro Álvares era o segundo filho, dessa forma recebeu apenas o sobrenome da mãe, situação em que se encontrava em1500 quando descobriu o Brasil. Somente em 1502, com a morte de seu irmão mais velho João Fernandes Cabral, ele recebeu o sobrenome Cabral. Cabral viajou para a América e, a seguir, para o oriente em caravelas.
         “As caravelas são um prodígio da nossa tecnologia e a vanguarda das expedições. São navios velozes e relativamente pequenos. Uma típica caravela portuguesa tem de 20 a 30 metros de comprimento, de 6 a 8 de largura, 50 toneladas de capacidade e é tripulada por quarenta ou cinquenta homens. Com vento a favor, chega a percorrer 250 quilômetros por dia. Utiliza as chamadas velas latinas, triangulares, erguidas em dois ou três mastros. Elas permitem mudar de curso rapidamente e, em zigue-zague, velejar até mesmo com vento contrário.”  “A grande vantagem das caravelas sobre os pesados navios mercantes utilizados no Mediterrâneo por genoveses e catalães é a versatilidade. Ideais para navegação costeira, podem entrar em rios e estuários, manobrar em águas baixas, contornar arrecifes e bancos de areia. E também zarpar rapidamente, no caso de um ataque imprevisto de nativos hostis.”
         “As naus são barcos maiores e mais lentos. A capitânia de Pedro Álvares Cabral é um navio de 250 toneladas e, ao partir, levava 190 homens. Elas são a ferramenta essencial no comércio já estabelecido com a África e no nascente intercâmbio com as Índias. Na longa viagem de ida, transportam produtos para a troca, provisões, guarnições militares, armas e canhões. Na volta, trazem as mercadorias cobiçadas pela Europa. Suas velas redondas são menos versáteis que as das caravelas, mas permitem uma impulsão muito maior com vento favorável. As caravelas, ao contrário das naus, levam pouca carga. Nem é necessário. Nessa época de grandes descobertas, a carga mais preciosa que elas podem transportar é a informação sobre as rotas marítimas e as terras recém-contatadas – um produto que não pesa nada, mas é vital para as conquistas no além-mar.”
         “O grande mérito de Portugal não está na descoberta de novidades científicas, mas na assimilação de conhecimentos, recentes ou antigos, e sua aplicação com propósitos bem definidos, que é abrir rotas de comércio e agregar terras produtivas, onde não haja governo cristão, às propriedades da coroa. As técnicas que hoje permitem aos nossos navios cruzar o Mar Oceano, dobrar o Cabo da Boa Esperança e chegar às Índias são herança dos fenícios, dos egípcios, dos gregos e de várias outras civilizações antigas, guardadas e aprimoradas pelos mouros nos últimos séculos. A vela latina, que equipa nossas caravelas, foi trazida pelos árabes do Oceano Índico, depois de conquistarem o Egito. O uso do compasso para anotar a direção e a trajetória do navio chegou ao Ocidente no começo do século XIII. A confecção de cartas náuticas os italianos também aprenderam dos árabes, um século atrás. O astrolábio, um revolucionário instrumento de localização utilizado pela esquadra de Cabral na Terra de Santa Cruz, existe desde a Antiguidade e foi recuperado pelos astrólogos medievais para observar, em terra, o movimento e a posição dos astros no firmamento. Mesmo a bússola, fundamental nos descobrimentos, já é usada no Mediterrâneo há muito tempo por genoveses, venezianos e catalães.”
         “São muitos os desafios científicos que os descobrimentos impuseram a Portugal. O maior deles, evidentemente, é sair ao mar alto e voltar para casa com segurança. Até pouco tempo atrás, a navegação se restringia aos portos europeus e da área em volta do Mediterrâneo, todos mapeados e bem conhecidos do mundo civilizado desde a época dos romanos. Navegava-se mais por experiência – que em Portugal chamamos de "conhecenças" – do que por instrumentos. O único tipo de carta náutica disponível até anos atrás eram os mapas do Mediterrâneo desenhados pelos italianos no século XII. Conhecidos como carta-portulano, forneciam direções e distâncias aproximadas entre os principais portos europeus e africanos.” (http://veja.abril.com.br/idade/descobrimento/p_040.html)
         A grande façanha marítima portuguesa teve como uma de suas maiores e mais bem sucedidas conquistas a descoberta do Brasil. Sabe-se hoje que não se tratava propriamente de uma descoberta. Outros navegadores já haviam aportado por aqui, mas guardavam isso em segredo por não terem condições de tomarem posse de áreas tão vastas.
         Veja-se que D. Manuel gastou o orçamento de um ano da corte portuguesa para fazer sem empreendimento. Sorte dele é que os produtos levados do oriente no retorno cobriram com lucro imenso essas despesas.

         Os turcos otomanos haviam impedido as caravanas europeias em direção ao oriente de passarem por seus territórios. Estava, portanto, o continente europeu carente dos principais produtos orientais como pimenta e temperos. Isso proporcionou aos portugueses a receberem por suas cargas de pimenta um lucro de mais de mil por cento. 

domingo, 20 de abril de 2014

PÂQUES: LE PAPE FEANÇOIS FAIT PLACE COMBLE À ROME


JOYEUSES PÂQUES - Pour son deuxième dimanche de Pâques depuis son élection, le pape François a réuni 150.000 fidèles à Rome. Après la traditionnelle messe, il a prononcé un message "urbi et orbi" très axé sur le conflit en Ukraine.
Pâques, pour le pape François, c'est du gâteau. Très populaire, il n'a déjà pas de mal à réunir, chaque semaine, de nombreux fidèles pour la messe dominicale. Alors pour le dimanche spécial de Pâques, et alors que le soleil était au rendez-vous à Rome, la place Saint-Pierre de Rome était noire de monde : plus de 150.000 fidèles et curieux s'y étaient réunis.
Après un bain de foule en "papamobile", le souverain pontife a célébré la messe sur le parvis de la basilique, devant d'immenses parterres de fleurs amenées tout exprès de Hollande. Particularité cette année : la fête catholique et celle de la Pâque orthodoxe tombaient le même jour. Tout un symbole, alors que la crise ukrainienne a ravivé les tensions entre différentes Eglises orthodoxes et catholiques orientaux rattachés à Rome. Pour l'occasion, le cantique des Stichères, un chant ancien de la liturgie byzantine, a été entonné en grec devant le pape.
"Inspirer des initiatives de pacification en Ukraine"
Puis dans son traditionnel message pascal "urbi et orbi" - à la ville de Rome et au monde - prononcé depuis le balcon de la basilique, le pape François a appelé à la pacification par le dialogue en Ukraine. "Nous te prions, Seigneur, d'éclairer et d'inspirer des initiatives de pacification en Ukraine, pour que les parties intéressées, soutenues par la communauté internationale, entreprennent tout effort pour empêcher la violence et bâtir, dans un esprit d'unité et de dialogue, l'avenir du pays". Un message de paix ensuite élargi à la Syrie, à l'Irak ou encore au conflit israélo-palestinien.
En Afrique, le pape a également lancé des appels pour des arrêts aux affrontements sanglants en République Centrafricaine, au Soudan du Sud et aux "atroces attentats terroristes dans certaines zones du Nigeria". "Fais que nous puissions soigner les frères touchés par l'épidemie d'Ebola en Guinée Conakry, en Sierra Léone et au Liberia, et ceux affectés par tant d'autres maladies, qui se diffusent aussi à cause de l'incurie et de la pauvreté extrême", a-t-il aussi déclaré, dans une allusion assez rare aux négligences dans les soins dans les pays les plus pauvres.
"Les immenses gaspillages"
Enfin, comme à d'autres occasions, le Saint-Père a une nouvelle fois fustigé "les immenses gaspillages dont nous sommes souvent complices" qui contribuent à la faim, les personnes "sans défense, surtout les enfants, les femmes et les personnes âgées, parfois transformés en objets d'exploitation et d'abandon".

Après Pâques , Rome continuera à accueillir les centaines de milliers de fidèles attendus dimanche 27 avril pour la canonisation de Jean XXIII et Jean Paul II. Un événement exceptionnel puisque non seulement deux papes seront faits saints, mais, pour la première fois dans l'histoire de l'Eglise catholique, deux papes devraient y assister : François et son prédécesseur, Benoît XVI, retiré au Vatican depuis sa démission historique il y a un peu plus d'un an.

«¡CRISTO NUESTEA PAZ Y NUESTRA ESPERANZA HA RESUCITADO! ¡FELIZ Y SANTA PASCUAL!»


Mensaje y bendición del Papa al mundo.
Texto completo del Mensaje del Papa
«Christus surrexit, venite et videte!»
¡Queridos hermanos y hermanas, Feliz Pascua!
El anuncio del ángel a las mujeres resuena en la Iglesia esparcida por todo el mundo: «No teman, yo sé que ustedes buscan a Jesús, el Crucificado. No está aquí, porque ha resucitado... Vengan a ver el lugar donde estaba » (Mt 28,5-6). ¡No tengan miedo! ¡El Señor ha resucitado!
Ésta es la culminación del Evangelio, es la Buena Noticia por excelencia: Jesús, el crucificado, ha resucitado. Este acontecimiento es la base de nuestra fe y de nuestra esperanza: si Cristo no hubiera resucitado, el cristianismo perdería su valor; toda la misión de la Iglesia se quedaría sin brío, pues desde aquí ha comenzado y desde aquí reemprende siempre de nuevo. El mensaje que los cristianos llevan al mundo es este: Jesús, el Amor encarnado, murió en la cruz por nuestros pecados, pero Dios Padre lo resucitó y lo ha constituido Señor de la vida y de la muerte. En Jesús, el Amor ha vencido al odio, la misericordia al pecado, el bien al mal, la verdad a la mentira, la vida a la muerte.
Por esto decimos a todos: «Vengan a ver». En toda situación humana, marcada por la fragilidad, el pecado y la muerte, la Buena Nueva no es sólo una palabra, sino un testimonio de amor gratuito y fiel: es un salir de sí mismo para ir al encuentro del otro, estar al lado de los heridos por la vida, compartir con quien carece de lo necesario, permanecer junto al enfermo, al anciano, al excluido... « Vengan a ver»: El amor es más fuerte, el amor da vida, el amor hace florecer la esperanza en el desierto.
Con esta gozosa certeza, nos dirigimos hoy a ti, Señor resucitado.
Ayúdanos a buscarte para que todos podamos encontrarte, saber que tenemos un Padre y no nos sentimos huérfanos; que podemos amarte y adorarte.
Ayúdanos a derrotar el flagelo del hambre, agravada por los conflictos y los inmensos derroches de los que a menudo somos cómplices.
Haznos disponibles para proteger a los indefensos, especialmente a los niños, a las mujeres y a los ancianos, a veces sometidos a la explotación y al abandono. 
az que podamos curar a los hermanos afectados por la epidemia de Ébola en Guinea Conakry, Sierra Leona y Liberia, y a aquellos que padecen tantas otras enfermedades, que también se difunden a causa de la incuria y de la extrema pobreza.
Consuela a todos los que hoy no pueden celebrar la Pascua con sus seres queridos, por haber sido injustamente arrancados de su afecto, como tantas personas, sacerdotes y laicos, secuestradas en diferentes partes del mundo.
Conforta a quienes han dejado su propia tierra para emigrar a lugares donde poder esperar en un futuro mejor, vivir su vida con dignidad y, muchas veces, profesar libremente su fe.
Te rogamos, Jesús glorioso, que cesen todas las guerras, toda hostilidad pequeña o grande, antigua o reciente.
Te suplicamos por la amada Siria: que cuantos sufren las consecuencias del conflicto puedan recibir la ayuda humanitaria necesaria; que las partes en causa dejen de usar la fuerza para sembrar muerte, sobre todo entre la población inerme, y tengan la audacia de negociar la paz, tan anhelada desde hace tanto tiempo.
Jesús glorioso te rogamos que consueles a las víctimas de la violencia fratricida en Irak y sostengas las esperanzas que suscitan la reanudación de las negociaciones entre israelíes y palestinos.
Te invocamos para que se ponga fin a los enfrentamientos en la República Centroafricana, se detengan los atroces ataques terroristas en algunas partes de Nigeria y la violencia en Sudán del Sur.
Y te pedimos por Venezuela, para que los ánimos se encaminen hacia la reconciliación y la concordia fraterna.
Que por tu resurrección, que este año celebramos junto con las iglesias que siguen el calendario juliano, te pedimos que ilumines e inspires iniciativas de paz en Ucrania, para que todas las partes implicadas, apoyadas por la Comunidad internacional, lleven a cabo todo esfuerzo para impedir la violencia y construir, con un espíritu de unidad y diálogo, el futuro del País, que ellos, como hermanos, puedan gritar: «Christus surrexit, venite et videte!»
¡Te rogamos, Señor, por todos los pueblos de la Tierra: Tú, que has vencido a la muerte, concédenos tu vida, danos tu paz!.
«Christus surrexit, venite et videte!».

Queridos hermanos y hermanas ¡Feliz Pascua!

"Il PAPA: "BASTA FAME, SIAMO COMPLICI. PACE IN SIRIA E UCRANIA. PROTEGERE INDEFESI E MIGRANTI"


CITTA' DEL VATICANO - "Bisogna sconfiggere la piaga della fame, aggravata dai conflitti e dagli immensi sprechi di cui spesso siamo complici. E basta guerre nel mondo. L'amore è più forte". E' questo il forte auspicio di papa Francesco espresso nel messaggio pasquale prima della benedizione "Urbi et Orbi", di fronte a una folla oceanica in Piazza San Pietro. "Non abbiate paura", ha continuato il Pontefice, "in Gesù risorto l'amore ha vinto sull'odio. L'amore dona vita, l'amore fa fiorire la speranza. Abbiamo questa gioiosa certezza nel cuore".
L'imperativo della pace. Bergoglio ha invocato la pace in Siria, dilaniata da oltre tre anni di guerra civile: "Ti supplichiamo, in particolare, per la Siria, la amata Siria", ha detto il Pontefice, "perché quanti soffrono le conseguenze del conflitto possano ricevere i necessari aiuti umanitari e le parti in causa non usino più la forza per seminare morte, soprattutto contro la popolazione inerme". Ma Francesco ha chiesto una tregua anche ai conflitti in corso in Medio Oriente tra israeliani e palestinesi, in Iraq, Venezuela, Ucraina e in Repubblica Centroafricana, Nigeria e Sud Sudan, rivolgendo un pensiero alle persone tuttora sequestrate in questi paesi.
Proteggere migranti e indifesi. Francesco ha invocato aiuto anche per i migranti e i bambini sfruttati nel mondo: "Signore, rendici capaci", ha detto, "di proteggere gli indifesi, soprattutto i bambini, le donne e gli anziani, a volte fatti oggetto di sfruttamento e di abbandono. Conforta coloro che hanno lasciato le proprie terre per migrare in luoghi dove poter sperare in un futuro migliore, vivere la propria vita con dignità e, non di rado, professare liberamente la propria fede". Curiosamente, al termine della benedizione, Papa Francesco ha fatto gli auguri di Pasqua soltanto in italiano, e non, come i predecessori, in decine di lingue.
Una folla oceanica. E' stata grandissima folla, oltre 200mila persone secondo le stime delle autorità, quella che si è radunata in Piazza San Pietro per la messa di Pasqua celebrata in Vaticano dal Papa. Straordinarie le misure di sicurezza per la gestione del flusso di fedeli in tutta la zona. Presenti i picchetti militari d'onore della Guardia Svizzera e delle Forze armate italiane. Dopo la messa, dalla loggia centrale della basilica vaticana, il Pontefice ha pronunciato il messaggio pasquale e impartito la benedizione "Urbi et Orbi". La piazza, decorata da migliaia di fiori provenienti dall'Olanda, era coloratissima. Al termine della messa, papa Francesco è salito sulla "papamobile" scoperta per fare un giro tra i fedeli.
La cerimonia. Bergoglio, vestito con i paramenti bianchi, è stato l'unico celebrante della messa di Pasqua sul sagrato vaticano. Come previsto dal rituale, i cardinali e i vescovi presenti hanno assistito alla liturgia senza concelebrare. Alla messa, iniziata con il rito del "Resurrexit", partecipano fedeli romani e pellegrini provenienti da ogni parte del mondo. Il Papa generalmente non tiene l'omelia, poiché alla messa fa seguito la benedizione "Urbi et Orbi" con il messaggio pasquale.
CITTA' DEL VATICANO - "Bisogna sconfiggere la piaga della fame, aggravata dai conflitti e dagli immensi sprechi di cui spesso siamo complici. E basta guerre nel mondo. L'amore è più forte". E' questo il forte auspicio di papa Francesco espresso nel messaggio pasquale prima della benedizione "Urbi et Orbi", di fronte a una folla oceanica in Piazza San Pietro. "Non abbiate paura", ha continuato il Pontefice, "in Gesù risorto l'amore ha vinto sull'odio. L'amore dona vita, l'amore fa fiorire la speranza. Abbiamo questa gioiosa certezza nel cuore".
L'imperativo della pace. Bergoglio ha invocato la pace in Siria, dilaniata da oltre tre anni di guerra civile: "Ti supplichiamo, in particolare, per la Siria, la amata Siria", ha detto il Pontefice, "perché quanti soffrono le conseguenze del conflitto possano ricevere i necessari aiuti umanitari e le parti in causa non usino più la forza per seminare morte, soprattutto contro la popolazione inerme". Ma Francesco ha chiesto una tregua anche ai conflitti in corso in Medio Oriente tra israeliani e palestinesi, in Iraq, Venezuela, Ucraina e in Repubblica Centroafricana, Nigeria e Sud Sudan, rivolgendo un pensiero alle persone tuttora sequestrate in questi paesi.
Proteggere migranti e indifesi. Francesco ha invocato aiuto anche per i migranti e i bambini sfruttati nel mondo: "Signore, rendici capaci", ha detto, "di proteggere gli indifesi, soprattutto i bambini, le donne e gli anziani, a volte fatti oggetto di sfruttamento e di abbandono. Conforta coloro che hanno lasciato le proprie terre per migrare in luoghi dove poter sperare in un futuro migliore, vivere la propria vita con dignità e, non di rado, professare liberamente la propria fede". Curiosamente, al termine della benedizione, Papa Francesco ha fatto gli auguri di Pasqua soltanto in italiano, e non, come i predecessori, in decine di lingue.
Una folla oceanica. E' stata grandissima folla, oltre 200mila persone secondo le stime delle autorità, quella che si è radunata in Piazza San Pietro per la messa di Pasqua celebrata in Vaticano dal Papa. Straordinarie le misure di sicurezza per la gestione del flusso di fedeli in tutta la zona. Presenti i picchetti militari d'onore della Guardia Svizzera e delle Forze armate italiane. Dopo la messa, dalla loggia centrale della basilica vaticana, il Pontefice ha pronunciato il messaggio pasquale e impartito la benedizione "Urbi et Orbi". La piazza, decorata da migliaia di fiori provenienti dall'Olanda, era coloratissima. Al termine della messa, papa Francesco è salito sulla "papamobile" scoperta per fare un giro tra i fedeli.

La cerimonia. Bergoglio, vestito con i paramenti bianchi, è stato l'unico celebrante della messa di Pasqua sul sagrato vaticano. Come previsto dal rituale, i cardinali e i vescovi presenti hanno assistito alla liturgia senza concelebrare. Alla messa, iniziata con il rito del "Resurrexit", partecipano fedeli romani e pellegrini provenienti da ogni parte del mondo. Il Papa generalmente non tiene l'omelia, poiché alla messa fa seguito la benedizione "Urbi et Orbi" con il messaggio pasquale.
La veglia. La scorsa notte Papa Francesco ha presieduto per circa due ore e mezza la Veglia pasquale in San Pietro, durante la quale ha battezzato e cresimato dieci catecumeni. Al termine del rito, il Pontefice ha brevemente riassunto la sua omelia: "Vi auguro - ha detto - di tornare ognuno alla propria Galilea, luogo dell'incontro con Cristo. E' questo il mio augurio di Buona Pasqua". Mentre il Pontefice lasciava la Basilica, un fedele ha cercato di dargli una lettera, raccolta invece da uno dei cardinali che l'ha passata agli addetti alla sicurezza che poi la faranno avere al Papa.

PAPST SPRICHT OSTERSEGEN "URBI ET ORBI"


Papst Franziskus hat in Rom den traditionellen Segen "Urbi et Orbi" - der Stadt und dem Erdkreis - erteilt. In seiner Osterbotschaft forderte der Pontifex ein Ende der Krisen in der Welt und prangerte Hunger und Verschwendung an.
Vor rund 150.000 Menschen auf dem festlich geschmückten Petersplatz sprach er bei strahlendem Sonnenschein von der Loggia des Petersdoms aus die Segensworte. Auf die Ostergrüße in verschiedenen Sprache verzichtete Franziskus auch in diesem Jahr. Stattdessen wünschte er den Menschen auf Italienisch ein "gutes Mittagessen" und frohe Ostern.

In seiner Osterbotschaft forderte Franziskus eine politische Lösung in der Ukraine. Alle Beteiligten müssten "jede Anstrengung unternehmen, um Gewalt zu verhindern". Zudem rief der Papst zum Frieden in den Konfliktherden der Welt auf und erbat Hilfe für die Opfer von Gewalt, Krankheit und Armut. Franziskus forderte die Menschen zudem auf, Flüchtlinge zu unterstützen und zu ermutigen.
"Wir bitten dich, glorreicher Jesus, lass alle Kriege, jede große oder kleine, alte oder neue Feindseligkeit aufhören."
Papst Franziskus in seiner Osterbotschaft
Die christliche Botschaft dürfe angesichts von Leid und Tod nicht "nur ein Wort" bleiben. Sie müsse "Zeugnis ungeschuldeter und treuer Liebe" sein. Die Zukunft der Ukraine könne nur im "Geist der Einheit und des Dialogs" gestaltet werden. Franziskus erbat den Beistand Christi für das Land.
Die Bürgerkriegsparteien in Syrien rief Franziskus auf, den Mut zu Friedensverhandlungen aufzubringen. Zugleich müssten alle Opfer des Konflikts humanitäre Hilfe erhalten. Dreh- und Angelpunkt der christlichen Botschaft sei die Auferstehung Jesu.
"Wäre Christus nicht auferstanden, würde das Christentum seine Bedeutung verlieren."
Papst Franziskus