ÁUSTRIA - VIENA

Jardins do Palácio Belvedere em Viena.

O Palácio de Belvedere 
O Palácio de Belvedere (Schloss Belvedere), em Viena, foi residência de Verão do Príncipe Eugênio de Saboia, aclamado militar amplamente condecorado, graças às inúmeras e vitoriosas campanhas bélicas, por exemplo, nos Balcãs, quando repeliu a ameaça turca. 
O palácio, que tem estilo barroco, foi vendido a Maria Teresa da Áustria pelos herdeiros do príncipe. Maria Teresa deu o nome ao lugar de Belvedere, que em italiano significa Bela Vista. Na parte onde fica a Casa dos Habsburgo, o palácio foi ampliado. Desde a Primeira Guerra Mundial, o Belvedere também é um museu (Österreichische Galerie Belvedere). O edifício sofreu danos durante a Segunda Guerra Mundial, mas foi reconstruído.
Dos jardins, que percorremos e admiramos, avista-se a Catedral de Santo Estêvão e os célebres Bosques de Viena, imortalizados nas partituras de Strauss. Aí, podem observar-se grandiosas figuras mitológicas de pedra, de uma anatomia estranhíssima. Aladas, corpo de felino, mas busto e face femininas. Diz a lenda que, quem tocar os seios das esfinges com a palma da mão bem aberta, regressa breve a Viena e é amplamente contemplado pela sorte.

Palácio Belvedere - É um elegante e suntuoso prédio barroco construído pelo príncipe Eugénio de Saboia no 3° distrito de Viena, a sudeste do centro da cidade.

Palácio Belvedere - elegante e suntuoso prédio barroco construído pelo príncipe Eugénio de Saboia no centro histórico de Viena.

Palácio Belvedere 


Palácio Belvedere - elegante e suntuoso prédio barroco construído pelo príncipe Eugénio de Saboia no centro histórico de Viena.



Palácio Belvedere

Paisagem vista do Palácio Belvedere

Palácio Belvedere - elegante e suntuoso prédio barroco construído pelo príncipe Eugénio de Saboia no centro histórico de Viena.

No hotel, esperando a hora de sair para o concerto no Arsenal.












Com uma grandeza arquitetônica impressionante, majestosa cúpula, o Museu de História do Exército, o Arsenal, é um conjunto de vários prédios construídos entre os anos de 1850 e 1856, em estilo árabe-bizantino. A arquitetura do Arsenal em tudo lembra o britânico Castelo de Windsor. Em seu interior há um complexo de instalações militares. As coleções deste importantíssimo museu histórico europeu vão do século XVI ao XX. Em cinco grandes períodos se exibe a história da monarquia dos Habsburgo. Na sala de entrada do museu, há 56 estátuas de mármore de generais austríacos, o que dá imenso fascínio ao ambiente. É sede da Orquestra Filarmônica, que integra os melhores elementos da Orquestra da Ópera de Viena. No Arsenal ocorrem inúmeros concertos. O mais conhecido, o Concerto de Ano Novo, é transmitido no primeiro dia do ano por inúmeras cadeias de televisão pelo mundo afora. O museu está localizado na Landstraßer Gürtel. É o grupo de construção mais distinto do historicismo romântico em Viena.

Chegando no Arsenal



Entrando no Arsenal

Na sala de entrada do museu Arsenal, há 56 estátuas de mármore de generais austríacos, o que dá imenso fascínio ao ambiente.

Na sala de entrada do museu, há 56 estátuas de mármore de generais austríacos, o que dá imenso fascínio ao ambiente.

Interior do Arsenal







Na plateia.





O palco, na Ruhmeshalle do Arsenal. 

A orquestra
Um espetáculo de concerto com duração de duas horas, incluindo intervalo para coquetel. Cenário esplendoroso! A Cris anotou: do teto do salão pende um enorme lustre de cristal; cortinas de veludo rosa claro, assoalho, todo em madeira, em duas tonalidades distintas; palco forrado com um tecido igual ao das cortinas. Nas paredes numerosos apliques, menores, mas em tudo iguais ao lustre do teto. Em frente à porta principal, um quadro a óleo de Johann Strauss. A magnífica orquestra que se apresentou foi composta por dez elementos, sendo três mulheres. Um casal de cantores líricos, soprano e tenor, e um outro casal de jovens bailarinos abrilhantaram o espetáculo.
 No repertório:
Sympfonie nº 5 (Franz Schubert) 


Um espetáculo de concerto com duração de duas horas, incluindo intervalo para coquetel. Cenário esplendoroso! A Cris anotou: do teto do salão pende um enorme lustre de cristal; cortinas de veludo rosa claro, assoalho, todo em madeira, em duas tonalidades distintas; palco forrado com um tecido igual ao das cortinas. Nas paredes numerosos apliques, menores, mas em tudo iguais ao lustre do teto. Em frente à porta principal, um quadro a óleo de Johann Strauss. A magnífica orquestra que se apresentou foi composta por dez elementos, sendo três mulheres. Um casal de cantores líricos, soprano e tenor, e um outro casal de jovens bailarinos abrilhantaram o espetáculo.

No coquetel de intervalo.




Chegando na Taberna Wiener Musik, em Grinzing, o bairro boêmio de Viena, após o concerto.





Na Taberna Wiener Musik, em Grinzing, o bairro boêmio de Viena, após o concerto.


No interior da Taberna Wiener Musik, em Grinzing, o bairro boêmio de Viena, após o concerto, diante do quadro dos visitantes ilustres. 



As mesas já estavam postas. Pratos brancos, talheres embrulhados em guardanapos de papel, travessas compostas com as mais diversas e coloridas saladas, pão escuro fatiado e disposto em cestinhas elípticas de palha. Não faltou o avinagrado chucrute. Especiarias e ervas exalavam um forte aroma. O repasto consistia numa travessa de carnes frias - Kalte Platte -, onde figuravam salsichas, frango, e grossas fatias de uma carne rosada defumada, porco certamente. Tudo isto acompanhado de batatas fritas. De sobremesa, Apfelstrudel, torta de maçãs com recheio de frutos secos. A Cris e eu ficamos nas saladas, batatas e salsichas.





De volta ao hotel.
Saindo da Taberna Wiener Musik, em Grinzing, o bairro boêmio de Viena.


O Palácio de Schönbrunn (em alemão, Schloss Schönbrunn), conhecido também como o Palácio de Versalhes de Viena, é um dos principais monumentos históricos e culturais da Áustria.



O Palácio de Schönbrunn, cujo nome significa bela fonte, foi residência de Verão dos Habsburg, nomeadamente da Imperatriz Maria Teresa, seu consorte Francisco Estêvão de Lorena e numerosa prole - 16 filhos - 11 mulheres e 5 homens. Mulher enérgica e decidida, subiu ao trono em 1748. Durante o seu reinado a Áustria viveu um dos mais prósperos períodos da sua história. Seus inúmeros filhos povoaram as cortes do velho mundo, por via de casamentos estrategicamente acordados. A mais nova, Maria Antonieta, ficou célebre por perder a cabeça durante a Revolução Francesa.


PALÁCIO DE SHÖNBRUNN


Conhecido como o Versailles de Viena, o palácio barroco foi residência de Verão da família imperial austríaca desde meados do século XVIII até ao final da Segunda Guerra Mundial. Nesse período, o edifício foi habitado quase continuamente por várias centenas de pessoas da vasta corte, tornando-se num centro cultural e político do império Habsburgo. Aqui viveu até 1817, data de seu casamento com o futuro imperador brasileiro Pedro I, a arquiduquesa D. Leopoldina de Habsburgo, que teve tão grande papel na independência do Brasil.












No Schönbrunn, além dos magníficos jardins, cuidadosa e geometricamente tratados, há belíssimas fontes, como a de Netuno e das Ninfas.








A esposa de Francisco José I, em alemão, Franz Joseph I, imperador da Áustria (1848-1916), foi a eterna Sissi, que ainda hoje tem um lugar cativo nos corações austríacos. Sua presença está em todos os aposentos do Schönbrunn. Extremamente bela, casou aos 17 anos por amor, coisa rara naqueles tempos. Participou muito pouco da vida política e foi considerada uma das mais belas mulheres do seu tempo. Sua figura retilínea, de quase um metro e oitenta, fascinava os que a circundavam. Sua extrema magreza, quarenta e poucos quilos segundo escritos da época, fazem adivinhar, nos dias de hoje, uma suposta anorexia. Personagem de algum modo controversa, educada que foi de forma liberal por seu pai, o Duque Maximiliano da Baviera, foi-lhe difícil submeter-se à rígida etiqueta da corte, na pessoa de sua sogra. Por isso foram poucas as temporadas que passou em Viena.
Só existem retratos de Sissi enquanto jovem, até os 35 anos. Recusou, sistematicamente, a deixar-se retratar daí em diante. Foi assassinada em 1898, aos 61 anos, por um anarquista, em Genebra. Não era sua intenção assassinar Sissi, mas apenas um membro da família imperial. Quis o destino que fosse ela a primeira a aparecer-lhe pela frente. A sua bonita figura, imortalizada na tela pela atriz Romy Schneider, multiplica-se por Viena, em outdoors, e estampada nos mais diversos objetos: canecas, bonés, camisetas, etc.



A bonita figura de "Sissi, a Imperatriz" foi imortalizada na tela pela atriz Romy Schneider.


Fotografar o interior do palácio é complicado...
Aqui se desenrolaram as cenas do famoso filme SISSI, A IMPERATRIZ - cujo título original em alemão é: SISSI - DIE JUNGE KEISERIN (Sissi - a jovem Cesarina - Do nome dos Césares romanos, os germanos formaram o título de Keiser, e os russos, de de Czar) - filme austríaco e alemão ocidental de 1956, do gênero romance biográfico, dirigido e roteirizado por Ernst Marischka. É o segundo de uma série de três filmes sobre a imperatriz Elisabeth, da Áustria, mais conhecida como Sissi.
Depois do casamento com o príncipe Francisco José, em Viena, Sissi se depara com os problemas e inconvenientes do protocolo e com o mau relacionamento com a sogra. Quando nasce sua primeira filha, a criança lhe é retirada pela sogra, que não considera Sissi a pessoa adequada`para dar uma boa educação à filha. Descontente e magoada, Sissi retorna à casa dos pais, mas o príncipe a segue e pede-lhe que retorne. Sissi então decide provar que é a verdadeira imperatriz, e volta com o marido para a Hungria, onde eles são coroados.