segunda-feira, 21 de agosto de 2017

NEOLOGISMO



Vi, num anúncio de TV, o seguinte neologismo: PREZÃO (anúncio de um sistema de telefone pré-pago). O vício da indagação morfológica levou-me ao seguinte raciocínio: PRÉ- é um modificador prefixal temporal que marca anterioridade. ZÃO, por sua vez, é outro modificador, agora sufixal aumentativo, próprio para nomes. É, de fato, uma variante do aumentativo -ÃO em algumas situações fonéticas. O 'Z' funciona como consoante de ligação eufônica. Essas são situações amplamente recorrentes no idioma. A novidade está no fato de, aparentemente, inexistir o nome, o substantivo, suporte morfológico-semântico das modificações. Somente o contexto situacional é o responsável pelo suporte semântico 'in absentia', que insere o conteúdo de um radical ausente, portador do significado de telefone. Assim, o neologismo em si mesmo, conduz o conceito de um novo sistema de telefonia pré-paga de grande utilidade.

domingo, 20 de agosto de 2017

PRINCIPAL ORIGEM DO TERRORISMO CONTEMPORÂNEO


Prof. Dr. Oscar Luiz Brisolara
Os principais atos de terror que acontecem em nossos dias têm sua origem num conflito milenar, ou seja, no embate entre o Oriente e o Ocidente.
Ao que parece, foram os antigos gregos que iniciaram essa disputa. Inicialmente, era uma contenda pelo domínio do mercado internacional entre os países do Mar Mediterrâneo. 
O poeta grego Homero, no século IX a. C., escreveu uma obra memorável intitulado "Ilíada", que tratava da "Guerra de Troia": a primeira grande disputa militar entre o Oriente o o Ocidente, ocorrida no século XII a. C.. 
Desse tempo até hoje, essa contenda somente tem aumentado.
Os Fenícios, grandes navegadores orientais, fundaram uma poderosa cidade no ocidente, que recebeu o nome de Cartago. Ela estava situada ao norte da África, onde hoje se situa Tunes, capital da Tunísia. Os romanos, nos séculos III e II a. C., travavam duas guerras de vida e morte contra essa cidade, denominadas de Guerras Púnicas. Venceram, destruíram a cidade e assassinaram a grande maioria de sua população.
No século VII, mais precisamente em 622 d. C., Maomé unificou os principais países árabes através da religião muçulmana. O conflito Oriente versus Ocidente, então, voltou a intensificar-se no século VIII, mais precisamente em 711, os árabes, conhecidos como mouros ou sarracenos, aliados a grupos minoritários de judeus, invadiram a Europa, liderados pelo general Gibral Tarik, pelo estreito que ficou conhecido como Gibraltar. Por 700 anos, dominaram a Espanha e Portugal. Foram contidos nos Pirineus pelos reis francos Pepino, o Breve, e seu filho Carlos Magno, que vieram a formar o Sacro Império Romano Germânico. Os europeus somente expulsaram os mouros definitivamente da Península Ibérica no final do século XV (1492). 
Surgiram, então, as cruzadas, as lutas pela conquista da Terra Santa, basicamente Jerusalém. Houve muitos acordos de paz, para que os cristãos pudessem visitar os lugares sagrados do cristianismo. Criou-se o reino de Jerusalém, e a Ordem dos Cavaleiros Templários que protegiam os peregrinos.
Paralelamente, foi-se criando o Império Otomano, comandado pelos turcos, que tomaram Constantinopla e a transformaram em Istambul. Em 1492, os turcos dominaram Constantinopla, cidade que se encontra, uma parte na Ásia, à margem oriental do Bósforo, e outra do lado europeu desse canal. Assim, Constantinopla, hoje Istambul, tem uma parte no Ocidente e outra no Oriente. Depois dessa conquista, tomaram a Grécia e chegaram até a Albânia. Somente foram contidos pelos europeus na cordilheira dos Bálcãs, ao norte da Albânia.
No século XX, o Império Otomano, na Primeira Guerra Mundial, lutou ao lado dos povos gerânicos (Alemanha). Terminada a Primeira Guerra, gradativamente o Império Otomano se foi fracionado, com o apoio europeu para a rebelião de muitas regiões.
Os reinos da Europa, principalmente o Império Britânico e o Império Francês, a título de proteção, foram intervindo em diversos países do Oriente Médio, como a Argélia, o Líbano, a Síria, o Egito e outros.
Durante a Segunda Guerra Mundial, temendo o apoio árabe aos nazistas, os Aliados prometeram-lhes um império unificado em troca de apoio à sua causa. O que fizeram foi exatamente o contrário: valeram-se dos conflitos entre os diversos líderes muçulmanos, retalharam a região em inúmeros pequenos países. Mais do que isso, ao criarem a ONU, permitiram que os judeus, que estavam fora do Oriente há dois mil anos, desde a destruição de Jerusalém pelos generais romanos Vespasiano e Tito Flávio, permitiram que eles voltassem à Palestina. A região tornou-se ainda mais um ponto de conflitos.
Os inúmeros descendentes de árabes que hoje são cidadãos dos diversos países europeus, em grande parte, originam-se do tempo em que eram, por direito, cidadãos desses países. Portanto, são cidadãos europeus legítimos. Outros tantos migraram legalmente para a Europa. 
Outra causa que aumenta a proporção da população árabe no mundo europeu é o crescimento populacional em diferentes ritmos. Enquanto os europeus geram, por opção, pouquíssimos filhos, os árabes, pelo contrário, constituem famílias numerosas.
Um fator que leva ao desconforto de muitos árabes no mundo europeu é uma discriminação racial que eles sofrem nesse continente. Como muitos deles são considerados cidadãos de segunda categoria, facilmente aderem a propostas de grupos revolucionários e terroristas. 
Como sempre, todos os fenômenos sociais se repetem por influência de interesses particulares que não medem os resultados futuros. A saída hoje é profundamente difícil.

PENSAMENTO





Não é o conhecimento que dá rumo à minha existência. Caminho na busca do desconhecido.

HARPA - MARAVILHOSAS MENINAS - SWEET CHILD O' MINE (Guns N' Roses) Harp Twins - Camille and Kennerly HARP ROCK


Bolero de Ravel - London Symphony Orchestra Valery Gergiev


sexta-feira, 18 de agosto de 2017

ORIGEM HISTÓRICA DOS NOMES DOS MESES DE NOSSO CALENDÁRIO


O calendário romano mais antigo é o do período do reinado de Rômulo, do século VIII a. C. Embora não se tenha certeza da existência histórica desse rei, sabe-se que o povo latino dominava a região situada à margem sul do Rio Tibre. Esse povo tinha um calendário de 10 meses, o que acarretava sérios conflitos com o ano solar, pois a soma de dias desses 10 meses totalizava 304. Veja-se a seguir os meses do Calendário de Romulus:
1.   Martius (31 dias)
2.   Aprilis (30 dias)
3.   Maius (31 dias)
4.   Iunius (30 dias)
5.   Quintilis (31 dias)
6.   Sextilis (30 dias)
7.   September (30 dias)
8.   October (31 dias)
9.   November (30 dias)
10.        December (30 dias)
No calendário atribuído a Rômulo, o mês denominado de Martius, correspondente em nosso calendário ao mês de março, tinha esse nome em homenagem ao deus da guerra Marte. O mês seguinte, Aprilis, o segundo alguns estudiosos provém do verbo latino aperire, cujo sentido é abrir. Seria uma referência à abertura das flores ou de algumas colheitas. Porém, há outra versão que crê estar esse nome relacionado com Apru, divindade etrusca que corresponderia à Afrodite grega e à Vênus romana.
Maius estaria relacionado à deusa Maia, que é a deusa da fecundidade e da energia vital e da primavera, ver em latim. Maiestas, que originou o termo majestade, personifica o despertar da natureza na primavera e o renascimento das folhas e o desabrochar das flores; veio tornar-se a mentora de seu filho Mercúrio. Maio é o belo mês das flores no hemisfério norte.
Identificada como Fauna, uma divindade regional da península itálica. Maia era uma deusa de origem grega. Fauna é conhecida como a “Bona Dea”, a boa deusa. Maia pode ser equivalente à uma velha deusa da Primavera dos primeiros povos itálicos. Maia Maiestas é também a fértil estação das chuvas, e possivelmente fosse a mais bela das Plêiades.
Seu nome significa, em sentido literal, pequena mãe, hipocorístico tradicionalmente dado a uma mulher idosa, uma avó, também às amas de leite, bem como às parteiras.
O nome Junius tem sua origem na deusa Juno, esposa do poderoso Júpiter, chefe dos deuses romanos, correspondente ao Zeus grego. Juno equivale a Hera, na mitologia da Grécia clássica, esposa de Zeus. Esse mês, portanto, era dedicado à deusa Juno.
Os demais meses são originados dos numerais ordinais. Assim, Quintilis era o quinto mês do ano; Sextilis, o sexto; September, o sétimo; October, o oitavo; November, o nono; December o décimo.
Quando Numa Pompílio substitui Rômulo pela morte deste, propõe um novo calendário que não obrigasse à suspensão da contagem dos meses até o acerto do ano civil com o ano solar. Segundo os dados mais confiáveis, Numa teria reinado entre 715-673 a. C..
Para solucionar o problema do calendário, Numa Pompílio, promove uma alteração no calendário, acrescendo os meses de Ianuarius e Februarius no final do ano, após o mês de Decembris. Ianuarius era dedicado ao deus Iano (Jano, em latim eclesiástico). Era o deus de todos os começos e da própria porta. Era representado com dupla face: uma que cuidava do interior da casa e outra colada a essa, com a face para o outro lado, que da parte externa.
O mês de fevereiro, Februarium em latim, origina-se de, februum, as abluções dos mortos, que incluíam o ato de lavar e purificar o defunto. Nesse mês, ocorriam os festejos rememorando os antepassados falecidos. Assim ficou, então, o ano de Numa:
1.   Martius (31 dias)
2.   Aprilis (29 dias)
3.   Maius (31 dias)
4.   Iunius (29 dias)
5.   Quintilis (31 dias)
6.   Sextilis (29 dias)
7.   September (29 dias)
8.   October (31 dias)
9.   November (29 dias)
10.        December (29 dias)
11.        Ianuarius (29 dias)
12.        Februarius (28 dias)
Esse calendário continha uma separação entre os dias fasti (propícios) e nefasti (não propícios). Os dies fasti eram aqueles em que se podiam tomar decisões públicas. Nos dies nefasti não era permitida decisão pública alguma.
O calendário de Numa tinha, então, doze meses e 355 dias, ainda não era muito exato, porém, aproximava-se mais do ano solar. O monarca afirmava ter sido inspirado pela ninfa Egéria que lhe indicara as principais modificações. O longo reinado de Numa estendeu-se de 715 a 673 a. C., ou seja, quase 42 anos.
Assim, o ano, nesse calendário, iniciava no dia primeiro de março e terminava no dia 28 de fevereiro. Os meses do ano no Calendário de Numa Pompílio eram: Martius, Aprilis, Maius, Junius, Quinctilis,  Sextilis, September, October, November, December, Januarius e Februarius.
Como os romanos precisavam ter de memória os dias do mês, uma vez que eram raríssimos os calendários escritos, os meses dividiam-se em três partes:
1)   As Calendas - (Kalendae) - primeiro dia do mês, de onde a palavra calendário derivou. Os juros das dívidas eram atualizados nas calendas.
2)   As Nonas - (Nonae) dependendo do mês, podia ser o 5º ou o 7º dia; tradicionalmente o dia que correspondia à fase lunar de quarto crescente.
3)           Os Idos - (Idus) dependendo do mês, podia ser o 13º ou o 15º dia; tradicionalmente o dia de lua cheia.
Observações:
1)  Nos seguintes meses as nonas ocorriam ao 5º dia e os idos ao 13º dia: Janeiro, fevereiro, abril, junho, agosto, setembro, novembro e dezembro.
2)   No entanto, nos  demais meses as nonas ocorriam ao 7º dia e os idos ao 15º dia: Março, maio, julho e outubro.
CALENDÁRIO JULIANO
O CALENDÁRIO DE NUMA ainda continha algumas imprecisões que eram compensadas no final de cada ano. Para solucionar esses impasses, o então cônsul romano Caio Júlio César contratou, no ano 46 a. C., o astrônomo Sosígenes de Alexandria para fazer os acertos necessários.
         Inspirado no calendário solar egípcio de 365 dias, o astrônomo propôs o acréscimo de um dia no ano, apenas de quatro em quatro anos. Por que este ano passou a chamar-se bissexto? Porque o astrônomo resolveu contar duas vezes o sexto dia antes das calendas de março. Contava-se ante diem sextum Kalendas Martias e, em seguida, ante diem BIS SEXTUM Kalendas Martias. Esse sexto dia para as calendas de março, corresponderia ao nosso dia 24 de fevereiro. Eles contavam, com esse processo, duas vezes o correspondente ao dia 24 de fevereiro, que, no calendário deles, era o sexto dia antes do dia primeiro de março. Por isso, esse ano a que se acrescia um dia passou a chamar-se de bissexto, ou seja, o que contava duas vezes o sexto dia antes de do primeiro dia de março.
Por que março? Esquecia-me de dizer que o astrônomo de César transferira os meses de Ianuarius e Febriarius para o início do ano, antes do mês de Março. Como se pode perceber pelo calendário abaixo, o calendário proposto por Sosígenes modificou também o número de dias para cada mês, em relação ao calendário de Numa. Desse modo, os numerais restantes do ano perderam todo o sentido. O Quintilis, que era o quinto mês no ano de Numa, passou a ser o sétimo no calendário de Júlio César, o mesmo ocorrendo com os demais meses ordinais. Assim, o ano juliano comum, com as mudanças do astrônomo, somava 365 dias, e o ano bissexto, 366.
Assim ficou a CALENDÁRIO JULIANO:
1.   Ianuarius (31)
2.   Februarius (28, 29 no ano bissexto)
3.   Martius (31)
4.   Aprilis (30)
5.   Maius (31)
6.   Iunius (30)
7.   Quintiles (31) (Julius, dedicado a Júlio César)
8.   Sextiles (31)(Augustus, dedicado ao imperador Augusto)
9.   September (30)
10.        October (31)
11.        November (30)
12.        December (31)
Com o assassinato de Júlio César nos idos de março de 44 a. C., ou seja, em 15 de março, o senado romano mudou o nome do mês quintilis para Iulius. O mesmo se deu com o imperador Augusto: o sextilis passou a chamar-se augustus.
Porém, o calendário em uso na maior parte do mundo é o calendário cristão proposto pelo papa Gregório XIII, conhecido como Calendário Gregoriano.
CALENDÁRIO GREGORIANO
Promulgado pelo Papa Gregório XIII, em 1582, é praticamente o calendário empregado na maioria das nações, hoje. Não teve aceitação imediata por todos os países. Primeiramente, foi adotado pelos governantes católicos europeus. Os povos de religião luterana e anglicana adotaram esse calendário mais tardiamente, somente assumiram o Calendário Gregoriano no século XVIII e, assim mesmo, nem todos no mesmo ano.
Nesse período de efervescência cultural e científica, marcado pela existência de grandes sábios como o iluminado Leonardo da Vinci, havia uma pressão sobre a Igreja, substituta do antigo Império Romano na condução das organizações mundiais, a fim de que aperfeiçoasse o calendário, pois já se tinha condições científicas para tal.
Diversos astrônomos aconselhavam o papa a proceder uma reforma no velho calendário romano, que se mantinha inalterado já havia mais de um milênio e meio. Acontece que, com o passar dos tempos, o calendário já somava uma diferença de dez dias em relação ao ano solar. Precisavam fazer o equinócio da primavera na região norte retornar para o dia 21 de março.
Valeu-se, então, o papa do auxílio do sábio matemático alemão, o jesuíta Christopher Clavius, e do astrônomo, filósofo e médico italiano Luigi Lilio ou Giglio, que recalcularam o calendário.
O papa emitiu uma bula intitulada Inter Gravíssimas em que se instituiu o novo calendário. Na prática, suspendeu-se a contagem do ano e deixaram de existir os dias do intervalo entre 4  e 15 de outubro de 1582. (os dias de 5 inclusive a 14 inclusive deixaram de existir naquele ano). Na realidade, o dia 4 de outubro, uma quinta-feira, prolongou-se até o dia 15 de outubro, que passou a ser sexta-feira.
Por outro lado, nos países católicos, a Páscoa passou a comemorar-se por um novo critério, seguindo um processo lunissolar. As chamadas festas móveis como o carnaval, a quaresma, a Semana Santa, Pentecostes (50 dias depois da Páscoa), Santíssima trindade, Corpus Christi, todas comemorações que se relacionam com uma única festa, a comemoração da Ressurreição de Cristo ou Páscoa, passaram a reger-se por esse mesmo critério.
Uma grande contribuição do calendário gregoriano é a eliminação de, pelo menos um ano bissexto, em cada 400 anos. De fato, há regras matemáticas que indicam as exceções em que o quarto ano a partir do bissexto anterior não é bissexto, ou seja, fevereiro não tem 29 dias e o ano não tem 366 dias. São elas:
A primeira exceção é que, além de ser múltiplo de 4, deve também sê-lo de 100, assim, deixa de ser bissexto. É o caso do ano 2100.
E a segunda exceção é que se for múltiplo de 4, de 100 e também de 400, então é bissexto. Um exemplo foi o ano 2000. Por exemplo, o ano de 1914 não foi bissexto e o ano de 2114 também não o será, uma vez que não são múltiplos de 4, porém, o ano de 2004 foi ano bissexto pois é múltiplo de 4 e atende a todos os critérios matemáticos da regra.
A Igreja Cristã Ortodoxa, porém, herdeira da cristandade do Império Romano do Oriente, que se prolongou até o domínio turco otomano em 1453, ainda emprega o Calendário Juliano.
O Calendário Gregoriano é apenas um aprimoramento do Calendário Juliano, do primeiro século a. C., orientado pelas novas conquistas matemáticas e astronômicas de mais de mil e quinhentos anos de evolução.

A Revolução Francesa de 1789 promoveu um calendário decimal que não vingou. Embora o calendário gregoriano seja utilizado na maior parte do mundo, e em todos os países ocidentais, existem países que não o aplicam como é o caso da China, Israel, Irão, Índia, Bangladesh, Paquistão, Argélia.

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ORIGEM DO RADICAL "FEIRA" NA DENOMINAÇÃO DOS DIAS DA SEMANA EM PORTUGUÊS


(resposta a meu amigo Luiz Carlos Vaz).
Os dias da semana em português têm uma origem muito antiga, mais precisamente no século VI da era cristã. (563 d. C.), com o I Concílio de Braga. Esse o foi um concílio regional para combater um cisma religioso conhecido como maniqueísmo.
Para presidir esse concílio foi nomeado o bispo de Braga Martinho Dume, também conhecido como Martinus Bracarensis. Esse concílio tratou também de temas práticos regionais. Um deles foi o calendário. Nesse tempo, ainda não havia nem o Reino da Galícia, muito menos ainda Portugal. Na região de Portugal, havia o Reino Suevo, cujo rei era então. Teodomiro, recentemente convertido ao cristianismo. O bispo D. Martinho, para comemorar o fim do Concílio, ordenou que todos os dias da semana após a Páscoa fossem feriados. Em latim “dies feriae”, dias de descanso.
Por isso, os dias dessa semana de festas passaram a ser:
1. Feria prima
2. Feria secunda
3. Feria tertia
4. Feria quarta
5. Feria quinta
6. Feria sexta
7. Feria septima
Teodomiro ordenou, então, que os dias da semana, no calendário regional, fossem constituídos a partir desse calendário, somente alterando a Feria Prima, o “Dia do Senhor”, que passou a se denominar “Dies Domini”, passando, posteriormente, a Dominicus, e depois a Domingo. A Feria septima, por causa do calendário judaico, passou a Sabatum (de Shabat). Desconhecia ele que “feria” era dia de descanso. Nesse calendário, passou a significar o contrário, dia útil. Os dias da semana, no calendário regional, a partir do ano 563, passaram a ser os seguintes:

Dies Domini = domingo (dies Domini é dia do Senhor)
Feria secunda = segunda-feira
Feria tertia = terça-feira
Fferia quarta = quarta-feira
Feria quinta = quinta-feira
Feria sexta = sexta-feira
Sabatum = sábado (derivado do Shabbat hebraico).

Como se afirmou acima, o “Dies Domini”, passou a ser domingo e o Sabatum, mudou foneticamente para sábado. Esse foi o calendário assumido pelo Reino da Galícia e depois por Portugal. Originou os nomes dos dias da semana até os dias atuais.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

DIAS DA SEMANA EM INGLÊS - ETIMOLOGIA -


Sunday – day of the Sun – dia do Sol;
Monday – day of the Moon – dia da Lua;
Tuesday – day of Tiu, god of war – dia de Tiu, deus da guerra;
Wednesday – day of Woden – dia de Woden (Odin), corresponde ao deus Mercúrio na mitologia romana; Hermes, na mitologia Grega;
Thursday – day of Thor – dia de Thor, deus do trovão;

Friday – day of Frigg – dia de Frigga, esposa de Woden (Odin);
Saturday – day of Saturn – dia de Saturno.

CONJUNTO FARROUPILHA - NUNCA


É POSSÍVEL QUE UM DIA O MAR ACABE POR TORNAR-SE UM PÂNTANO ASQUEROSO E MORTO


Oceanos estão enfrentando uma extinção em massa sem precedentes
Posted by Thoth3126 on 17/08/2017

“Agora mesmo estamos decidindo, quase sem querer, quais caminhos evolutivos permanecerão abertos e quais serão fechados para sempre. Nenhuma outra criatura (o ser humano) jamais havia feito isso, e será, infelizmente, nosso legado mais duradouro”. Elizabeth Kolbert definiu assim o papel que estão desempenhando os seres humanos em A Sexta Extinção, o livro que ganhou o Prêmio Pulitzer no ano passado…
Edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

Oceanos estão enfrentando uma extinção em massa sem precedentes da vida marinha. O desaparecimento das maiores espécies pode alterar os mares “pelos próximos milhões de anos”


Javier Salas – Fonte: http://brasil.elpais.com

… O título é bastante expressivo: nos quase 4 bilhões de anos de história da vida na Terra, ocorreram cinco megaextinções, momentos em que muitos dos seres vivos foram arrastados de repente para a desaparição por vários cataclismos. E agora, segundo todos os dados recolhidos pela ciência, é a civilização humana está causando uma nova extinção em massa: somos como o meteorito que dizimou os dinossauros do planeta.

Morte de golfinhos na Nova Zelândia, por encalhe na praia.

E as criaturas dos oceanos não vão conseguir se livrar. Estamos provocando a agonia de numerosas espécies marinhas e, como dizia Kolbert, escolhendo os seres aquáticos que ao desaparecerem deixarão de evoluir no futuro. A este ritmo, os grandes animais que vão povoar os mares dentro de milhões de anos não serão descendentes de nossas baleias, tubarões e atuns porque estamos matando todos eles para sempre. E do mesmo modo que o desaparecimento dos dinossauros deixou um vazio que demorou eras para ser preenchida pelos mamíferos, não sabemos o que vai ser da vida nos oceanos depois de serem arrasados.


“A eliminação seletiva dos maiores animais nos oceanos modernos, algo sem precedentes na história da vida animal, pode alterar os ecossistemas durante milhões de anos”, conclui um estudo apresentado nesta semana pela revistaScience. Liderado por pesquisadores de Stanford, o trabalho mostra como esta sexta extinção está acontecendo com os seres aquáticos de maior tamanho. Um padrão “sem precedentes” no registro das grandes extinções e que com muita segurança acontece por causa da pesca: hoje em dia, quanto maior o animal marinho, maior a probabilidade de se tornar extinto.

Como explicou para Materia o principal autor do estudo, Jonathan Payne, o nível de perturbação ecológica causada por uma grande extinção depende da percentagem de espécies extintas e da seleção de grupos de espécies que são eliminados. “No caso dos oceanos modernos, a ameaça preferente pelos de maior tamanho poderia resultar em um evento de extinção com um grande impacto ecológico porque os grandes animais tendem a desempenhar um papel importante no ciclo de nutrientes e nas interações da rede alimentar”, disse Payne, referindo-se a que os danos afetariam em cascata todos os ecossistemas marinhos.

Os cenários pessimistas preveem a extinção de 24% a 40% dos gêneros de vertebrados e moluscos marinhos; o cálculo mais trágico é comparável à extinção em massa do fim do Cretáceo, quando os dinossauros desapareceram, como explicado na revista Science.


O trabalho deste investigador da Universidade de Stanford e seu grupo foi analisar o padrão de desaparecimento de 2.500 espécies nos últimos milhões de anos. Até agora, o tamanho dos animais marinhos não tinha sido um fator determinante nos cataclismos anteriores, mas nos nossos dias existe uma notável correlação.

Para os pesquisadores, é evidente que isso acontece por causa da forma de “consumir” ecossistemas própria dos seres humanos. Foi o que aconteceu com a extinção dos mamutes e agora acontece com a pesca: cada vez que entramos em um ecossistema primeiro acabamos com os pedaços maiores e à medida que os recursos ficam mais escassos vamos esgotando o resto dos recursos menores.

Os pesquisadores alertam que a eliminação desses animais no topo da cadeia alimentar poderia perturbar o resto da ecologia dos oceanos de forma significativa por, potencialmente, os próximos milhões de anos. “Sem uma mudança dramática na direção atual da gestão dos mares, nossa análise sugere que os oceanos vão sofrer uma extinção em massa de intensidade suficiente e seletividade ecológica para ser incluída entre as grandes extinções”, diz o estudo.

Este paleobiólogo defende que a visão positiva de sua descoberta é que as espécies ameaçadas ainda podem ser salvas da extinção com políticas de gestão eficientes e, a longo prazo, abordando os impactos do aquecimento global e da acidificação dos oceanos. “Podemos evitar esse caminho; com uma gestão adequada, seria possível salvar muitas dessas espécies da extinção”, afirma Payne.

“Haverá muitas mudanças dramáticas no clima do planeta, muitas mudanças nas condições meteorológicas na medida em que o TEMPO DA GRANDE COLHEITA se aproxima RAPIDAMENTE ao longo dos próximos anos. 


Você vai ver a velocidade do vento em tempestades ultrapassando 300 milhas (480 quilômetros) por hora, às vezes.

Deverão acontecer fortes tsunamis e devastação generalizada NAS REGIÕES COSTEIRAS, e emissão de energia solar (CME-Ejeção de Massa Coronal do Sol) que fará importante fusão e derretimento das calotas de gelo nos polos, e subseqüente aumento drástico no nível do mar, deixando muitas áreas metropolitanas submersas em todo o planeta“. Saiba mais AQUI


Muito mais informações, LEITURA ADICIONAL:

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

A HISTÓRIA SEMPRE FOI OBJETO DE MANIPULAÇÃO







Manipulação da realidade ao longo da história
Posted by Thoth3126 on 17/08/2017

Cem anos atrás, o mundo estava se aproximando do último ano do que era então chamado de Grande Guerra Mundial e conhecido agora pela história como a Primeira Guerra Mundial – e com um custo de 41 milhões de seres humanos mortos, mutilados e desaparecidos, é importante nos lembrarmos de que, na sua essência, essa insanidade global de abate e sangria em massa não foi mais do que uma disputa entre primos (reptilianos) sobre quem iria controlar o quê, o como e o porquê do comércio global.
Tradução, edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

Fatos sobre a Primeira Guerra Mundial, o afundamento do navio Titanic, e a “bomba de nitrogênio” que nos matará a todos

Os principais Poderes Aliados do Império Britânico e do Império da Rússia, juntamente com o principal adversário do Poder Central, o Império Alemão, é preciso saber, eram todos regidos pelos descendentes da rainha Victoria – como os três principais monarcas da época, o Kaiser Wilhelm II da Alemanha; o Rei George V da Inglaterra; e o Tsar Nicholas II da Rússia eram todos primos: o Kaiser Wilhelm II e o rei George V eram primos, o rei George V e o czar Nicolau II também eram primos. 

As ideias econômicas concorrentes entre esses primos em guerra, você também deveria saber, eram as mesmas que são hoje – com o Império britânico favorecendo o Globalismo (o desejo liberal fracassado de uma visão “um mundo” que rejeita o importante papel das nações na proteção dos valores éticos e morais e incentivo à produtividade) e o Império alemão favorecendo o nacionalismo (lealdade e devoção a uma nação, cultura, território, especialmente um senso de consciência nacional que exalta uma nação acima (supremacia racial) de todas as outras e coloca a ênfase principal na promoção de sua cultura e interesses em oposição aos de outras nações ou grupos supranacionais).

{O globalismo é o desejo autoritário liberal fracassado de uma visão de “um único mundo” que rejeita o papel importante das nações na proteção de valores e no incentivo à produtividade. O globalismo é anti-americano ao encorajar os norte americanos a adotar uma “visão do mundo” em vez de uma “visão americana”. Os globistas opõem-se ao nacionalismo e à soberania nacional e, em vez disso, tendem a favorecer as fronteiras abertas, o livre comércio, o intervencionismo, a ajuda externa e a mudança da Constituição dos EUA. Os Globalistas virulentamente se opuseram a Donald Trump em 2016. Em vez disso, os globalistas preferiram Jeb Bush, John Kasich, Marco Rubio e Ted Cruz pela nomeação a candidato à presidência, sendo que estes últimos votaram a favor da agenda globalista como senadores. George Soros e os irmãos Koch são globalistas. Os “liberais” apoiam o globalismo porque leva ao poder centralizado, proporcionando assim aos “liberais” uma maneira mais fácil de obter o controle.}

Quanto ao motivo pelo qual essas ideias econômicas concorrentes do Globalismo e do Nacionalismo foram tão críticas para esse momento é porque a Europa estava à beira da fome em massa – e todos sabiam disso! Na verdade, apenas 16 anos antes da Primeira Guerra Mundial, em 1898, Sir William Crookes pediu a ciência para salvar a Europa da fome iminente, já que o abastecimento mundial de trigo era produzido principalmente pelos Estados Unidos e pela Rússia.

Sir Crookes notou em seu discurso presidencial à British Association for the Advancement of Science que, na medida que as populações dos países da Europa cresceram, suas próprias demandas superariam qualquer aumento na produção. E então o que aconteceria com a Europa? “É o engenheiro químico que deve vir em ajuda ao resgate das comunidades ameaçadas (pela fome). É através do laboratório (fertilizantes e inseticidas) que a fome pode finalmente ser transformada em abundância” gritou Crookes. 

Antes de 1912, você deve saber, a única maneira que um mundo industrial se transformando rapidamente foi capaz de alimentar-se foi através da plantação em massa de grãos que exigiu enormes quantidades de fertilizantes nitrogenados, mas cuja capacidade no início dos anos do século XX já tinha sido quase completamente esgotada bem como todas as fontes de guano (fezes de aves, um forte fertilizante natural) foram minadas em todo o mundo.

O Império alemão, no entanto, em 1912, alcançou a maior conquista científica na história da humanidade ao descobrir como produzir (a cultura alemã, historicamente tem muita competência e grandes empresas na área de produção química-Bayer, IG Farben, Basf, Merck, Henkel, etc) nitrogênio simplesmente “tirando-o do céu azul claro” – e que desde então desencadeou uma fúria no mundo tão ameaçadora quanto a invenção da bomba atômica .

Com todo o mundo sabendo que o Império alemão agora seria capaz de alimentar sua população com abundância e segurança, e, portanto, como consequência poderia armar o maior exército da Europa (se não do mundo), e afirmando que não compartilharia essa descoberta histórica com qualquer outra nação do planeta, em consequência desse fato um grupo da elite de banqueiros americanos e britânicos, e empresários de negócios, se encontram em Londres durante a primavera de 1912 para planejar sua vingança.

Essa vingança, é claro, significou a guerra – mas que nem o Império Britânico nem os Estados Unidos poderia pagar – isto é, a não ser que eles combinassem as estruturas bancárias de suas nações.

Para fundir as estruturas bancárias destas duas nações, porém, a Estados Unidos primeiro teve que estabelecer um banco central (sob controle da família ROTHSCHILD) que através da impressão de dinheiro (moeda fiat) SEM GARANTIA DO PADRÃO OURO permitiria financiar uma guerra contra o Império Alemão .


Os banqueiros e magnatas americanos que participaram desta reunião da primavera de 1912 em Londres tinham uma agenda de como criar uma estrutura de banco central nos Estados Unidos e cujos participantes eram John Pierpont (JP) Morgan (então o homem mais rico da América e o financiador de Nokola Tesla), Henry Frick (americano industrial e parceiro de negócios do JP Morgan), Milton Hershey (do famoso chocolate), Benjamin Guggenheim (um dos homens mais ricos da América), Isidor Straus (co-proprietário multimilionário americano de Macy (com seu irmão) e ex-congressista), John Jacob Astor IV (um dos homens mais ricos da América) e John Mott (um dos evangelistas – “um homem de deus”- mais influentes da América).

Um dos principais incentivos utilizados por JP Morgan para que essas pessoas poderosas participassem dessa reunião de Londres era o seu retorno aos Estados Unidos no novo navio de cruzeiro que ele acabara de construir – aclamado como o maior do mundo e insubmergível – e que todos conhecem como o RMS Titanic

Os únicos integrantes da reunião de Londres de 1912 que retornaram aos EUA à bordo do navio RMS Titanic foram os que se opuseram à criação de um banco central nos Estados Unidos para financiar uma guerra contra o Império alemão – que foram Benjamin Guggenheim, Isidor Straus e Jacob Astor, e todos morreram quando o RMS Titanic afundou em 12 de abril de 1912 – em oposição a JP Morgan, Henry Frick , Milton Hershey e John Mott, que “de repente“ cancelaram suas reservas e sobreviveram

Sem uma oposição poderosa para criar um banco central nos Estados Unidos após o naufrágio do RMS Titanic, 18 meses depois, em 23 de dezembro de 2013, o Sistema da Reserva Federal-FED foi criado com a Primeira Guerra Mundial começando apenas sete meses depois, em 28 de julho de 1914 – E o mundo viu, entre 1914 e 1917, o produto nacional bruto americano (GNP) subir surpreendentes 20%, sua produção industrial crescer para 40%, os Aliados compraram mais de US$ 3 bilhões em bônus de guerra e eles compraram ao Federal Reserve mais de US$ 2 bilhões em títulos (valores da época).

Na verdade, foi somente quando o Império alemão parecia estar ganhando a guerra em 1917 que os Estados Unidos entrou na Primeira Guerra Mundial – porque, se isso acontecesse antes, todos os bilhões de empréstimos feitos pelo Federal Reserve não valeriam nada.

Agora, o motivo pelo qual é extremamente importante para você entender essa verdadeira história é porque, sem esse conhecimento, você não poderia compreender plenamente esse gráfico da população mundial ao longo dos séculos passados:


Como você pode ver por este gráfico de crescimento da população, desde o início da Revolução Industrial , a partir da década de 1760, a população mundial permaneceu quase estável – mas depois da Primeira Guerra Mundial, quando o processo de produção de nitrogênio do Império Alemão começou a se espalhar pelo mundo, a maior explosão de crescimento da população humana que nosso planeta já conheceu foi desencadeada.

Agora, vou lhe dizer algo aqui que, há 100 anos, cada criança da escola do mundo moderno sabia – TODA espécie de vida vegetal que existe no mundo precisa de nitrogênio, e essa substância a natureza fornece através de uma bactéria chamada rizobia que tira nitrogênio do ar – mas com o bombeamento de grandes quantidades de nitrogênio produzido artificialmente na atmosfera do nosso planeta durante o século passado, pôs de lado todo esse sistema natural e limitado de produção de nitrogênio.

Por causa desse fato, o maior encobrimento da história agora está ocorrendo, evitando que as cadeias alimentares oceânicas estejam próximas do colapso total, que em todo o mundo as plantas estão crescendo em padrões circulares estranhos, que os “eventos de morte em massa” estão agora ocorrendo em todo o Oceano Pacífico, que em toda a América do Norte centenas de milhões de árvores estão morrendo, e que as nuvens azuis cheias de nitrogênio estão preenchendo os céus da Antártica.

Para entender completamente o que exatamente essas “nuvens azuis” devemos voltar para 1802 quando o natural guano (o excremento acumulado de aves, aves marinhas, focas e morcegos de cavernas) foi descoberto como fertilizante de nitrogênio necessário para o mundo para cultivar alimentos, mas que em 1885, o uso começou a lançar grandes quantidades de excesso de nitrogênio em nossa atmosfera – causando a criação do que os “cientistas” de hoje chamam de “Nuvens Noctilucentes“.

Mas pensar que essas “nuvens azuis” de nitrogênio flutuando no alcance mais alto de nossa atmosfera de planetas são o nosso único perigo, você estaria errado, pois esse prêmio vai para uma espécie de algas vermelhas chamada Gracilaria Tikvahiae que consome vorazmente nitrogênio e cujo efeito no nosso mundo em breve será, no que vou deixar a Bíblia explicar:

“E o segundo anjo derramou a sua taça no mar, que se tornou em sangue como de um morto, e morreu no mar toda a alma vivente. E o terceiro anjo derramou a sua taça nos rios e nas fontes das águas, e se tornaram em sangue. E ouvi o anjo das águas, que dizia: Justo és tu, ó Senhor, que és, e que eras, e hás de ser, porque julgaste estas coisas”. Apocalipse 16:3-5

Muitos de vocês que leem essas palavras, é claro, foram criados e ensinados por seus governantes de elite a não acreditar no que a Bíblia diz – e é evidenciado pelo número chocante de pessoas na semana passada na América, festejando uma empresa CHIPAR os seus trabalhadores, e um grande número de europeus, agindo da mesma maneira, aplaudindo sua crescente sociedade sem dinheiro – mas com todos eles não atentando às profecias, nem mesmo percebendo, esse aviso bíblico:


E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, Apocalipse 13:16

E seguiu-os o terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão, Também este beberá do vinho da ira de Deus … Apocalipse 14:9,10

Muitos de vocês que leram as nossas postagens nos últimos anos, sabem de nosso compromisso sobre a verdade com base na história “real”, fatos observáveis (aos de mente aguçada), denuncias e disseminação do conhecimento correto – como cada um recebe essas novas verdades, no entanto difere porque muitos estão envolvidos com obedecer ao que o SISTEMA diz ser “normal”, na insanidade e “doença” do (in)consciente de massa que envolvem suas ações – e isso está sendo deliberadamente manipulado e produzido por aqueles que buscam a loucura e perdição de muitos, caso contrário, é necessário despertar para coisas verdadeiras e se preparar para o que está por acontecer muito em BREVE.

“O medo é a emoção predominante das massas que ainda estão presas no turbilhão da negatividade da estrutura de crença da (in)consciência de massa. Medo do futuro, medo da escassez, do governo, das empresas, de outras crenças religiosas, das raças e culturas diferentes, e até mesmo medo da ira divina. Há aversão e medo daqueles que olham, pensam e agem de modo diferente (os que OUVEM e SEGUEM a sua voz interior), e acima de tudo, existe medo de MUDAR e da própria MUDANÇA.” – Arcanjo Miguel


“Conhece-te a ti mesmo e conheceras todo o universo e os deuses, porque se o que tu procuras não encontrares primeiro dentro de ti mesmo, tu não encontrarás em lugar nenhum”. – Frase escrita no pórtico do Templo do Oráculo de Delphos, na antiga Grécia.

Muito mais informações, leitura adicional:

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Sonido Caracol - Sol negro


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A MAIOR ONDA DO ATLÂNTICO QUE SE TEM REGISTRO


Oceano Atlântico: maior onda da história já registrada, quase 20 metros
Posted by Thoth3126 on 16/08/2017

Mesmo sem a ocorrência de grandes terremotos no leito do oceano o fenômeno da formação de ondas gigantes pode surpreender moradores (INCONSCIENTES) das regiões costeiras sem nenhum aviso.
Com altura de um prédio de 6 andares, a maior onda da história foi registrada no Oceano Atlântico. “É a primeira vez que se mede uma onda de 19 metros. Trata-se de um recorde notável”, disse o subsecretário-geral da OMM, Zhang Wenjian.
Edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

Onda gigante, com altura de 19 metros (prédio de 6 andares), a maior onda da história é registrada no Atlântico Norte

A Organização Meteorológica Mundial (OMM) reconheceu oficialmente que aquela onda, com 19 metros de altura, foi a maior já registrada em todo o mundo. A onda mais alta da história foi registrada por uma boia no Atlântico Norte. Com 19 metros de altura, ela surgiu entre a Islândia e o Reino Unido, na costa das Ilhas Hébridas Exteriores, também conhecidas como Ilhas Ocidentais, situadas no noroeste da Escócia.

Por condições meteorológicas específicas, o Atlântico Norte tende a registrar as maiores ondas do mundo.

O fenômeno se formou depois da chegada de uma forte frente fria, com ventos de mais de 80 quilômetros por hora, no dia 4 de fevereiro de 2013. É, segundo a Organização Meteorológica Mundial (OMM), um novo recorde para uma onda oceânica.

Um comitê de especialistas da OMM – que é um organismo das Nações Unidas – ratificou esse novo recorde somente agora. A marca anterior era de uma onda de 18,275 metros de altura registrada em dezembro de 2007, também no Atlântico Norte.

“É a primeira vez que se mede uma onda de 19 metros. Trata-se de um recorde notável”, disse o subsecretário-geral da OMM, Zhang Wenjian.

Não seria, porém, a maior onda do mundo. Em 2002, um navio avistou uma onda de 29 metros no mesmo oceano. Mas não houve medições ratificadas pela organização. A altura de uma onda é medida da sua crista até a base da que a sucede.

Sistema de boias

A boia que fez o registro é parte da rede de Estações Meteorológicas Marinhas Automáticas, do UK Met Office – o Escritório de Meteorologia do Reino Unido. Chamada de K5, essa boia fica na costa das ilhas Hébridas Exteriores. Esse tipo de equipamento complementa as medições feitas por navios e satélites que monitoram as previsões meteorológicas em alto-mar.

As ondas gigantes frequentemente ocorrem no Atlântico Norte, cujas águas se estendem da costa do Canadá ao sul da Islândia e ao oeste do Reino Unido.


De acordo com a Organização Meteorológica Mundial (OMM), no inverno a circulação dos ventos e os sistemas de baixa pressão atmosférica causam tempestades ou ciclones extratropicais. O fenômeno contribui para o equilíbrio térmico das regiões equatoriais e das regiões polares.

{NOTA de Thoth: Publico aqui um comentário feito em uma de nossas postagens sobre eventos envolvendo fenômenos no Oceano:


“Cadê A Rede Globo para esclarecer este fato verdadeiro a toda população! Acorda rede Globo….”

“Esperar” que um veículo da grande mídia de massa (instrumento eficaz do sistema de imbecilização coletivo) informe algo de realmente ÚTIL é INÚTIL, com o perdão do trocadilho …}

“Haverá muitas mudanças dramáticas no clima do planeta, muitas mudanças nas condições meteorológicas na medida em que o TEMPO DA GRANDE COLHEITA se aproxima RAPIDAMENTE ao longo dos próximos anos. 


Você vai ver a velocidade do vento em tempestades ultrapassando 300 milhas (480 quilômetros) por hora, às vezes.
Deverão acontecer fortes tsunamis e devastação generalizada NAS REGIÕES COSTEIRAS, e emissão de energia solar (CME-Ejeção de Massa Coronal do Sol) que fará importante fusão e derretimento das calotas de gelo nos polos, e subseqüente aumento drástico no nível do mar, deixando muitas áreas metropolitanas submersas em todo o planeta“. Saiba mais AQUI


Muito mais informações, LEITURA ADICIONAL:

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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

ESPIRITEIRA - ETIMOLOGIA DA PALAVRA

Dionysus


ESPIRITEIRA - origem da palavra. Porque álcool, em latim, era 'spiritus', os queimadores de álcool passaram a chamar-se de espiriteira. Os dicionários definem 'espiriteira' como uma espécie de lamparina ou aquecedor a álcool. Porém, essa palavra transcorre um longo percurso histórico. Álcool, em latim, é 'spiritus'. Em grego, álcool é "pneuma" (πνεύμα). Os romanos e gregos designavam o álcool por termos comuns à palavra espírito. Em grego, 'πνεύμα' é sopro, ar, respiração, volátil e também álcool. Os gregos denominavam de 'οινόπνευμα' (espírito do vinho) ao poder etílico do álcool proveniente do vinho. Este entrecruzamento de significados entre a palavra que designava álcool e a que designava espírito provém dos próprios rituais religiosos. As festas gregas em honra a Dionísio, divindade das artes e do vinho, revestiam-se do mesmo ritual sagrado das festas que se realizavam em Roma, para celebrar a divindade romana com função idêntica à divindade grega, ou seja, Baco. 
Baco
Em sendo o álcool volátil como os espíritos, também penetrava o espírito humano. Todos os que bebiam em homenagem a Dionísio ou Baco sentiam-se em comunhão com essas divindades e, por consequência, em comunhão entre si. A bebedeira era considerada um estado mútuo de comunhão, nesse cultos. Esse era um espírito de comunhão muito anterior ao dos cristãos. Por outro lado, o termo álcool, na língua árabe, transliterada para os caracteres latinos, é 'al-kuhl', em que 'al' corresponde ao nosso artigo 'o' e 'kuhl' ao substantivo propriamente dito. Esse, no entanto, é o étimo que veio a formar a palavra álcool em quase todos os idiomas modernos, nada tendo a ver com a evolução greco-romana. 
espiriteiras antigas

Porém, algumas palavras contemporâneas de nossos idiomas apontam para esse percurso semântico de significação. É o caso concreto da palavra espiriteira.