terça-feira, 19 de setembro de 2017

Uma menina autista de 10 anos emocionou milhares de pessoas através de um vídeo em que canta uma adaptação da música “Hallelujah” (“Aleluia”),

Uma menina autista de 10 anos emocionou milhares de pessoas através de um vídeo em que canta uma adaptação da música “Hallelujah” (“Aleluia”), do cantor canadense Leonard Cohen.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

DELATAR E DELAÇÃO - ORIGEM E ETIMOLOGIA


Prof. Dr. Oscar Luiz Brisolara
Por que o verbo é delatar e o substantivo é delação (não delatação)?
É um simples processo etimológico. A forma verbal DELATAR provém do verbo irregular latino DEFEERE cujos tempos principais são os seguintes: (Defero, defers, detuli, delatum, deferre – derivado de fero, fers, tuli, latum, ferre que significa levar, trazer). DEFERRE significa denunciar, sentido metafórico do significado original desse verbo que é levar de um lugar para outro; delatar liga-se intimamente a leva-traz, mexerico, intriga, maledicência. 
O tempo verbal que origina delatar é DELATUM, supino, tempo verbal que desapareceu na formação da língua portuguesa a partir da língua original, o latim. Delatum, no idioma original significava ‘para denunciar’. Com a intensificação do uso das preposições em nosso idioma para marcar as mesmas funções latinas, a forma ‘para delatar’ substituiu a forma original ‘delatum’. Porém, os termos mais eruditos originários diretamente da forma latina permaneceram em nosso idioma. 
Muitas outras palavras eruditas portuguesas provêm desse processo. Veja-se o exemplo do termo ‘tato’, de tocar. O verbo latino tocar em latim era TNAGERE. Dele provém o substantivo ‘tangente’, linha que apenas toca uma figura. Assim, TANGERE (tango, tetegi, tactum, tangere). Do tempo supino do latim ‘tactum’ provém o substantivo da língua portuguesa ‘tato’, um dos sete sentidos clássicos que possuímos, e muitos outros termos como táctil ou tátil, tatibilidade, etc. Mas do infinitivo TANGERE provêm tangencialmente, tangível, tangenciar, tanger (violão ou gado) e tantas outras palavras.
DELAÇÃO – no sentido de denúncia, revelação, provém do mesmo verbo DEFERRE, do próprio supino DELATUM, através do substantivo derivado ainda latino DELATIO (nominativo), DELATIONIS (genitivo). A maioria das palavras portuguesas possuem relação como o genitivo latino. Genitivo significa genitor, pai, caso que origina os demais casos, e indica um tipo de adjunto adnominal. A forma SUFIXAL ‘-IONE’ latina gerou ‘-ÃO’, EM PORTUGUÊS. O ‘t’ final de muitos radicais latinos transformou-se em ‘c’ ou ‘ç’. Vejam-se os seguintes exemplos: ACTIONE gerou ação, FRACTIONE gerou fração, RELATIONARE gerou relacionar, etc., etc. Aliás, já no latim tardio, especialmente no eclesiástico, 't', seguido de 'i' mais vogal lia-se como nosso 'c' português diante de 'e' e 'i'. Assim LATIO, PALATIUM, RATIONE, ETIAM, LAUDATIO, RATIO e muitíssimas outras palavras da mesma ocorrência liam-se Lácio, palácium, racione, eciam, laudácio, rácio.
Além do mais, essa tendência de o 't' latino modificar-se foneticamente em fonemas como 'c' e outros próximos a ele aparece em muitos idiomas. Veja-se o caso do espanhol com palavras como 'emoción', que provém do latim EMOTIONIS, locación, do latim LOCATIONIS, promoción, do latim PROMOTIONIS. Também com a língua inglesa ocorre o mesmo com Option, do latim OPTIONIS, que mantém a grafia 't', mas com pronúncia próxima a 'c'; o mesmo acontece com os termos ingleses, Formation, de FORMATIONIS, Organization, de ORGANIZATIONIS, Induction de INDUCTIONIS. A língua francesa comporta-se de forma muito semelhante à inglesa. Assim, em 'opération', o 't' foneticamente equivale a um 'c' e se origina da forma latina OPERATIONIS, Da esma forma acontece com 'notion', de NOTIONIS, 'émotion', de EMOTIONIS, 'adaptation' de ADAPTATIONIS, 'préparation' de PREPARATIONIS, etc., etc. As mudanças linguísticas não acontecem ao acaso, possuem regularidades de comportamento que ultrapassam mesmo as fronteiras dos idiomas e dos países, porém recebem grandes influências do idioma primitivo da região que funciona como substrato apagado, mas agindo por baixo.

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

MUSICA ITALIANA - PREGHIERE - Gesù e la samaritana


TIBÉRIO - O MAIOR DOS ASSASSINOS DENTRE OS IMPERADORES ROMANOS

Prof. Dr. Oscar Luiz Brisolara
Dois pequenos videos das ruínas do palácio de Tiberio em Capri, a Villa Iovis
Tibério (Tiberius Claudius Nero Caesar) foi provavelmente o maior de todos os assassinos entre todos os imperadores romanos, embora mantivesse uma posição discreta, de intelectual, que também o era. Preferido da mãe Lívia Drusila (conhecida como Lívia Augusta ou Júlia Augusta) porque era esposa do imperador Augusto, que pertencia à família Júlia (gens Iulia).
Tibério é acusado da morte do irmão Druso (o preferido do padrasto Augusto para sucedê-lo no trono). Também pesam sobre ele os  assassinatos dos filhos legítimos de Júlia, única filha do velho imperador, especialmente os que ela teve com Agrippa, que eram herdeiros de sangue do imperador. Também do neto do imperador Agrippa Póstumo, filho de Júlia (filha de Augusto) e do general Marco Agrippa, portanto, legítimo herdeiro de Augusto ao trono. Pois ele foi assassinado também Tibério e sua mãe Lívia, logo após terem assassinado o próprio velho imperador. Depois, foram tantos assassinatos para manter o poder.
Escondeu-se em seu suntuoso palácio na paradisíaca ilha de Capri, na costa da cidade de Nápoles. 
Seguem dois pequenos vídeos sobre as ruínas desse asqueroso e pedófilo assassino.
VILLA IOVIS, RUÍNAS DO PALÁCIO DE TIBÉRIO EM CAPRI



LIÇÃO DOS PÁSSAROS


Prof. Dr. Oscar Luiz Brisolara 
(republicado de 07/09/2013)
Os pássaros do meu jardim, hoje, cedinho, pela manhã, deram-me uma grande lição sobre a inconsistência dos nossos conceitos de propriedade. Bem-te-vis, um velho sabiá, alguns pombos silvestres e muitíssimos pardais barulhentos e alegres disputavam os fragmentos de pão que eu jogava da porta da minha cozinha. Primeiramente, nenhum deles suspeitou ontem, ao se recolher para dormir, que poderia não ter alimento no dia de hoje. E, nessa certeza, dormiu uma noite sem pesadelos e nem inquietações.
Voltei-me para os muros protegidos por uma terrível cerca elétrica. Um pombo maior , muito garboso, chegou com uma palha no bico. Fiquei feliz, julgando eu fosse fazer seu ninho na pitangueira do meu pátio, vestida de noiva, com seus milhares de flores brancas. Fui para debaixo da planta. Percorri com o olhar galho por galho. Nada. Tive uma decepção momentânea. Ele escolhera um abacateiro do meu vizinho, mais frondoso, mais alto, mais protegido. E foi-se abrigando, sem fazer requerimento a ninguém. Sequer solicitou um habite-se na Prefeitura Municipal.
Esse fato posto diante de mim, logo pela manhã de um dia feriado, e feriado do dia da criação da pátria, levou meu pensamento para nosso sistema de propriedade. Fomos, pelos milênios afora, fracionando este nosso planeta. Cada um foi tomando muito mais do que aquilo de que poderia dar conta. Juntou gente para proteger esse espaço, da cobiça dos outros. E foram criando leis e regras protecionistas, como se fora Deus que as criara de todo sempre. A população foi crescendo. As frações foram diminuindo de tamanho, embora haja ainda que se esconda em glebas que poderiam abrigar a população de nações.
E isso tudo parece tão natural como o sol que aparece pelas manhãs e desaparece à tarde. Nem mesmo ele é tão natural assim. Ora, dizem: Eu comprei. Paguei pela minha terra, pela minha casa, pelo meu lugar. Herdei de meu pai, que, por sua vez, recebeu de meu avô. E, assim, os laços de propriedade se perdem pelas brumas acinzentadas do tempo. Se olharmos para os processos históricos, veremos que esse desenvolver-se não foi nem tão liso, nem tão natural como parece.
Não nos pareceria estúpido haver quem não tenha onde morar num país em que poderia abrigar comodamente um sétimo da humanidade? Faltar pão para alguém num país que está produzindo 186 milhões de toneladas de grãos em 2013 (somente de grãos), o que daria quase três kg diários para cada cidadão, não nos parece absurdo? Não há argumento que justifique isso. É injustiça mesmo.

MITOLOGIA GREGA - MEDUSA, MITO DE EXTREMA CONTEMPORANEIDADE

Prof. Dr.Oscar Luiz Brisolara
Ao final há dois pequenos vídeos sobre os mitos.
O mito de Medusa é extremamente moderno, embora reflita a tradição de milênios. Aliás, os mitos possuem essa maleabilidade de se adaptarem ao sabor dos tempos. A jovem sacerdotisa Medusa provocara a inveja da deusa Atena, a quem servia, pelo simples fato de ser bela e apreciada por inúmeros jovens, que a consideravam mais formosa do que a mesma deusa. Estuprada pelo deus do mar Posseidon, ela é acusada por Atena de, pela própria beleza, exposição e insinuações sensuais, ter provocado o instinto bestial da divindade. Por isso foi punida e transformada em um monstro, enquanto ao poderoso deus sequer lhe foi imputada qualquer ação criminosa.
Na Mitologia Grega aparecem figuras simbólicas que representam certos tipos humanos ou estados de espírito. Medusa é uma delas. É representada como um monstro ctônico, ou seja, originado nas profundezas da terra. Ctônico, do grego χθόνιος (khthónios) "relativo à terra", "terreno", que designa ou refere-se aos deuses ou espíritos do mundo subterrâneo, por oposição às divindades olímpicas. Por vezes, são também denominados "telúricos", termo originado do latim (tellus, telluris), que significa terra. 
Portanto, a versão mais conhecida de Medusa apresenta-a com um olhar petrificante, além de ter serpentes nos cabelos, e vestir um cinto de serpentes entrelaçadas, porém, essa não é a Medusa original.
Essa Medusa primitiva era uma linda jovem. É descrita, segundo a tradição clássica grega, com um corpo feminino, um belo rosto de mulher, além de possuir asas de ouro e presas de bronze. Medusa fazia parte de uma trilogia de entidades míticas conhecidas como Górgonas, jovens e belas. Eram elas: Medusa (Μέδουσα), chamada de a impetuosa; Esteno (Σθεννώ), que significa a opressora; e Euríale (Εὐρυάλη), ou seja, aquela que corre pelo mundo. Enquanto suas duas irmãs eram imortais, Medusa era mortal. Há versões que afirmam ter ela perdido a divindade por punição dos deuses.
As Górgonas eram filhas de Fórcis (em grego: Φόρκυς, Transliteração Phórkys) uma divindade marinha da mitologia grega. Filho de Ponto, o Mar, e de Gaia, a Terra, Fórcis casou-se com sua irmã Ceto, conforme os costumes dos primórdios, quando não havia mulheres para casar, a não serem as próprias irmãs. O nome Górgona provém do grego (γοργός, "terrível, feroz, selvagem. Daí evoluiu para o nome próprio Γοργών, a partir da forma feminina Γοργώ – lê-se.: Gorgón, Gorgó, e no plural: Γοργόνες, cuja leitura é Gorgónes).
Segundo o mito, a jovem Medusa era dotada de extrema beleza e arrebatava os corações de todos os jovens. Porém, ela recusara a todos os pretendentes, dedicando-se como sacerdotisa do templo da deusa Atena, função reservada a jovens virgens. 
Medusa era tão bela que muitos jovens visitavam o templo de Atena com o único intuito de contemplar a formosura da jovem sacerdotisa. Os cabelos dourados dela eram considerados os mais belos de toda Grécia. Certa vez, um cidadão afirmara que os cabelos da moça eram mesmo mais lindos que os da própria deusa. Essas legiões de admiradores e suas manifestações de encanto diante de Medusa provocam o ciúme da própria deusa.
Apesar de todo o ciúme, Atena não havia tomado nenhuma medida contra a jovem que dirigia o culto em seu templo. Porém, em certa oportunidade, quando a jovem passeava junto ao mar, Posseidon, a divindade suprema de todos os mares, vendo-a, tomou-se de paixão por ela. No entanto, fiel às suas funções sacerdotais, ela negou-se ao deus como o fizera a todos os pretendentes humanos.
Posseidon passou, então a segui-la. Tão cego de paixão se encontrava que a tomou à força dentro do próprio templo, e diante do altar da deusa, estuprando-a publicamente.
Atena tinha uma antiga rixa com Posseidon. Essa era uma das razões da profanação do templo. Não tendo como punir uma divindade tão poderosa, voltou toda sua ira contra a jovem sacerdotisa. Fora ela, sim, com suas insinuações que provocara o deus, sendo assim a responsável pela própria desgraça.
Furiosa, resolveu castigar as três irmãs, tornando-as extremamente horrorosas, com uma pele escamosa e nojenta. Porém, Medusa foi quem sofreu o castigo mais severo, uma vez que também foi amaldiçoada com as serpentes em sua cabeça e se tornou uma mortal.
Visando a um castigo ainda mais severo, Atena conferiu um tal poder ao olhar de Medusa, fazendo todos os que simplesmente voltassem seu olhar para ela se transformassem em estátuas de pedra. 
A maldição da deusa obrigou as desgraçadas irmãs a se refugiarem em uma caverna, nas proximidades de Hespérides, uma região do extremo ocidente da Grécia, distante de toda a civilização.
Narra ainda o mito que nas proximidades da caverna era possível encontrar enorme quantidade de estátuas de pedra de homens e animais que, mesmo descuidadamente, haviam cruzado o olhar com o da desafortunada e terrível Medusa. Desse modo, as três infelizes irmãs Górgonas passaram a ser temidas e evitadas, e sua fama de geradoras de desgraça espalhou-se rapidamente por toda a Grécia.
Medusa transformara-se no ideal de conquista para todos os jovens guerreiros da época, cada um deles desejando o troféu de ostentar a cabeça amaldiçoada da antiga sacerdotisa. No entanto, todos eles jaziam petrificados e inertes pelos arredores da sinistra caverna.
Perseu havia recebido a missão de acabar com a terrível e amaldiçoada Medusa. O jovem herói, filho de Zeus e da princesa Dânae, era meio-irmão de Héracles, filho de Zeus e de Alcmena. 
Perseu tornara-se um homem de grande estatura, forte, ambicioso, corajoso e aventureiro. Segundo algumas versões, Polidecto, rei de Sérifo, onde Perseu vivia com sua mãe Dânae, temendo que a ambição do jovem levasse-o a usurpar-lhe o trono, propôs um torneio no qual o vencedor seria quem trouxesse a cabeça da Medusa. Acreditava que, através desse ardil, livrar-se-ia para sempre do incômodo concorrente. O instinto aventureiro de Perseu não o deixou recusar o desafio. 
Outra versão do mito afirma que todos os convidados em uma homenagem ao rei deveriam dar-lhe um presente. Como Perseu fosse pobre, ter-se-ia oferecido para presentear o soberano com a cabeça da Medusa.
O final da narrativa apresenta Perseu, guiado pelo reflexo espelhado do próprio escudo, que refletia os raios poderosos do olhar de Medusa, sem, no entanto, encarar diretamente os olhos dela, decepou-lhe a cabeça, que ofereceu ao rei. Segundo outras versões, teria oferecido à própria deusa Atena. 
Continua a narrativa mítica afirmando que, morta Medusa, um cavalo alado, Pégaso, e um gigante, Crisaor, teriam surgido das suas entranhas. Seriam frutos do próprio estupro que ela sofrera do deus Poseidon. Em outras versões, esses seres ter-se-iam formado a partir do sangue derramado da infeliz sacerdotisa. 
Perseu dedicava a vida para salvar a própria mãe Dânae. Ao retornar de sua vitória sobre Medusa, surpreendera o rei Polidecto seguido de uma multidão, perseguindo sua mãe Dânae, a fim de assassiná-la. Apoiado por um pequeno grupo de amigos, enfrentara a multidão. Estando prestes a serem trucidados pela grande massa popular, lembrou-se Perseu de que trazia ao cinto a cabeça da desditosa Medusa. Gritou aos amigos para que cerrassem os olhos, o que ele também o fez. Voltou, então, os olhos da monstruosa Górgona na direção dos inimigos, petrificando-os todos.


MEDUSA E POSEIDON

PERSEU E MEDUSA

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Si la mer se déchaîne (A cappella) - MUSIQUE FRANÇAISE


OS TEMPLÁRIOS E SEUS SEGREDOS

Os Cavaleiros Templários e seus segredos (a)


Posted by Thoth3126 on 06/09/2017

Os Cavaleiros Templários e seus segredos, parte I

A Ordem dos Cavaleiros Templários também chamada de Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão (em latim “Ordo Pauperum Commilitonum Christi Templique Salominici”) – foi fundada em 1118 por Hugues de Payens, um cavaleiro de Borgonha e de Godofredo de Saint Omer, um cavaleiro do norte da França e mais sete cavaleiros.

Seu objetivo público aparente era proteger os peregrinos que acorriam à Terra Santa depois da Primeira Cruzada… 

“Non nobis Domine, non nobis, sed nomini Tuo da Gloriam”(Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao Teu nome Glorifique) – Salmo 115:1 e a divisa dos Cavaleiros TEMPLÁRIOS.

… Baldwin I, então o rei de Jerusalém, atribuíu a estes dois cavaleiros e mais os sete que se juntaram a eles, as dependências perto do local do Templo de Salomão, dai o nome Templários foi derivado.

A primeira sede dos Cavaleiros Templários, a Mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém, o Monte do Templo. Os Cruzados chamaram-lhe de o Templo de Salomão, como ele foi construído em cima das ruínas do Templo original, e foi a partir desse local que os cavaleiros tomaram seu nome de Templários.

Os Nove cavaleiros Fundadores originais da Ordem foram:

1. Hugues de Payens (ou Payns)

2. Godofredo de Saint-Omer

3. Godofredo de Bisol ( ou Roral ou Rossal, ou Roland ou Rossel);

4. Payen de Montdidier ( ou Nirval de Montdidier);

5. André de Montbard (tio de S. Bernardo de Clairvaux);

6. Arcimbaldo de Saint-Amand, ou Archambaud de Saint-Aignan;

7. Hugo Rigaud

8. Gondemaro, (ou Gondomar, ou Gondemare, ou Gondomar . (N.1090 ? – ?) Templário que se supõe ter sido Português.);

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 Arnaldo, Arnoldo,: Frei Arnaldo, ou ainda segundo André J. Paraschi: D. Pedro Arnaldo da Rocha. Templário. Teria sido um dos nove fundadores da Ordem dos Templários em 1118, em Jerusalém. André Paraschi diz a esse respeito: “dos fundadores da Ordem na Palestina, dois podiam ser filhos de famílias do Condado Portucalense. São eles Fr. Gondemaro (Gondomar) e Fr. Arnoldo, ou Arnaldo, que (…) poderá ser identificado com o Procurador do Templo em Portugal, Petrus (Pedro) Arnaldo da Rocha”. Esta teoria é reforçada pelo fato de deixar de haver notícias deste cavaleiro na Palestina e de, em 1º de Abril de 1185, ser lavrada uma escritura de venda por um casal situado em Braga, sendo vendedora D. Sancha Viegas e o comprador: Petrus Arnaldo, “frei do Templo” 

Seu objetivo público era proteger os peregrinos que acorriam à Terra Santa depois da Primeira Cruzada. Baldwin I, Rei de Jerusalém, atribuíu a estes dois cavaleiros e mais os sete que se juntaram com eles, dependências perto do local do Templo de Salomão, dai o nome Templários foi derivado. 

Era óbvio que somente estes nove cavaleiros seriam incapazes de proteger os caminhos que levavam a Jerusalém. A insígnia dos Templários eram a reprodução de dois cavaleiros montados sobre um cavalo…“Sigilum Militum Xpisti”

Eles também tinham uma agenda e um PROPÓSITO oculto. Um dos objetivos era o de escavar o local e as ruínas do segundo Templo de Salomão, destruído pelos romanos em 70, pelas legiões do General Tito Vespasiano, especialmente sob a área onde seriam os estábulos do rei Salomão. Eles finalmente descobriram tesouros surpreendentes e artefatos religiosos da antiga Jerusalém e receberam um conhecimento sagrado naquele local.

Nove anos (durante esse período de tempo os nove cavaleiros fizeram inúmeras escavações – e descobertas – onde ficava o Templo de Salomão) mais tarde Hugues de Payens visitou a Europa com o objetivo de colocar a nova ordem sobre uma base mais segura em relação ao mundo daquele tempo e de ganhar reconhecimento e uma regra da Igreja de Roma. Ele garantiu o apoio entusiástico de S. Bernardo o famoso Abade de Claraval (Clairvaux), e em 1128 uma regra, que foi elaborada pelo próprio São Bernardo foi aprovada para os Cavaleiros Templários pelo Conselho de Troyes. Em 1163 foi que o Papa Alexandre III emitiu a Carta da Ordem, e sua organização legal foi plenamente estabelecida.

O que começou como uma equipe de nove homens de nobres e bem-intencionadas atitudes, “dedicada a defender” a Terra Santa e seus caminhos do ataque dos Sarracenos (árabes muçulmanos), se tornou a mais poderosa organização (com uma agenda secreta…) jamais igualada na história humana.

Os templários se tornaram proprietários de muitos tesouros (os mais importantes sendo o CONHECIMENTO ) religiosos e eles também foram os guardiões do “Santo Graal” (não um objeto físico qualquer, mas o conhecimento da verdade sobre muitas questões espirituais, místicas e esotéricas, que eles mantiveram em segredo sendo a principal delas a consciência do FEMININO SAGRADO, a energia da DEUSA e do qual eles deixaram um testemunho gravado em pedra nas antigas catedrais da França construídas pelos Cavaleiros Templários em locais de GRANDE PODER ESPIRITUAL feminino, desde a mais remota antiguidade).

Porque os Templários também possuíam grande riqueza material (consequência de terem “levantado os véus de ISIS”), os reis da Europa vinham constantemente a eles de chapéu na mão para negociar empréstimos. Eles criaram muitos aspectos fundamentais do sistema bancário internacional de hoje como as notas promissórias e cartas de crédito bancárias assim como uma rede internacional de agências, por toda a Europa, de comendas.

O Porto de La Rochele, construído e controlado pelos Templários, durante décadas, uma porta aberta para o Oceano Atlântico e “novas terras (das quais eles tinham o conhecimento da SUA EXISTÊNCIA, as Américas) onde existia PRATA em abundância.

No entanto, fiéis ao seu juramento de pobreza, os membros individuais desta ordem militar secreta viviam monasticamente sem um tostão. Quando a Ordem dos Cavaleiros Templários foi extinta no século 14, para escapar da perseguição do Rei Filipe, o Belo, da França, que em vão tentou usurpar o tesouro da ordem sem sucesso, os Templários retiraram o seu tesouro material pelo seu porto privado francês de La Rochelle (imagem seguinte), onde sua grande frota de navios próprios estava atracada e os navios e tesouros simplesmente desapareceram {uma parte teria sido enviada para Portugal (um país literalmente criado pelos Cavaleiros Templários) e o restante para a Escócia}.

Desde este dia, o seu paradeiro é desconhecido, e muitas especulações já foram feitas sobre o seu local de destino. Alguns livros de história descrevem como os Templários eram guardiões de um “grande segredo” misterioso que poderia ter sido relacionado com a sua conexão com o “Santo Graal”. Mas os livros mais recentes têm sugerido que este “grande segredo” poderia ter sido um conhecimento que, se revelado, poria em causa a nossa visão fundamental do catolicismo romano em si e do desenvolvimento histórico contado de nossa civilização.

Acima: O Castelo de Tomar, em Portugal, construção iniciada em 1º de Março de 1.160, uma das construções mais antigas dos Templários na Europa. D. Gualdim Pais (Amares, 1118 – Tomar, 1195) foi um cavaleiro cruzado português, Cavaleiro e MongeTemplário e Cavaleiro de D. Afonso Henriques (1128-1185). Foi o fundador da cidade de Tomar e construtor do Castelo de Tomar.

Alguns afirmam que a organização dos Cavaleiros da Ordem do Templo realmente nunca deixou de existir. O fim oficial dos Templários foi representado pela execução de seu último Grão-Mestre do passado, Jacques de Molay, que foi queimado vivo perante uma multidão que cantava em Paris, em 18 de março de 1314, depois de sete anos prisioneiro. 

As caravelas portuguesas e a Cruz Templária estampada em suas velas.

Mas a realidade é que eles simplesmente mudaram de nome e passaram para à clandestinidade. Há evidências de que certas figuras famosas da Europa eram membros da Ordem – centenas de anos depois que oficialmente ela teria deixado de existir. Sir Isaac Newton é nomeado como um de seus membros.

O grande explorador Português Vasco da Gama viajou com a insígnia da Cruz dos Templários pintadas nas velas de suas naus, assim como Cristóvão Colombo na descoberta da América do Norte e PEDRO ÁLVARES CABRAL quando “descobriu” o BRASIL, sendo que todos esses navegantes pertenciam à Ordem dos Cavaleiros de Cristo, que foi como em Portugal a antiga Ordem dos Templários continuou existindo, apenas com a troca de nome, apenas cinco anos após a execução de Jaques de Molay em Paris.

A Ordem de Cristo foi assim criada em Portugal como “Ordo Militiae Jesu Christo” pela bula “Ad ae exquibus” de 15 de março de 1319 pelo papa João XXII, sendo então rei de Portugal D. Dinis, pouco depois da extinção da Ordem do Templo. «Tratava-se na realidade de se refundar a Ordem dos Cavaleiros Templários, agora com base em Portugal, que anterior bula papal de Clemente V havia condenado à extinção». 

As caravelas portuguesas e a Cruz Templária estampada em suas velas.

“Non nobis Domine, non nobis, sed nomini Tuo da Gloriam”(Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao Teu nome Glorifique) – Salmo 115:1 e a divisa dos Cavaleiros TEMPLÁRIOS.

Existem histórias e lendas que sugerem que os Cavaleiros Templários visitaram a América uns 80 anos antes de Colombo (talvez até mesmo muito antes). A Ordem dos Cavaleiros Templários ainda existe hoje, embora com outro nome (desconhecido do público em geral). Em toda a Europa, seus membros ainda se encontram secretamente para discutir negócios desconhecidos, realizar rituais sagrados e traçar o nosso destino a portas fechadas.

A ordem de monges guerreiros que haviam se tornado uma das organizações mais poderosas e controversas da história medieval europeia, eram conhecidos por uma variedade de nomes, os Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão, Milicia de Cristo ou, mais comumente, os Cavaleiros Templários.

Relatos detalhados da fundação da ordem são inexistentes. A principal fonte utilizada pelos historiadores são os documentos escritos por Guillaume de Tyre (ou Guilherme de Tiro) cerca de setenta anos após o evento, e enquanto isso é a versão mais comumente aceita como a verdadeira explicação, versões alternativas existem, algumas das quais são suportadas por documentação que fazem-nas parecerem razoavelmente aceitáveis.


“Todos os nove cavaleiros templários originais estão reincorporados no BRASIL”…

Continua …

“Existem três coisas que não podem ser escondidas por muito tempo: a Lua, o Sol e a VERDADE” – Sidhartha Gautama (Budha)


“Conhece-te a ti mesmo e conheceras todo o universo e os deuses, porque se o que tu procuras não encontrares primeiro dentro de ti mesmo, tu não encontrarás em lugar nenhum”. – Frase escrita no pórtico do Templo do Oráculo de Delphos, na antiga Grécia.

“Tudo o que somos é o resultado do que pensamos. Se um homem-mulher fala ou age com um pensamento maligno, a dor o acompanhará como uma sombra. Se um homem-mulher fala ou age com um pensamento puro, a felicidade o segue, como uma luz que nunca o deixa”. – Budha (Sidharta Gautama)

Saiba mais, leitura adicional:

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