domingo, 1 de maio de 2016

O FABULOSO TESOURO DOS TEMPLÁRIOS



A Revelação Templária – 9A – Um Curioso Tesouro (Rennes-le-Chateau)

Posted by Thoth3126 on 01/05/2016



CAPÍTULO IX – UM CURIOSO TESOURO

Os céticos afirmam que não existe nenhum mistério em Rennes-le-Château. Para eles, Saunière ganhou dinheiro apenas com o tráfico de missas – ou, talvez, com outros negócios duvidosos – e a história do tesouro foi cinicamente inventada como atração turística. Quanto à importância que os Dossiers Secrets do Priorado de Sião atribuem à aldeia e ao seu mito, isso, dizem eles, é simplesmente o Priorado revestindo-se de um ar de mistério. Além disso, a história, tal como a conhecemos, remonta apenas a 1956, quando Noël Corbu abordou um assunto que se destinava a entreter os hóspedes da Vila Betânia, que ele transformara num hotel-restaurante …

Edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

Capítulo 09A – UM CURIOSO TESOURO – Livro “The Templar Revelation – Secret Guardians of the True Identity of Christ”, de Lynn Picknett e Clive Prince.

Fonte: http://www.picknettprince.com/



CAPÍTULO IX – UM CURIOSO TESOURO – 9A

… Contudo, a investigação mostra que existe um mistério: na verdade, a aldeia era claramente um centro de interesse para os investigadores esotéricos antes dessa data. Por exemplo, em 1969, alguém foi lá especificamente para procurar o imaginário tesouro dos cátaros, que ele acreditava ter sido levado da fortaleza deMontsegur para Rennes-le-Château. Talvez isto também explique a presença, que, de outro modo seria estranha, de oficiais alemães nazistas na Vila Betânia, onde ficaram alojados, durante a segunda guerra mundial.
Como muitas pessoas já sabem, os nazistas tinham uma obsessão por artefatos ocultistas, alquímicos, esotéricos e religiosos e passaram muitos meses, durante a guerra, a fazer escavações em Montségur e na região de Rennes-le-Château. Diz-se que eles procuravam o Santo Graal: certamente, Otto Rahn, o arqueólogo nazista, concentrara os seus esforços para o encontrar naquela área, nos anos 30.



A pequena e misteriosa vila de Rennes-le-Chateau
Noël Corbu é um protagonista importante na história de Rennes-le-Château. O seu papel ultrapassa o de um hoteleiro local e de contador de histórias fantásticas – como se pode deduzir da sua participação na publicação dos famosos pergaminhos codificados. Como vimos, estes surgiram, pela primeira vez, num livro de Gérard de Sède publicado em 1967, mas, mais tarde, um colega de Pierre Plantard de Saint-Clair e membro do Priorado de Sião, Philippe de Chérisey, confessou tê-los forjado.
No seu mais recente livro sobre o caso de Rennes-le-Château, em 1988, Gérard de Sède declara que publicou os textos de boa-fé, tendo-lhe estes sido entregues por alguém relacionado com Rennes-le-Château que afirmava serem cópias que Saunière entregara ao presidente do município da aldeia antes de levar os originais para Paris. Mas De Sède tem o cuidado de evitar nomear este «alguém».
No entanto, a sua identidade é revelada na obra de Jean Robin: era Noël Corbu. Isto é importante porque se De Chérisey forjou os pergaminhos, então Corbu apenas podia obtê- los através do contato com o Priorado de Sião.
Quanto mais se investigam as circunstâncias em que Corbu veio a adquirir o domaine de Saunière mais intrigantes elas se tornam. Segundo a história usual, Corbu encontrava-se casualmente na aldeia, durante a segunda guerra mundial, tornou-se amigo da idosa Marie Dénarnaud e concluiu que a vila daria uma boa residência. Mas a verdadeira história parece ser que ele já estava interessado na história de Saunière desde há algum tempo, e, no princípio dos anos 40, fez o possível para estabelecer relações de amizade com Marie para obter mais informações.
A intriga adensa-se: a igreja romana, por qualquer razão, também sempre estivera muito interessada em se apoderar da antiga propriedade de Saunière, mas estava igualmente ansiosa por adquiri-la discretamente. De fato, fez várias tentativas para convencer Marie a vendê-la, mas ela se recusava. Parece que, por intermédio de um sacerdote, chamado abade Gau, a Igreja convenceu Corbu a atuar em seu nome, tendo acordado, presumivelmente, que, quando Marie lhe vendesse a propriedade, ele lha transferisse. Alguma coisa parece ter corrido mal: talvez Corbu renegasse o acordo feito com a igreja romana.



Mais tarde, ele solicitou diretamente uma concessão do Vaticano, que foi obviamente considerada de invulgar importância, porque o Vaticano enviou o embaixador papal, em pessoa, para Carcassonne para obter da diocese as informações necessárias. E este embaixador não era outro senão o cardeal Roncali – futuro papa João XXIII (que, segundo The Holy Blood and The Holy Grail (no Brasil, “O Santo Graal e a Linhagem Sagrada“), poderia ter sido um homem membro do Priorado de Sião). A diocese, aparentemente, deu um parecer negativo e recomendou que a concessão fosse recusada. Mas, estranhamente, o Vaticano concedeu-lha.
É evidente que a relação com Corbu é muito importante para a compreensão da história de Rennes-le-Château: o mistério não terminou com a morte de Saunière. E, como Corbu viveu com Marie durante sete anos, estava em boa posição para descobrir o segredo. Qualquer que ele fosse, Corbu não o inventou. (Curiosamente, tem-se afirmado que Corbu, com Pierre Plantard de Saint-Clair, foi inspirador do aparecimento do Priorado aos olhos do público, nos anos 60, mas estes rumores nunca foram confirmados.)
Vimos, no capítulo anterior, que Saunière foi apenas um indivíduo implicado num mistério muito vasto da área onde se situa a aldeia de Rennes-le-Château – em acontecimentos que envolviam grandes somas de dinheiro e que levaram algumas pessoas a recorrer ao assassínio.
Sem dúvida que o mistério também envolvia grupos de Paris, com os quais Saunière estava em contato. Mas é interessante que muitas das figuras principais dos círculos que rodeavam Emma Calvé fossem – como a própria Emma – de origem languedoquiana. Foi referido que não era, de fato, necessário que Saunière se tivesse deslocado a Paris para conhecer a maioria dessas pessoas, porque elas visitavam com frequência Toulouse, o «berço do seu círculo». A pista conduz-nos, de novo, a pessoas e grupos cujos nomes já são familiares desta investigação.
Estas relações são excepcionalmente relevantes: não só lançam alguma luz, muito necessária, sobre o próprio Saunière mas também revelam que a história de Rennes-le- Château faz parte, de fato, desta investigação. Seguir o rasto do sacerdote até à complicada «árvore genealógica» dos grupos ocultistas, que já discutimos, iria oferecer-nos conhecimentos e revelações completamente inesperados sobre a verdadeira natureza do mais divulgado mistério do Languedoc, o qual, que saibamos, nunca foi publicado na Inglaterra.
Estranhamente, considerando todo o tempo e trabalho que foram investidos para tentar esclarecer o mistério, algumas das respostas saltam literalmente aos olhos do investigador. Indicações sobre a filiação particular de Saunière encontram-se na própria igreja de Rennes-le-Château. Apesar de os céticos terem sugerido que toda a decoração aparatosa e peculiar podia ser atribuída ao mau gosto ou a uma aberração mental de Saunière, outra investigação mostra que há mais, muito mais, e não menos, mistérios naquele «terrível» lugar.
Suspeitávamos de que a igreja e os seus arredores imediatos tinham sido planejados e projetados segundo um plano arcano (ocultista) muito específico. Os seus motivos dominantes parecem ter sido a inversão, imagens invertidas e o equilíbrio dos opostos: por exemplo, a contrapartida da Torre de Magdala é a estufa, na outra extremidade dos baluartes. Enquanto a primeira é construída de pedra sólida e temvinte e dois degraus, que conduzem ao topo do torreão, a segunda é de material insubstancial e os seus vinte e dois degraus conduzem a uma sala situada em baixo. E a disposição do jardim e o calvário, no exterior da igreja, configuram um padrão geométrico preconcebido – e, presumivelmente, significativo.
Estas nossas observações foram confirmadas por Alain Féral, um famoso artista que vive na aldeia – e que era protegido de Jean Cocteau. Féral, que vive na aldeia desde o princípio dos anos 80, fez as mais pormenorizadas medições dos planos da igreja e dos edifícios circundantes e concluiu que eles revelam temas recorrentes. (Pode não ter sido, evidentemente, o próprio Saunière o responsável por isso – pode ter sido Henri Boudet ou o arquitecto que ele encarregou de fazer a obra ou mesmo os superiores de qualquer grupo com que Saunière podia estar envolvido.)


A localização de Rennes-Le-Chateau, na região do Languedoc-Roussillon, na França.

Reforçando a nossa ideia do tema das imagens refletidas, Féral refere que o pilar visigodo (que, anteriormente, sustentava o altar) ostenta uma cruz esculpida, que Saunière colocou ao contrário, no exterior da igreja. Também cita o significado do número vinte e dois: além das escadas da torre e da estufa, o número aparece em toda a parte do domaine. Dois lances de escadas conduzem do jardim ao terraço, cada um deles com onze degraus. As duas inscrições da igreja que mais atraíram a atenção – “Terribilis est locus iste”, acima do pórtico, e “Par ce signe tu le vaincras”, acima da pia da água-benta – são ambas formadas por vinte e duas letras. (A frase latina, que é mais usualmente transcrita como Terribilis est locus iste, e o le que é estranho à frase francesa parecem ter sido imaginadas para dar a cada uma delas vinte e duas letras. ) Há uma boa razão para a importância de onze e do vinte e dois: estes números são ambos «números básicos (mestres)» do ocultismo. Têm particular significado nos estudos cabalísticos.
Assim, há um curioso padrão heterodoxo criado por quatro objetos, dois no interior e dois no exterior da igreja: o confessionário, que está diretamente voltado para o altar; o próprio altar; a estátua de Notre-Dame de Lourdes (com a inscrição de «Penitência! Penitência!»), no exterior da igreja, sobre o pilar visigodo invertido, e o «calvário» do pequeno jardim, que o próprio Saunière construiu com todo o esmero. Estes quatro elementos não só formam um quadrado perfeito como também transmitem uma mensagem simbólica.
O confessionário e a inscrição «penitência» referem-se ambos a arrependimento e defrontam, respectivamente, o altar e o calvário, ambos simbólicos de salvação da Alma. Assim, cada grupo de pares parece simbolizar uma jornada, caminho ou iniciação espiritual – do arrependimento ao perdão e daí à salvação. Isto foi tão cuidadosamente concebido que devia ter transmitido alguma mensagem especial e oculta. Saunière está tentando dizer que o perdão e a salvação também se encontram fora da Igreja? E há aqui mais alguma indicação, alguma coisa relacionada com figuras que representem arrependimento e penitência – João Batista e Maria Madalena?
A frase «Penitência! Penitência!» foi a que, supostamente, a Virgem Maria proferiu durante as aparições de La Salette. Dos dois jovens visionários, um era uma pastora, Melanie Calvet, que era parente de Emma Calvé. (Emma alterou a grafia do seu nome quando se tornou cantora de ópera.) Durante algum tempo, a visão de La Salette ameaçou rivalizar com a de Lourdes, mas a Igreja Católica concluiu que ela era apenas uma mistificação. A visão de La Salette, no entanto, foi defendida pelo movimento joanino/Naündorff/Vintras (consultar o Capítulo 7). Saunière também escreveu em defesa das visões de La Salette.
Como vimos, é pouco provável que as célebres decorações da igreja sejam sinais indicadores da localização de algum grande tesouro. Se Saunière tivesse encontrado alguma coisa que o tornasse muito rico, dificilmente iria decorar a sua igreja com instruções codificadas que conduzissem ao lugar onde ela se encontrava. É mais provável que as decorações tentem esconder alguma coisa ou, no mínimo, fazer uma comunicação que seria óbvia apenas para um iniciado.
A melhor analogia – e, nas circunstâncias, a mais apropriada – é com um espaço de uma loja maçônica. Para um não-iniciado, os vários símbolos empreguados nesses templos – os compassos, os esquadros e outras insígnias – não podem ser «decodificados» para revelar qualquer quadro coerente das intenções dos maçônicos. É preciso conhecer a filosofia, a história e os segredos subjacentes que eles simbolizam, para compreender a sua real função ali.


Uma das duas inscrições da igreja que mais atraíram a atenção – “Terribilis est locus iste”, esta gravada acima do pórtico de entrada da igreja.

Muitos observadores identificam símbolos de várias sociedades secretas e ocultistas – os rosacruzes, os Cavaleiros Templários e os maçônicos – na decoração da igreja. As rosas e as cruzes do tímpano referem-se claramente aos rosacruzes. Uma das anomalias das Estações da Via Sacra, que é citada com maior frequência, é a da Oitava Estação, em que Jesus (carregando a cruz sem esforço) encontra uma mulher que usa o que parece ser um véu de viúva e que tem o braço em volta de um rapazinho envolto no que parece ser um manto axadrezado.
Isto é tomado como uma referência aos maçônicos, que se auto-intitulam os «Filhos da Viúva». (E talvez haja algum significado no fato de a Oitava Casa astrológica reger os mistérios do sexo, da morte e da reencarnação – e do oculto.) O pavimento da igreja, os quadrados brancos e pretos, e o teto azul, com as suas estrelas douradas acima do altar, evocam as decorações habituais de uma loja maçônica.
Em nossa opinião, um dos elementos mais importantes de toda a igreja é o primeiro com que o visitante depara ao entrar nela. O demônio, recentemente vandalizado, foi sempre designado por «Asmodeus», aquele que tradicionalmente guarda tesouros escondidos – embora não haja nada nesta estátua que a associe explicitamente ao demônio daquele nome.
Discutimos esta questão com Robert Howells, que, como gerente de uma das mais famosas livrarias ocultistas de Londres, tem um conhecimento extraordinariamente vasto do simbolismo esotérico e cujas investigações sobre o mistério de Rennes-le-Château são doutas, sensatas e de grande importância. Referiu a existência de uma antiga lenda judaica acerca da construção do Templo de Salomão em Jerusalém, segundo a qual o rei impediu vários demônios de interferir na obra, de várias maneiras diferentes – um deles, Asmodeus, foi «submetido» obrigando-o a transportar água, o único elemento que podia ser usado para o controlar.
É significativo que estas lendas tivessem sido incorporadas no saber maçônico, e não é coincidência encontrar este quadro na igreja de Saunière, onde Asmodeus está a ser controlado, carregando água, sob as palavras «Por este sinal tu o vencerás». E as decorações da pia da água-benta – anjos, salamandras, pia da água e demônio – representam os quatro elementos clássicos em alquimia e ocultismo, saber, do ar, fogo, água e da terra, que são essenciais em qualquer obra ocultista.
Se o elo de ligação com Asmodeus está correto, então é muito curioso, porque o quadro do demônio e o de Jesus estão claramente destinados a ser considerados em conjunto. Como o demônio está sendo subjugado pela água, está acontecendo a mesma coisa quando João derrama água sobre Jesus durante o batismo do mesmo? Há também uma peculiar inversão da ordem habitual das duas letras gregas alfa e ômega, a primeira e a última, que são associadas a Deus e Jesus. Seria de esperar que alfa estivesse representado sob João – o alegado precursor – e ômega sob Jesus, a culminação. Mas, aqui, verifica-se o inverso.


A prevalência de imagens que sugerem o Templo de Salomão, tanto no interior como no exterior da igreja, podiam referir-se aos maçônicos ou aos Cavaleiros Templários. O fato de as letras anômalas da citação errada “Par ce signe tu le vaincras”, que se encontra entre os quatro anjos e o demônio, serem a décima terceira e a décima quarta (o «le» é completamente supérfluo e altera o significado da frase) tem sido considerado como evocativo do ano de 1.314, quando Jacques de Molay, o último Grão Mestre da Ordem dos Cavaleiros Templários foi queimado na fogueira em Paris.
Todo este simbolismo ocultista tem sido laboriosamente analisado por dúzias de investigadores competentes, ao longo dos anos, e os resultados têm sido outras tantas interpretações diversas. Mas as respostas podem ser muito simples e desanimadoramente óbvias. De fato, o simbolismo da igreja de Rennes-le-Château nunca foi um mistério para os que são versados no conhecimento maçônico.
É simplesmente a indicação da filiação particular de Saunière, que era maçônica. Isto é confirmado pela sua escolha do escultor para as Estações da Via Sacra e das outras estátuas – um certo Giscard, que vivia em Toulouse e cuja casa e estúdio, bizarramente decorados, ainda se conservam na Avenue de la Colonne daquela cidade. Giscard era um conhecido maçônico, embora reconhecidamente se especializasse em decorações de igrejas e outros exemplos da sua obra se encontrem por todo o Languedoc.
Curiosamente, na igreja de João Batista, em Couiza, situada no sopé da colina abaixo de Rennes, encontram-se idênticas Estações da Via Sacra, que foram obra de Giscard – mas estas são versões monocromáticas e as anomalias, tão visíveis na igreja de Saunière, estão ausentes. É quase como se as duas igrejas, separadas apenas por dois quilômetros, se destinassem a ser comparadas para pôr em relevo as excentricidades da versão de Saunière.
Jean Robin, no seu livro sobre Rennes-le-Château, afirma que as filiações maçônicas de Saunière são confirmadas pelos registros dos arquivos da diocese. Como vimos, no entanto, a Maçonaria consiste em várias “tradições” distintas. A qual delas pertencia Saunière? Também neste ponto, investigadores franceses bem informados estão de acordo: a sua filiação era no Rito Escocês Retificado, o ramo da Maçonaria «ocultista» que, especificamente, se reclama descendente da Ordem dos Cavaleiros Templários.
Antoine Captier, neto do sineiro de Saunière, que atua como foco de investigação sobre Rennes-le-Château e o caso Saunière, disse-nos: «Sabíamos que ele pertencia a uma loja maçônica. Foi enviado para um lugar onde havia alguma coisa [importante]. Ele encontrou certas coisas. Mas, mais uma vez, ele não estava sozinho. Ele não trabalhava sozinho.» Mais tarde, no decorrer da conversa, Captier foi mais preciso: as ligações de Saunière eram com o Rito Escocês Retificado; mas acrescentou: «Não é segredo.» Foi esta também a conclusão a que chegou Gérard de Sède, que investigou o caso durante trinta anos. De fato, De Sède pensa que algum do simbolismo da Nona Estação da Via Sacra evoca o grau de Chevalier Bienfaisant de la Cité Sainte – um eufemismo para «Cavaleiro Templário».


Sauniere ao lado da estátua de Maria Madalena.

Há outra indicação da possível filiação de Saunière. A sua escolha das estátuas dos santos da sua igreja, à exceção das Madalenas, tem sido vivamente debatida pelos investigadores: St. Germaine, St. Roch, dois Antônios – de Pádua e o Eremita – e, por cima do púlpito, S. Lucas. Alain Féral observou que, se as estátuas forem dispostas com a forma M sobre o pavimento da igreja as suas iniciais formam a palavra Graal.
Com os símbolos da Rosacruz nos tímpanos e a predominância de imagens do Templo de Salomão, isto aponta na direção da Ordem da Rosacruz, do Templo e do Graal – uma ordem fundada em Toulouse, por volta de 1850, mais tarde presidida pelo próprio Joséphin Péladan, o padrinho dos grupos ocultistas eróticos da época.
No princípio da nossa investigação, tínhamos pensado que a tendência de muitos investigadores para acreditar que todos os caminhos conduziam a Rennes-le-Château era errada. Mas, em certo sentido, eles têm razão, embora por motivos equivocados. Certamente, foi espantoso descobrir a intrincada rede de grupos ocultistas e maçônicos, que já discutimos, e seguir o seu rastro até Saunière e à sua aldeia. Isto não é coincidência: faz parte de um complicado e meticuloso plano que já estava bem implantado antes de Saunière nascer e que continua até hoje.
Vimos que Saunière revelava grande interesse pelo túmulo de Marie de Nègre d’Ables, senhora d’Hautpoul de Blanchefort, que foi erigido por Antoine Bigou, pároco de Rennes- le-Château, em 1791. Marie foi a última da descendência direta que detinha o título de Rennes-le-Château, embora outros ramos da família tivessem continuidade. Marie de Nègre d’Ables casara, em 1732, com o último marquês de Blanchefort, cujo nome derivava do vizinho «château» (embora ele pareça ter sido apenas um gênero de torre) de Blanchefort, cujas ruínas ainda existem.
A família de Marie, no entanto, tinha algumas ligações muito interessantes. Já discutimos o influente Rito de Mênfis da maçonaria, que, mais tarde, se fundiu com o de Misraïm. Este foi fundado em 1838, por Jacques-Étiennes Marconis de Nègre, que era da mesma família da Marie da história de Rennes-le-Château. E foi um dos Hautpouls – Jean-Mane Alexandré – que contribuiu para a criação do grau de Chevalier Bienfaisant de la Cité Sainte, o eufemismo de Cavaleiros Templários do Rito Escocês Retificado, em 1778.
Alguns membros da mesma família tiveram um lugar de relevo na loja maçônica La Sagesse, que teve origem na Ordem da Rosacruz, do Templo e do Graal. O sobrinho e herdeiro de Marie de Nègre, Armand d’Hautpoul, estava relacionado com indivíduos ligados ao Priorado, incluindo Charles Nodier, que foi grão-mestre entre 1801-1844. Armand d’Hautpoul também foi preceptor do conde de Chambord, cuja viúva foi tão generosa para Saunière.
O Rito de Mênfis da maçonaria de Marconis de Nègre estava intimamente ligado à sociedade conhecida por Os Filadelfianos, que fora criada pelo marquês de Chefdebien – um Rito Escocês Retificado maçônico – em Narbonne, em 1780. Esta é outra das sociedades maçônicas templaristas influenciada pelas ideias do barão Von Hund: Chefdebien assistira à famosa Convenção de Wilhelmsbad de 1872, que tentara resolver definitivamente a questão das origens templárias dos maçônicos. Os filadelfianos, como o Rito de Mênfis, estavam primordialmente interessados na aquisição de conhecimento ocultista – ambos tinham graus dedicados unicamente a esta missão.



Os filadelfianos, além disso, pretendiam tentar esclarecer a complicada história da maçonaria, com a sua proliferação de hierarquias, graus e ritos rivais, numa tentativa de descobrir o seu objetivo e segredos originais. Eles transformaram-se num repositório de informação sobre a maçonaria e sociedades similares, que lhes foi transmitida de boa-fé ou que foi obtida através de infiltração. Assim, é significativo que o irmão de Saunière, Alfred (também sacerdote), fosse preceptor da família – e que fosse despedido por ter roubado parte dos seus arquivos.
Alfred Saunière é, indubitavelmente, uma figura-chave dos estranhos acontecimentos em que o seu irmão mais velho – e mais famoso – estava envolvido e merecia maior investigação. Contudo, é difícil descobrir muita coisa a seu respeito, embora se saiba que foi amante da ocultista marquesa de Bourg de Bozas, uma das pessoas que visitavam a Vila Betânia em Rennes-le-Château. Alfred morreu em 1905, vítima de alcoolismo, após ter sido excomungado.
Depois da morte de Alfred, Saunière, numa carta ao seu bispo, referia-se a um sentimento local de que «devia expiar os erros do meu irmão, o abade, que morreu demasiado cedo». Logo que tivemos conhecimento das ligações de Saunière com a maçonaria do Rito Escocês, grande parte do quadro mais vasto começou a tornar-se mais claro. E, longe de ser uma obsessão pessoal, a deferência especial de Saunière pela Madalena emergia verdadeiramente como fazendo parte da Grande Heresia europeia. A chave destas filiações residia nas pessoas que ele conhecia.
De fato, é possível ir mais longe e associar Saunière a Pierre Plantard de Saint-Clair, por intermédio de um só homem: George Monti. Também conhecido sob os pseudônimos de conde Israel Monti e Marcus Vella, ele é uma das mais implacáveis e poderosas figuras das sociedades secretas do século XX – embora, de modo algum, a mais conhecida. À maneira clássica destes “magos”, ele preferia exercer a sua influência na sombra, em vez de procurar popularidade, ao estilo do seu associado Aleister Crowley.
Ao longo da vida, subiu nas hierarquias de muitas sociedades ocultistas, mágicas e maçônicas, por vezes para se infiltrar nelas por conta de outros. Foi também um agente duplo dos Serviços Secretos franceses e alemães; como no caso de John Dee e, possivelmente, também de Leonardo, os dois mundos da espionagem e do ocultismo andam frequentemente de mãos dadas. Monti levou uma vida tão complexa que é impossível determinar onde residia a sua fidelidade. Muito provavelmente, apenas nele próprio e no seu amor pela intriga e pelo poder pessoal.
Quaisquer que fossem os verdadeiros motivos de Monti, ele teve um êxito espantoso na sua vida secreta, ocupando, por vezes, altos cargos em sociedades que eram mutuamente hostis, ou porque uma desconhecia a existência das outras ou porque cada uma acreditava que ele se infiltrara noutros grupos em seu favor. Por exemplo, embora alguns desses grupos fossem, como Monti, nitidamente anti-semitas, ele também conseguiu ocupar uma alta posição na B’nai B’rith, uma fechada sociedade secreta judaica, fundada nos EUA – tendo-se mesmo convertido ao judaísmo com essa finalidade.



As duas torres de Sauniere em Rennes Le Chateau, à direita a Torre Magdala. Ben Hammott © 2008
Monti nasceu em Toulouse em 1880, tendo sido abandonado pelos seus pais italianos e educado pelos jesuítas. Desde muito cedo interessou-se pelo mundo misterioso das sociedades secretas ocultistas. Viajou muito pela Europa e passou algum tempo no Egito e na Argélia. Entre as muitas sociedades a que aderiu, contava-se a Holy Vehm, uma organização alemã especializada em assassinatos políticos. Também se diz que ele «detinha a chave» da maçonaria italiana. Entre as muitas pessoas que conhecia encontrava-se Aleister Crowley – de fato, ele fora descrito como o «representante francês» de Crowley e foi membro da O.T.O.(Ordo Templi Orientis), quando o excêntrico inglês era grão-mestre. Não é surpreendente que a vida duvidosa de Monti, eventualmente, o comprometesse e ele fosse envenenado em Paris, em Outubro de 1936.
Ele figura nesta investigação porque a sua primeira função no mundo ocultista parisiense foi a de secretário de Joséphin Péladan e, por conseguinte, íntimo do círculo de Emma Calvé. Como vimos, Saunière era conhecido por ter ligações com Péladan e o seu grupo e por ter conhecido Emma Calvé, portanto, devia ter conhecido Monti. Além disso, este era do Languedoc e vivera, por vezes, em Toulouse ou em qualquer outro lugar do Midi (Sul da França).
Em 1934, Monti fundou a Ordem Alpha-Galates, da qual Pierre Plantard de Saint-Clair se tornou grão-mestre em 1942, com a idade imatura – mas talvez significativa – de 22 anos. E, embora Plantard tivesse apenas 16 anos quando Monti morreu, ele conhecia-o. Anne Léa Hisler, ex-mulher de Plantard, num artigo de 1960, escreveu inequivocamente que ele «conhecia bem o conde Georges Monti». Monti pode mesmo ter sido o seu professor e mentor ocultista.
Assim, parece que existia um claro elo de ligação entre Saunière e Plantard de Saint-Clair, sob a forma de Georges Monti, talvez representando a continuação de uma certa tradição secreta.
Então, que conclusão podemos tirar da história de Saunière? Eliminar todas as ofuscações, mitos e conjecturas não é tarefa fácil, mas parece que o sacerdote andara a procurar alguma coisa e que não agia sozinho. As provas apontam para a existência de um patrocinador secreto, muito possivelmente ligado às influentes sociedades ocultistas de Paris e ao Languedoc. Esta não é apenas a explicação mais lógica, é também a que o próprio Saunière apresentou. Quando o sucessor de Billard, como bispo de Carcassonne, exigiu que Saunière explicasse a sua extravagante maneira de viver, o sacerdote respondeu vivamente:
Não sou obrigado… a divulgar os nomes dos meus doadores. Torná-los públicos, sem autorização, correria o risco de trazer a discórdia a certas famílias ou casas… CUJOS membros fizeram doações sem o conhecimento dos seus maridos, filhos ou herdeiros.



Em Rennes Le Chateau a essência do segredo descoberto por Sauniere é sobre o Sagrado Feminino…
Mais tarde, ele disse ao bispo que lhe revelaria os nomes dos seus doadores – mas apenas em segredo de confissão. A redação de uma carta de apoio, escrita a Saunière por um amigo íntimo, em 1910, emprega uma linguagem mais sugestiva:
Recebeste o dinheiro. Não é qualquer pessoa que pode penetrar no segredo que guardas… Se alguém te deu o dinheiro, sob o compromisso de natural segredo, és obrigado a guardá- lo, e nada te pode libertar de guardar este segredo…
Parece que Alfred, o irmão de Saunière, também conhecia o segredo. Ao ser interrogado pelas autoridades sobre a sua extravagância, Saunière respondeu:
O meu irmão, sendo pregador, tinha numerosos contatos. Servia de intermediário a estas almas generosas.
Mas, embora a região de Rennes-le-Château possa ter sido o ponto de partida da misteriosa investigação de Saunière – a qual, parece, foi empreendida em nome destes ilusórios desconhecidos -, parece que o objeto da pesquisa podia encontrar-se em outro lugar.
Continua ...Links partes anteriores:


http://thoth3126.com.br/o-codigo-secreto-de-leonardo-da-vinci/


http://thoth3126.com.br/a-revelacao-templaria-02a-no-mundo-secreto/


http://thoth3126.com.br/a-revelacao-templaria-02b-no-mundo-secreto/


http://thoth3126.com.br/a-revelacao-templaria-03a-no-rastro-de-madalena/


http://thoth3126.com.br/a-revelacao-templaria-03b-no-rastro-de-madalena/


http://thoth3126.com.br/a-revelacao-templaria-03c-no-rastro-de-madalena/


http://thoth3126.com.br/a-revelacao-templaria-4a-a-patria-da-heresia/


http://thoth3126.com.br/a-revelacao-templaria-4b-a-patria-da-heresia/


http://thoth3126.com.br/a-revelacao-templaria-5a-os-guardioes-do-graal/


http://thoth3126.com.br/a-revelacao-templaria-5b-os-guardioes-do-graal/


Permitida a reprodução desde que mencione as fontes e respeite a formatação original.


www.thoth3126.com.br

SOCIEDADE VRIL E A FORÇA VRIL





A Sociedade VRIL e o Nazismo

Posted by Thoth3126 on 01/05/2016



A Sociedade VRIL – Capítulo 29 do Livro “As Sociedades Secretas e seu poder no século XX” de Jan Van Helsing, 1998 – A Sociedade VRIL, páginas 172 a 208.


À primeira vista, a Sociedade Vril não deveria fazer parte de nosso assunto, que realça mais a política, mas ela é uma das sociedades secretas das mais interessantes que jamais existiu. É por isso que precisamosabsolutamente mencioná-la. Não existe nenhum livro na Alemanha sobre essa Sociedade Vril e qualquer documento que poderia relacionar-se com esse nome, ou mesmo lembrar esse nome, foi muito bem subtraído pelos “Aliados”. Mas como poderemos ver, não foi tudo que “desapareceu”
Edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch


Livro “Secret Societies and Their Power in The 20th Century – As Sociedades Secretas e seu poder no século XX” de Jan Van Helsing, 1998 – EWERTVERLAG, capítulo 29 – A Sociedade VRIL, páginas 172 a 208.
Fonte: http://www.bibliotecapleyades.net/


E sinto um prazer todo particular em revelar aqui esse tema ao leitor. Com efeito, iremos verificar quais são os meios influentes “não alemães” que fazem questão de ocultar a verdade tanto aos alemães assim como do resto do mundo.



Karl Haushofer fundou, antes de 1919, uma segunda ordem secreta, os “Irmãos da Luz” que tomou, mais tarde, o nome de “Sociedade Vril”. Nesta sociedade se encontravam também “Os Mestres da Pedra Negra” (DHVSS), uma nova fundação ramificada dos templários oriundos da ordem Germânica de 1917, e os Cavaleiros Negros do “Sol Negro”, a elite da Sociedade Thule e das WAFFEN S.S..
Se compararmos a Sociedade Vril com a Sociedade Thule, a diferença pode resumir-se no seguinte: a Sociedade Thule ocupava-se das coisas materiais e políticas enquanto que a Sociedade Vril tinha ocupações referentes sobretudo aos assuntosnão físicos, não materiais, mas ao “além”. Mas essas duas sociedades, Thule e VRIL tinham, mesmo assim, alguns pontos em comum.
As duas sociedades estudaram sobre a Atlântida, sobre Thule, “a Ilha dos Bem Aventurados” de Gilgamesh, sobre Shambala, sobre Aghartha, os antigos relatórios originais entre os povos germânicos e os mesopotâmicos, assim como os antigos santuários espalhados pelo planeta como Stonehenge com seus obeliscos em círculo de pedras erguidas.



Em dezembro de 1919, uma casa florestal foi alugada em Ramsau, perto de Berchtesgaden, onde se encontraram algumas pessoas das Sociedades Thule, DHVSS e Vril. Entre elas as médiuns Maria Orsitsch e Sigrun. Maria tinha captado informações numa escrita secreta usada pelos templários – uma língua completamente desconhecida por ela – com precisões técnicas para construir um engenho voador. Essas mensagens telepáticas foram transmitidas segundo os escritos da Sociedade Vril, desde o sistema solar de Aldebaran (n.t. origem estelar do grupo de almas que encarnou nos povos germânicos), situado na constelação de Touro.
Gostaria, nesta altura do relato, de apresentar ao leitor um resumo das mensagens que foram recebidas durante anos pelos telepatas (médiuns) da Sociedade Vril e que constituíam a base das ações empreendidas por esta sociedade. O sistema solar deAldebaran estaria a cerca de 68 anos-luz da terra, na Constelação do Touro, e teria dois planetas habitados, que constituiriam o reino dos sumeran, girando ao redor de seu sol. Os habitantes desse sistema solar seriam subdivididos num povo de mestres, de homens-deuses brancos (arianos) e em diferentes outras raças humanas.
Estas ter-se-iam desenvolvido devido às mudanças climáticas sobre os planetas isolados e seriam o resultado de uma degenerescência desses “homens-deuses”. Esses mutantes teriam sofrido um desenvolvimento espiritual inferior aos “homens-deuses”. Quanto mais as raças se misturavam, mais seu desenvolvimento espiritual se degradava.



Comparação entre os tamanhos de nosso sol e o de Aldebaran, estrela alfa da Constelação do Touro

Como conseqüência, quando o solAldebaran (é uma estrela/sol gigante vermelha) começou a crescer, eles não puderam mais fazer viagens interplanetárias como seus ancestrais; tornou-se impossível para eles, sair de seus planetas.
Foi assim que as raças inferiores, totalmente dependentes da raça dos mestres, teriam sido evacuadas em naves espaciais e levadas para outros planetas habitáveis. Malgrado essas diferenças, o respeito era próprio entre essas duas raças, elas não se apossavam do espaço vital da outra. Cada raça respeitava o desenvolvimento da outra (contrariamente do que se passa entre nós terrestres).
A raça dos mestres, os “homens-deuses brancos”, teria começado a colonizar outros planetas similares a terra há aproximadamente 500 milhões de anos, em seguida à expansão do sol de Aldebaran e do calor crescente que disso resultou tornando os planetas do sistema inabitáveis. Alguns dizem que eles teriam colonizado em nosso sistema solar primeiramente o planeta Mallona (denominado também de Maldek, Marduk ou então Phaeton entre os russos) que teria existido, na época, entre Marte e Júpiter, onde hoje se encontra o cinturão de asteroides.
Em seguida, teria sido a vez de Marte, cujas grandes cidades piramidais e o rosto de uma esfinge no solo marciano são bem conhecidos, fotografadas em 1976 pela sondaViking, dão testemunho do alto nível de desenvolvimento (tecnológico) de seus habitantes. Daí a suposição que os homens-deuses de Sumeran-Aldebaran vieram nessa época pela primeira vez a terra.
Velhos traços de um sapato fossilizado, remontando próximo de 500 milhões de anos o testemunham, assim como um trilobite (classe extinta de artrópodes que existiu em toda a era paleozóica) fossilizado pisoteado com o salto desse sapato. Essa espécie de lagostim primitivo vivia então sobre a terra e desapareceu há 400 milhões de anos.
Os membros da Sociedade Vril pensavam que os aldebarianos aterrissaram mais tarde, quando a terra tornou-se pouco a pouco habitável, na Mesopotâmia (hoje o Iraque) e que formavam a casta dominante dos sumerianos. Eles chamavam a esses aldebarianos “homens-deuses brancos”.



Mais tarde, as mulheres médiuns telepatas da Sociedade Vril receberam a seguinte informação: a língua dos sumerianos era não somente idêntica a dos aldebarianos, assim como ela tinha também as sonoridades semelhantes ao alemão e a freqüência dessas duas línguas era quase idêntica.
Isso corresponde com a realidade? Digamos simplesmente que os planos de construção e as informações técnicas recebidas pelas telepatas – de onde quer que eles tenham vindo – eram tão precisos que nasceu a idéia mais fantástica jamais concebida pelo homem: a construção da “máquina de transporte para o Além”.
O conceito de “outra ciência” amadureceu nas mentes (em nossos dias empregaríamos o termo de “formas de energias alternativas”) germânicas. Foi preciso três anos para que o projeto fosse colocado em condições operacionais. Nessa primeira fase de desenvolvimento de “outra técnica” (outro princípio, o da FUSÃO – feminino-, substituindo o utilizado, da fissão – masculino) ou de “outra ciência” o Dr. W. O. Schumann, membro tanto da sociedades Thule bem como da Vril, fez a exposição da “nova ciência” na Faculdade de Ciências de Munique.



W. O. Schumann

Eis uma parte dessa exposição“Em todos os domínios, existem dois princípios que determinam os acontecimentos, a luz e a sombra, o bem e o mal, a criação e a destruição, como o positivo e o negativo na eletricidade. Trata-se sempre de uma forma ou de outra! Esses dois princípios – que designamos concretamente como os princípios criadores e destruidores – determinam também nossos meios técnicos […]

O princípio destruidor é a obra do Demônio, o princípio criador, a obra de Deus […] Toda a técnica baseada no princípio da explosão ou da combustão (fissão) pode ser catalogada de técnica satânica (destrutiva). A nova era que virá será a era de uma técnica nova, positiva e divina! […]”(n.t. ele se referia ao principio feminino da FUSÃO, contrário ao da Fissão (Extraído dos arquivos secretos dos SS).

No mesmo período, o cientista Victor Schauberger trabalhava num projeto similar. Ele tinha tomado como seu os ensinamentos de Johannes Kepler, que possuía a doutrina secreta dos pitagóricos, redescoberta, retomada e mantida (n.t. o princípio feminino – ÍSIS -, reverenciado pelos templários, este sempre foi o seu grande segredo) secreta pelos Cavaleiros Templários originais.
Essa doutrina tratava do saber sobre a implosão {neste caso, isso significa a utilização do potencial do mundo interior (causa=espírito) no mundo exterior (efeito=matéria)}. Hitler e todos os outros membros das Sociedades Thule e Vril sabiam que o princípio divino é sempre criador, quer dizer construtivo. Uma tecnologia que, ao contrário, repousa na explosão, FISSÃO (base de nossa tecnologia planetária, a fissão-explosão da matéria) é pois, nesse caso, destruidora, oposta ao princípio divino feminino.
Quiseram então criar uma tecnologia baseada na implosão, FUSÃO. A doutrina da oscilação de Shauberger (o princípio da série dos harmônicos = monocórdio) parte do saber sobre a implosão. Digamos mais simplesmente: implosão no lugar de explosão, fusão no lugar da fissão! Por meio das trajetórias de energia do monocórdio e da técnica de implosão penetra-se no domínio da anti-matéria e dissolve-se, assim, as leis da gravidade E TODOS OS SEUS EFEITOS.


A primeira nave em forma de prato foi construída no verão de 1922; sua propulsão era baseada na técnica de implosão (a máquina para o Além). Ela compreendia um disco de 8m de diâmetro, alteado por um disco paralelo de 6,5m de diâmetro e tendo abaixo outro disco de 6m de diâmetro. Esses três discos tinham em seu centro um orifício de 1,80m de diâmetro, onde montaram o propulsor de 2,40m de altura. Embaixo, o corpo central terminava em forma de cone. Nesse cone havia uma espécie de pêndulo que tinha por efeito estabilizar o aparelho. Os discos inferior e superior giravam em sentido inverso para criar um campo de rotação (um pulso) eletromagnético.
Não conhecemos o desempenho desse primeiro disco voador. Ele foi experimentado durante dois anos antes de ser desmontado e guardado nas oficinas da fábrica de aviões Messerschmidt AG em Augsbourg. Encontramos os auxílios financeiros para esse projeto nas contabilidades de diversas empresas industriais mencionadas sob o código “JFM”. É certo que o mecanismo Vril foi tirado da “máquina para o Além” mas ele foi classificado como “o levitador Schumann SM”.
A princípio, a máquina para o Além devia engendrar um campo eletromagnético extremamente forte ao redor dela e em sua vizinhança próxima, o qual fazia de todo o espaço circundante – nele compreendido o da máquina e os seus ocupantes – um microcosmo completamente independente de nosso cosmo. Por sua força máxima, esse campo seria totalmente independente de todas as forças e influências do nosso Universo, tais como a gravidade, o eletromagnetismo, a radiação ou qualquer outra energia. (estes são os princípios que movem os UFOs que avistamos visitando nosso planeta).


Foto de um UFO movido à mecanismo que se utiliza do mesmo princípio da fusão que estava sendo desenvolvido pelos nazistas.

Ela podia mover-se à vontade em todos os campos gravitacionais sem que sentisse ou se detectasse as forças de aceleração e frenagem. Em junho de 1934, Victor Schauberger foi convidado por Hitler e pelos maiores representantes das Sociedades Vril e Thule e trabalhou, daí em diante, em colaboração com os nazistas.
O primeiro OVNI alemão surgiu em junho de 1934. Foi sob a direção do Dr. W. O. Schumann que surgiu a primeira aeronave circular experimental no terreno da fábrica de aviões Arado em Brandenburgo; tratava-se do RFZ 1. Por ocasião de seu primeiro vôo, que foi também o último, ele subiu verticalmente a uma altura de 60m, mas começou a dançar no ar durante alguns minutos.
A empenagem Arado 196 que deveria guiar o aparelho mostrou ser completamente ineficaz. Foi com muito sacrifício que o piloto Lothar Waiz conseguiu pousá-lo no solo, escapar e afastar-se correndo, pois o aparelho começou a rodopiar como um pião antes de capotar e de ficar completamente em pedaços. Foi o fim do RFZ 1, mas o início dos engenhos voadores Vril.



Acima: Escritos de Maria feitos em transe em contato telepático, que foram apresentados por Haushofer para os ocultistas da Sociedade Vril.
O RFZ 2 ficou acabado antes do fim do ano de 1934; ele tinha uma propulsão Vril e uma “pilotagem por impulsão magnética”. Seu diâmetro era de 5m, e suas características eram as seguintes: os contornos do aparelho ficavam sombreados quando ele tomava velocidade, e ele se iluminava com diversas cores, o que é bem característico do fenômeno OVNIs (as cores diversas são devido ao campo gravitacional próprio da espaçonave). Segundo a força de propulsão, ele ficava vermelho, laranja, amarelo, verde, branco, azul ou violeta. Ele pôde funcionar, e o ano de 1941 reservou-lhe um destino notável. Foi utilizado como avião de reconhecimento de grande distância durante a “Batalha da Inglaterra”, pois averiguou-se que os caças alemães standards ME 109 eram inadequados para vôos de reconhecimento transatlântico devido ao seu pequeno raio de ação.
Ele foi fotografado em fins de 1941 no alto do sul do Atlântico, quando se dirigia para o cruzador auxiliar Atlantis, que se encontrava nas águas da Antártica. Ele não podia ser usado como avião de caça pela seguinte razão: devido a sua pilotagem por impulsão, o RFZ 2 não podia efetuar mudanças de direção a não ser de 90°, 45° ou 22,5°. “É inacreditável”, irão pensar alguns leitores, mas são precisamente essas mudanças de vôo em ângulo reto que caracterizaram os OVNIs.



RFZ 1

Após o sucesso do pequeno RFZ 2 como avião de reconhecimento de grande distância, a Sociedade Vril dispôs de um terreno de experimentação em Brandenburgo. O caça Vril 1 disco voador equipado com armas leves, voava no fim do ano de 1942. Ele tinha 11,5m de diâmetro, possuía uma cabina e uma “propulsão por levitação Schumann” e uma ”pilotagem por impulsão de campo magnético”.

Atingia velocidades de 2.900 a 12.000 km/h, podia realizar em plena velocidade mudanças de vôo em ângulo reto sem prejuízo para o piloto, não estava submisso às condições atmosféricas e estava perfeitamente apto para voar no espaço. Construíram 17 exemplares do Vril 1; houve também diversas variantes com dois assentos, munidos de uma cúpula de vidro.

No mesmo momento, um projeto V-7 surgiu. Muitos discos voadores usavam esse nome, mas tinham uma propulsão por reatores convencionais. Foi graças a Andreas Epp que o RFZ 7 foi criado; ele combinava um disco voador por levitação com essa propulsão por reação. A equipe de Schriever-Habermohl e aquela de Miethe-Belluzo participaram da sua elaboração.

Ele tinha 42m de diâmetro, mas fracassou por ocasião de uma aterrissagem em Spitzbergen. Nos arredores de Praga, fizeram entretanto, mais tarde, uma foto de um RFZ 7 construído do mesmo jeito. Segundo Andreas Epp, ele deveria ser equipado com ogivas nucleares e deveria bombardear Nova Iorque.

Em julho de 1941, Schriever e Habermohl construíram um avião circular que decolava na vertical, movido por uma propulsão por reação, mas que tinha, entretanto, graves perdas de força. Desenvolveram portanto outro “pião volante a eletro-gravitação” com uma propulsão a taquions, que teve melhor resultado.

Depois foi a vez do RFZ 7T; construído por Schriever, Habermohl e Belluzo, que também funcionou maravilhosamente. Mas comparados com os discos Vril e Haunebu, os discos voadores V-7 eram como brinquedos de crianças.




Reichsflugscheiben, o RFZ-Vril 2

Até mesmo no meio dos SS encontrava-se um grupo que trabalhava para a produção da energia alternativa. Era a Secretaria de Estudo IV do Sol Negro = SS-E-IV, cuja meta principal era tornar a Alemanha independente do petróleo bruto estrangeiro. O SS-E-IV desenvolveu “o mecanismo Thule”, denominado mais tarde taquiador Thule, a partir do mecanismo Vril e do conversor de taquions do comandante Hans Coler.

Em agosto de 1939 decolou o primeiro RFZ 7. Era um pião volante equipado com armas mais ou menos pesadas, com o nome estranho de Haunebu 1. Ele tinha uma tripulação composta por oito homens, tinha 25m de diâmetro, sua velocidade de partida era de 4.800 km/h podendo atingir até 17.000 km/h. Era equipado com dois “canhões de raios fortes” (KSK) de 60mm, montados sobre pequenas torres rotativas, e de quatro MK 106 e tinha uma aptidão média para voar no espaço. Em 1942, o Haunebu II estava igualmente acabado. Seu diâmetro variava de 26 a 32m, sua altura era de 9 a 11m. Ele podia transportar uma equipe de 9 a 20 pessoas. Propulsado por um taquiador Thule, ele atingia na periferia terrestre 6.000 km/h. Era capaz de deslocar-se no espaço e tinha uma autonomia de 55 horas de vôo.

Já existiam então os projetos para a grande nave espacial Vril 7 de 120m de diâmetro que devia transportar companhias inteiras. Pouco depois foi construído o Haunebu III, exemplar absolutamente prestigioso entre todos, com seus 71m de diâmetro. Ele voou e foi até filmado: podia transportar 32 pessoas, sua autonomia em vôo era de mais de oito semanas e atingia uma velocidade de pelo menos 7.000 km/h (e pelos documentos dos arquivos secretos dos SS podia atingir 40.000 km/h).



Esquema em corte de como seria uma espaçonave Vril nazista.

Virgil Armstrong, ex-membro da CIA e aposentado das forças especiais Green Beret (Boinas Verdes), declarou que os engenhos voadores alemães durante a Segunda Guerra podiam aterrissar e decolar na vertical e voar em ângulo reto. Eles atingiam 3.000 km/h e estavam armados de canhões laser (provavelmente o KSK, canhão de raios fortes) que poderiam atravessar uma blindagem de 10 cm de espessura.
O professor J. J. Hurtak, ufólogo e autor do livro Die Schlüssel des Enoch (As Chaves de Enoch) disse que os alemães estavam em vias de construir o que os Aliados designavam de “sistema de armas milagrosas”, Hurtak teve em suas mãos os documentos mencionados:
A construção da cidade de Peenemunde, centro de pesquisas para experiências de engenhos teleguiados (foguetes V1 e V2) enviados para o espaço;
A vinda dos melhores técnicos e cientistas da Alemanha.
Esses documentos mencionavam também a existência do que denominavam foo-fighters (bolas de fogo). O serviço de inteligência militar dos EUA e os serviços secretos britânicos já estavam a par, em 1942, da construção e do emprego de tais objetos voadores, mas eles não os apreciaram no seu verdadeiro valor. Os Aliados os designavam, de fato, pelo nome de foo-fighters todas as espécies de aparelhos voadores luminosos alemães. Duas invenções correspondiam particularmente ao que denominavam de foo-fighter: as tartarugas voadoras e as bolhas de sabão.
As duas nada tinham a ver entre si, mas os Aliados associavam-nas sem razão aparente. A Tartaruga Voadora foi concebida pela secretaria de estudos SS-E-IV em Wiener Neustadt. Sua forma lembrava uma carcaça de tartaruga. Era uma sonda voadora sem tripulação que devia perturbar o sistema de ignição elétrica do material militar do inimigo. Essa sonda estava também equipada de armas sofisticadas, de tubos à Klystron, denominados raios da morte pelos SS. Mas a sabotagem por corte de contato não funcionou perfeitamente no início. Continuaram, mais tarde, a desenvolver essa técnica.
Alguém que já viu os OVNIs poderá confirmar que esse corte de contato elétrico, quer dizer, a pane das instalações elétricas, é uma das características típicas da presença dos OVNIs quando eles aparecem. Wendell C. Stevens, piloto da Força Aérea Americana durante a Segunda Guerra Mundial, disse que os foo-fighters eram as vezes cinza-esverdeado ou vermelho-alaranjado, que eles se aproximavam até 5 metros dos aviões e ficavam nessa posição. Não era possível desembaraçar-se deles, mesmo quando atiravam neles, obrigando as esquadrilhas a dar meia volta ou a aterrissar.
Quanto às bolhas de sabão, designadas freqüentemente de foo-fighters, eram de fato, simples balões no interior dos quais se encontravam finas espirais em metal para confundir os radares dos aviões inimigos. Sua eficácia provavelmente foi mínima, posto a parte o efeito de intimidação psicológica.
No início do ano de 1943, lançou-se o projeto de uma astronave em forma de charuto que deveria ser construída nas oficinas do Zepelim; era o “Aparelho Andrômeda” (139m de comprimento). Ele devia transportar várias naves espaciais em forma de prato para vôos (interestelares) de longa duração.



Uma reunião importante da Sociedade Vril teve lugar próximo do Natal de 1943 em Kolberg, estação balneária no Mar do Norte, da qual participaram as médiuns Maria e Sigrum. O assunto principal tratava do “Empreendimento Aldebaran”. As médiuns da sociedade Vril tinham recebido informações precisas sobre os planetas habitados, situados ao redor do sol de Aldebaran, e uma viagem foi programada para ir até eles. Em 2 de janeiro de 1944 Hitler, Himmler, Künkel e Schumann (estes dois da Sociedade Vril) encontraram-se para falar desse Projeto Vril.
Eles queriam dirigir-se, com o auxílio de uma grande astronave, o Vril 7, para Aldebaran via um canal (Portal) dimensional. Segundo Ratthofer, o primeiro ensaio em vôo num canal dimensional teria acontecido no inverno de 1944. O aparelho teria evitado por um triz um desatre: pelas fotos do Vril 7, tomadas após seu retorno, disseram “que ele havia viajado durante um século”. O revestimento exterior das cabinas parecia muito usado, e ele estava estragado em muitos lugares.
Em 14 de fevereiro de 1944, o piloto de ensaio Joachim Rochlike testou em Peenemunde o helicóptero supersônico construído por Schriever e Habermohl, sob o nome de projeto V 7, o qual estava equipado com doze turbopropulsores BMW 028. Sua velocidade de decolagem vertical era de 48 km/h, ele atingia uma altura de 24.200m e sua velocidade em vôo horizontal era de 2.200 km/h. Ele podia ser propulsado também por uma energia não-convencional.
Entretanto, jamais pode ser utilizado, pois Peenemunde foi bombardeada em 1944, e sua transferência para Praga tornou-se inútil, pois essa cidade foi ocupada pelos americanos e os russos bem antes que se pudesse utilizar os discos voadores. Logo que ocuparam a Alemanha no início de 1945, os britânicos e os americanos descobriram, entre outras coisas, nos arquivos secretos dos S.S., fotos do Haunebu IIe do Vril 1 assim como também do aparelho Andrômeda.
Em março de 1946, o presidente Truman fez com que o comitê do esforço de guerra dos EUA desse permissão para reunir o material alemão para que eles pudessem se apossar e experimentar essa alta tecnologia. Cientistas alemães, trabalhando secretamente, foram enviados aos EUA, fazendo parte dos quadros de refugiados da operação Paperclip. Tomavam parte nesse grupo de cientistas Victor Schauberger e Werner von Braun.


Um Haunebu II DoStra de 1944.


Breve resumo das construções que deviam ser produzidas em série:

O primeiro projeto foi conduzido sob a direção do professor Dr. W. O. Schumann da Faculdade de Ciências de Munique. Foi nesse conjunto que teriam sido construídos, no início de 1945, 17 discos espaciais voadores de 11,5 m de diâmetro, que teriam realizado 84 ensaios de vôo; eram eles que foram denominados os caças Vril 7 com o nome de Odin teriam decolado de Brandenburgo para Aldebaran, em abril de 1945, após terem feito explodir todo o terreno de ensaios, conduzindo uma parte dos cientistas do projeto Vril e os membros da loja Vril.
O segundo projeto foi levado pela secretaria de estudos IV dos SS, que fez construir, até o início de 1945, três tipos de piões espaciais de diferentes tamanhos em formato de sino:

1. O Haunebu I, com 25m de diâmetro e dois exemplares, testado 50 vezes (velocidade de vôo por volta de 4.800 km/h).

2. O Haunebu II, com 32m de diâmetro e sete exemplares, testados 100 vezes (velocidade de vôo perto de 6.000 km/h).
Foi previsto, de fato, construir o Haunebu II em série. Uma oferta teria sido feita pelas firmas de aviões Dornier e Junkers. No fim de março de 1945, Dornier pegou o contrato. O nome oficial desses pesados piões voadores teria sido Do-Stra (Dornier estratosférico).

3. O Haunebu III, com 71m de diâmetro, um só exemplar construído, voou pelo menos 19 vezes (velocidade de vôo perto de 7.000 km/h).

4. O “Aparerlho Andrômeda”, astronave de 139m que podia receber um Haunebu II,dois Vril 1 e dois Vril 2. Ele ficou estacionado como projeto.



Existem ainda documentos atestando que o Vril 7, versão grande modelo, foi terminado no fim de 1944 e que, após os ensaios, ele fez alguns vôos que não ultrapassaram a órbita terrestre e foram mantidos em segredo:
1. Aterrissagem perto do lago Mondsee em Salzkaammergut com ensaios de mergulho para verificar a resistência à pressão na fuzilagem;
2. O Vril 7 provavelmente estacionou na “fortaleza dos Alpes” de março a abril de 1945 por razões de segurança e por motivos estratégicos. De lá ele voou para a Espanha, onde personalidades importantes do Reich haviam-se refugiado, para conduzí-los para a América do Sul e para Neuschwabenland (explicações logo após) e colocá-los em segurança nas bases secretas que os alemães haviam construído fora da Alemanha durante a guerra;
3. Logo depois, o Vril 7 teria decolado secretamente para o Japão, mas nós nada mais sabemos.

O que aconteceu com as naves espaciais nazistas após o fim da guerra?

Não podemos excluir uma produção de uma pequena série de Haunebu II. As diferentes fotos dos OVNIs que, após 1945, mostram construções tipicamente alemãs dão-nos o que pensar. Alguns dizem que uma parte dos engenhos afundaram no lago Mondsee na Alta Áustria; outros pensam que eles teriam sido enviados para a América do Sul, onde foram transportados em peças desmontadas.
O certo é que mesmo que essas peças não tenham chegado à América do Sul, foram aí fabricados com o auxílio de planos de construção de novos aparelhos. Fizeram com que voassem, e uma parte importante dessa tecnologia foi utilizada em 1983 no programa de “experiência Phoenix” projeto precedido pela “experiência Philadelphia” de 1943. (Tratam-se de experiências de teleportação, de materialização e de viagens no tempo pela Marinha Americana que foram coroadas de êxito, mais do que poderia ser imaginado nos sonhos dos mais temerários. Isso seria matéria para outro livro, e também nos afastaria do assunto que abordamos aqui; ver biografia.


Em 1938 houve uma expedição alemã para a Antártica, conduzida pelo navio Schwabenland. Os alemães atribuíram-se 600.000 km quadrados de terreno que eles batizaram de Neuschwabenland (Nova Suábia). Era uma região sem neve, com montanhas e lagos. Frotas inteiras de submarinos do tipo U-Boat 21 e 23 tomaram mais tarde a rota para Neuschwabenland. Até hoje, mais de cem submarinos alemães aí desapareceram.
Eles estavam equipados, entre outras coisas, com snorkel Walter, sistema que lhes permitiria permanecer várias semanas sob a água. Podemos pensar que eles fugiram para Neuschwabenland com os discos voadores em peças desmontadas ou que eles tenham ao menos, levado os planos de construção. Podemos supor também, pois os ensaios de vôo foram coroados de sucesso, que no fim da guerra os discos voadores foram para lá diretamente.
Essa suposição pode parecer ousada para muitos, mas vários indícios importantes permitem, entretanto, imaginar que isso aconteceu dessa forma. Podemos então fazer a pergunta: ‘Por que os Aliados invadiram a Antártica sob as ordens do almirante E. Byrd, em 1947? Se isso fosse somente uma expedição, porque Byrd tinha à sua disposição 4.000 soldados, um navio de guerra, um porta-aviões todo equipado e um completo sistema de abastecimento? Ele dispunha de 8 meses, e no entanto, foi obrigado, já no final de oito semanas, a interromper tudo, após ter sofrido enormes perdas de aviões. O número exato jamais foi comunicado publicamente. O que aconteceu então?
O almirante Byrd explicou mais tarde para a imprensa:
É duro de compreender, mas no caso de uma nova guerra, será preciso esperarataques de aviões que podem voar de um pólo a outro. Ele deixou assim transparecer que havia lá do outro lado uma civilização avançada que se servia, de acordo com os SS, de uma tecnologia superior.





Em seu livro Zeitmaschinen (Máquinas de Tempo) onde se pergunta, entre outras coisas, o que aconteceu com os Haunebu, Norbert Jünge-Ratthofer escreveu:
Desde maio de 1945, os piões espaciais Haunebu I, II e III e mesmo os discos voadores espaciais Vril 1 desapareceram, primeiro sem deixar traços […] Nesse contexto, é extremamente interessante saber que o Haunebu III do Reich alemão, após seu 19° ensaio de vôo, teria fugido voando para Marte, para uma expedição espacial em 20 de abril de 1945, decolando de Neuschwabenland, que era então oficialmente um imenso território do Reich alemão na Antártica oriental.
O que resultou disso, nós não sabemos. Um ano mais tarde, em 1946, numerosos objetos luminosos de origem desconhecida, mas fabricados indubitavelmente de forma artificial, foram vistos acima da Escandinávia e provocaram um grande alarme nos Aliados no Oriente e no Ocidente



Novamente, um ano mais tarde, em 1947, e até nos nossos anos 50, objetos voadores luminosos surgiram acima da América do Norte em crescente número. Eles eram pilotados, isto é certo, por seres inteligentes, eram freqüentemente redondos, em forma de disco ou de um sino, eram também às vezes “objetos voadores não identificados” em forma de charuto, os quais são denominados OVNIs.
Existem autores que dizem que esses “OVNIs” não se assemelhavam, em regra geral, aos fabricados pelo Reich alemão. Sobre esse ponto minha opinião diverge.
Material fotográfico bem documentado prova que especialmente a versão Haunebu II foi vista, e mesmo com freqüencia, desde 1945. Se o leitor estivesse interessado, como eu, desde os 10 anos, no mundo técnico dos OVNIs, poderia verificar que, entre os casos onde houve contatos pessoais com os ocupantes dos OVNIs, existe uma porcentagem particularmente elevada de seres muitos belos da espécie “ariana”, loiros de olhos azuis, e que estes falavam ou o alemão corrente ou outra língua com acento alemão (para os informados, mencionamos o caso de Adamski, em 1952, o caso de Cedric Allingham, em 1954, e aquele de Howard Menger, em 1956).
Dizem também que existem fotos coloridas de um disco voador que aterrissou com homens para partir logo em seguida, e sobre o qual estavam desenhadas duas cruzes, uma Balkenkreuz e uma cruz gamada. Essas fotos foram feitas nos anos 70 por um guarda noturno na RDA.



Existe a propósito dos engenhos voadores acima mencionados um bom dossiê de fotos e filmes, como por exemplo, a documentação com 60 minutos, UFO Geheimnisse des 3.° Reiches (Segredos dos OVNIs do 3.° Reich) (MGA Áustria/Royal Atlantis – Film GmbH). Citamos também o dossiê do americano Vladimir Terziski, que por ocasião da conferência sobre os OVNIs em setembro de 1991 em Phoenix, no Arizona, projetou diapositivos durante três horas e mostrou as fotos de naves alemãs, de planos de construção e de bases subterrâneas alemãs.
O livro do comandante da aeronáutica italiana Renato Vesco é também muito interessante, assim como aquele de Rudolf Lusar: Die Deutschen Waffen und Geheimwaffen des Zweiten Weltkrieges und ihre Weiterentwicklung (As armas alemãs e as armas secretas alemãs da Segunda Guerra Mundial e seu desenvolvimento ulterior); J. F. Lehmanns Verlag, München, 1971.
Compreendeis agora porque tudo o que se refere aos OVNIs passa pela mistificação na grande mídia, e isso particularmente na Alemanha e nos EUA? Segundo esse plano alemão, o mundo da imprensa e da mídia, que é controlada pelos Illuminatigraças ao lobby angloamericano-sionista, está prestes a investir somas enormes para impedir que o cidadão alemão faça investigações nesse domínio.
A pergunta que podemos colocar agora é a seguinte: De onde as sociedades secretas alemãs Thule e Vril conseguiram os conhecimentos indispensáveis para a construção desses engenhos voadores? E de onde lhes vinha o saber concernente ao dom da genética, domínio no qual os alemães estavam igualmente muito avançados em relação às outras nações?
Segundo os dizeres de Herbert G. Dorsey e de outros pesquisadores, eles foram auxiliados não somente pelos contatos telepáticos com os extraterrestres que lhes forneciam planos de construção, mas também pelo estudo do sistema de propulsão de uma espaçonave não-terrestre que teria caído e a unidade ficado intacta na Floresta Negra em 1936. Mas não existe nenhuma prova, praticamente, desse acontecimento, nem testemunhas oculares ainda vivas.
Entretanto, essas provas existem nos EUA, e mesmo em grande número. Na mesma época, os norte americanos registraram uma série de objetos que se arrebentavam no solo (Caso ROSWELL), o que não pode se manter completamente oculto. Falaremos disso mais tarde. Voltemos à política. Durante o tempo que I. G. Farben sustentou Hitler, seu parceiro de cartel, a Standard Oil (Grupo EXXON – Rockefeller) organizava o povo contra os nazistas. Assim também, a Ford Motor Companyfabricava armamentos militares para o exército americano, mas produzia, ao mesmo tempo, na Alemanha veículos militares para os nazistas. Ford e Opel (filial da General Motors que é controlada por J. P. Morgan) eram os dois maiores fabricantes de carros na Alemanha de Hitler.




Não importa qual o vencedor, as multinacionais eram, desde o início, vencedoras. É segundo esse mesmo princípio que muitos empreeendimentos trabalhavam durante a Segunda Guerra Mundial.
Por que nada disso consta nos livros escolares ou nas enciclopédias? E particularmente na Alemanha, onde reina aparentemente a liberdade de imprensa e onde se ensina a verdade?
Uma das razões é a seguinte: a fundação Rockefeller distribuiu, em 1946, milhares de dólares para que se apresentasse ao público uma versão oficial da Segunda Guerra Mundial que dissimulasse todo o auxílio dos banqueiros americanos para a edificação do regime nazista e que passasse também em silêncio a ideologia mística e oculta desse regime e o seu contato com seres extraterrestes. Um dos principais doadores era a Standard Oil Corp. de Rockefeller (Grupo EXXON). Originalmente publicado em Novembro de 2014.

Mais informações:


http://thoth3126.com.br/o-cinturao-de-fotons-acelera-as-mudancas/


http://thoth3126.com.br/os-maias/


http://thoth3126.com.br/2012-o-cinturao-de-fotons-e-as-pleiades/


http://thoth3126.com.br/profecia-maia-o-chamado-de-pacal-votan/


http://thoth3126.com.br/eventos-incriveis-acontecendo-na-antartica/


http://thoth3126.com.br/profecias-de-joao-um-cavaleiro-templario/


http://thoth3126.com.br/pao-e-circo/


http://thoth3126.com.br/emmanuel-a-separacao-comecou/


http://thoth3126.com.br/carta-de-um-politico-da-noruega-sobrefimdostempos/


Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br

VALE DO RIO PÓ - ITÁLIA

Prof. Dr. Oscar Luiz Brisolar

O rio Pó 
(em latim: Padus) percorre uma extensão de 652 quilômetros de oeste para leste, ao longo do norte Itália, nascendo no Piemonte, região da grande Turim, passando pela rica Lombardia, cuja grande cidade é Milão e desaguando no Mar Adriático na famosa região do Vêneto, próximo à linda Veneza.
É o maior rio italiano, passando por cidades importantes, incluindo Turim, e ainda nas proximidades de Milão – nesta última cidade o rio penetra em uma rede de canais chamados navigli. 
Rio Pó na região de Turim

Perto do fim do seu curso, o rio dá lugar a um grande delta, com centenas de pequenos canais e cinco cursos fluviais principais, chamados Po di Maestra, Po della Pila, Po e Galia Transpadana (a norte do Pó); em italiano, o vale é chamado de Pianura Padana, e é tão bem irrigado pelo rio que se tornou a principal área industrial do país. A sua importância é tal que está sujeito ao controle de um ministério especial, o Magistrato delle Acque.

A Família Bush (EUA) e o Nazismo





Publicado originalmente, na íntegra em



A família BUSH (que “deu” dois presidentes aos EUA) E SUA relação incontestável com o NAZISMO.
Um artigo bem documentado, revelando o DNA da família Bush. Leia e os seus cabelos ficarão arrepiados!
Uma parte importante da estrutura financeira da família Bush foi constituída por meio de sua ajuda a Adolf Hitler desde muito cedo. Voces podem imaginar os desdobramentos desta afirmação?
Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com
A Família Bush, dos dois presidentes norte americanos e o Preço do Sangue Derramado pelos Nazistas. Voces já se perguntaram alguma vez como Adolf Hitler, um artista miserável e medíocre que vivia em albergues, pôde converter-se no deus e füehrer (líder) proeminente da Alemanha nos anos 30 e 40?
Por Victor Thorn
O então presidente dos Estados Unidos George W. Bush, assim como seu pai (George H.W. Bush-um ex-presidente, vice-presidente e diretor da CIA) chegaram ao ápice da hierarquia política norte-americana porque seu avô, seu pai e sua família haviam ajudado e acalentado os nazistas e Adolf Hitler.




O que é ainda mais deplorável é o fato de que a família BUSH de nossos dois presidentes formava parte do grupo das pessoas que financiaram a máquina de guerra nazista, e se locupletaram e enriqueceram com ela.
O que quero dizer é que: Quantos sem-teto você conhece (ou conheceu) que tenham tido tal sorte? Para qualquer um que vocês conheçam, o fenômeno nazista não foi mera casualidade. Pelo contrário,foram os banqueiros desde Wall Street (entre outros) os financiadores ocultos desta meteórica ascensão ao poder de Hitler.
Os autores Webster G. Tarpley e Anton Chaitkin, em “George Bush: The Unauthorized Biography“ resumem a situação desta maneira: “Ao decidir que Prescott Bush [o avô de George H.W. Bush] e os outros diretores do Union Banking Company (UBC) eram legalmente TESTAS-DE-FERRO DOS NAZISTAS, o governo evitava o problema histórico mais importante: em que medida os próprios nazistas de Hitler foram contratados, armados e adestrados pelas camarilhas de Nova York (Wall Street) e de Londres, das quais Prescott Bush era um dos principais executivos?”
Portanto, antes de entrar nos elementos essenciais deste artigo, começarei dizendo que o que voces vão ler aqui não é nada de “inédito”. Já está disponível e documentado através de toda uma série de fontes, e não pensem que minha intenção é fazer novas revelações. Meu objetivo é oferecer um resumo de como os serviços de informação holandeses e os arquivos do governo norte-americano confirmam sem margem de erro ou dúvida sobre “os laços diretos entre Prescott Bush, a família alemã Thyssen, nazista de primeira hora e os lucros sangrentos obtidos de “nossa” Segunda Guerra mundial. Este dinheiro sujo de sangue foi obtido via banco UBC, no qual Prescott Bush e seu sogro, George Herbert Walker, uniram forças com o industrial alemão Fritz Thyssen e financiaram Adolf Hitler e o nazismo antes e durante a Segunda Guerra mundial.

O livro de Webster G. Tarpley e Anton Chaitkin, em “George Bush: The Unauthorized Biography“
Ainda que um grande número de outras sociedades ajudasse os nazistas (como a Standard Oil (atual Exxon-Esso no Brasil) e o Chase Manhattan Bank, ambos dos Rockefeller, assim como grandes montadoras de automóveis estadunidenses), os interesses de Prescott Bush foram muito mais profundos e sinistros. Não apenas havia ligações financeiras, como também os laços comerciais estavam muito mais consolidados.
O que quero dizer é isto: uma parte importante da estrutura financeira da família Bush foi constituída por meio de sua ajuda a Adolf Hitler. Podem imaginar os desdobramentos desta afirmação? O então presidente dos Estados Unidos, assim como seu pai (ex-presidente, vice-presidente e diretor da CIA) chegaram ao ápice da hierarquia política norte-americana porque seu avô Prescot Bush), seu pai e sua família haviam ajudado e acalentado os nazistas. As perguntas que gostaria de fazer agora são as seguintes:
1) Por que o ex-presidente Bush não quer admitir estes crimes da sua familia?
2) Por que os meios de comunicação não o interrogam diretamente sobre esta situação terrível?
Naturalmente, alguém pode não acreditar que a família Bush ajudou diretamente os alemães nazistas, o que constituiu em essência uma grande traição contra seu próprio país. Contudo, essa é a triste realidade. Para prová-la, comecemos pelo principio.
Em 1922, W. Averell Harriman, este notório magnata das estradas de ferro, foi a Berlim com o objetivo de entrevistar-se com os membros da família Thyssen e de fundar uma filial bancária. E quem se converteu no presidente deste banco? George Herbert Walker, o sogro de Prescott Bush. Dois anos mais tarde, em 1924, o UBC foi criado com vistas a unir suas forças ao “Bank voor Handel von Scheepvaart” (Banco do Comércio e da Navegação) do nazista de primeira hora Fritz Thyssen.
E quem foi nomeado para dirigir diretamente a UBC? Prescott Bush. E ainda melhor para Prescott Bush foi o fato de que George Herbert Walker lhe deu uma ajuda incrível, em 1926, catapultando-o ao cargo de Vice-Presidente e sócio de negócios na Brown Brothers Harriman.




E quem levou Prescott com ele nesta empresa? Um punhado de seus antigos colegas de classe em Yale University pertencentes à (sociedade secreta) Skull & Bones (fundada como um capítulo dos Illuminati). Além disso, Prescott Bush era um dos sete acionistas originais do UBC.
Até este ponto, vocês poderão pensar: e daí? Nada parece extraordinário. São apenas negócios usuais. Mas as aparências enganam, como vamos ver em breve. É que, bem ao fim destes loucos anos 20 do século passado, aconteceu algo que, quando se vê no contexto de Prescott Bush, põe tudo em sua própria perspectiva.
Una vez mais citemos os autores Tarpley e Chaitkin em sua “Biografia Não Autorizada”: “o grande crack financeiro de 1929-1931 comoveu os Estados Unidos, a Alemanha e a Grã-Bretanha, debilitando todos os governos. Além disso, deixou o diligente Prescott Bush, mais desejoso ainda de fazer tudo o que fosse necessário para resguardar seu novo posto no mundo. Foi durante esta crise que certos anglo-americanos decidiram a instauração do regime hitlerista na Alemanha.”
Na foto as três gerações da família Bush, com GHWB e seu filho no colo, ambos mais tarde foram “conduzidos“ à Casa Branca e a presidência dos EUA.
E quem seria um dos personagens-chave para iniciar a troca da guarda na Alemanha? o sócio da família Bush, Fritz Thyssen. Aqui seria oportuno ver um pouco mais de perto o tipo de gente com quem os Bush estavam se metendo. Fritz Thyssen foi o primeiro em impulsionar o partido nazista recém constituído dando-lhe 25.000 dólares em meados dos anos 20. Em 1931, filiou-se ao partido nazista e logo se tornou amigo íntimo de Adolf Hitler. Ao longo dos anos, Thyssen acabou se convertendo no “primeiro e mais importante financiador de Hitler” e se tornou um dos personagens preponderantes em sua ascensão ao poder.
Thyssen estava fascinado por Hitler, e se gabava disto, declarando que: “Percebi seu talento de orador e sua capacidade de dirigir as massas. Contudo, o que mais me impressionou foi a ordem que reinava durante seus encontros, a disciplina quase militar de seus seguidores.“
Em setembro de 1932, Thyssen convidou um membro da indústria alemã a entrevistar-se com Hitler e tudo correu de forma perfeita depois que Hitler respondeu a cada pergunta à sua “inteira satisfação”.
Thyssen estava tão entusiasmado em seus elogios, e em seu apoio ao nazismo, que logo escreveu um livro intitulado: “I Paid Hitler” (Eu Financiei Hitler) onde explica claramente o seu papel no nazismo desde outubro de 1923.
Fritz Thyssen também se utilizou de sua influência pondo em marcha o “German Steel Trust” (Consórcio Siderúrgico Alemão), fundado em 1926 pelo grande manda-chuva de Wall Street, Clarence Dillon. E quem foi um dos auxiliares de Bush neste projeto? o pai de Prescott Bush, Sam Bush. Por conseguinte, Fritz Thyssen se converteu num dos homens mais importantes da máquina de guerra alemã devido à sua posição no German Steel Trust.
Sua família (os Thyssen) sob seu comando também controlava inúmeros bancos que permitiam aos Thyssen transferir seu dinheiro de Berlim para a Holanda, e de lá para Nova York. Desta forma, quando terminou a Segunda Guerra Mundial, não se veriam obrigados a renunciar a seus lucros.
Mas estou me adiantando. Como podem ver, durante os anos vinte, a família Thyssen fundou três bancos extremadamente importantes:


1) August Thyssen Bank – Berlim
2) Bank voor Handel em Scheepvaart – Holanda
3) Union Banking Corporation (UBC) – Nova York
Aqui começamos a a desvendar a charada. Por quê? Porque os Thyssen obtiveram seu financiamento inicial a partir de duas instituições que lhes permitiriam lançar suas operações de instalação de uma máquina de guerra: a Brown Brothers Harriman e o banco UBC. E quem eram os elementos-chave destas duas instituições? George Herbert Walker e Prescott Bush!
Assim, o UBC foi criado para facilitar a transferência de fundos entre Manhattan e a Alemanha através dos bancos holandeses de Thyssen. Neste empreendimento, os Thyssen obtiveram a assistência da família real holandesa, que cooperou para esconder suas contas em toda uma série de bancos holandeses. Este detalhe é importante, já que o perpetrador destas operações foi o príncipe Bernhard da Holanda em pessoa, que mais tarde seria um dos fundadores do notório GRUPO BILDERBERG, fundado em 1954!




Desde então, a UBC se converteria em um canal secreto para o dinheiro nazista, já que saía da Alemanha até os Estados Unidos, passando pelos Países-Baixos-Holanda. E quando os nazistas tinham necessidade de se reabastecer de recursos, a Brown Brothers Harriman mandava seus fundos de volta a Alemanha. Começam a entender como funcionavam estas operações?
O UBC recebia o dinheiro da Holanda e a Brown Brothers Harriman o reenviava. E quem fazia parte do Conselho Diretivo destas duas companhias? Acertaram! Prescott Bush em pessoa, o principal lavador de dinheiro dos nazistas nos EUA!
Suas operações eram tão flagrantes e chocantes para os norte-americanos que em 10 de outubro de 1942, o governo norte-americano ordenou o confisco de todas as operações bancárias nazistas em Nova York, cujo responsável não era outro senão Prescott Bush. O UBC, dirigido por Prescott Bush, foi acusado de infração à “Lei contra o Comércio com o “inimigo” nazista” e todas as suas ações foram seqüestradas. E se recordam de quem possuía todas estas ações? Não havia mais que sete pessoas:Prescott Bush, três banqueiros nazistas e três norte-americanos.
Mas a limpeza não ia terminar por aí; não sem acertar na mira. Em 26 de outubro de 1942, o governo ordenou o confisco de outras duas empresas de fachada, dirigidas por Prescott Bush para a corporação financeira Harriman:
1) Holland-America Trading Corporation (Sociedade Comercial Holanda-América.)
2) Seamless Steel Equipment Corporation (Sociedade de Equipamentos de Tubos de Aço).
Então, em 11 de novembro de 1942, outra companhia dirigida por Prescott Bush e George Herbert Walker foi confiscada, pela mesma “Lei contra o Comércio com o Inimigo”, a Silesian-American Corporation. Não sei se vão concordar comigo, mas se nosso governo foi a esse extremo de fechar estes empresas da família Bush, me parece que era porque estavam metidas em negócios bastante tenebrosos.




John Loftus, que foi citado no começo deste artigo, disse desta situação traiçoeira: “Já é bastante grave que a família Bush ajudasse a levantar o dinheiro que Thyssen deu a Hitler nos anos 20, mas conceder apoio e conforto ao inimigo em tempo de guerra é traição ao país. O banco dos Bush ajudou a família Thyssen a fabricar o aço nazista que matou soldados aliados.“
Tarpley e Chaitkin, em “George Bush: Uma Biografía Não Autorizada”, são mais objetivos: “A fortuna da família dos dois presidentes dos EUA foi em grande parte um resultado do projeto nazista de Hitler. “
Ainda não estão convencidos? Pois bem, o que dizem disto: o UBC, dirigido porPrescott Bush, e em cooperação estreita com o German Steel Trust de Fritz Thyssen, produziu as seguintes porcentagens de matéria prima essencial da máquina de guerra nazista:


– 50.8% do ferro gusa


– 41.4% de chapas largas de aço


– 36% chapas reforçadas de aço


– 38.5% do aço galvanizado


– 45.5% de canos e tubos de aço


– 22.1% arames


– 35% dos explosivos
Todos os materiais acima citados são necessários para se construir blindados, aviões de combate, canhões, navios, submarinos e bombas, – aproximadamente 1/3 de toda a máquina de guerra alemã foi bancado não apenas por um nazista declarado como Fritz Thyssen, mas também pela família Bush dos EUA.
Seja como for, se já não estão enojados o bastante, façamos um pequeno salto de alguns anos. A guerra termina em 1945 e Fritz Thyssen morre em 1951. Com sua morte, os demais acionistas do UBC encerraram suas participações (se tratava dos mesmos bens congelados pelo governo em 1942 sob a “Lei Norte-americana de Custódia de Bens Estrangeiros” e que não foram restituídos antes de 1951). E adivinhe quem foi um dos grandes beneficiários… acertaram – Prescott Bush! E quanto dinheiro ele recebeu? 1,5 milhão de dólares.


A Sociedade Skull & Bones (Crânio e Ossos, em português) é criada como uma sociedade secreta estudantil dos Estados Unidos, fundada em 1833. Foi introduzida na Universidade de Yale por William Huntington Russell e Alphonso Taft. Entre 1831 e 1832, Russell estudou na Alemanha, onde supostamente teria sido iniciado em uma sociedade secreta alemã (ILLUMINATI), a qual teria inspirado a criação da Skull and Bones. Tal hipótese foi confirmada durante obras realizadas no salão de convenções da Skull and Bones. Naquela ocasião foi encontrado material que se refere a Skull and Bones como o capítulo de Yale da SOCIEDADE SECRETA ILLUMINATI, uma sociedade alemã ILLUMINATI da BAVIERA. Os dois Geoge Bush, pai e filho são membros dessa sociedade!!
Por coincidência, o senhor Bush se apossou deste dinheiro e imediatamente utilizou-o para abrir seu próprio negócio. Conveniente, não? Pior ainda, os amigos de Prescott Bush (os mesmos traidores de Wall Street que financiaram Hitler) são igualmente os mesmos que com o tempo fizeram de George Bush pai diretor da CIA nos anos 70 e colocaram ele e seu filho na Casa Branca. Agora entenderam porque Dan Rather e o New York Times não veiculam este tipo de informação?
Para confirmar os detalhes acima mencionados, vieram a tona novas informações em 1996, provenientes de três fontes distintas:


a) o jornalista holandês Eddy Roever,


b) os informes confidenciais liberados pela “Lei Norte-americana sobre a Liberdade de Informação” e


c) os “Arquivos sobre a Custódia de Bens Estrangeiros”. As informações provenientes destas fontes dão uma imagem ainda mais repugnante da situação.
Parece que o banco UBC era propriedade dos Thyssen. Por conseguinte, a principal casa bancária da família Bush estava em mãos de um dos nazistas mais notórios de todos os tempos, e que, além disso, era seu patrão! A grande questão, a esta altura, é saber se Prescott Bush estava consciente de seus laços com os nazistas e de seus negócios. Considerada toda a informação proporcionada por este artigo, diria que ele como DIRETOR do UBC era de sua responsabilidade supervisionar qualquer investimento, incluindo para quem era feito e para onde os recursos eram enviados.
Um olhar revelador de George H.W. Bush, em momento shapeshifting, os seus olhos (azuis) se transformaram nos olhos de um reptiliano com as pupilas verticais. Talvez aqui esteja uma grande pista da “origem” da família BUSH!!!
Outra observação interessante, é que a família ROCKFELLER também investiu pesadamente na máquina de guerra nazista.




“Chocante em suas divulgações, elegantemente trabalhado e perfeitamente comedido em seus julgamentos, Family of Secrets é nada menos que um primeiro retrato histórico completo da dinastia BUSH e da época em que se forma. De revelação a revelação, de uma visão desde o assassinato de Kennedy para o escândalo Watergate, às intrigas da indústria do petróleo e da indústria financeira que estão por trás das manchetes de hoje é um drama arrebatador sobre dinheiro e poder, forças invisíveis, e o triunfo emblemático de uma linhagem que semeou a tragédia nacional. Famíly of Secretsde Russ Baker vai tomar o seu lugar como uma das obras mais surpreendentes e influentes da história do jornalismo norte americano “-. Roger Morris, ex-membro da equipe sênior, doConselho de Segurança Nacional
Como se verificou, O BANCO UBC TAMBÉM foi um elemento essencial na lavagem do dinheiro sujo proveniente dos investimentos da família Rockefeller na Alemanha, durante a segunda guerra mundial. Este cenário fica mais interessante quando descobrimos que o banco dos Rockefeller – o Chase Manhattan – acabou se tornando proprietário de 31% do grupo Thyssen depois da Segunda Guerra Mundial. Este detalhe é muito importante já que o TBC (o grupo Thyssen) é a maior indústria da Alemanha hoje em dia, valendo muitos bilhões de dólares.
O grupo Thyssen é tão grande que inclusive adquiriram o grupo alemão Krupp, outro infame fornecedor de armas dos nazistas. Resumindo, o grupo constitui uma das mais ricas multinacionais do planeta, e de onde vem seu capital inicial? Dos nazistas!
Temos portanto conexões com as três maiores organizações comerciais do mundo. O príncipe Bernhard, que fundou o Grupo Bilderberg, permitiu que a família Thyssen lavasse seu dinheiro via Holanda, enquanto que os Rockefeller adquiriam aproximadamente 1/3 do controle da Thyssen (foi David Rockefeller quem fundou a Comisão Trilateral). E, finalmente, a Brown Brothers Harriman e o banco UBC, através das quais o dinheiro nazista era encaminhado para os Estados Unidos, foram fundados principalmente por membros da fraternidade (sociedade secreta Illuminati) Skull & Bones da Yale University, todos eles fundamentais na criação do Conselho de Relações Exteriores (CFR). É possível de se começar a entender como todas estas organizações estão interligadas qual tentáculos de um polvo gigante?
Para concluir nós discutimos neste artigo como a fortuna da família Bush foi amealhada sobre o sangue vertido pelos nazistas e soldados norte americanos e de todas as nacionalidades que morreram na segunda guerra mundial. Além disso, num artigo anterior descobrimos que a família Bush também desfrutou de relações comerciais com a família saudita de Osama Bin Laden no transcorrer dos últimos trinta anos, e ambas pertenciam ao Grupo Carlyle do complexo militar industrial.
Tendo isso em mente, a quem George W. Bush, seu pai George H.W. Bush e seu avô Prescot Bush foram leais, e que tipo de decisões vimos que ambos tomaram enquanto à frente da presidência dos EUA, que beneficiaram cidadãos norte americanos comuns, ou foram aquelas decisões tomadas pelos seus mentores? Se me perguntassem, diria que estivemos em enormes apuros (ainda estamos com Obama…).
Victor Thorn