segunda-feira, 2 de maio de 2016

ELEVAÇÃO ESPIRITUAL


Você esta elevando a sua alma? (Hilarion)


Posted by Thoth3126 on 02/05/2016





Você está perdendo sua mente, sua sanidade ou ganhando a sua alma?


Saudações a vocês meus queridos. Eu sou Hilarion, Mestre-Chohan do Raio Verde da cura, venho hoje mais uma vez na Luz Radiante da Fonte do Criador. Obrigado por sua atenção e seu tempo. Seu planeta continua o seu curso ascensional em direção às energias de freqüência mais elevadas, e a maioria de vocês esta enfrentando problemas em todos os aspectos do seu ser, no físico, no mental e no emocional.


Tradução, edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch


Fonte: http://www.wisdomoftherays.com/01-12-2.html


Mestre Hilarion, Chohan do Raio Verde
Você está tendo muitas dores e sofrimentos físicos que acontecem rapidamente e terminam tão de repente.
Está tendo lapsos mentais sem nenhum motivo aparente.
Você está sofrendo com dificuldades emocionais, e experimentando toda a gama de emoções desde tristeza absoluta a alegria suprema.
Vocês estão descobrindo muitas coisas sobre si mesmos, muitas coisas que são desagradáveis, e outras coisas que são extremamente esclarecedoras.


E, por que você está tendo todas essas experiências, a maioria de vocês estão se perguntando o que há de errado com vocês. Bem, meus queridos, não há nada de errado, existe algo que esta absolutamente muito certo!





O Anahata, o quarto Chakra, da cor verde, o do coração, onde esta alojada, em uma câmara interna e bem central -a sétima-,a alma de todo ser humano.


Estas são apenas as respostas físicas, mentais e emocionais para o novo campo de energia de alta frequência vibracional que está, literalmente, permeando todo o seu planeta neste momento. Mesmo que possa parecer para você que muitas coisas estão muito erradas em seu mundo nos dias atuais, há muito mais coisas que estão indo muito bem.


Seu mundo está apenas experienciando um grande despertar para estas novas energias, e por isso está sendo abalado em sua essência, assim como todos àqueles indivíduos que estão acompanhando este processo evolutivo.Então, se você está tendo essas experiências um pouco desagradáveis, saibam que vocês definitivamente não estão sozinhos. Todo mundo está, em um nível ou outro, experimentando essas sensações novas.
Quantos de vocês, queridos estão descobrindo que vocês estão usando mais o seu tempo em introspecção (reflexão, meditação) pessoal?
Quantos de vocês estão descobrindo muito mais sobre si mesmos que nunca antes tinham conhecimento?
Muitos de vocês estão finalmente começando a conhecer-se a si próprios, assim como você conheceu os outros no passado?
Como você está reagindo ao que você está aprendendo?
Você se lembra quando nós lhes dissemos que deveriam limpar todo o material antigo em suas vidas antes que você possa entrar na nova energia?


Bem, isso é exatamente o que está acontecendo agora. Você está cavocando os seus armários pessoais e arrastando para fora e para à luz todos os tipos de coisas que você nem sabia que neles havia e que não lhe servem mais.


Algumas dessas coisas são o que você chamaria de seu “lado negro”. Mas não desanime, pois todo mundo tem pequenas “coisas obscuras” escondidas dentro de si mesmo, e por isso é tão necessário e benéfico encontrá-los e examiná-los e lidar com eles como eles são, para poder descobrir todas as coisas boas.


Na verdade, é muito mais benéfico que cada um reconheça o seu próprio lado negro e escuro, pois é aí nesse seu aspecto que o adversário (os que operam pelas forças das trevas) vai encontrar o seu playground para causar estragos em suas vidas. Se você está ciente dessas suas próprias áreas escuras, o adversário não será capaz de deslocar-se sobre você e cega-lo novamente. Você vai vê-lo chegar e será capaz de tomar as medidas adequadas para cortá-lo de sua companhia antes que ele possa agarrar vocês, de novo.





O lado escuro de cada um de vocês é o lugar onde o medo, a raiva, ignorância, luxúria, ganância e tudo o que voces têm conhecido ao longo das eras como emoções negativas residem. É muito importante que você os reconheça e venha estar consciente deste fato de modo que você vai saber quando você está sendo afetado pelo seu adversário.


Mas, assim como voces encontrarão as pequenas coisas negras em seus esconderijos, vocês também encontrarão uma luz muito forte dentro de cada um de vocês. Muitos de vocês estão começando a experimentar tais percepções “iluminadas”como saber de algo que vai acontecer antes que aconteça (premonição, intuição). Você também vai para dentro de si mesmo para tomar decisões, e estão encontrando as respostas para suas perguntas mais profundas que estão esperando lá, muito claras e disponíveis.


Quanto mais você conhecer QUEM e o QUE VOCE REALMENTE É, mais essas experiências vão ocorrer. Você vai começar a entender o que isso significa para criar a sua própria realidade, porque você está começando a desenvolver um relacionamento profundo com você mesmo em um nível mais real e verdadeiro, e que está levando você a entender e conhecer a sua relação com os outros e com toda a criação.


Na medida que essa sua conexão, sua ligação interna acontece o relacionamento se fortalece, você vai achar que você vai ter menos dúvidas, e você vai saber que o que você deseja é colocar sua energia para manifestar a sua vontade superior para você no reino físico. Apesar de voce ter sido sempre um fragmento do todo maior da Criação, agora você está começando a sentir conscientemente essa conexão superior e vivendo a sua vida como tal.





Gostaria, no entanto, neste momento de emitir um pequeno aviso de cautela: gostaria de sugerir-lhes que seria mais benéfico se desligarem das transmissões de notícias em suas televisões e rádios, e parar de ler tantos jornais e revistas da sua mídia controlada. O que você está vendo nos principais meios de comunicação de massa, rádio, televisão, jornais e revistas são noticias tendenciosas, histórias irreais e manipuladas, programas de baixíssima qualidade e muita fabricação de crises.


Saiba mais sobre manipulação aqui:
http://thoth3126.com.br/os-anjos-caidos-the-watchers-os-vigilantes/


Sim, FIQUE CONSCIENTE do que está acontecendo, por exemplo através das breves manchetes das notícias em destaque. Mas, pelo amor de Deus, pare de ficar obcecado sobre elas, porque o adversário (os seres que controlam o sistema e operam para as trevas) está provocando uma explosão nas suas fábricas de medo. Não vai ajudar a qualquer um de vocês ficar enredado no frenesi de medo e outras emoções negativas que o adversário está usando para tentá-lo em seu fracasso.


Saia para passear em meio a Natureza. Faça longas caminhadas e olhar para as árvores, o céu, os pássaros, as estrelas à noite. Tome a decisão de todos os dias para encontrar a beleza da Criação, que está ao seu redor. Sim, é possível mesmo ai nas suas grandes cidades, você só tem que olhar com um pouco mais de atenção. Experimente. Comunique-se com a natureza e sua beleza. Conheça-a. Torne-se una com ela, e você vai perceber que tudo o que está nas rádios, televisões, revistas e nos jornais não tem necessariamente que afetá-lo nem no mínimo, os fatos apresentados são os mesmos dramas e que você não tem que participar emocionalmente deles.


Muito simples, você diz? É claro que é simples. Não há nada de complexo nisso. Complexidade só existe na mente dos homens e mulheres.


Para muitos, este é um momento problemático, e um tempo terrível. Para outros, é um tempo de grandes bênçãos e de grandes oportunidades e esperanças. Isso é porque você está começando a criar a sua própria realidade.


Para aqueles que julgam que o sucesso e a felicidade é baseada apenas na riqueza monetária, prazeres sensoriais e posse de bens materiais, é um momento muito estressante e problemático. Para aqueles cujo sucesso e felicidade está enraizada na posse da consciência espiritual, é um momento de grande esperança e bênçãos.


Seu planeta está se movendo para a frente e para cima, e aqueles que continuam a se prender nas velhas formas de agir, pensar e fazer estão enfrentando uma grande luta. Para aqueles que estão tão apegados a vida presente, apenas com o físico, toda a morte e destruição que ocorreu e acontecerá é e será esmagadora. Aqueles que entendem que a presente vida física, é apenas uma realidade fugaz de qualquer modo, e sabem que a vida continua além da sua existência material e sensorial presente, não estão sobrecarregados, e assumem uma abordagem mais filosófica, tranquila e segura para os atuais eventos que estão ocorrendo.





Até que este momento do jogo da existência tridimensional na Terra acabe, deverá continuar a haver guerras e conflitos. Ainda continuará a ser percebida a grande tragédia humana. Mas essas coisas todas devem ser jogadas fora antes que a Terra complete sua transição (ou “ascensão”, como alguns se referem ao processo) para sua existência em dimensão mais elevada.


Mais uma vez: as coisas antigas, de baixa freqüência devem ser limpadas e descartadas, por que tais coisas não podem acompanhar a Terra na sua nova expressão dimensional. O planeta Terra, como um todo e em si mesma, também esta experimentando a sua própria faxina, exatamente como cada um de vocês, individualmente, estão limpando as suas próprias casas de toda sujeira existente.


Cada um de vocês veio aqui para a Terra para experimentar este tempo de mudança planetária. Cada um de vocês veio para experimentar a limpeza e os processos de despertar. E assim você esta aqui agora me lendo!


Alguns de vocês vão continuar em sua atual expressão física e vão avançar (ou subir) em seus próprios (elevados) corpos físicos. Outros irão ascender, deixando o planeta através do processo da morte do CORPO.





Muitos outros vão optar por não ascender evolutivamente e vão ficar por ai, mas essa é a sua escolha, e ninguém deve ser julgado por suas escolhas (ou pela falta delas, o que também é uma escolha, com base na ignorância de si mesmo, do seu próprio potencial divino).


Como já foi antes, assim será novamente. Os ciclos de ascensão estão sempre em andamento, e muitos de vocês já tiveram a oportunidade, no passado, para subir e optaram por não fazê-lo. Para finalizar, vou deixar vocês com esta afirmação:


“Tudo está evoluindo como deveria ser. Todas as coisas acontecem em seu tempo adequado. Este momento evolutivo ninguém pode apressá-lo ou impedi-lo de que aconteça.”


A Frequência da Terra está espiralando e se movendo para cima, o que significa que suas energias individuais também estão ascendendo nas novas freqüências, o ritmo dessa transição é a própria aceleração, e deve continuar a acelerar com o aumento da freqüência de vibração. Vocês vão continuar a ter experiencias extraordinárias (do ponto de vista tridimensional) na medida que os seus corpos se ajustam continuamente às frequências mais altas.





Saiba que, se você resistir às mudanças, será muito mais difícil e pode ter efeitos prejudiciais sobre você. Por isso, é importante que não resistam as alterações. Conforme o tempo passa, seu corpo vai se “normalizar” para o novo patamar de alta frequência, e todas as coisas “extraordinárias” acabam por si mesmas. Em outras palavras, não se torne muito estressado durante este tempo. Abrace as suas mudanças, porque o que está esperando voces do outro lado do véu é realmente um grande lugar na eternidade.


Eu sou Hilarion, Mestre do Quinto Raio, o Raio Verde Esmeralda da Cura, e eu vou me despedir agora. Deixo-vos, assim como eu vim, na Luz e no Amor do Criador. Obrigado por seu serviço. Salu. Publicado em Novembro 2014.


Mais informações em:
http://thoth3126.com.br/pao-e-circo/
http://thoth3126.com.br/grupo-bilderberg-misterios-e-controle-alienigena/
http://thoth3126.com.br/uma-visao-pessoal/
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AINDA A ATLÂNTIDA


Bimini Road (Atlântida?), mistérios não resolvidos.

Posted by Thoth3126 on 02/05/2016




Bimini Road (Atlântida) Mistérios não resolvidos do Mundo

Bimini é uma ilha nas Bahamas, 55 quilômetros a leste de Miami, Flórida, com cerca de 7 milhas de comprimento e 1 / 3 de milha de largura no seu ponto mais largo.
Seus habitantes modernos são descendentes de escravos do Oeste Africano importado pela Espanha e Grã-Bretanha no início e em meados do século 16. Eles substituíram os caribenhos residentes, que chegaram apenas algumas gerações antes e depois que o Mar do Caribe foi nomeado com esse nome.
Nativos canibais belicosos do continente da América Central, os Caribes se banqueteavam com os primeiros habitantes da ilha conhecidos, os Lucayans, um ramo da lingüística dos índios Arawak …
Tradução, edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch
Fonte: Atlantis Encyclopedia by Frank Joseph
Fontes: http://unmyst3.blogspot.com/2009/01/bimini-road.html e
http://theunexplainedmysteries.com/Bimini-Road.html e
http://www.bibliotecapleyades.net/esp_bermuda_5f.htm

… Antes de seu extermínio (ou consumo?), os Lucayans foram descritos por exploradores espanhóis como artesãos capazes (sobreviventes Lucayans celtas e martelo de pedras atestam suas refinadas habilidades), com pele visivelmente mais leve e cabelos ruivos, alguns apresentando até mesmo olhos azuis ocasionalmente.
Essas características atípicas podem ter sido os traços genéticos de contatos com visitantes da Europa da era pré-colombiana, ou ainda evidência racial para um pedigree genético do continente de ATLÂNTIDA, tendo em vista as seguintes informações.



A origem e o significado do nome “Bimini” são desconhecidas. No entanto, o nome aparece no idioma egípcio antigo como Baminini, o que significa, “Homenagem (Ini) para a Alma (bah) de Min.” Min era o protetor divino dos egípcios dos viajantes de longa duração à distantes locais, um deus particularmente apropriado para ser adorado na Bimini distante, se de fato a ilha tivesse sido visitada por viajantes egípcios do Vale do Nilo (n.t. Mas na realidade, ocorreu o contrário, já que a civilização egípcia foi fundada pelos atlantes, ainda antes do dilúvio).
Provas materiais para uma visita egípcia ou, pelo menos, uma presença egípcia no Atlântico ocidental surgiu durante o final dos anos 1930, quando James Lockwood, Jr., um arqueólogo americano no Haiti, viu uma estátua de pedra do antigo deus egípcio dos mortos, Anúbis, que haviam sido descobertos em uma ilha ao largo da costa. Os Lucayans conheciam Bimini como “Guanahani,” outra conexão curiosa com o Mundo Antigo, pois o nome pode ser traduzido como “a Ilha (hani) dos Homens (Guana)” na língua dos guanches. Estes foram os habitantes nativos das ilhas Canárias, ao largo da costa noroeste da África do Norte, até sua morte absoluta nas mãos dos espanhóis nos séculos 15 e 16.



A “estrada” de Bimini (Bimini Road) submersa, feita como um calçamento com grandes (para nosso tamanho) pedras.
Embora nenhum edifício monumental fosse encontrado em Bimini, em Arawak, Guanahani significava “o lugar cercado por muros”, em Arawak, hani também era sinônimo de “coroa” ou “grinalda”. Este nome mais antigo conhecido para a ilha pode ter se referido a uma formação de grandes pedras em um leito submerso sob 20 metros de água a menos de 2 milhas ao largo do ponto mais setentrional (norte) de Bimini.
É um conjunto composto por até agora não numerados, mas certamente não menos do que 5.000 grandes blocos de pedra no leito do oceano, principalmente blocos de corte quadrado correndo em linha reta por cerca de 1.900 pés (em torno de 640 metros), antes de girar de volta sobre si mesmo para criar uma formação em J (ao contrário como um anzol). Para os primeiros observadores, se assemelhava a uma estrada pavimentada com as pedras que atravessa o fundo do leito mar. Mas o consenso geral dos pesquisadores desde então vem tentado identificar a estrutura como um muro ciclópico, como os encontrados nos Andes no Peru, especificamente em Cuzco e Sacsayhuaman.
Infelizmente, a estrutura continua sendo conhecida pela sua denominação primeira e enganosa. Em 1933, o vidente norte americano Edgar Cayce, durante os seus estados de transe, disse que os registros da antiga ATLÂNTIDA ainda existiam”, onde uma parte dos templos poderia ser descoberto, sob o lodo e água de eras passadas do mar perto do que é conhecido como Bimini.”
A pequena ilha não seria Atlantis em si mesma, ele explicou, mas o seu posto avançado à oeste, conhecido de muitos milhares de anos atrás, como Alta, estendendo-se (politicamente) para o leste-litoral da Flórida, e parte de uma administração Atlante mais ampla conhecido em seu tempo como Poseidia (Poseidonis), compreendendo as Pequenas Antilhas.


Em 1940, o “Profeta Adormecido” previu que “Poseidia estaria entre as primeiras porções da ATLÂNTIDA a subir novamente. Esperamos que isso tenha acontecido entre 1968 e 1969” disse ele. E não tão distante no tempo “a assim chamada” estrada de Bimini”foi, de fato,” descoberta “em 1968 pelo arqueólogo dissidente Mason Valentine, ao procurar por Atlântida ao redor da ilha, na esperança de estar confirmando a profecia/visão de Edgar Cayce. Desde então, o sitio arqueológico submarino tem sido submetido a uma investigação contínua por pesquisadores convencidos de que é uma ruína da Atlântida e críticos contrários com a certeza de que o local nada mais é do que uma formação natural de rocha na praia.
Este último comentário, apesar de ser uma matriz padrão de credenciais acadêmicas, em mais de 30 anos não conseguiu mostrar um outro arranjo natural semelhante de pedras ciclópicas perto de uma praia, em nenhum outro local do planeta, só em Bimini é que tal coisa foi encontrada para desespero dos “eruditos estudiosos”. Exemplos supostamente similares de Loggerhead Key, Dry Tortugas, ou perto de Sri Lanka, citado como provas de sua origem totalmente natural, é tão diferente dos blocos retangulares organizados e lineares encontradas em Bimini que tais comparações são inúteis.


As imensas pedras submersas de Bimini Road não parecem ser formações “naturais” de rochas.

Além disso, perfurações no núcleo da estrada de Bimini (Bimini Road), começando em meados da década de 1980, extraiu micrite das rochas, o que não ocorre com pedras e rochas naturais de praia.
Algumas das suas pedras contêm conglomerados de aragonita e calcita, que são padrões também ausentes de pedras de praia. O geólogo Eugene A. Shinn da Florida, um duro crítico das teorias em nome de artificialidade da estrutura de Bimini, datou as pedras pelo método rádio-carbono, determinando que teriam idades entre 2.000 a 4.000 anos antes do presente.
O mais antigo final deste parâmetro de tempo coincide com a Idade do Bronze Médio, justamente quando as instalações portuárias que se assemelham ao local de Bimini foram sendo construídas no Oriente Próximo, e Atlantis estava chegando ao apogeu de sua grandeza material, de acordo com pesquisadores que argumentam que a cidade afundada de Platão floresceu entre 3.000-1.200 a.C .


As imensas e simétricas pedras submersas de Bimini Road não parecem ser formações “naturais” de rochas.

Sérias investigações do local em Bahama começou no final dos anos 1960 sob a direção do pesquisador Valentine e seu colega científico, Dimitri Rebikoff, continuando na década de 1970 e início dos anos 80 através do trabalho do Dr. David Zink, cujo livro “Stones of Atlantis” (Pedras de Atlântida) foi o primeiro livro completo publicado pela primeira vez sobre o assunto.
Durante os anos 1990 e nos primeiros anos do século 21, numerosas expedições submarinas de Bimini conduzido por William Donato, presidente da Organização Atlantis (Buena Park, California), têm contribuído significativamente para uma apreciação geral sobre a identidade real da estrutura de pedras em Bimini.
As ruínas submarinas parecem ser a fundação de uma muralha contínua que originalmente formaram uma muralha oval alongada (o “Muro Circundante dos Lucayans”?) para abrigar navios de navegação oceânica. Um porto marítimo no extremo norte de Bimini faz abundante sentido, porque a sua localização tem dois pré-requisitos de fundamental importância para viagens transoceânicas:
Em primeiro lugar, a ilha fica diretamente no caminho de uma corrente do Atlântico que viaja como um transportador de correia subaquática de águas quentes equatoriais rumo ao gelado Atlântico norte (direto para a Europa, a Corrente do Golfo-Gulf Stream), paralelo as costas da Nova Inglaterra, depois, para leste na direção dos Açores, nas Ilhas Britânicas, e Europa Ocidental;
Segundo, Bimini é o último local de abastecimento de água doce antes de uma viagem transatlântica se iniciar pela América do Norte. A descoberta em Bimini de provas adicionais pré-históricas do antigo site, ressalta a identidade de que as ruínas são restos de edifícios feitos pelo homem.


Localização de Bimini, nas Bahamas, próximo à costa da Flórida-USA e dentro da área que abrange o Triângulo das Bermudas.
Um mapa de Bimini Road foi desenhado após levantamentos aéreos e submarinos realizados pela expedição Poseidia 75, patrocinada pela A.R.E.( Edgar Cayce’s A.R.E. Association for Research and Enlightenment) A estrada esta ampliada em cerca de duas vezes o seu tamanho real em relação à ilha de Bimini.
Sua forma se parece mais ou menos com uma letra J, com cerca de três quartos de uma milha de comprimento e composto por enormes blocos de pedra, muitas vezes de até 15 pés quadrados. Neste mapa, o X marcando a descoberta de um artefato de pedra se refere a um fragmento do que parecia ser língua e ranhura de alvenaria descoberto na expedição Poseidia 75 por um dos seus membros – Dr. David Zink.
Estas descobertas incluem o achado de efígies colossais em forma de peixe e outros animais e figuras geométricas, juntamente com blocos adicionais também encontradas em 19 pés (6 metros) de profundidade, cerca de 3 quilômetros a nordeste da estrada, assemelhando-se às colunas quadradas de Tiahuanaco, no alto dos Andes da Bolívia.
Mas o que os mergulhadores veem em Bimini hoje estão as ruínas de uma construção muito antiga. Recentemente, nos primeiros anos do século 20, a superfície da estrada era visível na maré baixa, quando sua localização foi ainda designada como “um perigo à navegação”.






Acima: Um mapa de Bimini Road foi desenhado após levantamentos aéreos e submarinos realizados pela expedição Poseidia 75

Nativos mais velhos que ainda viviam na década de 1990 testemunharam pessoalmente ondas lavando os topos das pedras em várias ocasiões quando eram jovens, embora a maioria dos habitantes da ilha evitassem o site com um medo supersticioso.
No início de 1920, uma empresa de salvamento da Florida desmontou parte da estrutura de pedra para baixo até seu curso inferior. Os blocos foram removidos para Miami, onde foram usadas como preenchimento para um novo cais da cidade. O vidente Edgar Cayce pode na verdade ter descrito a “Estrada de Bimini” ( Bimini Road) tão cedo quanto 1932. Ele disse em uma leitura de 05 de maio de 1932:
“Não encontramos (na Poseidia) uma cidade totalmente murada, mas uma parte da construção da mesma forma que as águas dos rios se tornaram como as piscinas sobre as quais tanto sacrifícios são feitos assim como esportes são praticados, e as necessidades para a purificação (a limpeza) do corpo, as casas e tudo o mais, eram feitas, e as águas, eram mantidas em constante movimento para que se purificassem em seu curso; pois a água em movimento sobre as pedras purifica-se em 20 pés (6,80 metros) de espaço.”
A base da Estrada de Bimini esta há 20 pés (6,80 metros) de profundidade. Não existem rios hoje na ilha, mas eles fizeram parte do seu passado geológico. Edgar Cayce parece ter retratado a estrada, não como parte de um porto, mas de um local de ritual e atividades recreativas.


Existem diversos segmentos de rochas descobertos em Bimini que não parecem ser formações naturais do leito do oceano, mas sim colunatas de templos quebradas e de outros tipos de edificações.

As investigações em curso em Bimini com tecnologia de busca cada vez mais sofisticados podem provar que “o Lugar com Paredes Circundantes” era de fato a Alta de Edgar Cayce, onde os navios de milhares de anos atrás, sobrecarregados com minério de cobre extraído na América do Norte, reabasteciam suas provisões de água doce para a última etapa de suas viagens de retorno à Atlântida.
Fonte: http://unmyst3.blogspot.com/2009/01/bimini-road.html

Mais informações sobre ATLÂNTIDA em:

http://thoth3126.com.br/uma-vida-em-atlantida/

http://thoth3126.com.br/atlantida-e-os-deuses-da-antiguidade/

http://thoth3126.com.br/atlantida-restos-de-uma-imensa-cidade-encontrada-na-costa-de-cuba/

http://thoth3126.com.br/a-historia-secreta-do-planeta-terra/

http://thoth3126.com.br/atlantida-o-continente-perdido/

http://thoth3126.com.br/bimini-road-atlantida-misterios-nao-resolvidos-do-mundo/

Permitida a reprodução desde mantenha a formatação original e mencione as fontes.

www.thoth3126.com.br

domingo, 1 de maio de 2016

CATACUMBA OSSUÁRIO DE PARIS

Prof. Dr. Oscar Luiz Brisolara

As Catacumbas de Paris
Existe, na cidade de Paris, um enorme ossuário subterrâneo. Calcula-se que ele contenha ossos de entre 5 e 6 milhões de pessoas. Veja-se que, pelo censo de 2013, a cidade tem hoje mais de 12 milhões de habitantes. Localiza-se em uma das muitas galerias subterrâneas existentes na cidade, especialmente originadas da exploração de pedreiras do subsolo, desde o período de ocupação romana na cidade. 
Cripta da Lâmpada do Sepulcro das Catacumbas de Paris
Este sistema de túneis é oficialmente designado "Les Carrières de Paris" (As pedreiras de Paris ou Subterrâneos de Paris) e, embora o ossuário ocupe apenas uma parte dos túneis, todo o sistema é comumente conhecido como "As Catacumbas de Paris" e chega a 400 km de extensão.
Acredita-se que esse ossuário tenha iniciado a se formar a partir de 1785. Desde o início do século XIX as Catacumbas de Paris estão abertas ao Público e constituíram-se em atração turística importante da cidade desde a organização das visitas em 1867.
Na metade do século XVIII, a maior parte das igrejas de Paris possuía seu cemitério. Entretanto, o crescimento da cidade acumulou gerações e mais gerações de despojos funerários para os quais os cemitérios não ofereciam mais espaço.
Em 1780, o cemitério "des Saints-Innocents", o mais importante da cidade, foi fechado, por demanda da população. A lotação do cemitério era tal que a população vizinha estava adoecendo devido à contaminação provocada pelo excesso de matéria orgânica em decomposição.
Entrada das Catacumbas de Paris.
No dia 9 de novembro de 1785, o Conselho de Estado francês decidiu pela necessidade de reformular o sistema de cemitérios de Paris e pela imediata tomada de providências. Novos cemitérios foram construídos na periferia da cidade, mas restava a preocupação do que fazer com os cemitérios superlotados já existentes.
A ideia de usar os túneis abandonados das pedreiras parisienses é creditada ao chefe de Polícia, General Alexandre Lenoir, e levada a cabo por ordem de seu sucessor o Sr. Thiroux de Crosne.
A escolha do local apropriado e execução da tarefa ficou a cargo do "Service des Carrières" cuja tradução poderia ser "Serviço das Pedreiras", na realidade, um órgão governamental criado em 4 de abril de 1777 para zelar pela segurança e consolidação do subsolo parisiense, tão cheio de túneis e cavernas com constantes riscos de desabamentos.
Interior das Catacumbas de Paris. Placa indicando o local
dos despojos oriundos do cemitério de Saint Etiénne.
Sob orientação de Charles Axel Guillaumont, Inspetor Geral dos túneis de Paris, as primeiras ossadas transferidas saíram do cemitério Saint-Nicolas-des-Champs após as catacumbas terem sido abençoadas, em 4 de abril de 1786.
Inicialmente, as ossadas foram jogadas de qualquer modo nas catacumbas. Somente na época do Império francês (a partir de 1810), que, sob orientação de Héricart de Thury (1776-1854) as ossadas foram dispostas nos corredores das Catacumbas com certa criatividade artística. 
Ossos longos, como fêmur e tíbia, foram colocados à frente, formando verdadeiras paredes de ossos, adornadas com os crânios em desenhos geométricos. Por trás destas paredes de ossos, foram depositados os ossos menores e mais irregulares.
Durante a Segunda Guerra Mundial, membros da Resistência Francesa utilizaram assiduamente os túneis de Paris. Os alemães também serviram-se dos túneis, chegando a construir bunkers e casamatas nas suas galerias.
Interior das Catacumbas de Paris
Na segunda metade do século XX, como sempre, os subterrâneos de Paris foram usados por grupos das mais diversas ideologias. Grupos de ativistas políticos, religiosos, artistas, aventureiros, usuários de drogas, e vários outros serviram-se dos subterrâneos para seus propósitos, o que ocorre ainda hoje.
Os subterrâneos de Paris também foram utilizados para passagens de cabos telefônicos, de TV por assinatura e acesso à Internet. Entretanto, devido a inúmeros casos de vandalismo e dificuldades de acesso, tais cabos foram transferidos para tubulação específica mais superficial e protegida.
Placa indicando o local dos despojos
oriundos do cemitério de Saint Etiénne
A parte dos subterrâneos ocupada pelo ossuário continua reservada e é aquela à qual os turistas têm acesso com total segurança.
Com a especulação imobiliária e necessidade de reforço do subsolo para segurança das edificações, uma média de 5 Km da rede de túneis existente tem sido bloqueada anualmente por estruturas de cimento.
Calcula-se que as Catacumbas de Paris contenham os despojos de 5 a 6 milhões de pessoas. 
Ossuário das Catacumbas de Paris
Os únicos corpos que foram sepultados diretamente nas Catacumbas foram dos mortos nos combates da Revolução Francesa de 28 e 29 de agosto de 1788, na praça do Hôtel de Ville de Paris, de 28 de abril de 1789, na "Manufacture de Réveillon" e de 10 de agosto de 1792, nas Tulherias.
No romance "O Pêndulo de Foucault" , de Umberto Eco, as Catacumbas de Paris são a localização de um pergaminho dos Cavaleiros Templários.
As paredes de todo o sistema de túneis de Paris são cobertas de inscrições e Grafis que datam desde o século XVIII.
Em 1871, membros da Comuna de Paris mataram um grupo de monarquistas em uma das câmaras das Catacumbas.
Victor Hugo usou seus conhecimentos sobre os subterrâneos de Paris ao escrever "Os Miseráveis".
Há grupos de aventureiros que se dedicam a explorar os subterrâneos de Paris além do ossuário. Geralmente o fazem aos finais de semana, como espeleologistas. São chamados de "Kataphiles". O livro "O labirinto de Ossos" de Rick Riordan, da coleção "The 39 clues" fala sobre As Catacumbas de Paris.
Os túneis e galerias das antigas Pedreiras de Paris desde há muito tempo constituem um problema. Localizados profundamente, a cerca de 20 metros de profundidade, onde estão os veios de pedras, por vezes desabavam, afetando a estabilidade do solo na superfície e pondo em risco as construções.
Para evitar este problema, em 1777 foi criada a "Inspetoria Geral dos Subterrâneos" (IGC - Inspection General des Carrières), com a finalidade de monitorar os túneis e galerias existentes e evitar que novos fossem cavados. Entretanto, alguns túneis novos foram cavados pela própria IGC, para facilitar acesso, monitoramento e reparos dos subterrâneos. Estas tarefas persistem até o presente, e, a despeito dos esforços, não impediu acidentes durante a construção da linha 14 do Metrô de Paris.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Por Campola - Obra do próprio, CC BY 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=3858500

LA CHIESA DELL'IMMACOLATA CONCEZIONE DEI CAPPUCCINI IN ROMA



Prof. Dr. Oscar Luiz Brisolara


A cripta dos frades capuchinhos, a cripta dos ossos

No centro de Roma, na famosíssima via Veneto, (símbolo da Dolce Vita) nº 27, encontra-se um dos lugares mais interessantes e misteriosos de toda a cidade. Trata-se da “Cripta dos Capuchinhos” no Convento dos Frades Capuchinhos que fica anexa à Igreja da Imaculada Conceição (em italiano Chiesa dell’Immacolata Concezione).
Segundo alguns historiadores, em meados do século XVII, devido a alguns problemas no terreno do antigo convento (Convento de Santa Cruz e Boaventura – em italiano, Convento di Santa Croce San Bonaventura), em Montecavallo perto do Quirinal ) os frades tiveram que se transferir.
Graças à doação de um cardeal que possuía um terreno ao lado da igreja da Imaculada Conceição, os frades puderam construir um novo convento e se estabeleceram ali.
Mas os frades não se mudaram sozinhos, eles também levaram consigo os ossos dos frades que estavam enterrados no antigo convento (eram convictos de que muitos daqueles ossos pertenciam aos fundadores da “Ordem” e entre eles muitos eram tidos como santos). Foi necessário, então, construir um pequeno cemitério no subterrâneo, em correspondência à igreja da Imaculada Conceição, já que era proibida pela ordem dos capuchinhos a presença de sepulturas dentro do convento. Desde aquele momento até o ano de 1870, todos os frades que morreram no convento foram enterrados ali.
Com passar dos anos, aquele pequeno cemitério já não era mais suficiente para abrigar todas aquelas sepulturas e assim se tornaram comuns as exumações dos corpos mais antigos. Na metade do século XVIII, pensou-se em encontrar uma maneira de sistematizar todos aqueles ossos.
Um sacerdote alemão, um dia, teve a ideia de realizar um monumento fúnebre usando-os. Ele mandou construir seis salas (criptas) umas próximas das outras e as decorou com aqueles ossos exumados. No teto e nas paredes, compôs vários desenhos e também criou, entre outros objetos, lâmpadas e cruzes. Vestiu, ainda, com a batina típica dos frades aqueles esqueletos bem conservados e os dispôs em diversas ações cotidianas de suas vidas, como o momento da oração.

As criptas:

1 Cripta da Ressurreição.


2 Capela da Missa


3 Cripta dos Crânios


4 Cripta das Bacias


5 Cripta das Tíbias e dos Fêmures


6 Cripta dos Três Esqueletos

Enfim, trata-se de um lugar muito sugestivo, interessante, que não é assustador, porque, em todas as salas, é abundantemente iluminado.
O convento pode ser visitado todos os dias com exceção da quinta-feira, das 9h às 12h e das 15h às 18h.




























Fonte:http://www.filhosdehiran.blogspot.com.br/

ATLÂNTIDA, O CONTINENTE PERDIDO, DE FATO EXISTIU?

Atlantida, o Continente Perdido
Posted by Thoth3126 on 01/05/2016



ATLÂNTIDA, o continente perdido

Milhares de anos após ter submergido (em 10.986 a.C.) nas profundezas frias e escuras do oceano Atlântico, o continente insular da Atlântida continua sendo um dos mistérios mais intrigantes da História.

A história antiga da humanidade em grande parte se constitui um enigma, enigma esse devido à ignorância das pessoas que a escreveram e dataram certos eventos. Podemos perceber isto tendo em vista, por exemplo, o que dizem a respeito da esfinge, pois atualmente estudos provam que ela data de 12.000 a.C. a 10.500 a.C., enquanto a história que divulgam a datam com uma idade de apenas desde 4.000 a.C. …

Edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

Do Mito à Realidade (A Magnífica Tróia)

… Outra indagação que deve ser feita diz respeito à distribuição de pirâmides no mundo. Elas são encontradas não somente no Egito, mas também na China e na América Central, mostrando a interligação dessas culturas no passado. O que interliga todas essas civilizações antigas? A única resposta que melhor responde a essas perguntas, e outras a respeito do mundo antigo, é a existência da Atlântida. Mas antes de continuarmos no assunto Atlântida, vamos discorrer rapidamente por Tróia:

Por muito tempo se acreditou que a História de glória e da destruição de Tróia, com suas altas muralhas, não passasse de um mito. As epopéias que descrevem a cidade, llíada e a odisséia de Homero, são anteriores a 700 a.C. Embora os gregos antigos lessem o grande poeta como apenas literatura.

Coube a Heinrich Schliemann, um milionário, um pseudo arqueólogo diletante e sonhador do século XIX, provar que os eruditos estavam errados (e na maioria das vezes eles estão errados…). Obstinado e romântico, o negociante alemão tinha certeza que Homero contara a verdade sobre Tróia. No final da década de 1860, Schliemann convenceu-se de que a aldeia turca de Hissarlik, com suas colinas semelhantes a fortins, lembrava a cidade descrita na llíada. Em 1871 deu início às escavações.


Logo descobriu que realmente havia uma cidade sob as “fortalezas” de Hissarlik. Na verdade, vários estágios de uma antiga cidade estavam enterrados em camadas superpostas. E uma dessas camadas, queimada por fogo, parecia-se muito com a Tróia de Homero. A primeira fonte de informação que chegou ao mundo moderno é sem dúvida os escritos de Platão.

Foi ele quem primeiro falou da existência de uma ilha então submersa à qual foi dado o nome de Atlântida. Platão tomou conhecimento da Atlântida através de Sólon, que, por sua vez lhe foi referido por sacerdotes egípcios, num dos templos da cidade egípcia de Saís. Na verdade a Atlântida data de pelo menos 100.000 a.C., então constituindo não uma ilha e sim um imenso continente que se estendia desde a Groelândia até o Norte do Brasil.

Pressupõem que os atlantes chegaram a conviver com os lemurianos, que viviam num continente no Oceano Pacifico aproximadamente onde hoje se situa o Continente Australiano. Naquele continente Atlante havia muitos terremotos e vulcões e foi isto a causa de duas das três destruições que acabaram por submergi-lo. A terceira destruição não foi determinada por causas naturais. Na primeira destruição, em torno de 50.000 a.C. várias ilhas que ficavam junto do continente atlante afundaram, como também a parte norte do continente que ficava próximo a Groenlândia, em decorrência da ação dos vulcões e terremotos.

A segunda destruição, motivada pela mudança do eixo da Terra, ocorreu em torno de 28.000 a.C., quando grande parte do continente afundou, restando algumas ilhas, das quais uma que conectava o continente Atlante à América do Norte. E a terceira foi exatamente esta onde floresceu a civilização citada por Platão e que por fim foi extinta, em uma só noite, afundando-se no mar restando apenas as partes mais elevadas que hoje corresponde aos Açores descrita por Platão. Para se estudar bem a Atlântida deve-se considerar que esse nome diz respeito a três civilizações distintas, pois em cada uma das destruições os que restaram tiveram que recomeçar tudo do início.


Atlântida 100.000 a.C. a 50.000 a.C.

Sobre a Atlântida antes da primeira destruição (antes de 50.000 a.C.) pouco se sabe. Diz-se haver sido colonizada pelos lemúrios que haviam fugido do continente onde habitavam, também sujeito a cataclismos imensos, quando então se estabeleceram correntes migratórias fugitivas das destruições que ocorriam na Lemúria, algumas delas dirigiram-se para o Sul Atlântida.

Estes primeiros Atlantes julgavam a si pelo caráter e não pelo que tinham e viviam em harmonia com a natureza. Pode-se dizer que 50% de suas vidas eram voltadas ao espiritual e os outros 50% para o lado prático, vida material.

Edgar Cayce afirma que dois grupos diversos tiveram grande poder nessa época, um deles chamados de “Os Filhos de Belial” (os filhos das Trevas). Estes trabalhavam pelo prazer, tinham grandes posses, mas eram espiritualmente imorais. Outro grupo chamado de “As Crianças da Lei do Uno“( os filhos da Luz), era constituído por pessoas que invocavam o amor e praticavam a reza e a meditação juntas, esperando promover o conhecimento divino. Eles se chamavam “As Crianças da Lei Um” porque acreditavam em Uma Religião, Um Estado, Uma Casa e Um Deus, ou melhor, queTudo é Um.

Logo após essa divisão da civilização atlante, foi que ocorreu a primeira destruição da Atlântida, ocasião em que grande número de imensos vulcões entrou em erupção. Então uma parte do povo foi para a África onde o clima era muito favorável e possuíam muitos animais que podiam servir como fonte de alimentação. Ali os descendentes dos atlantes viveram bem e se tornaram caçadores. A outra parte direcionou-se para a América do Sul onde se estabeleceu na região onde hoje é a Bacia Amazônica.

Biologicamente os atlantes do grupo que foi para a América do Sul começaram a se degenerar por só se alimentarem de carne pensando que com isso iriam obter a força do animal, quando na verdade o que aconteceu foi uma progressiva perda das habilidades psíquicas. Assim viveram os descendentes atlantes até que encontraram um povo chamado Ohlm, remanescentes dos descendentes da Lemúria, que os acolheram e ensinaram-lhes novas técnicas de mineração e agricultura.

As duas partes que fugiram da Atlântida floresceram muito mais do que aquela que permanecera no continente, pois em decorrência da tremenda destruição os remanescentes praticamente passaram a viver como animais vivendo nas montanhas durante 4.000 anos, após o que começaram a estabelecer uma nova civilização.

Atlântida 48.000 a.C. a 28.000 a.C.

Os atlantes que estabeleceram uma nova civilização na Atlântida começaram de forma muito parecida com o inicio da colonização que os Lemúrios fizeram na Atlântida. Eles se voltaram a trabalhar com a natureza e nisso passaram milhares de anos, mas com o avanço cientifico e tecnológico também começaram a ficar cada vez mais agressivos, materialistas e decadentes. Os tecnocratas viviam interessados em bens materiais e desrespeitando a religião. A mulher se tornou objeto do prazer; crimes e assassinatos prevaleciam, os sacerdotes e sacerdotisas praticavam o sacrifício humano.

Os atlantes se tornaram uma civilização guerreira. Alguns artistas atlantes insatisfeitos fugiram para costa da Espanha e para o sudoeste da França, onde até hoje se vêem algumas de suas artes esculpidas nas cavernas. Em 28.000 a.C. com a mudança do eixo da Terra, os vulcões novamente entraram em grande atividade acabando por acarretar o fim da segunda civilização atlante. Com isso novamente os atlantes fugiram para as Antilhas, Yucatan, e para a América do Sul.

Ilustração de Lloyd K. Townsend de como seria Atlântida.

Atlântida 28.000 a.C. a 11.000 a.C.

Esta foi a Civilização Atlante descrita por Platão. Mais uma vez tudo se repetiu, os que ficaram recomeçaram tudo novamente, recriando as cidades que haviam sido destruídas, mas inicialmente não tentando cometer os mesmos erros da florescente civilização passada. Eles unificaram a ciência com o desenvolvimento espiritual a fim de haver um melhor controle sobre o desenvolvimento social.

Começaram a trabalhar com as forças da natureza, tinham conhecimento das hoje chamadas linhas Hartman e Linhas Ley que cruzam toda a Terra, algo que posteriormente veio a ser muito utilizado pelos Celtas (também descendentes dos atlantes) que construíram os menires e outras edificações em pedra. Vale salientar que eles acabaram por possuir um alto conhecimento sobre a ciência dos cristais, que usavam para múltiplos fins, mas basicamente como grandes potencializadores energéticos, e fonte de registro de informações, devido a grande potência que o cristal tem de gravar as coisas. Os Atlantes tinham grande conhecimento da engenharia genética, devido a isso tentaram criar “raças puras”, raças que não possuíssem nenhum defeito. Esse pensamento persistiu até o século XX para ser uma das bases do nazismo e persiste no mito do “Povo Eleito”.

Os Atlantes detinham grandes conhecimentos sobre as pirâmides, há quem diga que elas foram edificadas a partir desta civilização e que eram usadas como grandes condutores e receptores de energia cósmica, o que, entre outros efeitos, fazia com que uma pessoa que se encontrasse dentro delas, especialmente a Grande Pirâmide, entrava em estado alterado de consciência quando então o sentido de espaço-tempo se alterava totalmente. É certo que os habitantes da Atlântida possuíam um certo desenvolvimento das faculdades psíquicas, entre as quais a telepatia, embora que muito aquém do nível atingido pelos habitantes da primeira civilização. Construíram aeroplanos, mas nada muito desenvolvido, algo que se assemelharia mais ao que é hoje é conhecido como “asa delta“.

Isto foi confirmado através de gravuras em certos hieróglifos egípcios e maias. Também em certa fase do seu desenvolvimento os atlantes foram grandes conhecedores da energia lunar, tanto que faziam experiências muito precisas de conformidade com a fase da Lua. A par disto foram grandes conhecedores da astronomia em geral. Na verdade os atlantes detiveram grandes poderes, mas como o poder denigre o caráter daquele que não está devidamente preparado para possuí-lo, então a civilização começou a ruir.

Eles começaram a separar o desenvolvimento espiritual do desenvolvimento científico. Sabedores da manipulação dos gens eles desenvolveram a engenharia genética especialmente visando criar raças puras.

Isto ainda hoje se faz sentir em muitos povos através de sistemas de castas, de raça eleita ou de raça ariana pura. Em busca do aperfeiçoamento racial, como é da natureza humana o querer sempre mais os cientistas atlantes tentaram desenvolver certos sentidos humanos mediante genes de espécies animais detentoras de determinadas capacidades.

Tentaram que a raça tivesse a acuidade visual da águia, e assim combinaram genes deste animal com genes humano; aprimorar o olfato através de genes de lobos, e assim por diante. Mas na verdade o que aconteceu foi o pior, aqueles experimentos não deram certo e ao invés de aperfeiçoarem seus sentidos acabaram criando bestas-feras, onde algumas são encontradas na mitologia grega e em outras mitologias e lendas. Ainda no campo da engenharia genética criaram algumas doenças que ainda hoje assolam a humanidade.

A moral começou a ruir rapidamente e o materialismo começou a crescer. Começaram a guerrear. Entre estas foi citada uma que houve com a Grécia, da qual esta foi vitoriosa. Enganam-se os que pensam que a Grécia vem de 2 000 a.C. Ela é tão velha quanto o Egito e isto foi afirmado a Sólon pelo sacerdote de Sais. Muitos atlantes partiram para onde hoje é a Grécia e com o uso a tecnologia que detinham se fez passar por deuses dando origem assim a mitologia grega, ou seja, constituindo-se nos deuses do Olimpo.

Por último os atlantes começaram a fazer experimentos com displicência de forma totalmente irresponsável com cristais e como conseqüência acabaram canalizando uma força cósmica, que denominaram de “Vril”, sob a qual não tiveram condições de controlá-la, resultando disso a destruição final de Atlântida, que submergiu em um único dia.

Para acreditar que um continente tenha submergido em uma noite não é muito fácil, mas se analisarmos pelo suposto lado tecnológico que utilizavam, veremos até que provavelmente seria mais avançado que o nosso, o poder do cristal é muito maior do que imaginamos, os cristais estão presentes no avanço tecnológico, um computadoré formado basicamente de cristais e o laser é feito a partir de cristais.

Mas antes da catástrofe final os Sábios e Sacerdotes atlantes, juntamente com muitos seguidores, cientes do que adviria daquela ciência desenfreada e conseqüentemente que os dias daquela civilização estavam contados, partiram de lá, foram para vários pontos do mundo, mas principalmente para três regiões distintas: O nordeste da África onde deram origem a; para América Central, onde deram origem a; e para o noroeste da Europa, onde bem mais tarde na Bretanha deram origem à Civilização Celta.

No centro do painel o rei sacerdote de Atlântida, depois o sacerdote e escriba dos deuses no Egito chamado de Thoth (o criador dessa civilização, após o Dilúvio – afundamento de Atlântida- obedecendo as instruções dos Mestres da Grande Fraternidade Branca).

A corrente que deu origem a civilização egípcia inicialmente teve muito cuidado com a transmissão dos ensinamentos científicos a fim de evitar que a ciência fora de controle pudesse vir a reeditar a catástrofe anterior. Para o exercício desse controle eles criaram as “Escolas de Mistérios”, onde os ensinamentos eram velados, somente sendo transmitidos às pessoas que primeiramente passassem por rigorosos testes de fidelidade.Os atlantes levaram com eles grandes conhecimentos sobre construção de pirâmides, e sobre a utilização prática de cristais, assim como conhecimentos elevados de outros ramos científicos como, a matemática, geometria, etc.

Pesquisas recentes datam a Esfinge de Gizé sendo de no mínimo 10.000 a.C. e não 4.000 a.C. como a “egiptologia clássica” afirma. Edgar Cayce afirmou que embaixo da esfinge existe uma sala na qual estão guardados documentos sobre a Atlântida, atualmente já encontraram uma porta que leva para uma sala que fica abaixo da esfinge, mas ainda não entraram nela. A Ordem Hermética (Hermes=Thoth) afirma a existência não de uma sala, mas sim de doze.

A corrente que deu origem a civilização maia, foi muito parecida com a corrente que deu origem a civilização egípcia. Quando os atlantes que migraram para a Península de Yucatã antes do afundamento final do continente, eles encontraram lá povos que tinham culturas parecidas com a deles, o que não é de admirar, pois na verdade lá foi um dos pontos para onde já haviam migrado atlantes fugitivos da segunda destruição.

Também os integrantes da corrente que se direcionou para o Noroeste da Europa, e que deu origem mais tarde aos Celtas, tiveram muito cuidado com a transmissão do conhecimento em geral. Em vez de optarem para o ensino controlado pelas “Escolas de Mistérios” como acontecera no Egito, eles optaram por crescer o mínimo possível tecnologicamente, mas dando ênfase especialmente o conhecimento sobre as Forças da Natureza, sobre as energias telúricas, sobre os princípios que regem o desenvolvimento da produtividade da terra.

Conheciam bem a ciência dos cristais, e da magia, mas devido ao medo de fazerem mal uso dessas ciências eles somente utilizavam-nos, mas no sentido do desenvolvimento da agricultura, da produtividade dos animais de criação, etc. Atualmente as pessoas vêem a Atlântida como uma lenda fascinante, como algo que mesmo datando de longa data ainda assim continua prendendo tanto a atenção das pessoas. Indaga-se do porquê de tanto fascínio? Acontece que ao se analisar a história antiga da humanidade vê-se que há uma lacuna, um hiato, que falta uma peça que complete toda essa história.


Muitos estudiosos tentam esconder a verdade com medo de ter que reescrever toda a história antiga, rever conceitos oficialmente aceitos. Mas eles não explicam como foram construídas as pirâmides, como existiram inúmeros artefatos e achados arqueológicos encontrados na Ásia, China, Índia, África e Américas e que estão todos inter-relacionados; e outros monumentos que até hoje são um enigma. 

Os menires encontrados na Europa, as obras megalíticas existentes em vários pontos da terra, os desenhos e figuras representativas de aparelhos e até mesmo de técnicas avançadas de várias ciências, os autores oficiais não dão qualquer explicação plausível. Os historiadores não acreditam que um continente possa haver afundado em uma noite, mas eles esquecem que aquela civilização foi muito mais avançada que a nossa.

Foram encontradas, na década de 60, ruínas de uma civilização no fundo do mar perto dos Açores, onde foram encontrados vestígios de colunas gregas e até mesmoum barco fenício. Atualmente foram encontradas ruínas de uma civilização que também afundou perto da China.

As pessoas têm que se conscientizar de que em todas as civilizações em que a moral ruiu, elas começaram a se extinguir, e atualmente vemos isso na nossa civilização, e o que é pior, na nossa civilização ela tem abrangência mundial, logo se ela ruir vai cair todo o mundo.

Ruínas submersas em Yonaguni, no Japão.

Então o mais importante nessa história da Atlântida não é o acreditar que ela existiu e sim aprender a lição para que nós não enveredemos pelo mesmo caminho, repetindo o que lá aconteceu. Segundo Platão, o continente era cercado de ilhas, e era tão grande quanto a Asia e a Líbia juntas, a Atlântida era regida pelo deus Poseidon:

“Atlântida, a ilha, situada a oeste das Colunas de Hércules (o atual Estreito de Gibraltar). “Quando os deuses fizeram a partilha do mundo, a Atlântida coube a Netuno [Poseidon], que ali viveu em companhia de Cleito [ou Clito]. De sua união com a mortal nasceram dez filhos, dos quais o mais velho era Atlas. Atlas recebeu do pai a supremacia da ilha, que dividiu em 10 partes, tomou uma para si e dividiu as restantes entre seus irmãos. “Punida por seus vícios e seu orgulho, a Atlântida foi engolida pelo oceano”.

A capital da nação (Poseidonis) era uma verdadeira maravilha da arquitetura e engenharia, a cidade era composta de uma série de canais e muros concêntricos. Platão pretendia fazer um grande relato sobre Atlântida, uma narrativa digna do relato de Sólon. Porém o filósofo morreu antes que pudesse terminar seu trabalho.

Atlântida, a origem do Antigo Egito

A menção mais conhecida sobre o continente de Atlântida, é a do filósofo grego Platão, que descreveu Atlântida como sendo um reino situado a oeste das colunas de Hércules (hoje, o estreito de Gibraltar no mar Mediterrâneo). Platão tomou conhecimento de Atlântida através de Sólon, que ouviu a história de sacerdotes egípcios num templo na antiga cidade egípcia de Saís.

O filósofo jamais revelou se a história do reino que foi completamente submerso nas profundezas do mar, era real ou não. Usou uma série de personagens para expressar suas idéias, dentre eles, estava Kritias que dizia que Atlântida era uma história que estava em sua família passada de geração para geração.

No centro da capital havia um monte, e no topo, um templo com uma estátua de Posseidon com seis cavalos alados, completamente feitos de ouro. Platão descreve os atlantes como um povo pacífico, mantinham comércio com os povos dos outros continentes, porém, com o passar do templo, se tornaram cobiçosos e corruptos. O deus Posseidon castigou os atlantes jogando o continente inteiro nas profundezas do mar, para que ninguém jamais encontrasse a civilização novamente.

No diálogo de Timaeus, Platão narra que Atlântida iria expandir seus domínios:

“Agora nesta ilha de Atlântida havia um grande e maravilhoso império que governou em toda a ilha e em várias outras, e em partes do continente”

“e depois, os homens da Atlântida dominaram as partes da Líbia dentro das colunas de Hércules até o Egito e a Europa, até a Tyrrhenia (mar que banha a costa oeste da Itália).”

“Mas depois ocorreram ali violentos terremotos e inundações e num único dia e noite de infortúnio, todos os seus guerreiros afundaram na terra e a ilha de Atlântida desapareceu nas profundezas do mar.”

A região do Triângulo das Bermudas é um local onde se vê muitos UFOs mergulhando no oceano, se deslocando submersos na água como submarinos e saindo de dentro do oceano e disparando para fora do espaço terrestre em altas velocidades.

Registros Egípcios

Existem antigos registros egípcios sobre uma nação que foi submersa no oceano por conseqüência de uma catástrofe, Kaftiu. As duas histórias são semelhantes. Kaftiu ficava a oeste do antigo Egito, e Atlântida a oeste no oceano atlântico. Kafkiu era uma ilha enorme que ficava no oceano atlântico, mas não necessariamente a oeste do mediterrâneo. Parece que as ilhas relacionadas (ex. Santorini/Thera que foi parcialmente destruída por erupção vulcânica em 1.650 a.C.) podem ter sido parte da mesma cultura. A nação da lenda egípcia também era pacífica, e possuía elefantes.

Existem registros do povo minóico que poderiam fazer parte da mesma cultura atlante. Os minóicos vendiam marfim para os egípcios 20 séculos antes de cristo. Os mapas da Atlântida feitos por Platão teriam semelhança com a geografia da antiga Creta.

Outros fatos

Antigos escritos Maias e aztecas também falam sobre a destruição de uma nação que foi tragada pelo mar. Os hieróglifos fenícios foram encontrados em numerosas ruínas na América do Sul que são tão antigas que o povo indígena que vive lá não sabe mais quem as construiu.

O historiador grego Timagenus escreveu sobre a guerra entre Atlântida e Europa. Antigas tribos da frança diziam que Atlântida era seu lar original, e pinturas brilhantes em cavernas antigas mostram pessoas usando roupas do século 20. Também existem relatos dos Incas sobre a destruição de Atlântida que possuía uma tecnologia avançada, mas foi destruída por terremotos e gigantescas ondas.

Também existem menções sobre Atlântida em antigas tribos indígenas dos EUA e do México, no Tibete e na ilha de páscoa também existem citações. Os alemães e os escandinavos nórdicos falaram de um continente desaparecido no Oceano Atlântico Norte, chamado Thule.

O médium Edgar Cayce e Atlântida

Cayce foi um sensitivo americano que nasceu em 1877 e morreu em 1945. Ele conseguia dizer para as pessoas o que elas tinham sido em outras vidas, quando era criança, conversava com pessoas que ninguém mais via, inclusive seu falecido avô. Também curava, bastava dar a ele o nome e o endereço que ele medicava e relatava o diagnóstico exato da enfermidade que a pessoa possuía. Muitas vezes durante as sessões, Cayce dizia:

-não posso atender fulano, pois ele não se encontra nesse endereço, e mais tarde se averiguava que a pessoa havia saído naquele exato instante mesmo. Cayce sabia o que as pessoas haviam sido em vidas passadas graças a um estado hipnótico que ele se auto-impunha, só conseguia prever e enxergar coisas quando estava em transe. No dia-a-dia era um homem normal e religioso.

É importante lembrar que Cayce vaticinou com precisão o estouro da bolsa em 1929, o assassinato do presidente Kennedy e muitos outros acontecimentos que realmente ocorreram. Para ele, passado, presente e futuro era uma coisa só. Não se detinha nas coisas que sabemos e conhecemos, ultrapassava as barreiras do tempo, avançando e voltando em mundos dos quais só nos restam conhecimentos fragmentários através de lendas e vagas alusões…

Previu em 1940 que cerca de 28/29 anos depois, ou seja, em 1968/69, um templo da Atlântida viria a superfície próximo a Bimini. Tal não foi a reação da imprensa e dos meios científicos quando em 1968, assim como havia sido previsto por Cayce, diversas construções submarinas começaram a aparecer nas proximidades de Bimini. próximo a cuba, foi encontrada uma estrada que parece ser um antigo muro, que desaparece nas profundezas do mar (Bimini Road, Ver mais em: 

Ao descrever a Atlântida, Cayce disse que a parte afundada estava localizada no fundo do Oceano perto das Bahamas e que estas constituíam os picos da ilha afundada de Poseidia. Cayce afirmou também que as terras próximas a Bimini, seriam as terras mais altas do continente afundado. A isso se junta o fato de ao sul deste ponto haver um abismo de cerca de 18 mil pés (aproximadamente 5400 metros de profundidade).

Concepção artística do que seria Poseidonis, capital da Atlântida

Outras ruínas submarinas posteriormente encontradas, próximas a outras ilhas do Caribe, incluindo o que parece ser uma cidade inteira submersa perto da costa do Haiti e outra ainda, no fundo de um lago. Ainda em 1968, foi descoberta uma espécie de estrada submarina, ao norte de Bimini, desaparecendo nas profundezas do mar.

Pesquisas estão sendo levadas a cabo, para descobrir se as ruínas são dos Maias ou se fazem parte realmente dos feitos de outra e mais antiga civilização. Segundo Edgard Cayce, o fim da civilização atlante deu-se devido a fatores como descontentamento do povo, escravidão dos trabalhadores e “misturas” (experiências genéticas entre humanos e animais), sacrifícios humanos, adultério, fornicação generalizada e mau uso das forças da natureza, práticas que hoje identificamos como Magia Negra da pior espécie.

Cayce relatou também, que os habitantes de Atlântida possuíam cultura elevada, e sua tecnologia superava em muito a de nossa época. Consta que sabiam enfeixar a luz solar em grandes cristais, empregando essa energia como força motriz, fonte de calor e armamento. Poderia tratar-se de uma espécie de raio laser, inventado após a morte de Cayce. Portanto, ele nada sabia a respeito. Cayce descrevia o cristal:

– A pedra foi ativada pelos raios do sol. Ela enfeixa a luz e o cristal atua sobre instrumentos conectados aos diversos meios de transportes, assim como funciona o telecomando através do rádio.


Construções submersas em Bimini no Mar do Caribe

O rubi, conforme Cayce denominava às vezes o cristal, estava instalado em grandes edifícios, com cúpulas e telhas corrediças. Seus raios atravessavam pedra e aço-Os raios não eram visíveis aos olhos, porém atuavam sobre cristais nos motores. Cayce descreve aeronaves movidas a gás, fala de veículos para recreação, que deslizavam pouco acima do chão, e de veículos submarinos. Ele fala de uma ampla reunião de cúpula de numerosas nações na Atlântida, há cerca de 50.000 anos. Diz que o assunto principal da conferência era estudar medidas preventivas contra os grandes bandos de animais gigantescos que dominavam a terra. A Atlântida os teria eliminado com seus raios da morte.

Como construíram cidades cada vez maiores, os recursos naturais destinados à alimentação começaram a escassear. A exploração predatória das montanhas, vales e depois no mar levou a acelerada degradação das terras e da população. Em sua aflição, o povo da Atlântida aumentava cada vez mais a carga de cristais energéticos. Por fim eles se tornaram excessivamente potentes e desencadearam forças da natureza. O continente foi primeiro despedaçado por violentas erupções vulcânicas, que lançaram pelos ares rochas enormes e por fim mergulhou no mar. Neste mesmo evento cataclísmico houve a inversão dos pólos magnéticos e inclinação do eixo norte/sul de 23° do planeta.

Alguns milhares de pessoas sobreviveram a catástrofe, diz Cayce: -A primeira migração foi para a região dos pireneus. Isto explicaria a existência dos bascos, um povo entre a frança e Espanha, que pouco tem em comum com seus vizinhos. O idioma basco é totalmente estranho na Europa. O povo jamais conseguiu se adaptar e se entrosar. Mais tarde emigraram os que se misturaram a povos negros ou mestiços, constituindo posteriormente a dinastia egípcia e os grupos dos quais descendem os incas.

O famoso triangulo das bermudas fica próximo a Bimini. Exatamente o local onde o médium Edgar Cayce disse que encontrariam parte de Atlântida. O triangulo das bermudas é uma área de 3.950.000 km² (do tamanho da Índia) no oceano atlântico. Existe uma grande anomalia magnética nesta região, muitos navios e aviões perdem-se no triângulo por que suas bússolas, equipamentos de rádio e radares ficam desorientadas. Também é comum navios e aviões desaparecerem por lá. O caso mais famoso do triangulo das bermudas é o desaparecimento do vôo 19.

Provável localização de Atlântida à oeste da África no Atlântico norte.

Curiosidades e coincidências

A famosa história bíblica do dilúvio passa a história de um descontentamento de Deus com os rumos que a civilização humana estava tomando, e conseqüentemente a humanidade foi tragada por águas que cobriram o planeta inteiro (não pode-se deixar de reparar na semelhança com Atlântida). A esfinge, no antigo Egito (estatua colossal, que ninguém sabe até hoje como os egípcios conseguiram construir, ou o quê ela significa) pode ser uma construção derivada da cultura dos atlantes, que era muito presente em muitos povos daquela época.

As próprias pirâmides são construções encontradas nos sete cantos do mundo. Pirâmides podem ser encontradas no Egito, na China e na América Central(recentemente foram descobertas na Europa, na Bósnia-Herzegóvina), provando que todas essas civilizações tinham uma conexão antigamente. Existem construções maias com desenhos de elefantes nas paredes. Como? como poderiam saber sobre a existência de um animal que só pode ser encontrado na África?

“Serão tudo isso coincidências, ou alguma coisa conectava realmente todas essas civilizações?”

Os escritos em sânscrito da Índia antiga contem várias descrições da Atlântida, e até mesmo afirmam que a Atlântida foi destruída como resultado de uma guerra entre os deuses e os Asuras (entre os deuses e os Titãs). O Vishnu Purana, um dos mais antigos, fala de “Atala, a Ilha Branca” … Outro nome, Saka Dwipa, é usado nos Puranas e de acordo com o dicionário sânscrito (1974), Saka Dwipa significa “ilha das pessoas de pele clara.” Embora originalmente descrita no Mahabharata como uma ilha no extremo Oeste (da Índia), em linguagem moderna Atala tornou-se um “inferno”, e seus habitantes originais (Daityas, Danavas, Asuras) “demônios”. Estes eram tribos de pessoas que viviam em Atlântida. Originalmente publicado em Maio 2013.

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