segunda-feira, 27 de agosto de 2018

MISTÉRIOS DO TRIÂNGULO DAS BERMUDAS


Triângulo das Bermudas e seus mistérios (ecos de Atlântida?)
Posted by Thoth3126 on 27/08/2018



O Triângulo das Bermudas e os seus Mistérios

Definido geralmente como uma área triangular cujos vértices se assentam sobre a costa da Flórida-EUA, Puerto Rico e Ilhas Bermudas, respectivamente.

O Triângulo das Bermudas é um dos mitos modernos mais populares e é tido como um dos mais insondáveis mistérios do nosso planeta ou, pelo menos, assim nos querem fazer crer, havendo também quem o ligue e aos seus fenômenos com o mito da Atlântida, o continente perdido. Publicado em Maio 2014.
Tradução, edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch
O Triângulo das Bermudas e os seus Mistérios. Definido geralmente como uma área triangular cujos vértices se assentam sobre a costa da Flórida-EUA, Puerto Rico e Ilhas Bermudas, respectivamente.

Diz-se que, neste triângulo, ocorreram fenômenos inexplicáveis, entre os quais o desaparecimento de vários navios e aviões após terem relatado “anomalias no horizonte e no céu e avaria nos seus instrumentos de navegação”.

A região do Triângulo demarcada no mapa, entre Fort Lauderdale, Porto Rico e Bermuda, (Bimini fica dentro dessa área) onde ocorreu a maior incidência de desaparecimentos de pessoas, barcos, navios e aviões com seus tripulantes e cargas.


O início do mistério: desaparecimento de vários navios e de uma esquadrilha de 5 aviões bombardeiros Avenger, o famoso Vôo 19

Foi em 1950 que num artigo da autoria de E.V.W. Jones, o Mundo tinha pela primeira vez conhecimento de que estranhos fenômenos ocorriam naquela zona do Oceano.

Dois anos depois, George Sand, num artigo para a revista Fate, usa pela primeira vez a expressão “Triângulo das Bermudas” para relatar o estranho desaparecimento de vários navios e de uma esquadrilha de 5 aviões bombardeiros Avenger, o Voo 19, semelhantes ao da foto do lado. Estes aviões teriam desaparecido após uma última comunicação do líder da esquadrilha via rádio com a sua base em terra: “Estamos entrando em águas brancas. Nada parece normal. Não sabemos onde estamos. A água está verde. Não! Branca.” Destes homens nunca mais se voltou a ser encontrado o menor vestígio.

Explicações sobrenaturais

O Triângulo das Bermudas (também conhecido como Triângulo do Diabo) é uma área que varia de tamanho, aproximadamente de 1,1 milhão de km² até 3,95 milhões de km². Essa variação ocorre em virtude de fatores climáticos, geográficos e geofísicos da região, que influem decisivamente no cálculo de sua área, situada no Oceano Atlântico, acima de Cuba, entre as ilhas Bermudas, Porto Rico e Fort Lauderdale (Flórida-EUA). A região notabilizou-se como palco de diversos desaparecimentos de aviões, barcos de passeio e navios, alguns com a tripulação completa também desaparecendo, para os quais se popularizaram explicações extrafísicas e/ou sobrenaturais.

Uma das possíveis explicações para estes fenômenos de desaparecimento são os distúrbios no campo eletromagnético da Terra que esta região sofreria. Um dos casos de desaparecimentos mais famosos é o chamado voo 19 da USAF. Muito embora existam diversos eventos anteriores, os primeiros relatos mais sistemáticos começam a ocorrer entre 1945 e 1950 (n.T. – coincide com o começo das pesquisas do Projeto Philadelphia, da Marinha dos EUA). Alguns traçam o mistério até Colombo. Mesmo assim, os incidentes vão de 200 a não mais de 1000 nos últimos 500 anos. Howard Rosenberg afirma que em 1973 a Guarda Costeira dos EUA respondeu a mais de 8.000 pedidos de ajuda na área e que mais de 50 navios e 20 aviões se perderam na zona, durante o último século.

Muitas teorias foram dadas para explicar o extraordinário mistério dos aviões e navios desaparecidos. Extraterrestres, resíduos de cristais da Atlântida, humanos com armas antigravidade ou outras tecnologias esquisitas, vórtices da quarta dimensão, estão entre os favoritos dos escritores de fantasias. Campos magnéticos estranhos, flatulências oceânicas (gás metano do fundo do oceano) são os favoritos dos mais técnicos. O clima no local (tempestades, furacões, tsunami, terremotos, ondas, correntes marítimas), e outras causas naturais e humanas são as favoritas entre os investigadores céticos.

A Corrente do Golfo, uma área com clima instável (conhecida por seus furacões), também passa pelo triângulo ao sair do Mar do Caribe em direção ao norte. A combinação de um intenso tráfego marítimo e o clima instável pode ter feito com que alguns barcos entrassem em tempestades e se perdessem sem deixar pistas, principalmente antes do desenvolvimento das telecomunicações, do radar e dos satélites no final do século XX.

História e evolução

Desde a era das Grandes Navegações, nos séculos XV e XVI, as naus que viajavam da Europa para as Américas passavam continuamente por esta área para aproveitar os ventos da Corrente do Golfo. Depois, com o desenvolvimento das máquinas a vapor e dos barcos com motores de combustão interna, grande parte do tráfego do Atlântico Norte já não passava mais por esta área. 

A primeira obra documentada sobre os desaparecimentos nesta área foi lançada em 1950, por E. V. W. Jones, jornalista da Associated Press, que escreveu algumas matérias sobre o sistemático desaparecimentos de barcos no triângulo. Jones disse que os desaparecimentos de barcos, aviões e pequenos botes eram “misteriosos”. E deu a esta área o nome de “Triângulo do Diabo”. Em 1952, George X. Sand afirmou em um artigo da Revista do Destino que nesta área aconteciam “estranhos desaparecimentos marinhos”. 

Em 1964, o escritor sensacionalista Vincent Gaddis criou o termo “Triângulo das Bermudas” em um artigo da revista Argosy. Um ano depois publicou o livro Invisible Horizons: True Mysteries of the Sea (“Horizontes Invisíveis: os Verdadeiros Mistérios do Mar”), onde incluía um capítulo chamado “O Mortal Triângulo das Bermudas”. Geralmente, Gaddis é considerado o “inventor” do nome Triângulo das Bermudas. 

Mas foram dez anos depois, em 1974, que o mistério tornou-se um mito, através de Charles Berlitz e seu livro “O Triângulo das Bermudas”, onde ele pegou alguns textos de Gaddis e recompilou alguns casos de desaparecimentos. Foi depois da publicação desse livro que os eventos foram conhecidos através da imprensa de uma forma mais abrangente. Após acharem a cabeça de um homem no mar todos afirmaram que havia coisas sobrenaturais. Recentemente um canal de TV americano, especializado em ficção científica, produziu uma mini-série com o nome de The Bermuda Triangle: Startling new secrets…(2005). 

Possíveis explicações “naturais”

Note que algumas não são ”cientificamente” aceitas. 

– Anomalias no campo eletromagnético do planeta Terra; restos de cristais ainda ativos geradores de energia em Atlântida, o continente perdido, que teria afundado naquela região, que ainda poderiam estar ativos; a teoria conspiratória forjada para desenvolver reações no mundo da Guerra Fria EUAxURSS; Alienígenas extraterrestres; monstros marinhos; redemoinhos gigantes no oceano, etc.

Nesta região o fenômeno UFO também é muito testemunhado, inclusive com grandes espaçonaves entrando, navegando sob as águas do oceano e alçando voo desde o fundo do mar.

Alguns escritores têm usado alguns conceitos sobrenaturais para explicar os eventos no triângulo. Uma explicação é de uma suposta tecnologia do continente perdido de Atlântida. Às vezes conecta-se esta história à formação rochosa submersa conhecida como Bimini Road (“Estrada de Bimini”), perto da ilha de Bimini, nas Bahamas, que está inserida dentro da área do triângulo em alguns casos. Seguidores do médium psíquico Edgar Cayce (o Profeta Adormecido) tiveram a previsão de que a evidência de Atlântida seria encontrada em 1968, referindo-se à descoberta de Bimini Road. Alguns descrevem a formação como uma estrada, uma parede, ou outra estrutura, apesar dos geólogos considerarem isso como sendo de origem natural.

Outros escritores atribuíram os eventos aos OVNIs. Esta ideia foi usada por Steven Spielberg em seu filme de ficção científica Contatos Imediatos de Terceiro Grau, que mostra os tripulantes do voo 19 como alienígenas abduzidos. Charles Berlitz, neto de um ilustre poliglota e autor de vários livros de fenômenos anormais, tem deixado em linha com sua extraordinária explicação, e atribuiu os desaparecimentos no triângulo como uma anomalia ou forças inexplicáveis. 

Também tem sido pensado que o triângulo é um buraco de minhoca (Wormhole-uma anomalia eletromagnética que criaria um buraco em nosso espaço/tempo) 

Variações e defeitos nas bússolas

Os problemas com bússolas são um dos mais citados em vários incidentes no triângulo. Enquanto alguns têm teorizado que anomalias magnéticas locais incomuns podem existir nesta área, tais anomalias não têm sido reveladas como existentes. Também deve ser lembrado que as bússolas têm variações magnéticas naturais em relação aos polos magnéticos. Por exemplo, nos Estados Unidos os únicos lugares onde o polo norte magnético e o polo geográfico são exatamente os mesmos estão em uma linha passando do estado do Wisconsin até o Golfo do México. Navegadores têm sabido disso por séculos. Mas o público pode não estar informado, e as pessoas pensam que lá existe alguma coisa misteriosa sobre a “mudança” na bússola sobre uma área tão larga quanto o triângulo, o que naturalmente pode acontecer. 

Listagem de eventos

– 1840 – Rosalie – embarcação francesa encontrada meses após o seu desaparecimento, na área do Triângulo das Bermudas, navegando com as velas recolhidas, a carga intacta, porém sem vestígios de sua tripulação.

– 1872 – Mary Celeste – Apesar do navio ter sido abandonado na costa de Portugal, ele teria antes supostamente batido em um recife perto da costa de Bermuda.

– 1880 – Atlanta – Fragata britânica, desapareceu em Janeiro, com 290 pessoas a bordo.

– 1902 – Freya – embarcação alemã, ficou um dia desaparecida. Saiu de Manzanillo, em Cuba no dia 3 de outubro. Foi encontrada no dia seguinte, no mesmo local de onde havia saído, porém sem nenhuma pessoa a bordo: todos os tripulantes desapareceram.

– 1909 – The Spray – pequeno iate do aventureiro canadense Joshua Slocum, que desapareceu nesta área.

– 1917 – SS Timandra – embarcação que iria para Buenos Aires que tinha partido de Norfolk (Virgínia) com uma carga de carvão, e uma tripulação de 21 passageiros. Não emitiu nenhum sinal de rádio.

– 1918 – Cyclops – embarcação carregada com 19.000 toneladas de aprovisionamentos para a Marinha Norte-americana, com 309 pessoas a bordo. Desapareceu com tripulantes e carga a 4 de março em mar calmo, sem emitir aviso, mesmo dispondo de rádio. Ele partiu do Rio de Janeiro em 16 de fevereiro e, após uma rápida parada em Barbados, entre 3 e 4 de março, nunca mais foi visto. Todos as 306 pessoas, entre passageiros e tripulação, desapareceram sem deixar rastro.

O USS Cyclops ancorado no rio Hudson em 3 de outubro de 1911 Imagem cedida pelo New York Navy Yard/Navy Historical Center

– 1921 – Carroll. A. Deering – cargueiro que afundou no cabo Hatteras, cerca de 1000 km a oeste das ilhas Bermudas.

– 1925 – Raifuku Maru – embarcação que afundou em uma tempestade a cerca de 1000 km ao norte das ilhas Bermudas.

– 1925 – Cotopaxi – embarcação desaparecida próximo a Cuba.

– 1926 – SS Suduffco – embarcação que afundou em um furacão no triângulo.

– 1931 – Stavenger – cargueiro desaparecido com 43 homens a bordo.

– 1932 – John and Mary – embarcação desaparecida em Abril. Foi encontrada posteriormente à deriva, a cerca de 80 quilômetros das ilhas Bermudas.

– 1938 – Anglo-Australian – embarcação desaparecida em Março, com uma tripulação de 39 homens. Pediu socorro quando estava próxima ao Arquipélago dos Açores.

– 1940 – Gloria Colite – embarcação desaparecida em Fevereiro. Foi encontrada com tudo intacto, mas sem a tripulação.

– 1942 – Surcouf – submarino francês que foi atacado pelo cargueiro norte-americano Thompson Lykes perto do Canal do Panamá, cerca de 1800 km do triângulo

– 1944 – Rubicon – cargueiro cubano desaparecido em 22 de outubro. Foi encontrado mais tarde pela Guarda Costeira Norte-americana próximo à costa da Flórida.

– 1945 – Super Constellation – aeronave da Marinha Norte-americana desaparecida em 30 de Outubro, com 42 pessoas a bordo.

– 1945 – Voo 19 ou Missão 19 (“Flight 19”) – esquadrilha de cinco aviões TBF Avenger, desaparecida em 5 de Dezembro.

– 1945 – Martin Mariner – hidroavião enviado na busca do Voo 19, também desapareceu em 5 de dezembro, após 20 minutos de vôo, com 13 tripulantes a bordo.

– 1947 – C-54 – aeronave do Exército dos Estados Unidos, jamais foi encontrado.

– 1948 – DC-3 – aeronave comercial, desaparecida em 28 de dezembro, com 32 passageiros.

Um Douglas DC-3, o mesmo modelo do avião que desapareceu sobre o Triângulo das Bermudas em 1948

– 1948 – Tudor IV Star Tiger – aeronave que desapareceu com 31 passageiros.

– 1948 – SS Samkey – embarcação que afundou a 4200 km a nordeste do triângulo e a 200 km a nordeste dos Açores.

– 1949 – Tudor IV Star Ariel – aeronave que desapareceu no triângulo.

– 1950 – Sandra – cargueiro transportando inseticida, desapareceu em Junho e jamais foi encontrado.

– 1950 – GLOBEMASTER – Avião desaparecido em março. Era um avião comercial dos Estados Unidos.

– 1952 – YORK – Avião de transporte britânico. Desaparecido em 2 de fevereiro. Tinha 33 passageiros a bordo fora a tripulação. Sumiu ao norte do Triângulo das Bermudas.

– 1954 – Lockheed Constelation – aeronave militar com 42 passageiros a bordo que desapareceu no triângulo.

– 1955 – CONNEMARA IV – Desapareceu em setembro e apareceu 640km distante das bermudas, também sem tripulação.

– 1956 – MARTIN P-5M – Hidroavião desaparecido em 9 de novembro. Fazia a patrulha da costa dos Estados Unidos. Sumiu com 10 tripulantes a bordo nas proximidades do Triângulo das Bermudas.

– 1957 – CHASE YC-122 – Desaparecido em 11 de janeiro. Era um avião cargueiro com 4 passageiros a bordo.

– 1962 – Um avião KB-50 desapareceu em 8 de janeiro. Tratava-se de um avião tanque das Forças Aéreas dos Estados Unidos. Desapareceu quando cruzava o Triângulo.

– 1963 – MARINE SULPHUR QUEEN – Cargueiro que desapareceu em fevereiro sem emitir nenhum pedido de socorro.

– 1963 – SNO’BOY – Desaparecido em 1º de Julho. Era um pesqueiro com 20 homens a bordo. Nunca foi encontrado.

– 1963 – 2 STRATOTANKERS KC-135 desapareceram em 28 de agosto. Eram 2 aviões de quatro motores cada, novos, a serviço das forças aéreas americanas. Iam em missão secreta para uma base no Atlântico, mas nunca chegaram no local. 

Um avião KC-135 Stratotanker, avião de reabastecimento igual aos que desapareceram no Triângulo das Bermudas

– 1963 – CARGOMASTER C-132 – Desaparecido em 22 de setembro perto das ilhas Açores.

– 1965 – FLYNG BOXCAR C-119 – Desaparecido em 5 de junho. Era um avião comercial com 10 passageiros a bordo.

– 1967 – WITCHCRAFT – Desaparecido em 24 de dezembro. Considerado um dos casos mais extraordinários do Triângulo. Tratava-se de uma embarcação que realizava cruzeiros marítimos. Estava amarrado a uma bóia em frente ao porto de Miami, Flórida, a cerca de 1600 metros do solo. Simplesmente desapareceu com sua equipe e um passageiro a bordo para nunca mais ser visto assim como as pessoas.

– 1970 – Milton Latrides – cargueiro francês que partiu de Nova Orleans em direção à Cidade do Cabo. Levava uma carga de azeite vegetal e refrigerante. Afundou no triângulo em Abril.

– 1973 – ANITA – Desaparecido em março. Era um cargueiro de 20.000 toneladas que estava circulando próximo ao Triângulo com 32 tripulantes a bordo.

– 1976 – Grand Zenith – petroleiro, afundou com pessoas e bens a bordo. Deixou uma grande mancha de petróleo que, pouco depois, também desapareceu.

– 1976 – SS Sylvia L. Ossa – embarcação que afundou em um furacão a oeste das ilhas Bermudas.

– 1978 – SS Hawarden Bridge – embarcação que foi encontrada abandonada no triângulo.

– 1980 – SS Poet – embarcação que afundou em um furacão no triângulo. Transportava grãos para o Egito.

– 1995 – Jamanic K – cargueiro que afundou no triângulo, depois de sair de Cap-Haïtien.

– 1997 – Iate – É encontrado um iate alemão abandonado.

– 1999 – Genesis – cargueiro que afundou depois de sair do porto de São Vicente; sua carga incluía 465 toneladas de tanques de água, tábuas, concreto e tijolos; informou de problemas com uma bomba um pouco antes de perder o contato. Foi realizada uma busca sem sucesso em uma área de 85.000 km² (33.000 milhas quadradas).Outros eventos: 

Um Cessna 172 é “caçado” por uma nuvem, que o persegue o que resulta em funcionamento defeituoso de seus instrumentos, com conseqüente perda de posição e morte do piloto, como informaram os passageiros sobreviventes da queda do avião. 

Um 727 da National Airlines fica sem radar durante dez minutos, tempo em que o piloto informa estar voando através de um leve nevoeiro. Na hora de aterrissar, descobre-se que todos os relógios a bordo e o cronômetro do avião perderam exatamente dez minutos, apesar de uma verificação da hora cerca de trinta minutos antes da aterrissagem. 

Casos de desaparecimentos mais recentes:
Avião DC-3 N407D, sumiu em 21 de setembro de 1978
Aeronave Fighting Tiger 524, sumiu em 22 de fevereiro de 1978
Avião Beechcraft N9027Q, desaparecido em 11 de fevereiro de 1980
Avião Ercoupe N3808H, sumiu em 28 de junho de 1980
Um Beech Bonanza, sumiu em 5 de janeiro de 1981
Avião Piper Cherokee N3527E, desaparecido em 26 de março de 1986
Avião Grumman Cougar Jet, último contato realizado em 31 de outubro de 1991
Um barco a motor Jamanic K, desaparecido quando ia de Cape Haitian para Miami, em 20 de março de 1995
Um barco a motor Genesis, que sumiu no caminho de Port of Spain, em Trinidad, para St. Vincent, em 21 de abril de 1999
Avião Cessna 210, desapareceu do radar quando ia de Freeport a Nassau, em 14 de junho de 1999.

O incrível Caso Gernon

Um avião monomotor Beechcraft Bonanza voa para dentro de uma monstruosa nuvem cúmulos nimbus ao largo de Andros, perde o contato pelo rádio e logo recupera-o, quatro minutos depois, mas descobre que agora está sobre Miami, com mais vinte e cinco galões de gasolina do que deveria ter-quase exatamente a quantidade de gasolina que seria gasta pelo aparelho numa viagem Andros-Miami. Foi em 4 de dezembro de 1970, Bruce Gernon e seu pai decolaram a bordo de um monomotor Beechcraft Bonanza modelo A 36 do aeroporto da cidade de Andros, Bahamas e voavam para Bimini, uma ilha das Bermudas, mais próxima do continente. 



O céu estava claro quando viram uma nuvem estranha com extremidades quase que perfeitamente arredondadas pairando sobre o mar. E conforme voavam em direção a ela, a nuvem começou a se espalhar. A 3.505 metros de altura, notou que ela havia formado um túnel, e a única possibilidade de fuga parecia ser passar por esse túnel. E quando estavam lá dentro, viram linhas nas paredes que giravam no sentido anti-horário, os instrumentos de navegação ficaram descontrolados e a bússola também passou a girar no sentido anti-horário. 


Como a nuvem lenticular surgiu a partir do ponto de vista do Gernon enquanto voava sobre Andros Island. Courtesy of Bruce Gernon . 

Gernon disse que havia “percebido a ocorrência de algo muito estranho. Em vez do céu azul e limpo que esperávamos no final do túnel, tudo parecia branco-acinzentado.

Além disso, a visibilidade parecia ser de 3 quilômetros, mas não havia absolutamente nada para ver. Não havia oceano, horizonte ou mesmo céu, somente um nevoeiro cinza”, disse ele. 

Quando Gernon conseguiu entrar em contato com o controle de tráfego aéreo de Miami para obter uma identificação de radar e saber sua posição, o controlador disse não haver aviões aparecendo no radar entre as regiões de Miami, Bimini e Andros. Após mais alguns instantes, Gernon ouviu o controlador dizer que um avião havia acabado de aparecer diretamente sobre Miami.


Gernon não achou que poderia já estar sobre Miami Beach, já que o tempo normal de viagem é de 75 minutos usando velocidade máxima de seu avião, 300 km/h, para chegar até lá e só tinham se passado uns poucos minutos desde o início do incidente e da decolagem.

Nesse mesmo momento, a névoa cinza começou a se desfazer, os instrumentos começaram a operar normalmente e logo viram Miami Beach abaixo deles. E foi essa passagem de tempo confirmada por seus relógios e pelos instrumentos do avião. 

Depois de pousarem em Palm Beach, Gernon conferiu novamente seus instrumentos e constatou que havia gasto menos de 45 minutos numa viagem que levaria quase uma hora e meia e que havia consumido 12 galões a menos de combustível do que seriam necessários para aquele trajeto.


O ” nevoeiro eletrônico” se dissipa e Miami Beach vem à vista. Courtesy of Bruce Gernon 

Detalhe interessante é que o pequeno monomotor de Gernon não tinha potência de motor nem resistência estrutural para se deslocar a uma velocidade de mais de 3.000km/h (quase 3 vezes a velocidade do som e mais rápido que a velocidade de cruzeiro de um Concorde). Bruce Gernon talves seja o único sobrevivente do Triângulo das Bermudas.

Explicações científicas para tal fato??? Mais de 40 anos depois do acontecido, continuamos sem elas. O que há são especulações das mais variadas. O fato aconteceu?

Sim…os registros do momento da decolagem de Gernon feitos pelo aeroporto de Andros, até o momento em que surgiu nos céus de Miami comprovam esse voo impossível. 

Veja o vídeo: Bermuda Triangle, The Bruce Gernon Story, Time Travel ?


Mais informações sobre esse caso ver em: http://www.bermuda-triangle.org/html/bruce_gernon.html

Mais informações sobre ATLÂNTIDA-AGHARTA, leitura adicional:

Permitida a reprodução desde que mantida na formatação original e mencione as fontes.

domingo, 26 de agosto de 2018

TRUMP LUTA CONTRA OS ÓRGÃOS DE INTELIGÊNCIA - QUE INTERESSES ESTÃO POR TRÁS DO CONFLITO?


Trump e a guerra contra as agências de inteligência (CIA, DIA, DHS…)
Posted by Thoth3126 on 17/08/2018


O presidente Donald Trump comunicou ao presidente Putin seu acordo para se juntar às operações de inteligência americana com as organizações russas apoiadas pelo Tratado Coletivo de Segurança. De acordo com este relatório, a Organização do Tratado de Segurança Coletiva (CSTO) foi criado por tratado em 15 de maio de 1992 e registrado pela Secretaria da ONU em 1º de novembro de 1995 e cujos países membros, a Rússia, Cazaquistão, Tadjiquistão, Quirguistão, Armênia e Uzbequistão prometem promover sua defesa mútua uns dos outros, ao mesmo tempo em que se comprometem a abster-se do uso ou ameaça de força.

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

Acordo histórico Juntando operações de inteligência russo-americano envia ondas de choque através dos membros do DEEP STATE infiltrados nas agências de inteligência dos EUA
Por: Sorcha Faal – Fonte: http://www.whatdoesitmean.com/index2486.htm

Um novo relatório do Conselho de Segurança (SC) circulando no Kremlin hoje revela que o último triunfo da visita do Diretor Sergey Naryshkin do Foreign Service Intelligence (SVR), com o Diretor Aleksandr Bortnikov, do Serviço de Segurança Federal (FSB) e o principal Diretor do Intelligence Directorate (GRU), o coronel-geral Igor Korobov, os três em visita aos EUA na última quinzena – onde esses três chefes das principais agências de inteligência da Rússia visitaram os EUA, simultaneamente, pela primeira vez na história – foi, há apenas algumas horas, quando o presidente Donald Trump comunicou ao presidente Putin seu acordo para se juntar às operações de inteligência americana com as organizações russas apoiadas pelo Tratado Coletivo de Segurança.

De acordo com este relatório, a Organização do Tratado de Segurança Coletiva (CSTO) foi criado por tratado em 15 de maio de 1992 e registrado pela Secretaria das Nações Unidas em 1º de novembro de 1995 e cujos países membros assinantes, a Rússia, Armênia, Cazaquistão, Quirguistão, Tadjiquistão e Uzbequistão) prometem promover sua defesa mútua uns dos outros, ao mesmo tempo em que se comprometem a abster-se do uso ou ameaça de força.

Após a fundação da CSTO, este relatório continua, uma das principais ameaças listadas foi o apoio dado aos cartéis de drogas internacionais por estados-nação – principalmente os EUA que, na década de 1980, trabalharam secretamente com carteis de drogas sul-americanos para promover os objetivos de sua política externa – e em meados da década de 1990, durante o regime de Clinton, foi mais exposto quando foi revelado que a CIA estava inundando os bairros negros mais pobres da América e as grandes cidades com cocaína/crack para financiar secretamente sua guerra global na implantação de uma agenda controlada por membros do DEEP (Governo Sombrio/Oculto) STATE.


Ao combater o uso pela CIA de cartéis internacionais de drogas para promover os objetivos obscuros da política externa dos Estados Unidos ditados pelo DEEP STATE, este relatório detalha, o primeiro grande êxito da CSTO ocorreu em 2000, quando chegou a um acordo com os líderes governantes do Talibã no Afeganistão para erradicar toda a produção de ópio e parar o fluxo global do tráfico de heroína – e esse foi um sucesso tão surpreendente, que mesmo Steven Casteel, o administrador assistente de inteligência na US Drug Enforcement Administration, declarou em relatório em maio de 2001: “Parece que a proibição entrou em vigor“.

Entretanto, no prazo de 6 meses, a produção de Ópio afegão que foi interrompida em meados de 2001, no entanto, este relatório observa que os EUA usaram o pretexto dos (Falso ataque terrorista) ataques de 11 de setembro de 2001 ao World Trade Center) para invadir o Afeganistão e o Iraque, expulsar o Talibã do poder e a CIA transformar esta nação no maior produtor de ópio-heroína jamais visto na história -e cujos lucros a partir do controle da produção e vendas pela CIA, em seguida, usados para tomar o controle do comércio ilegal de drogas no México também.

Com os registros dos tribunais federais dos EUA, detalhando o controle da CIA sobre o comércio internacional de drogas, este relatório continua, o fracasso do povo americano em se revoltar pelos crimes cometidos pela principal agência de inteligência nome da agenda do DEEP STATE é atribuído exclusivamente à sua a mídia controlada, uma fábrica de propaganda enganosa dominante mantendo a verdade distante das manchetes – e cujo ato mais vergonhoso na história foi destruir o premiado jornalista Gary Webb por sua audácia de expor os crimes da CIA:

Dezoito anos após a publicação do livro “Dark Alliance: The CIA, the Contras, and the Crack Cocaine Explosion“, a investigação bomba do jornal San Jose Mercury News sobre os vínculos entre o comércio de cocaína, os rebeldes da Nicarágua e o problema das drogas nos bairros afro-americanos na Califórnia, continua sendo uma das exposições mais explosivas e polêmicas do jornalismo norte-americano.


A série de 20.000 palavras enfureceu as comunidades negras, provocou audiências no Congresso e tornou-se uma das primeiras grandes histórias de segurança nacional na história a explodir online. Também provocou uma reação agressiva dos meios de comunicação mais poderosos do país, e que dedicou recursos consideráveis ​​para desacreditar o relatório do autor Gary Webb. Seus esforços conseguiram, custando à Webb sua carreira e mais tarde à sua própria vida.

Em 10 de dezembro de 2004, o jornalista foi encontrado morto em seu apartamento, tendo terminado sua queda de oito anos com duas perfurações de balas na parte de trás da cabeça. Em 18 de setembro, a agência (CIA) lançou uma série de documentos que abrangem três décadas de operações secretas do governo. Extraídos do jornal interno da agência, Studies in Intelligence, os materiais incluem um artigo de seis páginas, anteriormente inédito, intitulado “Managing a Nightmare: CIA Public Affairs and the Drug Conspiracy Story“.

Olhando para trás nas semanas imediatamente após a publicação do livro “Dark Alliance”, o documento oferece uma janela única para a reação interna da CIA ao que chamou de “uma verdadeira crise de relações públicas”, ao mesmo tempo em que revelava o quão pouco a agência precisou fazer para rapidamente extinguir o clamor público.

Graças, em parte, ao que o autor Nicholas Dujmovic, funcionário da Diretoria de Inteligência da CIA no momento da publicação, descreve como “uma base fundamental de relações já produtivas com jornalistas“, os oficiais de Relações Públicas da CIA assistiram com alívio como os maiores jornais do país resgataram a imagem pública da agência do desastre e, no processo, destruiu a reputação de um repórter agressivo e premiado.

“A CIA É DONA (PAGA) QUALQUER JORNALISTA COM ALGUMA SIGNIFICÂNCIA DENTRO DA MÍDIA MAINSTREAM”, declaração do Ex-Diretor da CIA Willian Colby

Com o ex – funcionário da Diretoria de Inteligência da CIA, Nicholas Dujmovic, descreveu a mídia de propaganda do regime de Obama como “uma base fundamental de relações (DE JORNALISTAS PAGOS PELA CIA) já produtivas com jornalistas“, este relatório ainda informa que hoje o presidente Trump enfrenta pesada campanha contra seu governo, o que só pode ser descrito como jornalistas pagos pela CIA abertamente participantes na guerra da Mídia Mainstream – e quem, desde que Trump tomou o poder, viu suas posições já preenchidas da CIA serem reforçadas por novos “jornalistas contratados” tais como:
O repórter de segurança nacional da NBC News, Ken Dilanian, que nem a NBC nem a MSNBC informam aos seus telespectadores foi preso como sendo um colaborador da CIA e repudiado pelo Los Angeles Times.
O ex- diretor da CIA, John Brennan do governo Obama agora sendo contratado pelas organizações de notícias NBC e MSNBC, também, mas a cujos telespectadores não está sendo dito a ser dito sobre suas grosseiras mentiras ao Congresso dos Estados Unidos enquanto depondo sob juramento.
O ex- diretor de Inteligência Nacional, James Clapper, do governo Obama, e agora contratado pela CNN -, mas cujos telespectadores não estão sendo informados de que enfrenta acusações de perjúrio por mentir ao Congresso dos EUA
O antigo analista da CIA, Philip Mudd, do governo de Obama, agora sendo contratado pela CNN – e que, ao falar por todos os seus aliados membros do “Deep State”, declarou guerra aberta ao presidente Trump afirmando: “Pense novamente” sobre a guerra com a Comunidade de Inteligência (são 17 agências), “Nós vamos ganhar“.


Former CIA counterterrorism official Phil Mudd: The FBI people “are ticked” and they’ll be saying of Trump, “You’ve been around for 13 months. We’ve been around since 1908. I know how this game is going to be played. We’re going to win” https://t.co/5x39x20g3epic.twitter.com/fByOLNrh0I

— CNN (@CNN) February 2, 2018




A Matrix (o SISTEMA de CONTROLE)

“A Matrix é um sistema de controle, NEO. Esse sistema é o nosso inimigo. Mas quando você está dentro dele, olha em volta, e o que você vê? Empresários, professores, advogados, políticos, carpinteiros, sacerdotes, homens e mulheres… As mesmas mentes das pessoas que estamos tentando despertar. 


Mas até que nós consigamos despertá-los, essas pessoas ainda serão parte desse sistema de controle e isso as transformam em nossos inimigos. Você precisa entender, a maioria dessas pessoas não está preparada para ser desconectada da Matrix de Controle. E muitos deles estão tão habituados, tão profunda e desesperadamente dependentes do sistema, que eles vão lutar contra você para proteger o próprio sistema de controle que aprisiona suas mentes …” 

Mais informações, leitura adicional:

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NOSSA CIVILIZAÇÃO CAMINHA PARA O COLAPSO


NASA concluiu que civilização atual ruma para colapso irreversível e inevitável…
Posted by Thoth3126 on 23/08/2018

Estudo patrocinado pela NASA: Civilização industrial ruma para ‘’colapso irreversível e inevitável”?
Um novo estudo parcialmente patrocinado pelo Goddard Space Flight Center, da NASA, destacou a perspectiva de que a atual civilização industrial global pode entrar em colapso nas próximas décadas devido à exploração insustentável de recursos naturais do planeta e a distribuição de riqueza cada vez mais desigual.
“O processo de ascensão-e-colapso civilizatório é realmente um ciclo recorrente encontrado ao longo da história da civilização humana.” 
Tradução, edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch
Os cientistas naturais e sociais desenvolveram novo modelo de como uma “tempestade perfeita” de crises em setores vitais poderiam destruir o sistema global e a civilização atual.
Por Nafeez Ahmed = Fonte: http://www.theguardian.com

Notando que os avisos de ‘colapso’ são muitas vezes vistos como marginais ou polêmicos, o estudo tenta dar sentido a dados históricos convincentes que mostram que “o processo de ascensão-e-colapso civilizatório é realmente um ciclo recorrente encontrado ao longo da história da civilização humana.” Os casos graves de interrupção de uma civilização devido ao colapso “precipitado – muitas vezes com a crise durando séculos – tem sido bastante comum.”

O projeto de pesquisa independente é baseado em um novo modelo de disciplina cruzada “Human And Nature DYnamical’ (HANDY)”, liderado pelo matemático aplicado Safa Motesharrei dos EUA National Science Foundation apoiado pelo National Socio-Environmental Synthesis Center, em associação com uma equipe de cientistas naturais e sociais. 


O modelo HANDY foi criado usando uma bolsa menor da NASA, mas o estudo com base no programa da NASA foi conduzido de forma independente. O estudo com base no modelo HANDY foi aceito para publicação na revista de Economia Ecológica Elsevier journal, Ecological Economics.

Ele acha que, segundo o registro histórico, civilizações complexas e mesmo avançadas, são suscetíveis a entrar em colapso, levantando sérias questões sobre a sustentabilidade da atual civilização moderna:

“A queda do Império Romano, e os igualmente avançados (se não mais) impérios Han(China), Mauryan(Índia) e o império Gupta(Índia), assim como tantos impérios mesopotâmicos, são testemunhos do fato de que civilizações criativas, avançadas, sofisticadas, dinâmicas e complexas podem ser tanto frágil como impermanentes. “

Ao investigar a dinâmica da relação humana com a natureza desses casos passados de colapso de grandes civilizações, o projeto identifica os fatores inter-relacionados mais relevantes que explicam o declínio civilizacional, e que podem ajudar a determinar o risco de colapso de nossa civilização hoje, a saber: População, Clima, Água, Agricultura e geração de Energia .

Esses fatores podem levar ao colapso de uma civilização quando eles convergem para gerar duas características sociais cruciais: “o colapso da exploração dos recursos naturais devido à tensão colocada sobre a capacidade de carga ecológica (produção)”; e “a estratificação econômica da sociedade em Elites [os ricos], a classe média e as massas (ou “pobres”). Estes fenômenos sociais têm desempenhado “um papel central no caráter ou no processo do colapso de uma civilização”, em todos os casos sobre “os últimos cinco mil anos”, sem exceção.

O Homem “civilizado” procurando soluções para as mazelas criadas pela sua própria OBRA no planeta.

Atualmente, altos níveis de estratificação econômica estão ligados diretamente ao consumo excessivo de recursos, pelas “elites” e a classe média, baseado em grande parte nos países industrializados responsáveis por ambos os fatores:

“… O superávit acumulado não está distribuído uniformemente por toda a sociedade, mas ele é controlado por uma elite. A massa da população, no que tange a produção da riqueza, só é atribuída (e distribuída) uma pequena parte dela pelas elites, geralmente em um nível mínimo para a subsistência humana”.

O estudo desafia aqueles que argumentam que a tecnologia vai resolver esses desafios, aumentando a eficiência do “sistema”: “A mudança tecnológica pode aumentar a eficiência da utilização de recursos, mas também tende a elevar o consumo per capita dos mesmos recursos e a escala de extração de recursos naturais em matérias primas, de modo que, o aumento do consumo, muitas vezes acaba com a vantagem do aumento da eficiência no uso dos recursos.”

O aumento da produtividade na agricultura e na indústria ao longo dos últimos dois séculos mais do que aumentou a exploração de recursos (em vez da diminuição), apesar dos ganhos de eficiência (pelo uso de tecnologia) dramáticas durante o mesmo período.

Um testemunho eloquente de nossa “CIVILIZAÇÃO”.

Modelando uma série de diferentes cenários, Motesharrei e seus colegas concluíram que em condições “que reflete de perto a realidade do mundo de hoje … nós achamos que o colapso de nossa civilização é difícil de ser evitado.” No primeiro destes cenários, a atual civilização:

“…. Parece estar em um caminho sustentável por muito tempo, mas mesmo usando uma taxa de esgotamento ideal a começar com um número muito pequeno de Elites, elas, eventualmente, consumem recursos demais, resultando em um período de fome entre os pobres que, eventualmente, provoca o colapso da sociedade. É importante notar que este tipo de colapso é devido a uma escassez induzida por desigualdade que provoca uma perda de trabalhadores, em vez de um colapso da natureza “.

Outro cenário enfoca o papel da exploração contínua e massiva de recursos naturais, concluindo que “com uma taxa de esgotamento maior, o declínio dos mais pobres ocorre mais rápido, enquanto as Elites ainda estão prosperando, mas eventualmente a massa vai entrar em colapso completo, seguido pelas elites.”

Em ambos os cenários, os monopólios de riqueza da Elite significa que eles estão protegidos contra a maioria dos “efeitos prejudiciais do colapso ambiental até muito mais tarde do que os comuns mortais”, o que lhes permite continuar na forma “business as usual” (sem nenhuma mudança), apesar da catástrofe iminente. “O mesmo mecanismo, eles argumentam, poderia explicar como “colapsos históricos foram contemplados a ocorrerem por elites que pareceram estar ignorando a trajetória catastrófica (mais evidente no caso do Império Romano).” Aplicando esta lição para a nossa situação contemporânea, o estudo adverte que:


“Enquanto alguns membros da sociedade podem dar o alarme de que o sistema chamado de “civilização” está se movendo em direção a um colapso espetacular, estrondoso e iminente e, portanto, defender mudanças estruturais para a sociedade, a fim de evitar seu colapso, as elites e os seus apoiantes, que são contrários a fazer essas (ou qualquer) alterações, poderia apontar para a trajetória sustentável utilizada a longo prazo ‘até agora’ (“business as usual”) em apoio de não se fazer nada.”


No entanto, os cientistas apontam que os piores cenários não são de forma alguma inevitáveis, e sugerem que políticas e mudanças estruturais apropriadas poderiam evitar o colapso, para abrir o caminho rumo a uma civilização mais estável (n.t. Mas os piores cenários já tiveram seus gatilhos acionados e iniciaram processos que são irreversíveis, como as mudanças climáticas que vão ter um IMPACTO PROFUNDO em nossa atual civilização)

As duas soluções são fundamentais para reduzir a desigualdade econômica, de modo a garantir uma distribuição mais justa dos recursos, e para reduzir drasticamente o consumo dos mesmos recursos, baseando-se em materiais renováveis de consumo menos intensivos e reduzir o crescimento (n.t. aqui esta uma impossibilidade de mudança para o ser humano atual, o sexo responsável) da população:

“O colapso poderia ser evitado se o tamanho da população alcançar o equilíbrio com o consumo dos recursos naturais necessários, se a taxa per capita de esgotamento da natureza fosse reduzida a um nível sustentável, e se os recursos fossem distribuídos de forma razoavelmente mais justa.”

O modelo “Human And Nature DYnamical’ (HANDY)” financiado pela NASA oferece um chamado para o “despertar” de alta credibilidade para os governos, empresas e os negócios – e os consumidores – para que se reconheça que o modelo ‘business as usual’ não pode ser mais sustentado, e que as mudanças estruturais e políticas no atual sistema são necessárias imediatamente.


Embora o estudo seja baseado em grande parte teoricamente – uma ‘’experiência de pensamento “- existe uma série de outros estudos mais empiricamente focados – feitos pela KPMG e pelo U.K. Science Government Office (Escritório de Ciência do Governo do Reino Unido), por exemplo – que têm alertado que a convergência de crises envolvendo as áreas de produção de alimentos, água potável e energia poderia criar uma “tempestade perfeita” dentro de cerca de 15 anos. Mas estes previsões “business as usual” ainda poderiam ser muito conservadoras.

Dr Nafeez Ahmed é diretor executivo do Instituto de Pesquisa de Política e Desenvolvimento e autor do Guia do Usuário para a crise da civilização: E como salvá-la entre outros livros. Siga-o no Twitter nafeezahmed. Este artigo foi alterado em 26 de março de 2014 para refletir a natureza do estudo e relacionamento da NASA mais claramente.

“DESPERTA, TU QUE DORMES, e levanta-te dentre os MORTOS (INCONSCIENTES), e CRISTO te esclarecerá. Portanto, vede prudentemente como andais, não como NÉSCIOS, mas como SÁBIOS” Efésios 5:14,15

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quinta-feira, 23 de agosto de 2018

PERIGO DAS SUPERPOTENTES DROGAS SINTÉTICAS


Droga sintética provoca 100 casos de overdose em 36 horas em um parque dos EUA
Posted by Thoth3126 on 19/08/2018


A origem da avalanche de overdoses foi a droga (maconha) sintética K2, que intensifica a epidemia de entorpecentes no país norte americano. 
A cena nesta quarta-feira, 16, no New Haven Green, um parque central localizado ao lado da Universidade de Yale, foi caótica e dantesca. Bastava olhar as marcas deixadas pelas ambulâncias que invadiram o gramado para socorrer a avalanche de intoxicados pelo consumo de uma droga sintética cem vezes mais poderosa que a maconha
Edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch
Droga sintética provoca 100 casos de overdose em 36 horas em um parque dos EUA
Sandro Pozzi – Nova York – Fonte: https://brasil.elpais.com/

Até 76 casos de overdose foram contabilizados pelas autoridades em um único dia, aos quais se somaram, horas depois, mais de vinte registros. É o mais recente exemplo da grave crise decorrente do uso de drogas que flagela os Estados Unidos.

As overdoses causaram 72.287 mortes no ano passado no país, de acordo com as últimas estatísticas do Centro de Controle de Doenças (em inglês: Centers for Disease Control and Prevention – CDC). É um número recorde, que representa um aumento de 10% em um ano e que ultrapassa o número de mortes em acidentes de trânsito e violência com armas de fogo. O relatório da agência foi divulgado enquanto os serviços de emergência tentavam conter a situação em Connecticut.



Toni Harp, prefeito de New Haven, insistiu que o episódio é um reflexo das enormes dificuldades que as autoridades locais enfrentam de costa a costa nos EUA diante “dessa ameaça à saúde pública”. No dia 4 de julho, coincidindo com a comemoração do Dia da Independência, já tiveram de lidar com 14 casos de overdose no mesmo parque. E o incidente lembra outro similar no Brooklyn, em maio, que afetou cerca de cem pessoas.

A origem da avalanche foi a droga sintética K2, ou Spice. Rick Fontana, diretor de operações de emergência dessa cidade em Connecticut, explicou que foram contabilizados até 25 casos de overdose em um período de pouco mais de três horas. Houve momentos em que tiveram de atender até seis pessoas ao mesmo tempo e chegaram a interromper a coletiva de imprensa para atender novas vítimas. “Muitos desmaiavam ao mesmo tempo”, comentou.

Os serviços de emergência começaram a receber os primeiros pedidos de socorro no início da manhã de quarta-feira. O Departamento de Saúde Pública teve de administrar cerca de 50 doses de Narcan, um tratamento para overdose, que não foi eficaz em todos os casos. Apenas duas vítimas apresentaram sintomas mostrando que suas vidas estavam em perigo.

O centro dedicado à prevenção e ao controle de doenças, assim como as autoridades locais, está realizando intensas campanhas nas redes sociais para alertar o público sobre os perigos desse tipo de droga sintética. Apontam, por exemplo, que a maconha sintética provoca efeitos diferentes e imprevisíveis, a ponto de causar ataques cardíacos e danos irreversíveis.


Desta vez não houve nenhuma morte a lamentar. Mas nem mesmo a epidemia de AIDS matou tantas pessoas nos Estados Unidos em um único ano quanto as overdoses. A maioria das mortes foi causada pelo uso de opioides. Cerca de 49.000 casos foram constatados, de acordo com os dados mais recentes do CDC. O principal fator para esse aumento de mortes é outra droga sintética, o fentanil, que matou cerca de 29.000 pessoas. É seguido pela heroína e outras drogas.

Os estados com a maior taxa de mortalidade são Virgínia Ocidental, Pensilvânia e Ohio. Em Massachusetts, Vermont, Wyoming e Montana começa a haver uma redução nas mortes por overdose, mas são uma exceção, porque no resto do país está crescendo, apesar dos esforços feitos para combater a dependência de drogas como o fentanil, 50 vezes mais forte que a heroína.

O total anual de mortes por overdose é equivalente a uma morte a cada oito minutos. O presidente Donald Trump declarou situação de “emergência de saúde pública” no ano passado. Nesse contexto, o Departamento de Justiça e a Agência Antidrogas (DEA) acabam de propor que seja aplicado às empresas farmacêuticas um limite na produção de substâncias que possam ser usadas de maneira indevida.

O objetivo dessa nova cota é reduzir o volume de medicamentos, como os analgésicos, que são vendidos ilegalmente no mercado negro ou que facilitam o vício. As estatísticas do CDC mostram algum progresso nesse sentido, já que as mortes por overdose relacionadas a medicamentos como Oxicodona ou Hidrocodona pararam de crescer, o que pode indicar que se está próximo da mortalidade máxima.

A maconha sintética, conhecia como Spice ou K2, tem se popularizado nos EUA e preocupa especialistas e autoridades por causar um efeito ‘zumbi’ nos usuários, que ficam imunes à dor e com uma força sobre humana.

Mas, como aponta John Alston, chefe dos bombeiros de New Haven, “as pessoas se automedicam por várias razões”. “Este problema não será resolvido em breve”, adverte, enquanto indica que alguns dos intoxicados por K2 também consumiram opiáceos. Os especialistas do CDC na verdade estão preocupados com o fato de que substâncias como o fentanil sejam misturadas com drogas para aumentar seu efeito.

Na quinta-feira, Donald Trump solicitou ao procurador-geral Jeff Sessions processar as companhias farmacêuticas que produzem opiáceos. Vários estados que já agiram nesse sentido. O problema é que essas substâncias também vêm de países como a China e o México. O presidente pediu que mais controle fosse aplicado. “É como uma nova forma de guerra”, disse o presidente.

{n.T. – Excerto do post The Watchers, os anjos caídos:

“Os venenos serão absorvidos pela sua pele, boca e respiração, eles vão destruir as suas mentes e sistemas reprodutivos. De tudo isso, seus filhos nascerão mortos, ou defeituosos e nós iremos esconder esta informação. Os venenos estarão escondidos em tudo que os rodeiam, no que eles bebem, comem, respiram e que os desgastam.


Temos que ser espertos na disseminação dos venenos, pois eles veem longe. Nós vamos ensinar-lhes que os venenos são bons, com imagens divertidas e tons musicais na propaganda. Aqueles que assistem até vão nos ajudar. Nós iremos recorrer a eles para empurrar os nossos venenos. Eles irão ver os nossos produtos sendo usados em filmes (n.T. e em tempos mais modernos através da televisão) e irão crescer acostumados com eles e nunca saberão os seus verdadeiros efeitos.

Vamos torná-los dóceis e fracos perante nós, usando nosso poder. Eles crescerão com depressão, devagar e obesos, e quando vierem nos pedir ajuda, vamos dar a eles mais veneno. Suas mentes nos pertencerão e eles farão o que dissermos.

Quando eles se reunirem em grupos, nós iremos acusá-los de crimes e apresentaremos uma história diferente para o mundo através da mídia pois que nós somos proprietários de todos os meios de comunicação. Usaremos nossa mídia para controlar o fluxo de informações e o sentimento deles em nosso favor. Fim de citação}

A Matrix (o SISTEMA de CONTROLE) “A Matrix é um sistema de controle, NEO. Esse sistema é o nosso inimigo. Mas quando você está dentro dele, olha em volta, e o que você vê? Empresários, professores, advogados, políticos, carpinteiros, sacerdotes, homens e mulheres… As mesmas mentes das pessoas que estamos tentando despertar. “Mas até que nós consigamos despertá-los, essas pessoas ainda serão parte desse sistema de controle e isso os transformam em nossos inimigos. Você precisa entender, a maioria dessas pessoas não está preparada para ser desconectada da Matrix de Controle. E muitos deles estão tão habituados, tão desesperadamente dependentes do sistema, que eles vão lutar contra você para proteger o próprio sistema de controle que aprisiona suas mentes …”

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