sexta-feira, 29 de abril de 2016

AFIRMA-SE QUE OBAMA É MUÇULMANO

Obama, presidente dos EUA, seria Muçulmano ??

Posted by  on 29/04/2016
OBAMA É MUÇULMANO ???



“Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores”. Mateus 7:15 

Obama jurou-lhe que ele era um muçulmano, filho de pai muçulmano e filho enteado de pai muçulmano, que seus meio-irmãos, no Quênia eram muçulmanos, e que ele será leal a agenda muçulmana. Ele pediu que os muçulmanos demonstrem paciência ao mundo. 


Tradução, edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch


”OBAMA me confidenciou: EU SOU MUÇULMANO’‘ Declaração do então Ministro das Relações exteriores do Egito, Ahmed Aboul Gheit.


By Pamela Geller – Fonte: www.westernjournalism.com


O Ministro dos Negócios Estrangeiros egípcio, Ahmed Aboul Gheit disse que teve uma reunião pessoal com Obama, em que o presidente norte americano disse que ele, Obama ainda era um muçulmano, filho de um pai muçulmano, um enteado de padrasto muçulmano, que seus meio-irmãos no Quênia são muçulmanos, e que ele era simpático com a agenda muçulmana.

Obama com o ministro das Relações Exteriores do Egito e suas esposas.
“Finalmente, durante a semana de 14 a 18 de janeiro de 2010, apenas na véspera da minha viagem de inverno para os E.U.A., Rachel sintonizou um programa de televisão em que o chanceler egípcio Ahmed Abul Gheit, disse abertamente no programa ” Mesa Redonda ” falando que ele teve um encontro privado com Obama, e que Obama jurou-lhe que ele era um muçulmano, filho de pai muçulmano e filho enteado de pai muçulmano, que seus meio-irmãos, no Quênia eram muçulmanos, e que ele será leal a agenda muçulmana. 

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Nota do tradutor: Barack Hussein Obamafoi preparado pelos seus mentores de acordo com a tradição Shiita, do Imam Ibn Abi-Talib (primo e afilhado do profeta Maomé), que profetizou que no Final dos Tempos e logo antes do retorno do Mahdi, o Salvador Definitivo da religião islâmica, um “homem negro e alto assumirá as rédeas do governo no Ocidente, “comandando” o exército mais poderoso da terra” o novo governante do Ocidente trará um “sinal claro” do terceiro Imam, cujo nome era Hussein Ibn Ali. A tradição conclui:

“Os Shiitas não devem duvidar de que ele (Obama) está conosco” }

Ele pediu que os muçulmanos demonstrem paciência ao mundo. Obama prometeu que assim que ele superar alguns problemas internos americanos (legislação sobre plano de Saúde, déficit público, etc), que iria mostrar ao mundo muçulmano o que ele fará com ISRAEL.”

Trata-se, de acordo com a noticia do jornal Israel Today, e aqui está a matéria da edição de maio de 2010 “Israel Today”. Esta na página 3, em um artigo intitulado“Obama, uma” catástrofe estratégica”, por Aviel Schneider: “O sentimento entre a população israelense é a de que Obama vai é apaziguar o mundo muçulmano, em detrimento de Israel.” 

O presidente americano me disse em confiança que ele é um muçulmano “, disse o chanceler egípcio Ahmed Aboul Gheit no canal Nile TV”.


A completa e absurda reverência que Barack Obama realizou para saudar o rei “Muçulmano” Abdulah da Arábia Saudita, em uma reunião do G-20 em Londres, desatou a ira de alguns conservadores norte-americanos (e dos sionistas de Israel a quem ele deveria OBEDECER!
Enquanto a cadeia Fox News não cessou de repetir as imagens, que acompanha com as zombarias dos comentaristas, o jornal ‘The Washington Times’ definiu o gesto do presidente como“uma chocante mostra de lealdade (ou servilismo?) ante um líder (MUÇULMANO) estrangeiro” (o rei da Arábia Saudita).

Segundo vários comentaristas conservadores, a reverência de Obama representa toda uma humilhação para o país mais poderoso do mundo, pois a sua atitude é própria de um súdito que mostra submissão ante um monarca MUÇULMANO e não do (pretenso) líder do mundo (pretensamente)livre saudando a um chefe de Estado estrangeiro. Publicado Junho 2014.


‘’Toda verdade passa por três estágios: Primeiro, é ridicularizada. Segundo, é violentamente rejeitada. Terceiro, é aceita como sendo auto-evidente’’  Arthur Schopenhauer
Para saber mais ainda: 
  1. http://thoth3126.com.br/obama-nao-nasceu-nos-eua/
  2. http://thoth3126.com.br/midia-dos-eua-as-6-corporacoes-que-controlam-a-informacao/
  3. http://thoth3126.com.br/obama-o-fantoche/
  4. http://thoth3126.com.br/a-humanidade-esta-em-transe-induzido-pela-midia-controlada/
  5. http://thoth3126.com.br/obama-nasceu-em-mombasa-no-quenia/
  6. http://thoth3126.com.br/profecia-de-1912-sobre-fim-dos-eua-e-obama/
Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e respeite as fontes.
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HAVERÁ CHUVA DE METEOROS EM MAIO DE 2016

Chuva de Meteoros Aquarids em Maio

Posted by  on 29/04/2016
 

Chuva de Meteoros Aquarids em Aquário, na estrela Eta Aquarius. 

Os meteoros provenientes de Eta Aquarids são flocos de poeira do cometa Halley, que visitou pela última vez o sistema solar e a órbita da Terra em 1986 (e foi um fracasso visual depois de uma enorme expectativa). Embora o cometa agora esteja muito mais longe, para além da órbita de Urano, ele deixou para trás um fluxo de poeira e detritos. A Terra passa através dessa corrente de detritos duas vezes por ano, em maio e outubro. 

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com

Chuva de Meteoros Aquarids em Aquário, na estrela Eta de Aquarius. Esta chuva de meteoros pode ser vista a partir de ambos os hemisférios, mas o hemisfério sul é favorecido com a queda do dobro de meteoros.


Em maio, temos a atual chuva de meteoros Eta Aquarids, em outubro, temos os meteoros Orionids. Ambos são causados pela passagem da Terra pelo meio dos detritos do cometa Halley.

A chuva de meteoros Eta Aquarid terá o seu ponto máximo na madrugada dos dias 6 e 7 de maio de 2016. A queda dos meteoros poderá ser vista a partir de ambos os hemisférios, mas o hemisfério sul é o mais favorecido, recebendo uma taxa em dobro de queda de meteoros em relação ao hemisfério norte. 


Levando em conta a ausência da luz do luar (Lua nova), os meteorologistas espaciais estimam um máximo de 20 a 40 ou + meteoros visíveis por hora. O melhor momento para olhar, não importa onde você morar, é durante as horas um pouco antes do nascer do sol local (na madrugada).

Os meteoros provenientes de Eta Aquarids são flocos de poeira do cometa Halley, que visitou pela última vez o sistema solar e a Terra em 1986 (e foi um fracasso visual depois de uma enorme espectativa). Embora o cometa agora esteja muito mais longe, para além da órbita de Urano, ele deixou para trás um fluxo de poeira e detritos.

A Terra passa através dessa corrente de detritos duas vezes por ano, em maio e outubro. Em maio, temos a atual chuva de meteoros Eta Aquarid, em outubro, temos os meteoros Orionids. Ambos são causados pela passagem da Terra pelos detritos do cometa Halley.

O local (aparente) de origem da chuva de meteoros é o nome de uma estrela de 4ª magnitude que fica na Constelação de Aquário. A estrela não tem nada a ver com a chuva de meteoros, exceto que, coincidentemente, os meteoros parecem surgir a partir de um ponto nas suas proximidades. Eta Aquarii esta há cerca de 156 anos-luz da Terra e é 44 vezes mais luminosa do que o nosso sol.


A constelação de Aquário não se eleva muito acima do horizonte, no hemisfério norte, e é por isso que os nortistas verão relativamente poucos meteoros. Mas àqueles que forem vistos prometem ser uma visão espetacular quando penetrarem a atmosfera terrestre deixando um rastro de luz. 

Meteoros Earthgrazers são meteoros que caem “roçando” horizontalmente através da atmosfera superior da Terra. Eles são lentos e dramáticos, deixando longas estrias de rastros de luz longe no céu ao caírem. A melhor época para procurar esse meteoros Earthgrazers está entre às 2:00-2:30 hora local, quando a Constelação de Aquarius estará só espreitando acima do horizonte.

Observadores de meteoros experientes sugerem a seguinte estratégia de visualização: Agasalhe-se. Use uma cadeira reclinável, ou espalhe um cobertor grosso sobre um ponto fixo de terra. Deite-se e olhe para cima um pouco para o leste, na direção indicada da localização da Constelação de Aquário Os Meteoros podem aparecer em qualquer parte do céu, embora os seus caminhos irão apontar a direção de Aquário.


Petiscos:
Os meteoros Eta Aquarid atingem a atmosfera da Terra, viajando à velocidade de 66 km / s.
Meteoros eta Aquarid típicos são tão brilhantes como uma estrela de magnitude 3.

Madrugada de 06 de maio de 2016, antes do amanhecer, em Eta Aquarids

Esta chuva de meteoros tem um máximo relativamente amplo – o que significa que você pode vê-la por vários dias ao redor do dia do pico previsto. No entanto, em 2016, a lua nova não será obstáculo para a visão dos meteoros. O radiante é perto da estrela Eta na constelação de Aquário o Portador da água.

O radiante surge ao longo do horizonte leste a cerca de 04:00 hora local; que é o tempo em todos os locais em todo o globo. Por essa razão, a hora ou duas antes do amanhecer tende a oferecer o maior número de meteoros Eta Aquarid, não importa onde você esteja na Terra. Em latitudes do norte – como os do norte dos Estados Unidos e Canadá, ou o norte da Europa, por exemplo – os números de meteoros são tipicamente mais baixos para este chuveiro.

Um asterismo em forma de Y chamado Pote de Água marca o radiante da chuva de meteoros Eta Aquarid. É bastante perceptível em um céu escuro.

Na metade sul dos EUA, uma taxa de 10 a 20 meteoros (podendo chegar a 40) por hora pode ser visível em um céu escuro. Mais ao sul – por exemplo, em latitudes do hemisfério sul – os números de meteoros pode aumentar dramaticamente, com talvez duas a três vezes mais meteoros Eta Aquarids riscando os céus do hemisfério sul. A chuva de meteoros Eta Aquarids é um chuveiro visto antes do amanhecer.

Em 2016, a ausência do brilho da lua nova não vai obscurecer a produção deste ano. Maioria dos meteoros vai cair, provavelmente, na madrugada de 6 de maio, nas horas escuras antes do amanhecer. Mas cuidado que em 5 de maio e 7, também pode haver um show! O pico largo deste chuveiro significa que alguns meteoros podem riscar o escuro do céu horas antes do amanhecer por alguns dias antes e após a data ideal prevista.

Saiba mais em:

Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

VELHO CAMPEIRO

Prof. Dr.  Oscar Luiz Brisolara

Jamais se dera ao trabalho de previsões e pequenos cálculos. Sempre comprara o que era preciso. Do mesmo modo, vendera seus produtos a quem aparecia. Caso tivesse sobras, atrelava os bois e lá se ia, a pé atrás da carreta, rumo à cidade. Às vezes sentava na traseira para descansar as pernas.
Escutava o barulho da chapa das rodas nas areias e pedrinhas do caminho. Sentia o vento no rosto, o sol na cabeça de sob o chapéu. O pó do chão grudava na perna suada.
Anunciava pelas ruas o que trazia na carreta numa voz meio cantada. Vinha uma senhora, um curioso... o armazém arrematava o que sobrara... sempre regateando o preço... o que ele atendia para acabar a tarefa...
E lá se ia atrás dos bois, estrada afora. Se a tarefa demorava... parava no caminho... de sob uma árvore ramada, uma figueira galhuda, desatrelava os animais... e pitando um cigarro de palha... contemplava o horizonte, pensando solito, na vida e nos filhos que tinham ido para a cidade longe... Roía lentamente um pão com linguiça e chupava um chimarrão, olhando a chama tremente do fogo e as fagulhas que espocavam de quando em quando e subiam para a escuridão da noite...
Depois, esticava o corpo de sob o carretão vazio, com o cabeçalho apontando para o céu... e se entregava ao sono, com a respiração pesada...
Nunca fazia contas... também, não sabia. Tudo o que tinha, levava no bolso da calça. Quando recebia o dinheiro de uma colheita: uns volumes de batatas ou alguns sacos de feijão, guardava o dinheiro numa lata que só ele sabia onde ficava.
Chegava na venda, comprava o de comer: café, açúcar, sal. O resto tinha das casas. Ou pedia emprestado aos vizinhos: uma cozedura de couves, um tempero diferente.
Ovo tinha das aves do terreiro. Carne, uma galinha vez que outra. Açougue não existia por ali. De quando em quando, um vizinho carneava uma rês. Então, comprava um peso. Pouco. Não tinha luz nem geladeira.
E a vida seguia como o mundo que gira sem a gente ver. Plantava quando era seu tempo. A semente que tinha: de milho e feijão para o estio. A batata nas duas safras. Alguma cebola para não perder as sementes. Era primeiro o canteiro das mudas; depois, mudava para a terra da lavoura.
Os bois sempre com ele. O arado de lâmina 30. A grade para desmanchar os torrões. Quando a terra estava fofinha e pronta, botava a semente. Por que jogava quatro grãos por cova? Respondia para os vizinhos mais jovens que diziam ser melhor o milho pingado, uma semente por cova. Dava mais grãos, o agrônomo recomendava.
Respondia seguir uma cisma do velho avô. Era superstição. Não. Era pensamento dos antigos. O primeiro grão era para Deus. Sempre dava um saco de milho, meio de feijão para o vigário. O velho pároco tinha seus pobres que já não podiam trabalhar e os doentes impedidos.
O segundo era para algum que se dera mal na colheita em caso de precisão. Ora, o terceiro era para os bichos do mato que também precisam viver. O quarto dá para mim e tem sempre sobrado. Finda o ano e sempre sobra um bocado.
Plantava sem tino. A semente que tinha. Sentia o calor se chegando. Lá ia prender os bois. Eles tinham ficado descansando nas brenhas do campo.
Pela tardinha, vinham dormir no potreiro, perto das casas. Ganhavam um embornal de milho seco para repor as carnes. E se iam pela madrugada.
Ganhavam o campo à distância. Comiam do pasto que crescia nos campos. Bebiam na sanga fresquinha e ruminavam nas sombras do bosque por horas sem conta.
Pareciam velhos filósofos refletindo coisas da vida, do tempo e da história. O olho parado, perdido no nada, e o queixo batendo, sem fala, sem dor.
Pois, com os pesados animais e o velho arado de carrinho, arava o eito no olho, sem cálculo algum. Aqui cabe a semente que tenho. E cabia. Se sobrava lavrado, sempre tinha umas sementes de abóbora, de mogango, melão e melancia.  Aliás, sempre plantava algumas delas no meio do milho, do feijão e das batatas.
Era tão gostoso dividir uma melancia fresquinha, guardada na água serena da cacimba, onde serenara dos sóis e dos ventos e aguardava na calmaria da vida sem pressa.
Pois nunca faltava um passante a cavalo ou um caminhante assoleado com quem dividia a paz  e a alegria de seu espírito e trocava algumas palavras e cambiava silêncios espaçados de lembranças antigas.
Depois, vinha a capina. A mão era grossa dos braços do arado, do cabo da enxada, do machado. Capinava por dias seguidos até ficar todo o eito limpo, sem erva daninha. Batia a enxada na terra. Puxava o ervaçal arrancado para cima do pé descalço e com ele sacudia o capim para a terra sair de entre as raízes e a planta má morrer.
Se chovia logo após, o serviço ficava perdido. A erva pegava e tinha de capinar tudo de novo. Mas colono atento aos sinais do tempo quase sempre sabe quando vai chover.
Fica tempo olhando para o céu: de manhã cedo, de tardezinha e de noite espreitando um relâmpago pequeno na borda do morro. A cor da manhã. A cor do céu quando o sol se vai. As nuvens, os feitios delas. O lado e a força do vento.
Às vezes se espera por chuva ou garoa. Outras, se espera sol e calmaria para o crescimento, a maturação e a colheita.
Nada se pode fazer. O céu sabe tudo. Aprende a olhar, a sentir, a cheirar o ar, a poeira. A sentir tudo da volta e do alto. E ouve o céu e até o ventre da terra.
Depois tem os bichos. Ah, como bicho sabe. Sabe de chuva, de raio, de sol. Até os passarinhos. Os quero-queros, então... são melhores que os cachorros para ouvir um ladrão se aproximando.
Na noite, os enormes silêncios campeiam nos matos, na rua... os sapos, os grilos nos falam das chuvas e a vida no campo se conta pelo lento crescer das velhas árvores.
Quando eu era guri, aquela figueira ainda não tinha coberto o topo do lajeado. Quando casei, ela estava na metade dele. Quando a velha se foi, já estava quase coberto. Agora, ela já tapa um eito de campo. Deve estar chegando e hora de eu me ir.

TERRÍVEIS SEGREDOS DOS CAVALEIROS TEMPLÁRIOS

A Revelação Templária – 8B – Este é um lugar terrível (Rennes le Chateau)

Posted by  on 28/04/2016

A Revelação Templária – 8B – Este é um lugar terrível (Terribilis est locus iste) – Templários, os Guardiões Secretos da Verdadeira Identidade de Cristo

Mas, se o sacerdote não encontrou pergaminhos, talvez encontrasse algum tipo de tesouro – como muitas pessoas firmemente acreditam. Encontrou, certamente, um pequeno esconderijo de moedas e jóias antigas, na igreja, mas, como toda a área é rica em achados arqueológicos, tal descoberta dificilmente teria despertado o interesse que rodeou a história de Saunière. Muitas pessoas acreditam que ele descobriu uma verdadeira caverna de Saladino, com um suntuoso tesouro, que nem ele nem os seus simpáticos amigos conseguiram esbanjar, e que parte dele ainda ali se encontra, à espera de ser descoberto por algum investigador com iniciativa.

Edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

Capítulo 08 B – ESTE É UM LUGAR TERRÍVEL – Livro “The Templar Revelation – Secret Guardians of the True Identity of Christ”, de Lynn Picknett e Clive Prince.


CAPÍTULO VIII – B – “ESTE É UM LUGAR TERRÍVEL” (Terribilis est locus iste)

Foi sugerido que o complicado simbolismo da igreja, juntamente com as várias mensagens codificadas, como a das «Maçãs Azuis», se destinavam a dar pistas ao investigador com iniciativa quanto ao lugar onde se encontrava o resto do tesouro.

Embora esta noção possa ser romântica, ela é absurda. Em primeiro lugar, este cenário não consegue explicar os seus recorrentes problemas de liquidez; em segundo lugar, ele elaborava os chamados mapas de tesouro – o simbolismo da igreja -, o que não era uma atitude muito inteligente, se ele tencionava reservar a riqueza para si. Por último, se a igreja é, essencialmente, um enorme mapa do tesouro, então o simbolismo usado é extremamente bizarro e esotérico.

As duas torres de Sauniere em Rennes Le Chateau, à direita a Torre Magdala. Ben Hammott © 2008

Se ele queria reservar o dinheiro para si, dificilmente teria desenhado um mapa (embora fosse arcano) do tesouro, para consumo público, e se ele queria que apenas certas pessoas o encontrassem, então por que não as informou? E o fato de ter encontrado o tesouro dificilmente explicaria a razão por que as pessoas ricas e influentes o desejavam visitar na sua remota paróquia, na encosta da colina.

Segundo tudo indica, parece que Saunière estava sendo pago por alguém, por alguma coisa – algum serviço que implicava a sua estada em Rennes-le-Château, onde ele insistia em viver, mesmo depois de receber ordens para se afastar. As suas atividades revelam que ele procurava, definitivamente, alguma coisa: as suas escavações noturnas no cemitério, os demorados passeios pelas imediações e mesmo as viagens mais demoradas a lugares mais afastados, que duravam vários dias seguidos.

Mas era tão importante que o julgassem ainda em Rennes-le-Château que, durante as suas ausências, Marie Dénarnaud enviava regularmente cartas já preparadas em resposta à correspondência recebida, insinuando que ele estava apenas demasiado ocupado, naquele momento, para responder pessoalmente. (Após a sua morte, foram encontradas algumas destas respostas em série entre os seus papéis pessoais.)

Um novo aditamento à história de Saunière surgiu em 1995, quando o esoterista André Douzet apresentou uma maquete, ou modelo em estuque, representando uma paisagem em relevo, que Saunière supostamente lhe encomendara pouco tempo antes da sua morte. O modelo apresenta colinas e vales, atravessados pelo que parecem ser estradas ou rios. Há um único edifício quadrado na encosta de uma colina. Aparentemente, ela representa a área em redor de Jerusalém, porque são indicados lugares bíblicos, como o jardim de Getsemani e o Gólgota. Contudo, a paisagem da maquete não corresponde, de modo algum, à de Jerusalém: talvez represente, de fato, a área que circunda Rennes-le-Château. Teria Saunière planejado transformar a sua terra natal na Nova Jerusalém?

Ruínas de castelo de Coustaussa, com Rennes-le-Chateau ao fundo

É possível passar uma vida inteira a estudar as possibilidades do mistério de Rennes-le-Château: na verdade, talvez seja essa a sua função – ser uma famosa pista falsa. Porque, apesar da sua indubitável importância, ela desvia a atenção das implicações de outras pistas, igualmente sugestivas, da área circundante.

Outros sacerdotes das paróquias vizinhas estavam implicados no caso, incluindo o superior de Saunière, Félix-Arsène Billard, bispo de Carcassonne. Alegadamente, ele enviou Saunière a Paris e fingiu ignorar o seu comportamento excêntrico e escandaloso. (Foi depois da morte de Billard, em 1902, e da nomeação do seu sucessor, que foi instaurado um processo contra Saunière.) E o próprio Billard estava envolvido em algumas transações financeiras duvidosas.

O mais famoso deste grupo de sacerdotes que rodeavam Saunière é o abade Henri Boudet (1837-1915), que era pároco de Rennes-le-Château desde 1872. Um homem sensato, erudito e reservado – temperamentalmente, o verdadeiro oposto de Saunière -, também ele se entregava a estranhas atividades. Em 1886, publicou um livro bizarro, Le vraie langue celtique et le cromleck de Rennes-les-Bains (A Verdadeira Língua Celta e o Cromlech de Rennes-les-Bains), que sempre deixou os investigadores perplexos.

Aparentemente, o livro trata dois temas: uma perversa teoria de que muitas línguas antigas – céltico, hebraico, etc. – derivam do anglo-saxônico, incluindo exemplos absurdos de topônimos das imediações de Rennes-les-Bains que, segundo ele, provinham de radicais ingleses; e uma descrição de vários monumentos megalíticos da área. Boudet era um respeitado historiador e antiquário local, e as teorias que ele propunha eram tão inverossímeis que muitas pessoas concluíram que elas deviam esconder uma mensagem mais profunda e secreta – uma contrapartida literária da decoração da igreja de Saunière.


Segundo algumas sugestões, as duas completavam-se e, quando reunidas, codificavam as instruções para encontrar o «tesouro». Se é assim, ninguém chegou a uma decifração satisfatória e o livro de Boudet é tão intrigante agora como quando foi publicado. Mas as suas outras atividades também decorrem paralelas às de Saunière, porque se sabe que ele alterou inscrições das sepulturas do cemitério da sua paróquia e mudou a posição dos marcos limítrofes da área.

Algumas pessoas consideram Boudet como o mestre que inspirou a construção dos edifícios de Saunière, e têm surgido sugestões, como a de Pierre Plantard de Saint-Clair – até agora não provada -, de que Boudet era o «pagador» de Saunière. Mas Boudet é também significativo para outro protagonista importante deste complexo mistério: o próprio Pierre Plantard de Saint-Clair escreveu o prefácio de uma edição fac-similada (1978) de Le vraie langue celtique et le cromleck de Rennes-les-Bains e possui terras próximas de Rennes-les-Bains. Também se pode ver, no cemitério da velha igreja de Boudet, uma placa indicadora do talhão que Plantard de Saint-Clair reservou para si.

O outro clérigo contemporâneo de Saunière era o abade Antoine Gélis, que era pároco da aldeia de Constassa, situada defronte de Rennes-le-Château, na outra margem do rio Sals. A 1o de Novembro de 1897, o velho Gélis (então com 70 anos) foi encontrado selvaticamente assassinado, tendo morrido devido a repetidas e graves pancadas na cabeça, aparentemente desferidas por um assaltante que ele deixara entrar no presbitério e com o qual estava a conversar. Gélis era amigo de Saunière – este regista um encontro com ele e com várias pessoas, no seu diário de 29 de Setembro de 1891, apenas oito dias depois do registo relativo à «descoberta de um túmulo».

No período que antecedeu o seu assassinato, Gélis, aparentemente, vivia com medo, mantendo a porta fechada à chave e recebendo apenas a sobrinha, que lhe trazia as refeições. Recentemente, recebera uma grande soma de dinheiro – $ 14.000 francos -, que ninguém soube explicar. Escondera-o em sua casa e na igreja e encontraram-se papéis pessoais que revelaram os esconderijos. Virtualmente, no entanto, todo o dinheiro se encontrava ali depois do seu assassinato. O criminoso – que nunca foi descoberto – deixara ficar quase $ 800 francos, que se encontravam em casa. Mais estranho ainda, ele amortalhou ritualmente o corpo, cruzando-lhe os braços sobre o peito e deixando um pedaço de papel em que estavam escritas as palavras: «Viva Angelina.» Nunca se descobriu o motivo para este crime.

Há dois elementos particularmente estranhos entrelaçados no assassinato de Gélis. A sua pedra tumular, no cemitério de Constassa, fora colocada – a única de todas as sepulturas – de modo a ficar voltada para Rennes-le-Château, que é claramente visível na encosta da colina fronteira. E, embora este brutal assassinato de um idoso e frágil sacerdote chocasse a população local, a diocese parecia querer que o assunto fosse esquecido tão depressa quanto possível. Quando Gérard de Sède tentou investigá-lo, no princípio dos anos 60, não encontrou nenhum registo do crime nos arquivos diocesanos de Carcassonne. Apenas em 1975, dois advogados reconstituíram a história a partir dos registos da Polícia e do Tribunal locais.

Foi mesmo sugerido que Saunière era responsável pela morte de Gélis, mas isso é mera especulação. Parece, no entanto, que se passava alguma coisa sinistra na região que envolvia os sacerdotes locais e que ultrapassava os limites de Rennes-le-Château.

Sem dúvida que a aldeia de Rennes-le-Château é importante por si mesma, mas talvez lhe tenha sido atribuída demasiada importância porque toda a região circundante está também impregnada de mistério. A maioria dos investigadores reconhecem o fato de existirem outros lugares igualmente fascinantes e estranhos nas imediações, mas têm tendência a considerá-los como um pano de fundo para a história de Saunière. Mas, se ele fez uma descoberta, há muitos lugares onde a podia ter feito. Além das suas várias e prolongadas ausências da aldeia, por vezes durante dias ou mesmo semanas, ele também era conhecido por dar longos passeios pelas redondezas. (E as suas entusiásticas excursões de caça e pesca também podiam encobrir outras atividades.)

Em Rennes Le Chateau a essência do segredo descoberto por Sauniere é sobre o Sagrado Feminino…

Os Dossiers secrets informam apenas que Saunière estivera trabalhando para o Priorado de Sião, mas há alguma prova da influência deste na área circundante? Vimos que Pierre Plantard de Saint-Clair possui terras nas proximidades de Rennes-le-Château e que comprou ali um talhão do cemitério, mas as aparentes preocupações da organização refletem-se, de fato, na área? Dada a extraordinária cultura cruzada de sociedades secretas do Languedoc, seria extraordinário que não se refletissem.

De fato, um estudo da área próxima de Rennes-le-Château fornece indicações não só quanto ao Priorado mas também sobre uma tradição secreta, mais vasta – aquela que suspeitávamos que podia existir. Iríamos verificar que o que se podia chamar a Grande Heresia européia – a extrema veneração, mesmo o culto disfarçado de Maria Madalena e de João Batista – está aqui bem representado.

Há uma notável proliferação de igrejas dedicadas a João Batista nesta região. Muitas vezes, encontram-se em grupos – por exemplo, há três igrejas de «Jogo» na pequena área de Belvèdere-du-Razès. (Curiosamente, uma grande parte desta área denomina-se La Magdalene.)

Também é interessante que a atual igreja de «Madalena» de Rennes-le-Château fosse, outrora, apenas a capela do castelo, enquanto outra igreja embelezava a aldeia – e que era dedicada a João Batista. Esta foi destruída no século XIV, quando Rennes-le-Château foi tomada pelas tropas de um nobre espanhol, sendo demolida pedra por pedra, na convicção de que algum tesouro estivesse escondido no seu interior.

Um volte-face inexplicável ocorreu na vizinha Arques, quando a primitiva igreja de S. João Batista foi novamente dedicada a Santa Ana; fato particularmente estranho, porque ela ainda conserva uma relíquia de Batista.

Arques e Couiza – onde existe outra igreja de «João» – foram propriedade da família de Joyeuse até 1646, quando Heuriette-Catherine de Joyeuse vendeu todas as suas terras do Languedoc à monarquia francesa. Curiosamente, ela era viúva de Charles, duque de Guise, cujo preceptor fora Robert Fludd – que fora mandado vir da Inglaterra especialmente para desempenhar esse cargo.

A Montanha Bugarach é parte do mistério de Rennes-le-Château, uma aldeia situada ao lado da montanha, é uma atração turística bastante conhecida e recebe milhares de visitantes todos os anos. O Tesouro dos Templários, o Santo Graal, a tumba de Madalena, alguns dizem estar escondidos em um dos castelos cátaros que dominam a paisagem, geralmente no cimo de afloramentos rochosos espetaculares. Considerado como hereges pela Igreja Católica, os cátaros foram exterminados pela Cruzada Albigense liderada pelo Papa Inocêncio III. Quando um general perguntou como distinguir entre cátaros e católicos, a resposta foi ”Matem todos eles, Deus vai receber os seus”.

Outrora, em Couiza, ou em Arques, existira uma Madona Negra, conhecida por Notre- Dame de la Paix, que fora levada para Paris, em 1576, pela família de Joyeuse, onde ainda se encontra, na igreja das Irmãs do Sagrado Coração. Estranhamente, Saunière correspondia-se com a superiora desta ordem, para a qual ele era alguém verdadeiramente especial. Numa carta que a irmã Augustine-Marie, secretária da ordem, lhe enviou, datada de 5 de Fevereiro de 1903, ela pede-lhe para celebrar missas, especificamente em honra da sua Madona Negra, oferece-se para lhe vender uma estátua do Pequeno Jesus de Praga (que ainda se encontra na Vila Betânia) – e, um tanto misteriosamente, agradece-lhe «a devoção que consagra ao nosso bom rei».

Pode ser uma referência a algum pretendente ao trono francês ou a Jesus Cristo, embora, como veremos, existisse outro «rei» que era venerado por grupos heterodoxos. Contudo, há a sugestão de um significado diferente, talvez codificado, nas palavras da irmã Augustine-Marie, e a curiosa insinuação de que havia alguma coisa especial na paróquia (e nos paroquianos) de Rennes-le-Château.

A família de Joyeuse também mandou edificar a igreja de João Batista de Arques, que foi construída a partir das ruínas do antigo castelo que fora destruído pelos soldados de Simon de Monfort. De fato, a atual torre do sino e a parede principal faziam parte da igreja que foi outrora dedicada a João Batista mas que é agora dedicada a Santa Ana – embora nem o próprio presidente do município de Arques nos soubesse explicar a razão que motivara a alteração.

O seu antecessor, nos anos 30 e 40, foi Déodat Roché, um grande estudioso da história esotérica da área, que foi o inspirador de uma das mais sérias tentativas de restaurar uma igreja cátara naquela área. Um dos tios de Roché era o médico pessoal de Saunière, e outro era o seu notário.

A meio caminho entre Rennes-le-Château e Limoux, encontra-se a cidade que é a estância termal de Alet-les-Bains. Antiga sede do bispado local (antes de ser transferida para Carcassonne), Alet era, na Idade Média, um famoso centro alquímico. A família de Nostradamus era oriunda desta cidade, e é possível que o famoso visionário tivesse lá vivido durante algum tempo. A cidade tem conexões com a Ordem dos Cavaleiros Templários que remontam aos primeiros anos dos Templários – vários decretos importantes que lhes concediam terras foram assinados em Alet, em anos posteriores a 1.130 – e ainda se vêem símbolos templários gravados nas madeiras de algumas das pitorescas casas medievais; na realidade, o brasão da cidade ostenta uma cruz templária.


A importante igreja de Santo André tem uma curiosa ligação com a Ordem dos Cavaleiros Templários. O escritor e investigador Franck Marie demonstrou que o seu desenho (assim como o da Capela Rosslyn) é baseado na geometria da cruz templária, a mesma do Templo de Jerusalém construído por Salomão – contudo, a igreja foi edificada no final do século XIV, depois da extinção da Ordem dos Cavaleiros Templários. O edifício também é notável pelas janelas que ostentam o símbolo da estrela de seis pontas, a Estrela de David. Além das óbvias associações judaicas (que são, no mínimo, extremamente invulgares numa igreja medieval), o símbolo também tem conotações mágicas tradicionais – simbolizando a união dos princípios divinos masculino e feminino.

A rua principal de Alet-les-Bains é a Avenida Nicolas Pavillon, o nome do seu mais famoso bispo (cuja incumbência se manteve desde 1637 até 1677). Pavillon foi uma figura importante, que esteve envolvida em acontecimentos relacionados com o Priorado de Sião. Pavillon, juntamente com dois outros clérigos, o famoso S. Vicente de Paulo e Jean- Jacques Olier (que edificou St. Sulpice) foram as forças que inspiraram a Companhia do Santo-Sacramento, também conhecida entre os seus membros por «a cabala do Devoto».

Considerada uma organização caritativa, é agora reconhecida pelos historiadores como tendo sido uma sociedade secreta político-religiosa que manipulou proeminentes chefes políticos da época e que tinha mesmo influência sobre o monarca francês. A companhia escondeu tão bem os seus verdadeiros interesses que os historiadores ainda não estão de acordo quanto à sua verdadeira natureza – por vezes, parecem ser essencialmente católicos, mas, noutros casos, completamente heréticos. Tem sido afirmado que ela era, de fato, uma fachada para o Priorado de Sião. Como vimos, a sua sede era no Seminário de St. Sulpice, em Paris.

Um destes conspiradores, o misterioso S. Vicente de Paulo (c. 1580-1660) – que afirmava, bizarramente, ter estudado alquimia -, é venerado noutro lugar, que é considerado um dos mais enigmáticos do Languedoc. É a basílica de Notre-Dame de Marceilles, situado ao norte de Limoux, muito próximo da cidade. Uma estátua de S. Vicente ergue-se no seu recinto, para assinalar o fato de ser ele o fundador da Ordem dos Padres Lazaristas, que, desde 1876, têm sido responsáveis pela basílica. (Curiosamente, o padre lazarista de Notre-Dame de Marceilles destacava-se entre os convidados de Saunière para as cerimônias de inauguração de várias partes do seu domaine.)

Este lugar tem muitas ligações intrigantes com as «heresias» que estamos a investigar. Para começar, apesar da diferença de grafia, esta «Marceilles» (cuja origem é desconhecida) evoca Madalena através da ligação com «Marseilles». A basílica foi edificada no local de um antigo santuário pagão, centrado numa fonte, famosa pelas suas propriedades terapêuticas, especialmente para os olhos. O nome da basílica tem origem numa Madona Negra do século XI, que ainda está exposta no interior da igreja e que esta associada a muitos milagres. Talvez, com aquele antecedente, não seja surpresa descobrir que aquele lugar pertencera aos Cavaleiros Templários. Durante séculos, foi um centro de peregrinação de devotos em busca de cura.


Ao longo dos anos, por qualquer razão, sempre existiram lutas entre várias organizações religiosas pelo controle do lugar. Pertenceu, originariamente, à vizinha abadia beneditina de St. Hilaire, a qual, durante a Cruzada dos Albigenses (Cátaros), provocou comentários hostis devido à sua política de neutralidade face aos cátaros. (Toda a população de Limoux foi excomungada, na mesma ocasião, por lhes dar proteção.) No século XIII, a luta travou-se entre o arcebispo de Narbonne, a Ordem Beneditina e os Dominicanos. Mais tarde, o rei teve de intervir numa disputa pela posse do lugar entre o arcebispo, o senhor de Limoux e Guillaume de Voisins, senhor de Rennes-le-Château.

A 14 de Março de 1.344 (o centésimo aniversário da misteriosa cerimônia cátara na fortaleza de Montségur, na última noite, antes de eles se entregarem às chamas), o papa Clemente VI entregou a igreja ao colégio de Narbonne, em Paris, em cuja posse se manteve até meados do século XVII, quando passou para o controle do bispo de Alet-les-Bains. (Curiosamente, a principal fonte de receita do colégio de Narbonne provinha da igreja de Maria Madalena de Azille, no Aude.) Durante a Revolução, a igreja e as terras foram vendidas, mas a Madona Negra foi escondida por membros dum priorado da Ordem dos Penitentes Azuis, um curioso grupo que tem ligações com os maçônicos do Rito Escocês Retificado e com a família Chefdebien – que, como veremos, são protagonistas importantes deste drama. Em 1795, a Igreja foi reintegrada como lugar de culto.

Outra disputa surgiu, no entanto, durante a época de Saunière e envolveu o seu superior, Monsenhor Billard, bispo de Carcassonne. O lugar pertencia, então, a vários proprietários, mas, através de uma série de argutas – e nem sempre éticas – jogadas, o bispo usou os serviços de um banqueiro, como estando «interessado na compra», para adquirir todas as ações. Estranhamente, a venda teve lugar a 17 de Janeiro de 1893 (embora Bilard tivesse conseguido apoderar-se da Madona Negra, que estivera guardada em Limoux, durante um curto espaço de tempo). Em menos de quatro meses, o novo proprietário vendera a terra ao bispado e Bilard detinha o desejado controle total sobre o local.

Em 1912, o papa Pio X decretou que a igreja fosse elevada à categoria de basílica, uma honra rara e completamente inexplicável para um lugar relativamente modesto. A categoria de basílica, geralmente, é apenas atribuída a igrejas de significado especial – como é o caso da Igreja de St. Maximin, na Provença, que contém as (alegadas) relíquias de Maria Madalena.

A área circundante de Notre-Dame de Marceilles é também notável por ter sido, até muito recentemente, um lugar de particular interesse para os ciganos, que costumavam ter um acampamento no terreno entre a igreja e o rio Aude, que corre a alguns metros para ocidente.

A basílica Notre-Dame de Marceilles é especialmente mencionada no enigmático livro do abade Boudes Le vraie Langue Celtique et le Cromleck de Rennes-les-Bains, e foi essa referência que trouxe o falecido investigador belga Jos Bertaulet a este lugar. Ele fez uma interessante descoberta: nas antigas terras da igreja, agora em mãos privadas, nas margens do rio Aude, existe uma cripta subterrânea. Esta cripta é formada por duas grandes câmaras que datam do fim do período romano ou do princípio do período do reino visigótico (século III-IV).

A Basílica de Nossa Senhora de Marceille igreja de estilo Gothico ( séculos XIV e XV ) dedicado a Maria (ao Feminino Sagrado), localizado na cidade de Limoux. Sua Madonna Negra atraiu uma peregrinação que foi muito popular localmente. Existe uma fonte milagrosa, supostamente para curar doenças nos olhos, que esta associada a ela.

A cripta com cerca de seis metros de altura, a primeira destas câmaras tem uma abertura de ventilação no teto abobadado, mas a única entrada é um túnel estreito, com a altura de um metro, aparentemente construído depois e que estava oculto numa pequena casa, agora em ruínas (que parece ter sido construída expressamente para esse fim). Desconhece-se a função da cripta. Tem-se especulado que ela servia de câmara funerária – apesar de estar agora vazia – ou de lugar de iniciação para alguma escola de mistério.

Qualquer que fosse a sua função, há algumas provas de que ela foi utilizada até à primeira parte do século XX, embora a sua existência fosse tão secreta que – como iríamos descobrir em circunstâncias traumáticas – nem os sacerdotes da basílica conheciam a sua existência. Talvez fosse desta curiosa câmara subterrânea que Billard estava tão interessado em se apoderar.

Durante uma viagem de investigação a França, no Verão de 1995, Clive Prince visitou a área acompanhado por seu irmão Keith. Tínhamos sido informados sobre a cripta, incluindo as instruções para a encontrar – o que se mostrou precioso, porque a entrada estava coberta por um enorme matagal de ervas daninhas -, pelo investigador belga Filipe Coppens. Jos Bertaulet tinha tapado, parcialmente, a abertura do teto com placas de pedra para evitar acidentes. Havia, iríamos descobrir por experiência própria, uma queda abrupta de seis metros de altura.

Keith, tendo entrado na primeira câmara, descendo por uma corda (quaisquer escadas de madeira que outrora houvesse tinham apodrecido há muito tempo), tropeçou nos pedaços de pedras que cobriam o chão e caiu pesadamente. Caiu no escuro, entre os detritos acumulados pelo tempo; a princípio, pareceu que tinha quebrado uma perna, depois descobriu-se que tinha torcido apenas um ligamento: não podia levantar-se e muito menos trepar pela corda e sair da cripta.

Clive não teve outra opção senão chamar os serviços de emergência para socorre-los (que chegaram em tão grande número, que parecia que o acidente de Keith era a coisa mais excitante que acontecia em Limoux desde há muito tempo). Depois de quatro horas, uma equipe de socorro içou-o para fora do subterrâneo, finalmente, através da abertura do teto e transportou-o para o hospital de Carcassonne. (Este episódio revelou uma coisa: quando Clive foi pedir auxílio à basílica, os funcionários que lá se encontravam desconheciam a existência da cripta.)

A Basílica de Nossa Senhora de Marceille: é uma basílica estilo gótica do Languedoc cuja data de construção é a partir do século XIV. Ela está localizada a poucos quilômetros de Limoux. Você tem que subir uma pequena estrada para descobri-la no topo de uma colina, escondida na vegetação. Foi construída no local de um antigo culto (megalítico) pagão ao feminino sagrado, possui uma fonte de águas milagrosas.

Infelizmente, devido a este incidente, foi impossível continuar a investigação das câmaras subterrâneas. Talvez uma consequência mais grave fosse a ameaça das autoridades de mandar fechar as câmaras, para evitar futuros acidentes. Foi um alívio descobrir que isso, de fato, não acontecera, embora as entradas tivessem sido fechadas, quando lá voltamos com Charles Bywaters, na Primavera de 1996. Nesta ocasião, embora não fizéssemos nenhuma tentativa para explorar as câmaras principais, investigamos o túnel que lhes dava acesso – e fizemos uma descoberta muito importante.

O túnel parecia partir de uma parede vazia, mas, seguindo uma sugestão de Filip Coppens, examinamos a parede e verificamos que, outrora, ela fora uma porta. Fora deliberadamente selada – aparentemente, há relativamente pouco tempo – e as barras de ferro, que estão inseridas na pedra, podem ter servido de puxadores da porta. A julgar pela manifesta ignorância das autoridades locais quanto à existência da cripta, não podiam ter sido elas a mandar selar esta porta. Então, quem mandou – e, em todo o caso, porquê mandar fechar, deste modo, apenas uma das câmaras?

Pelo estado das barras de ferro, calculamos que a entrada da porta fora tapada aproximadamente há cem anos, quando Billard detinha o controle único da propriedade. Escondeu ele alguma coisa atrás daquela porta fechada com tijolos? Talvez escondesse, mas os seus atos revelavam um desespero virtual em se apoderar daquele determinado lugar, o que sugere que ele não andava a esconder, mas a procurar alguma coisa. E, fosse o que fosse que ele procurasse, ainda devia haver, no mínimo, algumas pistas quanto à sua natureza naquele lugar úmido e secreto, porque ele se esforçou para o selar.

Pouco tempo antes de morrer, vítima de cancer, em 1995, José Bertaulet afirmou ter descodificado a estranha obra de Boudet Le vraie langue celtique et le cromleck de Rennes- les-Bains e concluiu que ela referia que um relicário, contendo a cabeça de um «rei sagrado», estava escondido naquela cripta subterrânea. E acrescentou que Boudes associara esta câmara às lendas do Santo Graal. Como vimos, o tema dos reis sagrados decapitados atravessa estas histórias (e Saunière recebera agradecimentos pela devoção que consagrara ao «nosso bom rei», enviados pelas Irmãs do Sagrado Coração de Paris). E, curiosamente, Notre-Dame de Marceilles foi, outrora, propriedade dos Cavaleiros Templários.

Futuras investigações dependem da passagem pela porta selada, e parece improvável – no momento em que escrevemos – que a autorização para essa passagem seja concedida. Mas muitos temas que são centrais para esta investigação parecem reunir-se neste lugar: veneração ao feminino divino, Madonas Negras, os Cavaleiros Templários, Madalena e as lendas do Graal. E a história de uma cabeça decepada numa área tão repleta de igrejas, que lhe são dedicadas, seguramente evoca a figura de João Batista. É evidente que a região, em geral, e o lugar de Notre-Dame de Marceilles, em particular, ainda guarda um segredo profundo.


É difícil compreender a maneira como Saunière se integra neste quadro, mas também parece que ele tinha de fazer parte dele. É muito provável que ele encontrasse alguma coisa de grande importância, mas é impossível saber, com alguma certeza, o que foi encontrado. Contudo, a nossa investigação conseguiu várias pistas significativas a partir do gênero de pessoas com quem convivia e dos contatos que deliberadamente estabelecia.

De fato, as provas que laboriosamente reconstituímos, relativas às verdadeiras filiações de Saunière, mudam radical e definitivamente a clássica imagem do modesto sacerdote rural que se depara com um tesouro. Qualquer coisa em que estivesse, de fato, envolvido, a sua importância ultrapassa muito os limites da curiosa aldeia de Rennes-le-Château.

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RESERVAS DE OURO DA UCRÂNIA FORAM TRANSPORTADAS SECRETAMENTE PARA OS ESTADOS UNIDOS EM MARÇO

EUA “confiscou” as reservas de ouro da Ucrânia

Posted by Thoth3126 on 28/04/2016

As Reservas totais de ouro da Ucrânia foram “evacuadas” para os EUA secretamente ainda no começo do mês de Março.

Sorrateiramente, às 2 horas da manhã [do dia 7 de Março] um avião de transporte de cargas não identificado estava na pista do Boryspil International Airport em Kiev.

Segundo a equipe do aeroporto, antes da vinda do avião chegaram ao local quatro caminhões e dois miniônibus Volkwagen, todos eles sem matrícula de identificação…

Tradução, edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

UCRÂNIA: Despojos de guerra (eufemismo para um simples roubo) na mudança de regime


By Prof Michel Chossudovsky – Global Research


Um site russo de notícias na internet, o Iskra (Fagulha) com base na cidade de Zaporozhye, na Ucrânia do Leste, informou que em 7 de Março de 2014:

“as reservas de ouro da Ucrânia haviam sido apressadamente transportadas por via aérea para os Estados Unidos embarcadas a partir do Aeroporto de Borispol, a Leste de Kiev”.


Esta alegada remoção aérea e confisco das reservas em ouro físico da Ucrânia pelo New York Federal Reserve não foi confirmada pelos meios de imprensa ocidentais. Segundo o Iskra News :


Às 2 horas da manhã [do dia 7 de Março] um avião de transporte de cargas não identificado estava na pista do Aeroporto de Boryspil International Airport em Kiev. Segundo a equipe do aeroporto, antes da vinda do avião chegaram ao local quatro caminhões e dois miniônibus Volkwagen, todos eles sem matrícula de identificação.

Quinze pessoas com uniformes negros, usando máscaras e armadura corporal saíram, alguns pesadamente armados com metralhadoras. Eles carregaram o avião com mais de 40 pesadas caixas.

Depois disso chegou um homem misterioso que entrou no avião. Todo o carregamento foi feito às pressas. O avião decolou numa condição em base de emergência (emergency basis). 

Aqueles que assistiram esta misteriosa operação especial imediatamente notificaram os responsáveis do aeroporto, os quais lhes disseram para não se meterem nos assuntos dos outros.

Posteriormente um telefonema de resposta de um alto responsável do antigo Ministério das Receitas Fiscais informou naquela noite que, por ordens de um dos “novos líderes” da Ucrânia, os Estados Unidos haviam tomado a custódia de todas as reservas em ouro da Ucrânia. iskra-news.info. Zaporozhye, Ukraine, March 7, 2014, traduzido do russo pelo Gold Anti-Trust Action Committee Inc (GATA) , ênfase acrescentada)

Para um país que não tem mais reservas em ouro e tecnicamente esta falido, sair pilhando todo o ouro que for possível é um ato de desespero, saiba mais em http://thoth3126.com.br/eua-barras-de-ouro-falsas-em-fort-knox/

A seguir a esta revelação, o secretário tesoureiro do GATA, Chris Powell, requereu ao New York Federal Reserve e ao Departamento de Estado dos EUA para que indicassem se o NY Fed havia “tomado em custódia” todo ouro da Ucrânia.


Um porta-voz do New York Fed disse simplesmente: “Qualquer indagação a respeito do ouro deveria ser dirigida ao possuidor da conta. Você pode contactar o Banco Nacional da Ucrânia para discutir esta informação”.

Uma indagação semelhante do GATA, na noite passada, ao Departamento de Estado dos EUA ainda não teve qualquer resposta.

Na noite passada o GATA chamou a atenção sobre este assunto a cerca de 30 jornalistas financeiros e redatores de newsletters “principais”(mainstream) na esperança bizarra de que pudessem também questionar a respeito.

1) A primeira regra do jornalismo financeiro “de referência” e particularmente do jornalismo financeiro acerca de ouro é nunca apresentar uma pergunta específica acerca do metal monetário a qualquer dos participantes primários no mercado do ouro, os bancos centrais. Ou seja, quase toda a informação sobre o mercado do ouro é, intencionalmente, na melhor das hipóteses distração irrelevante e na pior pura desinformação.

2) A verdadeira localização e disposição das reservas nacionais em ouro são segredos muito mais sensíveis do que a localização e disposição de armas nucleares. Chris Powell, Secretary/Treasurer

Apesar da informação não confirmada sobre às reservas de ouro da Ucrânia não ter sido objeto de cobertura pelos noticiários financeiros “de referência”, a história no entanto foi levantada pelo Shanghai Metals Market, em Metal.com, o qual declara, citando uma informação do governo ucraniano, que as reservas em ouro da Ucrânia haviam sido “removidas num avião … de Kiev para os Estados Unidos… em cerca de 40 caixas seladas” carregadas numa aeronave não identificada.

Em breve explodirá uma absoluta falta de paciência com os sucessivos desastres de governos corruptos, políticos e funcionários incompetentes compostos por salafrários, literalmente ladrões, que visam apenas o próprio enriquecimento pessoal por meios ilícitos e muitas vezes são apenas marionetes de interesses ocultos e escusos. Isso não é “privilégio” de nenhum país, É ASSIM em todo o planeta.

A fonte não confirmada citada pelo Metal.com diz que a operação de remoção aérea do ouro da Ucrânia foi ordenada pelo primeiro-ministro “interino” Arseny Yatsenyuk tendo em vista manter seguras no NY Fed as reservas em ouro da Ucrânia, prevenindo uma possível invasão russa a qual levaria ao confisco das mesmas.

No dia 10 de Março, o kingworldnews , um importante blog financeiro online publicou uma entrevista incisiva de William Kaye, administrador do hedge fund Pacific Group Ltd., com sede em Hong Kong, o qual anteriormente trabalhou para a Goldman Sachs em fusões e aquisições relatando o fato da transferência de todo o ouro da Ucrânia para os EUA.


Os despojos de guerra e a mudança de regime 

É significativo nesta entrevista com William Kaye a analogia entre a Ucrânia, o Iraque e a Líbia. Não se deve esquecer: tanto o Iraque como a Líbia tiveram as suas reservas de ouro “confiscadas” pelos EUA.


Kaye: Há agora informações vindas da Ucrânia de que todo o ouro ucraniano foi removido por via aérea, às 2 horas da madrugada, a partir do aeroporto principal, Boryspil, em Kiev, e foi transportado para Nova York – sendo o presumível destino o New York Fed…

Verifica-se que estas 33 toneladas de ouro valem algo entre US$1,5 e US$2 Bilhões. Essa quantia seria um pagamento inicial (down payment) muito rápido para os alegados US$ 5 bilhões que a secretária de Estado Assistente Victoria Nuland gabou-se dos Estados Unidos terem gasto nos seus esforços para desestabilizar a Ucrânia e instalar ali o seu próprio governo fantoche não eleito.



Eric King: “Se os Estados Unidos derrubam Saddam Hussein no Iraque ou Muhamar Kadafi na Líbia, parece que há sempre ouro no fim do arco-íris, do qual então os EUA apropriam-se”.

Kaye: “Essa é uma boa observação, Eric. Os Estados Unidos instalaram no poder um antigo banqueiro na Ucrânia o qual é muito amistoso para com o ocidente. Ele é também um profissional com experiência de banco central. Esta teria sido a sua primeira “grande decisão”: transportar aquele ouro todo para fora da Ucrânia, para os Estados Unidos.

Você pode recordar que “exigências alegadamente logísticas“impediram o New York Fed de devolver à Alemanha as 300 toneladas de ouro que os Estados Unidos armazenam. Após um ano de espera, o New York Fed devolveu apenas 5 toneladas de ouro à Alemanha. Só 5 toneladas de ouro foram enviadas do Fed para a Alemanha e não eram as mesmas BARRAS, as 5 toneladas que haviam sido originalmente armazenadas no Fed.

Mesmo o Bundesbank admitiu que o ouro que lhes fora enviado pelo New York Fed tinha de ser fundido e testado quanto à pureza porquenão eram as barras originais da Alemanha. Se isso é assim, uma vez que exigências logísticas supostamente são uma questão tão impeditivas, como é que num simples voo, assumindo que esta informação é correta, todo o ouro que a Ucrânia possuía no seu cofre foi retirado do país e entregue ao New York Fed? (n.t. Parece que ouro quando é para ser levado para os EUA não existe nenhum impedimento logístico!!)

Penso que qualquer um com massa cinzenta ativa sabe que tal como a Alemanha, a Ucrânia terá de esperar um tempo muito longo e provavelmente nunca MAIS verá aquele ouro outra vez . Significa que o ouro se foi, PARA NUNCA MAIS VOLTAR”. ( KingsWorldNews , March 10, 2014, ênfase acrescentada)


Ver no site oficial do Banco Nacional da Ucrânia sobre a omissão da informação quanto as suas reservas em ouro físico: www.bank.gov.ua/control/en/index


Saiba MUITO mais em: 

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.
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