sábado, 4 de fevereiro de 2017

AMETISTA - PEDRA DOS NASCIDOS EM FEVEREIRO

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Ametista é a pedra dos nascidos em Fevereiro
Posted by Thoth3126 on 03/02/2017


A pedra dos nascidos em fevereiro é a ametista. Veja aqui algumas informações legais sobre a sua pedra de nascimento, a ametista. Ela tem uma rica história de tradição e lenda. Ele pode ser rastreada tanto quanto 25.000 anos atrás, na França, onde já era usada como uma pedra decorativa por seres humanos pré-históricos. 
Tradução, edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

Você nasceu em fevereiro? Então sua pedra de nascimento é a Ametista

Por earthsky em TERRA | MUNDO HUMANO | 01 de fevereiro de 2017


A pedra de nascimento de fevereiro é a ametista. Ametistas contêm o segundo mineral mais abundante na crosta terrestre – quartzo. O cristal de quartzo é muitas vezes encontrado revestindo o interior de geodos. Assim, não é de admirar que geodos por vezes, contenham ametistas, também. Tal como o quartzo, as ametistas são uma forma transparente de dióxido de silício (SiO2) distribuído em cristais com formato hexagonal.

Geodos de Ametistas

A cor de uma ametista pode variar de um leve malva a um roxo rico. Não está claro por que elas são roxo. Alguns cientistas acreditam que a cor roxa Surge a partir do conteúdo de óxido de ferro das ametistas, enquanto outros atribuem a cor ao manganês ou hidrocarbonetos. Mais fotos!

As ametistas são muito sensíveis ao calor. Quando aquecidas a 400 ou 500 graus Celsius, ocorre mudanças de cor da ametista para um castanho-amarelo ou vermelho. Em algumas circunstâncias, as pedras podem ficar verde quando aquecidas. O calor pode até mesmo transformar a ametista em um mineral naturalmente raro chamada citrino. E mesmo sem aquecimento, a cor violeta de uma ametista pode desvanecer-se com a passagem do tempo.

As fontes comerciais de ametista são o Brasil (sendo o estado do Rio Grande do Sul, a cidade de AMETISTA a maior produtora) e Uruguai; enquanto que em os EUA, a maior parte das ametistas são encontradas no Arizona e Carolina do Norte. A ametista tem uma rica história de tradição e lenda. Ele pode ser rastreada tanto quanto 25.000 anos atrás, na França, onde já era usada como uma pedra decorativa por seres humanos pré-históricos. Foi, assim, encontrada entre os restos do homem neolítico.

Diz-se que o anel de sinete usado por Cleópatra era uma ametista, gravada com a figura de Mithras, uma divindade persa que simboliza a Idéia Divina, Fonte de Luz e Vida. Portanto, diz-se ser a pedra de São Valentim, que usava uma ametista gravada com a figura de seu assistente, Cupido. O Dia de São Valentim é comemorado em 14 de fevereiro.

A palavra ametista vem da palavra grega “amethystos”, que significa “não bêbado”, e que se acreditado possa impedir seus usuários de intoxicação. A seguir uma história da mitologia greco-romana, citada do livro Birthstones de Willard Heaps:

Chama Violeta

Baco, o deus do vinho na mitologia clássica, foi ofendido por Diana, a caçadora. Determinado a se vingar, ele declarou que a primeira pessoa que ele visse quando ele atravessasse a floresta seria comido por seu tigre. Quando isso aconteceu, a primeira pessoa a cruzar seu caminho foi a bela donzela Ametista em seu caminho para adorar no santuário de Diana. Em terror, ela clamou pela deusa para salvá-la, e diante dos seus olhos, Baco observando a donzela ser alterada para uma imagem do mais puro branco, cintilante de pedra. Percebendo sua culpa arrependeu-se de sua crueldade, Baco então derramou vinho de uva sobre ela, dando assim à pedra a tonalidade violeta requintada da ametista. O mito de não-intoxicação ficou bastante lógico, e na Roma antiga, copos de ametista eram utilizados para tomar vinho, para que os bebedores não tivessem medo de excesso de indulgência.

Os antigos egípcios acreditavam que o cristal de ametista possuía bons poderes, e colocavam as pedras nos túmulos dos faraós. Durante a Idade Média, ela era usada como medicação, que se acreditava dissipar o sono, aguçar a inteligência e proteger o usuário de feitiçaria. portanto, acreditava-se trazer a vitória em batalha. Na mitologia árabe, a ametista deveria proteger o usuário de sonhos ruins e da gota.

A tradição diz que a ametista ajuda aqueles que a usam para manter a fé, causar a paz e acalmar o espírito. Era frequentemente carregada por soldados nos cabos das lâminas das espadas como um amuleto contra a morte e para trazer a calma e a vitória nas batalhas. É útil para a revelação profética da verdade. Diz-se que fortalece a sabedoria, a fé e a religiosidade e é uma ajuda nas preces e nos sonhos.

Diz-se que é um amuleto contra bruxaria, veneno (ela indica a presença de veneno diminuindo sua luz) e pensamentos ruins; é uma ajuda para a castidade, um poder contra todas as formas de super indulgência e uma força para a mente. É usada como um amuleto para favorecer príncipes, dirigentes, clérigos, pessoas ricas, influentes e poderosas, pessoas com habilidades proféticas, poetas, viajantes, publicitários e outros.

Amarrada ao pulso esquerdo, a ametista, dizem, permite ao usuário ver o futuro nos sonhos. Ela repele pensamentos e ações malignos, dá um senso apurado para os negócios e previne contra a saúde ruim. A ametista atrai o amor e a boa sorte e ajuda a prevenir a embriaguez. Quando gravada com os nomes do sol e da lua, diz-se que protege contra a feitiçaria. Um cavalo alado cortado numa ametista é um talismã de proteção para o cavalo e seus cavaleiros. Mergulhe uma ametista em água quente, retire-a, seque-a cuidadosamente e aplique sobre a dor de cabeça ou a dor de dente. Sonhar com ametistas indica sucesso a um viajante, clérigo, marinheiro, filósofo, professor ou místico; também proteção, fé e pensamentos frutíferos.

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