quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

CRISE OU RENOVAÇÃO NA IGREJA DE ROMA?


Crise na igreja de Roma, em breve um novo papa…será o últimoPosted by Thoth3126 on 18/11/2016

Crise na igreja de Roma, em breve um novo papa…Quem são os cardeais rebeldes que acusam o papa Francisco de heresia
Uma rebelião anunciada. Um grupo de cardeais manifestou publicamente preocupação com os ensinamentos do papa Francisco, acusando o pontífice de causar confusão em relação a assuntos-chave para a doutrina católica. Os religiosos, representantes de setores mais conservadores do catolicismo da igreja de Roma, sugerem que o papa criou uma “grave desorientação e confusão entre os fiéis”.
Edição e imagens: Thoth3126@protonmail.ch

Quem são os cardeais rebeldes que acusam o papa Francisco de heresia. Crise na igreja de Roma, em breve um novo papa… será o ÚLTIMO
Valeria Perasso – BBC Mundo – Fonte: http://www.bbc.com
Em carta divulgada nesta semana, os sacerdotes questionam o papa por encorajar a Amoris Laetitia (Alegria do Amor), documento que é uma tentativa de abrir novas portas para católicos divorciados e tornar a Igreja mais tolerante com questões relacionadas à família.

Cardeais redigiram a carta e a tornaram pública, em uma manobra sem precedentes contra o papa Francisco no Vaticano: Walter Brandmüller, Raymond Burke, Carlo Caffarra e Joachim Meisner.
A rigor, a carta não é nova: os cardeais a enviaram ao papa em setembro, com cinco perguntas específicas que exigem apenas um “sim” ou um “não” como resposta. Eles querem esclarecer o que consideram dúvidas ou imprecisões, no que diz respeito “à integridade da fé católica”. A novidade é que agora eles decidiram tornar seu questionamento público.
Os religiosos, representantes de setores mais conservadores do catolicismo, sugerem que o papa criou uma “grave desorientação e confusão entre os fiéis”. E pedem a ele uma resposta para as “interpretações contraditórias” decorrentes de seu tratado sobre o amor.
Pano de fundo
Assinada por quatro cardeais, a carta representa um sinal claro de dissidência, que reflete o descontentamento dos setores mais conservadores da Igreja.

“E eu vi uma mulher assentada sobre uma besta de cor escarlate (vermelho, a cor dos CARDEAIS), que estava cheia de nomes de blasfêmia, e tinha sete cabeças e dez chifres. E a mulher estava vestida de púrpura (violeta) e de escarlate, e adornada com ouro, e pedras preciosas e pérolas; e tinha na sua mão um cálice de ouro cheio das abominações e da imundícia da sua prostituição; e na sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande babilônia, a mãe das prostituições e abominações da terra”. O fim da Grande (igreja romana) Prostituta está MUITO PRÓXIMO…

Dos signatários, três são cardeais aposentados: os alemães Walter Brandmüller e Joachim Meisner e o italiano Carlo Caffarra. O americano Raymond Leo Burke, único que ainda está na ativa, é crítico frequente do papa Francisco.

Eles afirmam que decidiram tornar a carta pública após esperar dois meses por uma resposta do pontífice que nunca chegou. Mas, por trás da carta, o que se observa é uma rivalidade latente entre setores da Igreja, que já tinha sido esboçada em abril deste ano, quando a Laetitia Amoris foi publicada.

Com 260 páginas, o tratado é um guia para a vida em família e propõe que a Igreja aceite algumas realidades da sociedade contemporânea. Ao invés de fazer críticas, o documento convida os sacerdotes a tratarem com compaixão, por exemplo, os católicos divorciados que voltam a casar, dizendo que “ninguém pode ser condenado para sempre. “

As sete cabeças são sete montes*, sobre os quais a mulher está assentada”. Apocalipse 17:3-9 – A região onde esta Roma e o Vaticano se espalha pelas margens do rio Tibre (em Azul), compreendendo o seu centro histórico com as suas SETE COLINAS: Palatino, Aventino, Capitólio, Quirinal, Viminal, Esquilino, e Célio.
Trata-se de uma das tentativas mais contundentes do papa Francisco em tornar a Igreja Católica mais aberta e inclusiva para seus 1,3 bilhão de fiéis no mundo. Alguns religiosos afirmam, no entanto, que a Laetitia Amoris está cheia de imprecisões que dão origem a interpretações contraditórias da doutrina católica.
De acordo com especialistas, os cardeais não escolheram tornar a carta pública agora por acaso. A divulgação aconteceu logo após o vazamento de uma correspondência do papa com os bispos de Buenos Aires, sua terra natal, em que o pontífice sugere uma interpretação do seu tratado, considerado uma “heresia” por um dos cardeais signatários.
Em particular, o polêmico capítulo oito de Amoris laetitia, que fala da possibilidade dos divorciados que voltam a se casar em cerimônias civis, sem conseguir a anulação da união religiosa, receberem a comunhão. A Igreja proíbe a comunhão de divorciados há séculos, por considerar como “irregular” ou ato de adultério toda tentativa de se constituir um casal após uma separação, a menos que se abstenha de relações sexuais e a convivência seja “como irmão e irmã”.
A Amoris laetitia não altera a doutrina, mas abre brechas para que os bispos de cada país a interpretem de acordo com a cultura local e avaliem cada caso.


Para o papa Francisco, há fatores que limitam a “responsabilidade e culpa” do divorciado, então a “Amoris laetitia abre a possibilidade de acesso aos sacramentos da reconciliação e da Eucaristia”. “Não há outra interpretação”, informou o pontífice, em sua carta aos bispos argentinos.
Aos olhos do público
A carta dos cardeais dissidentes, divulgada na segunda-feira, questiona o papa especificamente sobre esta questão. Eles o fazem por meio de dilemas, questões teológicas que exigem uma resposta positiva ou negativa, e que são um mecanismo para tirar dúvidas sobre temas relacionados aos sacramentos ou padrões morais.
O primeiro dilema questiona se, ao contrário do que foi estabelecido por papas anteriores, “agora é possível perdoar” ou “dar a comunhão a uma pessoa que, embora unida por um casamento, vive com outra como marido e mulher”, o que contradiz expressamente a encíclica do papa João Paulo II de 1981.
De acordo com os cardeais, a falta de resposta do pontífice a essa e outras quatro questões levou à decisão de tornar a carta pública, diante da sua “consciência de responsabilidade pastoral.” Os sacerdotes negam, no entanto, que se trate de um ataque “conservador” contra setores “progressistas” da Igreja, ou uma “tentativa de fazer política” ou de se rebelar contra o papa.

“E não sejais cúmplices com as obras infrutuosas das trevas, mas antes condenai-as. Porque o que eles fazem em oculto até dizê-lo é torpe. Mas todas estas coisas se manifestam, sendo condenadas pela luz, porque a luz tudo manifesta. Por isso diz: Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá. Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios” – Efésios 5:11-15
As entrelinhas políticas
Para os teólogos mais conservadores, os ensinamentos “modernos” do papa sobre as famílias e divorciados católicos são, em parte, “sacrilégio” e “podem justificadamente ser considerados como uma heresia”, como sinalizou Steve Skojec, cofundador e diretor da publicação católica One Peter Five. Eles veem o tratado como um movimento do pontífice para afrouxar as normas morais que regem os fundamentos da Igreja.
Outros religiosos acreditam, no entanto, que a Amoris laetitia não tem peso suficiente para alimentar uma revolta entre os cardeais, muito menos o vazamento da correspondência do papa com os bispos portenhos. A verdade é que a carta dos cardeais não é a primeira interpelação ao líder do catolicismo. Em julho, 45 teólogos e sacerdotes assinaram outro documento, dirigido ao Colégio dos Cardeais, exigindo esclarecimentos do papa Francisco.
Questões relacionadas ao divórcio – assim como à homossexualidade, à educação sexual, à desigualdade econômica, à responsabilidade no combate às mudanças climáticas e outros temas sensíveis para a hierarquia católica – vêm expondo a cisão entre o papa e os setores mais conservadores da Igreja.
“O papa não mudou a doutrina, mas abriu as portas para uma maior conexão com os católicos em questões como o divórcio, para que sejam analisados casos individuais”, afirma a jornalista Caroline Wyatt, responsável há muitos anos pela cobertura de temas religiosos na BBC.
Para os grupos mais liberais, a reforma da Igreja está longe de ser a ideal
“Os conservadores dizem, por sua vez, que o papa abre caminho para um futuro caos, ao introduzir a ideia de que uma solução única para todos não deve ser o caminho a seguir dentro da Igreja”.
No outro extremo, diz Wyatt, estão os liberais, também infelizes. Mas, neste caso, porque não consideram suficiente o processo tardio de modernização da Igreja: esperam “algo que o papa nunca será capaz de entregar.”
“E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas. Porque já os seus pecados se acumularam até ao céu, e Deus se lembrou das iniqüidades dela”. – Apocalipse 18:4-5
“Caiu, caiu a grande babilônia, e se tornou morada de demônios, e covil de todo espírito imundo, e esconderijo de toda ave imunda e odiável. Porque todas as nações beberam do vinho da ira da sua prostituição, e os reis da terra se prostituíram com ela“; – Apocalipse 18:2-3
“Portanto, num dia virão as suas pragas, a morte, e o pranto, e a fome; e será queimada no fogo; porque é forte o Senhor Deus que a julga. E os reis da terra, que se prostituíram com ela, e viveram em delícias, a chorarão, e sobre ela prantearão, quando virem a fumaça do seu incêndio; Estando de longe pelo temor do seu tormento, dizendo: Ai! ai daquela grande babilônia, aquela forte cidade! pois numa hora veio o seu juízo“. – Apocalipse 18:8-10


O fim do Vaticano em uma centúria de Nostradamus:

“Bem perto do (rio) Tibre, a morte ameaça, antes haverá uma grande inundação (esta “inundação” já aconteceu, se refere à invasão dos refugiados muçulmanos oriundos do oriente médio, invadindo a Europa): O capitão (da Barca de Pedro, a igreja de Roma) do navio será preso e expulso. O castelo e o palácio (Vaticano) serão queimados“ – Profecias de Nostradamus-Centúria II-93

Mais informações sobre a “santa” igreja de Roma em:

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