sábado, 22 de agosto de 2015

A SIMPLES BUSCA DE FONTES DE ÁGUA COM UMA FORQUILHA MANIFESTA A EXISTÊNCIA DE UM CONJUNTO UNIVERSAL DE ENERGIAS DISPONÍVEL EM TODA PARTE

Prof. Dr. Oscar Luiz Brisolara


É tradicional a procura de fontes de água, por todo o interior do país, através do emprego de uma pequena forquilha verde. O processo consiste em, com as mãos voltadas para cima, forçar as varas da forquilha, tendo o cuidado para não rompê-las, enquanto se anda lentamente pelo local onde se deseja cavar o poço.
Quando se passa pelo veio mais forte de água e no ponto em que mais se aproxima da superfície, uma força radiestésica atrai o ângulo da forquilha em direção ao solo, de tal forma que, no ponto mais energético, a ponta central da forquilha volta-se c0mpletamente para o solo. Veja as fotografias abaixo.
Afirma-se que esse processo funciona em razão da maior ou menor capacidade que os indivíduos têm de perceber as radiações do ambiente, como as geradas pela água subterrânea em movimento. Há indivíduos mais sensíveis a essas vibrações que atraem o vértice da forquilha em direção ao centro da corrente. Essa capacidade é conhecida como radiestesia, palavra originada do termo latino radium, cujo sentido é raio ou radiação, e do elemento grego ασθησις (áisthesis), que se refere a sensação ou percepção, ou seja, a capacidade de perceber radiação que todo o indivíduo possui. Alguns, porém, tem essa capacidade mais desenvolvida do que outros.
Ocorre que uma tradição milenar fundamenta este processo. Sabe-se que os primeiros pêndulos foram encontrados no Egito, mais precisamente no Vale dos Reis, onde grande parte da sabedoria milenar dos egípcios foi guardada em túmulos e pirâmides.
Portanto, já há cerca de 2000 anos antes da nossa era, egípcios e chineses radiestesistas empregavam a arte do pêndulo para encontrar fontes da água, minérios e a usavam também na agricultura.
Porém, foi no século XVIII, mais precisamente em 1780, que os médicos Dr. Thouvenel e Dr. Bleton escrevem o livro "Memória Física e Medicinal", demonstrando as relações entre a forquilha, o magnetismo e a eletricidade.
No entanto, foi somente em 1890 que os abades Mermet e Bouly criaram o termo radiestesia, que melhor representa o fenômeno da captação da energia pelos sentidos humanos.
Mais proximamente a nos, em 1929 é criada a Associação Francesa dos Amigos da Radioestesia, que contava com a participação de vários cientistas das melhores academias de ciências da época. Desde então esta ciência tem ganhado inúmeros adeptos, crescendo muito no domínio da física experimental, da medicina, da psicologia, tanto na pesquisa prática no sentido de facilitar a solução de problemas práticos, quanto na harmonização de casas, terrenos e ambientes.
Há muitos cientistas que afirmam a existência um campo magnético universal responsável pela estabilidade de tudo, resultante do movimento diastólico universal resultante do Big Bang inicial ocorrido há mais de treze bilhões de anos. Essa energia passa em correntes telúricas as quais se vinculam a correntes universais que amarram astros e galáxias em um sistema harmônico total.
Essa radiação se manifesta em tudo tendo grandes influências especialmente sobre os seres vivos. Especialmente Ernst Hartmann e Manfred Curry realizaram experiências estabelecendo linhas conhecidas Linhas Ley e Linhas Hartmann e Curry que formam uma rede universal. Essas energias seriam responsáveis por leis universais como a lei da gravidade e poderiam originar outras fontes energéticas diferentes das tradicionais fontes energéticas desde os combustíveis fósseis, passando pela hidro-eletricidade, energia solar tradicional, energia eólica e outras existentes apenas em projetos apenas de laboratório ou que mesmo ainda não saíram das experiências computacionais.